Indústria Fonográfica Brasileira
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Baú do Holzbach
Vão me desculpando, mas desta vez não postarei nenhum disco. Esta postagem é pra mostrar indignação pelo lançamento medíocre que a Universal colocou no mercado já há algum tempo batizado de Music Pac e todas as outras burrices históricas da indústria fonográfica brasileira.
Bom, eu tenho 23 anos e me iniciei na música bem novinho com uns 5. Comecei a comprar discos mais ou menos com uns 14 ou 15 e desde então não parei mais. Sempre coloquei a música em primeiro lugar com relação a preferências culturais e desde aquela época tinha que guardar dinheiro da mesada para comprar um mísero disco. Pois bem, o tempo foi passando, a coleção foi aumentando e a minha indignação com as gravadoras chegou a um nível insuportável anos atrás quando me deparava com lançamentos na base dos 40 reais! Um absurdo sem tamanho.. Nunca comprei nenhum disco (simples) por este preço, sempre esperava o tempo passar para levar pra casa por um preço menor, geralmente entre 20-25 verdinhas. Mas mesmo assim era muito difícil..
Passado algum tempo, reparei que algumas gravadoras, Sony por exemplo, estavam colocando catálogos incompletos de artristas como Aerosmith, Men At Work e vários outros por um preço altamente comprável de 12-15 reais. Estupidamente, comprei algumas unidades desta leva e, quando penso que não, noto que os discos não possuem sequer encarte ou ficha técnica!!! Como se já não bastasse termos lançamentos tão caros, discos de catálogo ínfimos, agora os que são colocados no mercado são incompletos? É demais..
Bom, como bom brasileiro não me dei por vencido e comecei a importar alguns discos e ir em lojas alternativas onde são encontrados muitos CDs semi-novos por um preço bem atraente. A vida estava seguindo seu curso, mas a loja que eu frequentava começou a amentar muito os preços dos CDs semi-novos, quase se equiparando aos das grandes magazines. Foi nessa época que aconteceu um meio milagre: reparei que as gravadoras estavam baixando os preços dos discos de catálogo e aloprando tudo nos lançamentos dos artistas. Ah, maravilha, passei alguns anos comprando apenas CDs novos de catálogo e depois de alguns meses comprava o disco mais novo por um preço bem mais baixo do lançamento.
Isto durou até este ano quando tentativas frustradas de certas gravadoras estão minando minhas compras. A primeira foi a ridícula saída encontrada pela Sony em colocar no mercado um tal CD Zero. Bom, nota zero pra ele. Quem vai querer comprar no dia de hoje um CD com 5 músicas de um álbum cheio já existente por 10 reais? Não é single, nem EP, nem tem músicas inéditas! É um lixo!
Como se não bastasse, a Universal entra na onda e ha pouco coloca no mercado o Music Pac. A diferença agora é que o disco está na íntegra, numa caixinha estilo Digipack (mas com um acabamento medíocre), mas que não trás encarte nenhum. O encarte é enviado pela internet pelo site da gravadora para impressão duvidosa. Valor da empreitada: entre 10-15 reais. Oras, quem em sã consciência vai querer ter todo esse trabalho? Eu não, pois gosto do disco completo, com encarte e tudo que tem direito. Porra, é o mínimo que eu quero e achop q eu mereço pagando uns R$ 20!
Enfim, gostaria ao menos de parabenizar a Warner que está fazendo um ótimo trabalho recente de lançamento de catálogo de ótimos artistas como Rod Stewart, Phil Collins e outros por um preço incrível que não passa dos R$ 15,00. Ah. se todas seguissem este modelo.. A ST2 também está lançando algumas preciosidades por um valor ainda menor.
Eu nunca devo parar de comprar CDs originais, mas está ficando cada vez mais difícil de fazê-lo..
Selecionei aqui dois textos do ótimo Marcelo Costa, ambos do excelente site Scream & Yell.
CALMANTES COM CHAMPAGNE
O Preço dos CDs começa a cair
por Marcelo Costa
24/05/2007
Uma vez, alguns anos atrás, assisti (aqui mesmo no prédio do iG) a uma palestra de André Midani, um dos poderosos presidentes de majors no País entre os anos 60 e 90. Na época (2004, acho), Midani estava em evidência por uma excelente entrevista concedida ao jornalista Pedro Alexandre Sanches, que escancarava o jabaculê, pagamento clandestino feito por gravadoras para que emissoras de rádio e televisão tocassem determinadas músicas. No meio do papo, muito interessante, questionei: "Por que o preço final de um CD de major no Brasil é tão caro?" O argumento do ex-presidente de gravadora era de que as majors haviam padronizado os preços, e que um CD de R$ 39 no Brasil custava US$ 13 nos Estados Unidos (em tempos de dólares a R$ 3).
É lógico que não me convenci. Na época, Wander Wildner vendia o seu CD solo, "Paraquedas de Coração" (prensado em fábrica, com encarte e acabamento profissional), por R$ 15, e gravadoras como a Trama e a (falida) Sum Records chegavam ao mercado com lançamentos, no máximo, a R$ 23. Enquanto isso, a Universal lançava um álbum de PJ Harvey no Brasil por R$ 39. Falei sobre tudo isso para o empresário, além, claro, do óbvio: não dá para comparar a renda norte-americana com a brasileira. Ele, lacônico, disse que – além da padronização de preços – os compradores de CDs pagavam as viagens dos executivos para vários lugares do mundo, hotéis cinco estrelas e jantares regados a tudo que existe de melhor. E você achando que só estava comprando um CD, certo.
O tempo passou, a crise das gravadoras frente à música digital virou pauta de grandes revistas, a venda de CDs caiu assustadoramente (será que ninguém mais "consome" música?) e muitos futurólogos de boteco anunciaram o fim do disquinho prateado aos quatro ventos no mesmo momento em que artistas pop comemoravam 1 milhão de downloads pagos de suas canções. Mesmo assim, os benditos CDs continuavam chegando às lojas, e, pasmen, algumas gravadoras começam a baratear seus preços. Nos últimos dois meses, os lançamentos da Universal (Kaiser Chiefs, Klaxons, Amy Winehouse) chegaram ao patamar dos R$ 23, máximo R$ 25 em uma loja honesta. Na sua cola, a Sony/BMG (Travis, Beyoncé, Avril Lavigne) também baixou a tabela, e suas novidades estão chegando as prateleiras entre R$ 26 e R$ 28. Na seqüência, a EMI (Stooges, Arctic Monkeys, The Good, The Band and The Queen) ultrapassa a barreira dos R$ 30 batendo nos R$ 32, e a independente Slag Records colocou "Néon Bible", dos canadenses do Arcade Fire, no mesmo patamar.
Penso comigo: R$ 30 em um CD é pra lá de abuso. Mas tem como piorar: a Warner (Bloc Party, Linkin Park, White Stripes) chega às lojas com CDs entre R$ 38 e R$ 42. A Warner deve acreditar realmente que a renda do público comprador equivale ao do mercado norte-americano. Mas em tempos de dólares abaixo dos R$ 2, comprar CD importado com frete gratuito se tornou uma vantagem para os fãs de música dispostos a ter o disquinho em casa (e os MP3 no computador): recebi nesta semana uma edição especial do álbum "At San Quentin", de Johnny Cash, contendo dois CDs (31 músicas), mais um DVD com um documentário da época (1969), pela bagatela de US$ 19,95. Pelo dólar de hoje, esse pacote bonitinho com um CD duplo mais um DVD me saiu mais barato que o novo disco do White Stripes, que será lançado pela Warner por algo em torno de R$ 40.
Apesar da falta de noção da alta cúpula da Warner, a atitude da Universal e da Sony/BMG mostra que as gravadoras estão apostando as poucas fichas que lhes restam na redução do preço do CD. E a última tenta uma cartada a partir do próximo dia 28: o CD Zero, um formato de álbum que trará cinco músicas, preço de R$ 9,99 estampado na capa, e que será uma espécie de "versão resumida" do disco (que será lançado em seu formato "cheio" ao mesmo tempo). Opinião deste colunista: o formato vai fracassar miseravelmente. Não é má vontade, juro. Tenho mais de 5 mil CDs em casa, continuo comprando CDs (apesar de começar a achar o ato muito mais vício do que necessidade) e acho essa idéia tremendamente tola e canibalizadora. Se você comprar o CD Zero, você irá se animar a desembolsar seu dinheiro suadinho para comprar um disco do qual você já tem cinco músicas? Mais: Para que pagar R$ 9,99 em um CD com cinco músicas se o CDR cheio estará sendo vendido nos camelôs por R$ 5, máximo R$ 10? Mais: os donos de loja vão mesmo vender o CD por R$ 9,99? Testes anteriores de singles com preço fixo não vingaram. Ou seja, esse CD Zero é um bebê morto no parto.
Nos planos da Sony/BMG, no entanto, depois de Vanessa da Mata, estão os CDs Zero dos novos lançamentos de Capital Inicial e Lobão, que fracassaram em suas primeiras semanas nas lojas. Lobão anda cantando aos quatro ventos que seu disco é um sucesso de crítica e público, mas seu "Acústico MTV" não comoveu as massas. Com um show agendado para Curitiba, duas semanas atrás, após ter marcado (alugado?) presença por meia hora no Domingão do Faustão, e suas músicas terem voltado misteriosamente a tocar nas rádios, Lobão fez uma apresentação para 600 pessoas em um local preparado para receber 2.500, um fiasco tão retumbante quanto as vendas pífias do novo álbum do Capital Inicial. Se no caso Lobão, o ouvinte pode argumentar que nem se lembra do velho lobo após tanto tempo fora da mídia, com o Capital Inicial a coisa é bem diferente. Uma das principais bandas dos anos 80 em atividade no País, o Capital viu seu público rejunescer, foi abraçado pela geração MTV, e a pouca procura dos CDs nas lojas é muito mais sinal de crise econômica do que de esquecimento dos fãs.
Não bastasse o fantasma das trocas de arquivos de MP3, e os camelôs descolados que diversificam cada vez mais seu leque de "ofertas" para o público, as grandes gravadoras nacionais voltam a enfrentar outro vilão: a queda do dólar. Com a moeda norte-americana batendo R$ 2, o novo disco do Wilco, "Sky Blue Sky", que a gravadora EMI está prestes a lançar no mercado nacional (por volta de R$ 30/32), pode chegar as mãos do consumidor brasileiro em uma versão importada por R$ 29 em uma loja virtual internacional isenta de frete. Se o comprador quiser pagar um pouco mais do que a edição nacional, por R$ 38 ele assegura a versão limitada com CD e DVD do mesmo produto, inédita no País. A vida é dura, meu amigo, mas poderia ser mais fácil. Se as gravadoras abrirem o olho, diminuírem a margem de lucro, e entregarem um CD em preços competitivos para as lojas, é possível que ainda exista um próximo round nesta dura batalha das gravadoras contra o avanço da tecnologia (e da pirataria). Do jeito que as coisas estão, infelizmente, o nocaute está bem próximo.
CALMANTES COM CHAMPAGNE
Após o CD Zero, vem aí o CD Music Pac
por Marcelo Costa
10/08/2007
Três meses atrás, neste mesmo espaço, relatei a chegada do CD Zero, da Sony/BMG, com uma previsão de que ele fracassaria miseravelmente. Não, isso ainda não aconteceu, mas a Sony parece ter encontrado um concorrente a altura: o CD Music Pac, tentativa interessante da Universal Music de combater as baixas vendas com um produto mais barato. Enquanto o CD Zero custa R$9,99 e traz apenas cinco músicas, o CD Music Pac traz o álbum inteiro, mostrando sua diferença na parte gráfica e na apresentação: é uma caixinha simples (estilo CD single) num envelope com capa e contracapa, sem encarte. Este último, se o comprador quiser, poderá baixar gratuitamente em uma área do site oficial da gravadora, e imprimir em sua própria casa. O preço final deve variar entre R$12 e R$15 para o catalogo internacional, e R$10 e R$12 para os nacionais.
A primeira conclusão que chego após analisar o produto é: os diretores das grandes gravadoras encontraram o vilão dos altos preços dos CDs: o papel. Sem encarte e sem o invólucro de plástico tradicional parece possível baratear o preço. Como é que eles não tinham pensado nisso antes, não é mesmo? Santa-Inteligência, Batman. E isso, aliado a ferramenta web, que permite que os compradores baixem o encarte em suas próprias casas e o imprimam, acaba soando uma idéia perfeita para se concorrer como a grande sacada do ano no quesito "não conheço nada sobre o meu público". A primeira fornada do Music Pac traz o álbum "Frank", estréia de Amy Winehouse (inédita até então no País); "Under The Iron Sea", do Keane; "From This Moment On", da Madeleine Peyroux; "PSD", das Pussycat Dolls; e mais Babado Novo, Ivete Sangalo, Zeca Pagodinho, Jeito Moleque, Planta & Raiz, Sandy & Júnior e Marjorie Estiano, entre outros.
"Qual o problema com o Music Pac?", você deve estar se perguntando, caro leitor. O problema é que ele se apóia em uma falsa premissa. Selos independentes como a Mondo 77, de São Paulo, colocam os CDs de seus artistas (Ludov, Autoramas) no patamar dos R$ 15. E ambos os lançamentos ("Teletransporte", dos Autoramas e "Disco Paralelo", do Ludov) trazem encartes caprichados. Por que uma gravadora independente consegue vender um CD por R$ 15 e uma major precisa diminuir a qualidade de seu produto para colocar o mesmo material na mesmíssima faixa de preço? O CD Music Pac funciona contra o gosto de quem consome música, oferecendo um produto de terceira qualidade por um preço "mais em conta". Não bastasse a capa e o porta-CD constrangedores, é de se imaginar a qualidade das impressões do material baixado em PDF do site oficial. Quem terá uma boa impressora e papel em casa para imprimir os encartes e cortá-los corretamente?
No fundo, projetos como o CD Zero e o CD Music Pac tentam esconder o óbvio: o CD (como produto de consumo) teve seu preço superfaturado quando surgiu (equiparando-se ao vínil), e com o passar dos anos não acompanhou o avanço tecnológico (que diminiu os custos) nem as mudanças na forma de vender e produzir música, que poderiam ter barateado o produto final. O CD permaneceu caro demais sendo que tudo em sua volta barateou. E com o advento da internet e a distribuição desenfreada de MP3, para comprar um CD, o comprador precisa ter um diferencial que valorize o produto de tal forma que o iniba a ficar apenas com o disco baixado ilegalmente na web. Ele precisa de um material exclusivo, especial, que consiga aliar novidade e bons preços. Naquela mesma coluna de maio, quando perguntados do preço ideal de um CD, leitores se manifestavam comentando que este preço seria entre $18 e $20. Ou seja, o público quer comprar CDs originais, mas quer fazer isso pagando um preço justo, sem perder qualidade. Mesmo porque, se for para perder qualidade, compra-se em um camelô ao preço de três por R$10.
********** O CD brasileiro é o mais caro da América Latina. Comprovei isso freqüentando lojas nas capitais Santiago e Buenos Aires no mês de julho. O Chile se aproxima muito do Brasil no custo final. Um CD de um artista nacional em Santiago, em lojas badaladas como as da rede Feria Del Disco, saí por volta de R$30. A grande diferença são os itens importados, que aparecem nos balcões das lojas por volta dos R$40. Já na Argentina é tudo diferente. CDs produzidos no País são muito mais baratos. Um lançamento por lá, em uma megastore como a Ateneu ou a Musimundo, sai por volta de R$25, porém é muito comum encontrar grandes barbadas, como o especial que a revista Rolling Stone portenha colocou nas bancas: edições de discos clássicos com uma revista comentando o álbum detalhadamente por um preço final de 20 pesos argentinos. Cerca de R$12. Já saíram nesta coleção os primeiros álbuns do Velvet Underground, Doors e Oasis, além de discos fundamentais dos Stones ("Let It Bleed"), The Who ("Tommy") e outros.
Uma diferença em relação ao resto do mundo que se faz notar no modo das gravadoras brasileiras venderem música é a maneira com que os lançamentos são tratados no Brasil. Na gringa, um lançamento chega às lojas com um preço menor, especial, pois as gravadoras tentam fisgar seu público nas primeiras semanas com o disco nas lojas. Após um tempo, o preço do CD volta ao seu patamar normal. No Brasil, apenas a megastore Fnac trabalha desta forma (seguindo a matriz francesa), apresentando como preços verdes os lançamentos, que chegam a ficar 20% mais baratos nas primeiras semanas. O resto do mercado faz o usual: encarece o produto logo no lançamento, para colocá-lo em promoção meses depois. Os dois discos que Marisa Monte lançou no ano passado chegaram às lojas com preço em torno de R$35. No começo deste ano já podiam ser encontrados por volta de R$20 em boas lojas. Agora não estranhe se você esbarrar com o produto custando R$15 por ai. Infelizmente, é o jeito de trabalhar de nossas gravadoras.
Por favor, comentem a respeito..
Espero que gostem!!!
Abraços
Marcadores: Michel Rhapsody











11 Comments:
Buenas...não tenho comprado muitos CDs ultimamente, mas para quem gosta de promoção, a Multison POA tem um balcão a 14 reais, sendo que se vc comprar 5 cds paga 12 cada...ontém eu vi uns Doors por esse preço e com os bônus...só não entendo como numa mesma loja o mesmo cd pode ir de 14 a 35 reais...vi isso nos Led e pelo que sei com os encartes completos...
Abraço,
Quase_Secreto®
Amigos, faço minhas vossas palavras e ações.
Inclusive é patética a atuação dessas majors (Sony e Universal), provando que não ligam para a arte e sim para o dinheiro (produto).
Abraços.
Quase Secreto,
Comprei uns 200 Cds nesta promoção da Multisom. Antigamente era melhor, pois o preço era de 12 por unidade e 50 por 5! Sou grande amigo de uma vendedora muito simpática de Bento Gonçalves que vai atrás de alguns discos p/ mim. Uma das últimas lojas do Brasil que se salvam. Conheço lojas de Recife, RJ, muitas do Nordeste, SC e RS e a Multisom dá show..
Abraços;
Michel
Quase Secreto,
No que se refere a ter o mesmo CD com preços diferentes eu sei explicar: o problema é que a política da loja é defeituosa. Eles colocam, ao menos em Bento, uma prateleira imensa com esta promoção e outra com preço fixo que pode ir ate 40 50 reais por CD. Acontece que a Warner colocou no mercado vários discos por um preço bem inferior ao praticado antigamente. Led Zeppelin está incluso. Daí, se vc tem um Houses of the Holy edição antiga vendendo por 35, chega um por 14 o que vc faz? O dono da loja resolveu deixar tudo como está, o novo fica 14 e o antigo fica 35.. Acho q no futuro ele vai ajustar. Outro fator a salientar é que chegam poucas unidades na promoção, daí a rotatividade dos CDs em promoção é infinitamente superior aos que estão mofando em catálogo na loja. Sacou?
Abraços;
Michel
Adrian Marcatto,
Concordo e obrigado pela força.
Abraços;
Michel
...a um longo tempo atrás eu comprava CD'S... Hj no +!O
Gastava Horrores!
Lembro que os ultimos CD'S foram "Grande sucessos dos anos 70" uma coletanea lançada pela Globo Ecaaa...hehe
Mas tem som que se prestava!!!
Hoje cara, acho grandes discografias completas em lojas "alternativas"
O idela seria tabelar os CD'S
Mas dae ond entraria a lei da oferta? rsrsrs
Belo texto e boa observeção!
Um grande abraço
td que foi comentado é o que sempre frisei em discussões com meus colegas.belo texto.e sempre digo quem gosta realmente de musica nunca vai deixar de comprara cd's originais desde quando ele esteja no preço justo.
Luxorissa!
Preço justo, encarte bem elaborado, letras das musicas, comentários, track bonus...hehehe
Leiam...
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20081114/not_imp277593,0.php
Eu já gastei muita grana em CD's, mas simplesmente parei de comprar definitivamente. Por um motivo muito simples: custo/benefício. Os CD's estão muito caros para o que eles realmente valem. Essa desculpa do papel é muito furada.
Hoje em dia, só compro filmes em DVD, que escancaram o absurdo do mercado fonográfico brasileiro. É possível achar filmes em DVD duplo, com luva de papel, extras e tudo, por preços que variam entre R$ 13 a R$ 40. Enquanto isso, já vi coletâneas vagabundas por R$ 20, e discos como Death on the Road (do Iron) ou Rapture of the Deep (do Purple) por preços ridículos como R$ 50 a R$ 70! Simplesmente não vejo como justificar essa disparidade de preços, uma vez que um filme custa muito mais dinheiro para ser produzido que um álbum musical (sem falar nos extras que são sempre licenciados ($$) à parte do filme).
Do jeito que as coisas vão, minha coleção de DVD's vai continuar crescendo, e minha coleção de CD's continuará estagnada.
No meu caso, continuo comprando cds e dvds mas quando os encontro por, no máximo, R$10. E acho! É só esperar um pouquinho, enquanto isso curta-o em mp3, que aparece -pelo menos na lojinha que frequento há mais de 20 anos e cujo endereço já forneci lá no G&B e mando agora aqui: ESCUTASOM-R. do Rosário, 61.
Mesmo assim, só de bandas/músicos pelos quais sou viciado, como Led Zep, Jeff Beck, Black Crowes, Santana, etc. Agora vejam só: os últimos de Whitesnake e Black Crowes não encontro nem mesmo na Saraiva Mega! E aí? Sei que foram lançados mas não estão chegando às lojas. Porquê? Por fazerem parte do acervo de pequenos selos. O jogo é sujo e nós é que sofremos com isso. E ainda querem bloquear os blogs.
VÃO TODOS PRA CASA DO CARALHO!!!
[]ões
Gravetão,
Poxa, o do Whitesnake eu vejo em todos os lugares, até já garanti o meu. Quando peguei fiz até a tradicional pesquisa nas Americanas, Submarino, Cultura, lojinha da esquina, etc etc. Não sabia que ele já tinha sumido, pois acabou de ser lançado no Brasil! Que coisa.. Já o do Black Crowes eu tmb estou atrás pra completar a coleção!
Abraços;
Michel
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