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Blog Underground Lágrima Psicodélica

Bate-Papo: Chat Online

Quinta-feira, 31 de Maio de 2007

Jon Anderson - Discografia

Esse poupa maiores comentários...

Nascido em 25/10/1944, Jon Anderson foi um dos fundadores do Yes.



Jon Anderson sempre foi considerado um músico eclético. Com influências e Elvis Presley, The Everly Brothers e Eddie Cochran, além de cantar e escrever, ele toca vários instrumentos musicais. Jon lançou 25 discos com o Yes, 12 álbuns solo e seis em parceria com o Vangelis.


1976 - Olias of Sunhillow download


1980 - Song of Seven download


1982 - Animation
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1985 - 3 Shipsdownload



1988 - In The City Of Angels download parte 1
download parte 2



1994 - Change We Must download parte 1
download parte 2



1994 - Deseo download



1995 - Angels Embracedownload



1996 - Toltec
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1997 - EarthMotherEarthdownload



1997 - The Promise Ring download



1998 - The More You Know download



2006 - The Fellowship in Elvenland
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Site oficial do Jon Anderson
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AVISO AOS LACRIMEJANTES!

Nossa amiga NEIDE, desesperadamente e inconsolada com uma terrível chaga cibernética que a apanhou esses dias, solicitou-me que postasse uma carta de AVISO a todos os lacrimejantes de plantão. Ela não consegue postar essa carta por si própria, de forma que estou postando-na em seu lugar. Eis seu teor:
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"Queridos amigos do Lágrima!
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Por favor, NÃO ESQUEÇAM DE MANTER SEUS ANTI-VIRUS ATUALIZADOS...
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O computador que uso foi infectado por um terrível vírus mutante chamado totour.exe. Ele burla o anti-virus e fica bloqueando a internet o tempo todo... você passa o anti-virus novamente, não aparece nada... Na sequência, ao tentar acessar a internet de novo, ele volta, não sei de qual canto obscuro da memória e ataca novamente, bloqueando a internet e vários outros programas. Por favor, não se descuidem, pois infelizmente quem cria isto parece estar sempre à frente dos programas de anti-virus. Por causa disso o computador está cheio de problemas, estou morrendo de medo de perder certos arquivos que esqueci de salvar em cd de dados. Não consigo postar nem fazer mais nada, até conseguirmos resolver este problema.
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Um grande abraço a todos.
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Neide".
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É isso aí, meus queridos. Neste perigoso mundo cibernético, corremos o risco de ser atacados por todo tipo de chagas, pragas, vermes, vírus... que tornam nossos dias de paz e alegria em terríveis tormentos e inconsequências. Manter o anti-vírus atualizado ainda é até pouco, pois como nossa amiga ressalvou: esses FDP pustulentos, EMOrróidicos, lazarentos, vadios que criam essas pragas todas estão sempre à frente dos anti-vírus! Ou seja, estamos sempre sujeitos a nos lascarmos, de uma hora pra outra...
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Todo cuidado é pouco... e MUITO pouco!

Sheryl Crow


A influência que os pais exercem na escolha da carreira dos filhos pode ser decisiva. Principalmente se eles forem músicos. Esse é o caso de Sheryl Suzanne Crow, nascida em em 11 de Fevereiro de 1963, em Kennett, no estado de Missouri, Estados Unidos. Seus pais tocavam trompete e piano numa banda de jazz, e a pequena Sheryl cresceu num ambiente em que não se falava outra coisa. Aos seis anos já tocava piano, aprendendo violão um pouco mais tarde. Formou-se na University of Missouri, em composição, performance e ensino musical, em 1984. Buscando o crescimento profissional, muda-se para Los Angeles em 1986, e passa os anos seguintes cantando em bares e fazendo backing vocals para outros cantores, inclusive Michael Jackson, Sting, Stevie Wonder e Rod Stewart. As coisas começaram a mudar na vida de Sheryl em 1991, quando a gravadora A&M lhe ofereceu um contrato para um disco solo. O álbum foi feito, porém, nunca lançado. A cantora não gostou do resultado final e a gravadora deu uma segunda chance a ela. Uniu-se então a Bill Botrell e Brian Mcloed, e juntos produziram "Tuesday Night Music Club", um álbum informal, com uma tendência mais country. Lançado em 1993, esse disco foi um enorme sucesso. Os hits "All I Wanna Do" e "Leaving Las Vegas" não paravam de tocar e a turnê foi muito positiva: além dos shows, acompanhada de Botrell e Mcloed, apareceu no Unplugged MTV e no Woodstock ' 94. Ganhou disco de platina e foi indicada a 5 Grammies, ganhando nas categorias Best New Artist, Female Vocalist, e Record of the Year. Em 1996, é lançado "Sheryl Crow". O segundo álbum era um pouco mais Rock e fez tanto sucesso quanto o primeiro. Com as faixas "If It Makes You Happy" e "Love is a Good Thing" como destaque, o disco vendeu mais de 4 milhões de cópias, mesmo com o boicote da rede de lojas Wal-Mart, que se recusou a vendê-lo . Motivo: Em uma das letras, Sheryl canta algo como "Assista nossas crianças se matando com armas compradas nas lojas de descontos da Wal-Mart". Em 1997, gravou o tema principal do filme "007 Tomorrow Never Dies" e no ano seguinte, produziu o terceiro álbum de sua carreira, "The Globe Sessions". Desta vez, as faixas "My Favorite Mistake" e "Crash and Burn" foram o carro-chefe. Mais uma vez indicada ao Grammy, levou os prêmios de Best Rock Album e Best Engineered Album. Em 1999, saiu o ao vivo "Live From Central Park - Sheryl Crow & Friends", onde a cantora toca seus maiores hits ao lado de artistas como Dixie Chicks , Keith Richards e Eric Clapton. Outro grande sucesso de Sheryl Crow, foi a regravação da música "Sweet Chil O'Mine" do Guns'n Roses, que foi muito executada tanto nas rádios, como na MTV, inclusive a do Brasil. Em 2001, Sheryl se apresentou por aqui no Rock In Rio III, fazendo um show inesquecível para os fãs brasileiros.


Ela não é a melhor cantora do mundo, mas executa muito bem o que está determinada a fazer. E se "
If It Makes You Happy" não convencer... não sei o que convencerá.


1993 - Tuesday Night Musical Club


1996 - Sheryl Crow


1998 - The Globe Sessions


1999 - and Friends: Live from Central Park
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Site da Sheryl Crow
Informações sobre ela: Wikipedia
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Dúvidas, sugestões e reclamações Aqui

Santana - parte II

Links atualizados... e testados.

1977 - Moonflower
download parte 1
download parte 2


1978 - Inner Secretsdownload


1979 - Marathondownload


1979 - Oneness, Silver Dreams - Golden Reality
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1980 - The Swing Of Delightdownload parte 1
download parte 2


1981 - Zebop!
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1982 - Shangodownload


1983 - Havana Moon
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1985 - Beyond Appearancesdownload


1987 - Blues For Salvadordownload


1987 - Freedomdownload


1988 - Viva Santanadownload parte 1
download parte 2
download parte 3


1990 - Spirits Dancing In The Fleshdownload


1992 - Milagro
download parte 1
download parte 2


1993 - Sacred Fire, Live In South Americadownload parte 1
download parte 2


1993 - Santana Jamdownload


1994 - Santana Brothersdownload


1995 - Dance Of The Rainbow Serpentdownload disco 1: Heart
download disco 2: Soul
download disco 3: Spirit


1997 - Aniversariodownload disco 1 parte 1
download disco 1 parte 2
download disco 2 parte 1
download disco 2 parte 2


1997 - Live At The Fillmore 68download disco 1
download disco 2


1998 - The Best Of Vol. 1download parte 1
download parte 2


1999 - Supernaturaldownload parte 1
download parte 2


2000 - The Best Of Vol. 2download parte 1
download parte 2


2000 - The Ultimate Collection
download parte 1
download parte 2
download parte 3
download parte 4


2002 - Shamandownload


2002 - The Essential

Destaques para os álbuns: Havana Moon, Viva Santana, Blues for Salvador, Aniversario (cheio de participações especiais) e Live at Filmore.... simplesmente impressionantes.

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Todos álbums postador por mim Aqui

Dúvidas, críticas, sugestões: Aqui

Faith No More

Email: Cristiano
Postagem: Johnny F

Fala meu amigo, Johnny F!! Está aí para todos mais um cd de uma banda muito legal e que conquistou muita gente aqui no Brasil!

Abraços à todos!


Foi no início da década de 90 que despontou para o estrelato uma das bandas mais significativas e originais daquela década. O Faith No More é ainda objeto de culto de muita gente, que contagiada pelas performances do frontman Mike Patton, seguem mantendo a chama do grupo acesa através da referência de seus seis álbuns e de projetos dos membros remanescentes.

Foi no início da década de 90 que despontou para o estrelato uma das bandas mais significativas e originais daquela década. O Faith No More é ainda objeto de culto de muita gente, que contagiada pelas performances do frontman Mike Patton, seguem mantendo a chama do grupo acesa através da referência de seus seis álbuns e de projetos dos membros remanescentes. O desfecho do Faith No Man é digno de entrar para a história do rock como um dos mais inusitados (e divertidos) de todos os tempos. Com receio de demitir
o vocalista, os educados três integrantes resolvem sair da banda, para imediatamente montar um novo conjunto sem o vocalista! O nome da banda? Faith No More, já que o vocalista Mike "The Man", literalmente "No More" tocaria com eles.

Os primeiros tempos da banda como Faith no More foram bastante erráticos. Um número enorme de guitarristas e vocalistas passaram pelo grupo, antes do Faith No More encontrar a sua primeira formação estável. Dentre os itinerantes guitarristas: Mike Morris, Jake Crucifix, Mark Stewart, Desmond Trial, Scott Colbertson e Mark Bowen.

Já em relação aos vocalistas não aprovados: Joe 'Pop-o-Pie' Pye, Walter, Paula Frazer, Mike Morris, e... Courtney Love.

Sim, a então ilustre desconhecida Courtney Love foi vocalista no Faith no More durante 1983, mas acabou saindo por várias razões. Sobre a passagem de Courtney na banda, Billy Gould disse em entrevista que as decisões no Faith no More sempre foram democráticas enquanto que o temperamento de Courtney é autoritário, de dizer aos outros o que fazer. Além disso, "na época ela não cantava muito bem e tinha muitos problemas pessoais", segundo Gould.

A formação do Faith No More só ganhou alguma estabilidade com a entrada do guitarrista Jim Martin e do vocalista Chuck Mosely em 1984. Com essa formação, em 1985 a banda gravou seu primeiro disco, We Care A Lot, pela gravadora independente Mordam. Na época, a notória mistura de estilos do som da banda carregava bastante no hip hop e lembrava bandas como o Public Enemy, equilibrado ao peso da guitarra de Jim Martin. O disco rendeu um contrato com a gravadora Slash (subsidiária da Polygram), e a conseqüente possibilidade de alcançar um público maior, que veio dois anos depois com o álbum Introduce Yourself

Em Introduce Yourself, de 1987, o FNM começa a mostrar a que veio, com um trabalho bastante consistente equilibrando elementos tão díspares como heavy metal, rock progressivo, hip hop e funk. A faixa-título do álbum de estréia da banda, We Care A Lot, foi regravada para Introduce Yourself e lançada como single. O videoclipe obteve boa rotação na MTV e foi uma amostra do grande sucesso que viria a seguir. A mídia tratou de associá-los a um rótulo emergente da época, o funk metal, que tinha na linha de frente o Red Hot Chili Peppers. Claro que se tratava de uma simplificação inadequada para o som do Faith no More, mas as poderosas linhas de baixo de Billy Gould ofereciam a levada funk que o público ávido pela next-big-thing estava
procurando.

Mas antes da chegada do sucesso mundial, mais uma mudança na formação do Faith no More, e, dessa vez, uma mudança definitiva que iria alterar de forma decisiva os rumos do grupo: Sai Chuck Mosely, entra Mike Patton.

A banda na sua formação clássica Mike Patton entrou no Faith No More direto para o estúdio onde a banda gravou "The Real Thing", lançado em 1989. The Real Thing é um verdadeiro divisor de águas na carreira do grupo, com músicas mais bem resolvidas e com o carisma de Mike Patton contribuindo para transformar o Faith No More num grande sucesso comercial.

A música responsável pela transição foi "Epic", que com seu arranjo grandioso que faz jus ao título da música, vocal hip-hop e refrão grudento, arrematou o nº 9 na parada de singles da Billboard e teve o videoclipe exibido a exaustão na MTV americana. Com mais dos singles de sucesso, a contagiante Falling to Pieces e o rock de From Out Of Nowhere, o disco The Real Thing chega ao 11º na parada e atinge um milhão de cópias vendidas nos EUA.

O curioso é que internacionalmente, o sucesso da banda foi ainda maior. No Brasil, a MTV Brasil começava a dar seus primeiros passos em 1990 e o Faith No More foi uma das estrelas reveladas naquele ano. A popularidade conquistada pela banda no país impressionou seus próprios integrantes. Em 1991, o FNM tocou para o Maracanã lotado durante o Rock In Rio 2, iniciando um verdadeiro culto à banda nas terras brasileiras. O sucesso foi tão grande que eles retornaram no decorrer daquele ano para uma mini-turnê nacional.

O legado da banda é indiscutível, tendo influenciado dezenas de artistas da atualidade, não sendo raro encontrar músicos que referenciam os álbuns do FNM como melhores da década passada. Acima disso, há também o espírito da música desafiadora, do não-conformismo com o sucesso fácil que o Faith No More viveu na pele e fez questão de trazer para os terrenos mainstream. Objetos de culto, a banda reside hoje entre as que melhor trazem o espírito da primeira metade da década de 90.


Biografia originalmente publicada do site Dying Days



Faith No More

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Aerosmith em São Paulo

Link: Darkside-ba
Postagem: Johnny F

Segue o material do show do Aerosmith em São Paulo.

Aerosmith - Live In São Paulo 2007

Bootleg do show do Aerosmith realizado no Morumbi, São Paulo, no dia 12/04/2007.

Set list:

1. Love In An Elevator
2. Toys In The Attic
3. Dude (Looks Like A Lady)
4. Falling In Love (Is Hard On The Knees)
5. Cryin'
6. What It Takes
7. Jaded
8. Baby Please Don't Go
9. Stop Messin' Around
10. Seasons Of Wither
11. Dream On
12. Janie's Got A Gun
13. Livin' On The Edge
14. I Don't Want To Miss A Thing
15. Rag Doll
16. Sweet Emotion
17. Draw The Line
18. Walk This Way

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The Misfits

The Misfits - Walk Among Us (1982)
01. 20 Eyes
02. I Turned Into a Martian
03. All Hell Breaks Loose
04. Vampira
05. Nike-A-Go-Go
06. Hatebreeders
07. Mommy Can I Go Out & Kill Tonight? [Live]
08. Night of the Living Dead
09. Skulls
10. Violent World
11. Devils Whorehouse
12. Astro Zombies
13. Braineaters

Classic Metal (Anos 80)


Accept - Breaker (1981)
01. Starlight
02. Breaker
03. Run If You Can
04. Can't Stand the Night
05. Son of a Bitch
06. Burning
07. Feelings
08. Midnight Highway
09. Breaking Up Again
10. Down and Out

Chastain - Mystery Of Illusion (1985)
01 Black knight
02 When the battle's over
03 Mystery of illusion
04 I've seen tomorrow
05 Endlessly
06 I fear no evil
07 Night of the gods
08 We shall overcome
09 The minds of change



Diamond Head - Lightning to the Nations (1980)
01. Lightning to the Nations
02. Prince
03. Sucking My Love
04. Am I Evil?
05. Sweet and Innocent
06. It's Electric
07. Helpless

Dio - Holy Diver (1983)
01. Stand Up And Shout
02. Holy Diver
03. Gypsy
04. Caught In The Middle
05. Don't Talk To Strangers
06. Straight Through The Heart
07. Invisible
08. Rainbow In The Dark
09. Shame On The Night


Iron Maiden - Somewhere In Time (1986)
01. Caught Somewhere in Time
02. Wasted Years
03. Sea of Madness
04. Heaven Can Wait
05. Loneliness of the Long Distance Runner
06. Stranger in a Strange Land
07. Déjà Vu
08. Alexander the Great (356-323 B.C.)



Judas Priest - Britsh Steel (1983)
01. Rapid Fire
02. Metal Gods
03. Breaking the Law
04. Grinder
05. United
06. Don't Have to Be Old to Be Wise
07. Living After Midnight
08. The Rage
09. Steeler
10. Red, White & Blue

Judas Priest - Defenders Of The Faith (1984)
01. Freewheel Burning
02. Jawbreaker
03. Rock Hard Ride Free
04. The Sentinel
05. Love Bites
06. Eat Me Alive
07. Some Heads Are Gonna Roll
08. Night Comes Down
09. Heavy Duty
10. Defenders Of The Faith

Manowar - Into The Glory Ride (1983)
01. Warlord
02. Secret Of Steel
03. Gloves Of Metal
04. Gates Of Valhalla
05. Hatred
06. Revelation (Death’s Angel)
07. March For Revenge (By The Soldiers Of Death)

Motorhead - Ace Of Spades (1980)
01. Ace of Spades
02. Love Me Like A Reptile
03. Shoot You In The Back
04. Live To Win
05. Fast and Loose
06. (We Are) The Road Crew
07. Fire, Fire
08. Jailbait
09. Dance
10. Bite The Bullet
11. The Chase Is Better Than The Catch
12. The Hammer
13. Dirty Love
14. Please Don't Touch
15. Emergency


Ozzy Osbourne - Bark At The Moon (1983)
01. Bark At The Moon
02. You're No Different
03. Now You See It (Now You Don't)
04. Rock `N' Roll Rebel
05. Centre Of Eternity
06. So Tired
07. Slow Down

Ozzy Osbourne - The Ultimate Sin (1986)
01. The Ultimate Sin
02. Secret Loser
03. Never Know Why
04. Thank God For The Bomb
05. Never
06. Lightning Strikes
07. Killer Of Giants
08. Fool Like You
09. Shot In The Dark

OBS* A faixa 5 do album Bark At The Moon (Ozzy Osbourne) está renomeada errada, mas é a musica certa.rss As demais faixas estão trocadas de ordem, a correta é a que estou postando aqui.

Não entendo quase nada de quase tudo (rss), mas o principal pra mim é se a música me agrada ou não, independente do gênero.

Espero que curtam estes albuns tanto quanto eu.

Abraços!

IMPELLITTERI - Discografia Completa!!!

Cumprindo uma promessinha que fiz ao hermano Johnny F., de que, agora que faço parte da equipe do blog, iria abusar (no melhor sentido do termo, claro...), apresento a Vossas Senhorias a discografia completa de uma de minhas bandas favoritas: IMPELLITTERI! Não conhecem? É um speed-heavy metal melódico da melhor qualidade, liderado por um dos guitarristas mais rápidos e criativos do mundo: Chris Impellitteri.

Começo apresentando esse guitarrista pra vocês: Chris Impellitteri é dono de uma técnica indescritível, misturando uma impressionante velocidade com harmonia, solos e riffs executados a uma velocidade próxima à da luz; cheira a uma incrível simbiose entre Yngwie Malmsteen, Richie Blackmore e Eddie Van Halen. Já foi destaque (capa, mesmo!) em inúmeras revistas especializadas em guitarra como a Guitar Young e a Burrn! É dotado de uma técnica muito característica; do tipo que, independente de onde você ouvir, logo identifica: é o cara!

Quanto à banda, trata-se de um whitemetal da melhor qualidade. Sim! É uma banda impressionantemente cristã!!! "Oh, não! Mais uma m*** cristã aqui no lagrima?" - reclamará, inconformado, o mano Yan Kaô com sua simpatia ímpar a essa categoria do rock (que certa vez, comparou STRYPER a Padre Marcelo Rossi!) - respondo: SIM! E que bandaça, meus hermanos! Um heavy-speed-hard-rock-power metal de um nível impressionante. Fora as guitarras tocadas numa velocidade estonteante e com tamanha técnica e harmonia, a banda já contou com os vocais rasgados de caras como Rob Rock (que já foi produtor musical de bandas como Bon Jovi, Metallica, The Cult, Winger... e é cristão! Vão vendo como preconceito não dá em nada mesmo...) e Graham Bonnet (esse mesmo! O lendário vocalista do Rainbow, do Richie Blackmore!).

Foi em 1987 que a banda começou a fazer barulho, a partir de um EP de capa preta intitulado "Impellitteri" (mania dessas bandas lançar álbuns cujo nome é o da própria banda; credo!), que os fãs gostam de chamar de "black EP". Apesar de um som sujo e cheirando a cópia de Yngwie Malmsteen dos tempos do "Rising Force", o disco atinge boa repercussão, e a banda consegue um contrato com uma gravadora. A música Lost In The Rain, em especial, é um dos maiores clássicos da banda.

Apesar do contrato, Rob Rock decide sair do grupo pra prestar seus serviços vocais a uma banda de nome Angelica (muito boa essa banda! Hard Rock de excelente qualidade... se eu encontrar um disco inteiro, posto pra vocês conhecerem). Assume os vocais o lendário Graham Bonnet, do Rainbow, e a banda lança "Stand In Line", emplacando sucessos como "White And Perfect" e "Goodnight And Goodbye", além de um cover do Rainbow: a "Since You’ve Been Gone" (na minha opinião, o cover ficou melhor do que a original; mas não sei se isso é por curtir demais o Impellitteri...).

Após as turnês, a banda se desfaz. Todo mundo sai, mas Chris permanece no seu propósito de não enterrar a promissora carreira da banda. Chama Rob Rock para assumir os vocais, de novo, Chuck Wright, para assumir o baixo, e Ken Mary, na bateria, e lançam "Grin & Bear It". Com esse disco, a banda assume uma sonoridade mais hard rock farofão, sem deixar o speed metal melódico que sempre acompanhou seu estilo. Acabam criando um heavy metal melódico de altíssimo nível, com guitarras absurdamente velozes, técnicas e virtuosas, e vocais rasgados (não aquele agudo maravilhoso de um Rob Hallford, do Judas Priest, mas um estilo próprio, diferenciado, característico). Os fãs curtiram bastante, claro! Impellitteri não decepciona mesmo!

Em 1993, lançam um EP: "Victim Of The System", servindo como ponte para o lançamento, em 1994, de um dos maiores clássicos (talvez, o maior!) produzidos pela banda, através do qual o grupo finalmente conquista o mundo: o "Answer To The Master", com uma seqüência impressionante de sucessos como “The Future Is Black”, “Warrior”, “Fly Away”, “Answer To The Master”, “Hungry Days”, “The King Is Rising”... enfim, todas as músicas do álbum.

A banda atinge o estrelato no Japão (país que recepciona muito bem o metal melódico) e na Europa; mas, em seu país de origem (os EUA), permanecem praticamente no anonimato (e, conseqüentemente, no Brasil também... claro!) - lá, esse negócio de metal melódico não cola; preferem hip-hop, rap e rock mais comercial. Isso não parece incomodar a banda nem um pouquinho, pois permanecem lançando clássicos e mais clássicos, como "Screaming Symphony", "Fuel For The Fire" e "Eye Of The Hurricane".

Em 2000, a banda lança mais uma paulada: o álbum "Crunch"; assumindo uma sonoridade diferenciada, mais pesada e criativa. Infelizmente, porém, como esse álbum selou-se o fim da parceria entre Chris e Rob Rock. O vocalista estava decidido a tentar carreira solo, e Chris não curtiu a idéia de que o cara não poderia dar 100% de si à banda. Separam-se amigavelmente, sem brigas, ações judiciais, nada... mas o futuro da banda, agora, estava incerto! Quem teria peito pra substituir um vocalista de tamanho carisma e personalidade? Adivinhem: Graham Bonnet, é claro! Sim! O velho que fez parte da formação da banda no clássico "Stand In Line" retorna; mas impõe uma condição: não cantaria, ao vivo, as músicas compostas por Bob Rock (o porquê de tanta frescura, não faço a menor idéia!).

Tudo bem! Trato feito... a banda lança "System X", em 2002. De sonoridade muito mais crua, músicas ainda mais pesadas, com um Graham Bonnet dando tudo de sua incrível voz, e um flerte com o thrash metal, sem deixar o estilão heavy metal melódico de lado. As letras, porém, já não traziam temas claros à Deus e à Salvação (como as escritas por Bob Rock), o que deixou os fãs mais fiéis meio receosos. O importante, porém, é que o altíssimo nível das músicas não decaíra.

A banda, então, lança uma coletânea: "Faster Than The Speed Of Light - The Very Best Of Impellitteri", com músicas de todos os CDs e EPs lançados, além de algumas faixas inéditas cantadas por Graham: “Freakshow”, “Anti-Social Disease” e “Cyberflesh”. Um grande álbum, apesar de deixar de fora algumas músicas que um fã consideraria indispensáveis (é assim mesmo, com todas as coletâneas lançadas... sempre falta uma ou outra coisa legal). De qualquer forma, pra galera que não conhece a banda, vale a pena começar por este disco mesmo.

Infelizmente, porém, em 2003 Graham Bonnet decide deixar a banda, sem qualquer motivo aparente (pelo menos, ninguém explicou nada ao público). Assume os vocais um rapper (meo deos!!!): Curtis Skelton, ex-Speak No Evil (uma banda que nunca ouvi falar). Pra piorar, Chris anuncia que o álbum que estava para ser lançado assumiria uma sonoridade completamente diferente de tudo o que a banda já produziu, com flertes no thrash-metal, death-metal melódico (à la Children of Bobom) e new-metal (no estilo Disturbed e Slipknot), sem deixar de lado o heavy metal melódico e todo aquele malabarismo guitarrístico que nosso amigo Chris sempre soube fazer... e muito bem!

Dito e feito! Em 2004, a banda lança "Pedal To The Metal", demonstrando que cumpre o que promete. Desastre total??? Enterro de carreira??? Vergonha pra história da banda e do heavy metal??? Claro que não! O disco é um fenômeno! Uma sonoridade nunca antes ouvida. Curtis Skelton não mostra o mesmo fôlego de um Rob Rock ou um Graham Bonnet da vida, mas encaixa-se perfeitamente no novo estilo da banda. Chris Impellitteri continua executando seus malabarismos guitarrísticos que sempre o caracterizou. Clássicos como "Stay Tonight", "Propaganda Mind" e "Destruction" já valeria o álbum inteiro. A espera e expectativa dos fãs foi plenamente recompensada com esse discaço!!!

Agora, você pode, finalmente, conhecer TUDO da banda, baixando os álbuns. É moleza demais, não? É sim! Mas a gente tem que aproveitar, né??? Eu não diria que esses discos são recomendados pra quem curte rock... diria que esses discos são ALTAMENTE, INDISPENSAVELMENTE, INDISCUTIVELMENTE recomendados por qualquer fã de rock pauleira!!! Abaixo, os álbuns, suas respectivas tracklists e os links para clicar e fazer os downloads. Divirtam-se, meus amigos o/


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IMPELLITTERI

01. Lost In The Rain
02. Play With Fire
03. Burning
04. I'll Be Searching


Download: http://www.badongo.com/file/3244826

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STAND IN LINE
01. Stand In Line
02. Since You've Been Gone
03. Secret Lover
04. Somewhere Over the Rainbow (instrumental)
05. Tonight I Fly
06. White and Perfect
07. Leviathan
08. Goodnight & Goodbye
09. Playing With Fire (instrumental)


Download: http://up-file.com/download/384ca5273997/im-stand.rar.html

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GRIN AND BEAR IT
01. Ball and Chain
02. Power Of Love
03. When the Well Runs Dry
04. Wake Up Sally
05. Under the Gun
06. Endless Nigths
07. City's On Fire
08. Grin And Bear It
09. Dance


Download: http://up-file.com/download/d92cd0761630/im-grinbear.rar.html

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VICTIM OF THE SYSTEM
01. Victim Of The System
02. Visual Prison
03. Glory (instrumental)
04. Cross To Bear
05. The Young And The Ruthless


Download: http://www.badongo.com/pt/file/3246266

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ANSWER TO THE MASTER
01. The Future Is Black
02. Fly Away
03. Warrior
04. I'll Wait
05. Hold The Line
06. Something's Wrong With The World Today
07. Answer To The Master
08. Hungry Days
09. The King Is Rising

Download: http://up-file.com/download/983ae9491533/Imp-anstothemast.rar.html

________________________________________
SCREAMING SYMPHONY
01. Father Forgive Them
02. I'll Be With You
03. Walk Away
04. Kingdom Of Light
05. Countdown To The Revolution
06. 17th Century Chicken Pickin' (instrumental)
07. Rat Race
08. For Your Love
09. You Are the Fire


Download: http://up-file.com/download/03e6fb301050/im-scream.rar.html

________________________________________
FUEL FOR THE FIRE
01. Fuel For The Fire
02. Stand Or Fall
03. Tears In The Eyes Of The World
04. Paradise


Download: http://rapidshare.com/files/34339748/im-fuel.rar.html

________________________________________
EYE OF THE HURRICANE
01. Eye Of The Hurricane
02. Shed Your Blood
03. Fuel For The Fire
04. Race Into The Light (instrumental)
05. Bleed In Silence
06. Master Of Disguise
07. On and On
08. Everything Is You
09. Kingdom Fighter
10. Halloween (instrumental)
11. Paradise


Download: http://rapidshare.com/files/34291734/Imp-eye.rar.html

________________________________________
CRUNCH
01. Beware of the Devil
02. Turn Of The Century
03. Speed Demon
04. Wake Me Up
05. Spanish Fire (instrumental)
06. Slay The Dragon
07. Wasted Earth
08. Forever Yours
09. Texas Nuclear Boogie (instrumental)
10. Fear No Evil


Download: http://www.badongo.com/file/3241152

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SYSTEM X
01. Rock & Roll Heros
02. Perfect Crime
03. End Of The World
04. She's A Nighttime Lover
05. Slow Kill
06. Why Do They Do That
07. United We Stand
08. Gotta Get Home
09. What Kind Of Sanity
10. Falling In Love With A Stranger


Download: http://up-file.com/download/83938f767878/im-sysX.rar.html

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FASTER THAN THE SPEED OF LIGHT - THE VERY BEST OF IMPELLITTERI
01. Freak Show
02. Victim Of The System
03. Beware of the Devil
04. Rock & Roll Heroes
05. Perfect Crime
06. Spanish Fire (instrumental)
07. Rat Race
08. Warrior
09. Cross To Bear
10. Stand In Line
11. When the Well Runs Dry
12. Power Of Love
13. Shed Your Blood
14. 17th Century Chicken Pickin' (instrumental)
15. Hungry Days
16. Lost In The Rain
17. Anti Social Disease
18. Texas Nuclear Boogie (instrumental)
19. Cyberflesh


Download: http://www.badongo.com/file/3244553

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PEDAL TO THE METAL
01. The Iceman Cometh
02.The Kingdom of Titus
03. Dance With The Devil
04. Hurricane
05. Crushing Daze
06. Destruction
07. Judgement Day
08. Punk
09. Propaganda Mind
10. The Writings On The Wall
11. Stay Tonight


Download: http://rapidshare.com/files/34353538/imp-pedmetal.rar.html

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Ahhh... e não se esqueçam de COMENTAR!!! Você também pode, Yan Kaô (desde que com jeitinho)...

Quarta-feira, 30 de Maio de 2007

Pink Floyd


Hospedagem : Luis Andrés Mendoza
Montagem : JH II


Segue uma coletânea do Pink Floyd e seus componentes em carreira solo, e ainda outros músicos. Aproveitem!

Pink Floyd - Best Ballads
Tracks

1 - Shine On You Crazy Diamond (I-V)

02 - Pigs on the Wing, Pt. 1
03 - The Great Gig In The Sky
04 - The Gunners Dream
05 - Wot's...Uh the Deal
06 - Hey You
07 - Us And Them (Edit)
08 - High Hopes
09 - A Great Day for Freedom
10 - Wish You Were Here
11 - Is There Anybody Out There (Long)
12 - Nobody Home
13 - Pigs on the Wing, Pt. 2
14 - Brain Damage
15 - Eclipse
16 - Two Suns In The Sunset (Edit)
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Pink Floyd – welcome to the Machine 1977 – (Não oficial)

Tracks

01 - Shine On You Crazy Diamond (Part 1-5)
02 - Welcome To The Machine
03 - Have A Cigar

04 - Wish You Were Here
05 - Shine On You Crazy Diamond (Part 6-9)

Gravado ao vivo em 2 de Julio de 1977, no Madison Square Garden, Nova York.
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Pink Floyd – In The Shadow of Vesuvius 1971 ( Não Oficial)

Tracks

01 - Echoes
02 - Careful with that axe, Eugene
03 - Saucerful of secrets
04 - Madmoiselle Nobs
05 - Set the controls for the heart of the Sun
06 - One of these days

Gravado no Anfiteatro de Pompeya, Talia em 1971
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David Palmer & Royal Philharmonic Orchestra –
The Music of Pink Floyd Orchestral Maneuvers

Tracks

01 - Run Like Hell
02 - Another Brick in the Wall, Pt. 1, Happiest Days of Our Lives &
Another Brick in the Wall, Pt.2
03 - Goodbye Blue Sky
04 - Money
05 - Hey You
06 - Wish You Were Here
07 - On the Turning Away
08 - Shine on You Crazy Diamond, Pts. 1-5
09 - When the Tigers Broke Free - Eclipse

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Pink Floyd – The Division Bell (Limited Edition Trance Remix

Tracks

01 - Cluster One
02 - What Do You Want From Me
03 - Poles Apart
04 - Marooned
05 - A Great Day For Freedom
06 - Wearing The Inside Out
07 - Take It Back
08 - Keep Talking
09 - High Hopes
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Pink Floyd – Brain Damage - 1974

Tracks

01 - Speak To Me
02 - Breathe
03 - On The Run
04 - Time
05 - The Great Gig In The Sky
06 - Money
07 - Us And Them
08 - Any Colour You Like
09 - Brain Damage

Gravado ao vivo, no dia 16 de Novembro de 1974, no Wembley Empire Pool, Londres, Inglaterra
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David Gilmour – On An Island

Tracks

01 - Castellorizon
02 - On An Island
03 - The Blue
04 - Take A Breath
05 - Red Sky At Night
06 - This Heaven
07 - Then I Close My Eyes
08 - Smile
09 - A Pocketful Of Stones
10 - Where We Start
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David Gilmour – Live at The Mermaid Theater, em 07 de Março de 2006

Tracks

01 - Intro
02 - Castellorizon
03 - On An Island
04 - The Blue
05 - Take A Breath
06 - Smile
07 - Shine On You Crazy Diamond
08 - Wearing The Inside Out

09 - Comfortably Numb
10 - Outro
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Roger Waters – The Pros and Cons Hitch Kiking

Tracks

01 - 4.30 AM (Apparently They Were Travelling Abroad)
02 - 4.33 AM (Running Shoes)
03 - 4.37 AM (Arabs With Knives and West German Skies)
04 - 4.39 AM (For the First Time Today, Pt. 2)
05 - 4.41 AM (Sexual Revolution)
06 - 4.47 AM (The Remains of Our Love)
07 - 4.50 AM (Go Fishing)
08 - 4.56 AM (For the First Time Today, Pt. 1)
09 - 4.58 AM (Dunroamin, Duncarin, Dunlivin)
10 - 5.01 AM (The Pros and Cons of Hitch Hiking, Pt. 10)
11 - 5.06 AM (Every Stranger's Eyes)
12 - 5.11 AM (The Moment of Clarity)
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The Piano Tribute To Pink Floyd

Tracks

01. Comfortably Numb
02. Wish You Were Here
03. Shine on You Crazy Diamond
04. Money
05. Goodbye Blue Sky
06. Pigs on a Wing
07. Have a Cigar
08. Hey You
09. Us & Them
10. Mother
11. Brain Damage - Eclipse
12. Sail on the Steel Breeze

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Floyd – A Chillout Experience

Tracks

01 - Wish You Were Here
02 - Brain Damage
03 - Mother
04 - Money
05 - Time
06 - Another Brick In The Wall (Part. 2)
07 - Pigs On The Wing
08 - Shine On You Crazy Diamond
09 - Comfortably Numb
10 - Hey You
11 - Learning To Fly
12 - The Great Gig In The Sky
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Anjos da Noite

Montagem: Mr Bad Guy

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Banda paulista de rock formada por Marco Sérgio (voz), Átila Ardanuy (guitarra), Marcus Ardanuy (baixo) e Arnaldo Roggano (bateria) criada em 1988, com influências de Van Halen, Bon Jovi, Mr. Big e Led Zeppelin. Gravou o primeiro disco em 1989, e as músicas "Eu quero é mais..." e "Liberdade" foram bem executadas nas rádios de rock do Brasil. Devido a problemas com gravadoras e várias modificações de integrantes, somente em 1997 lançou o segundo disco.



Anjo da Noite (1997)

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01. Fora da Lei
02. Sangue nas Mãos
03. Quando as Luzes Se Apagam
04. Todo Azul do Mar
05. Seu Nome
06. Sai do Caminho
07. Estar Sozinho
08. Alice
09. Viajante
10. Tempos Modernos
11. Os Dias Não São Iguais
12. Menina de Rua

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ISAO TOMITA


Hospedagem : JH II
Montagem : JHII
http://www.isaotomita.org/images/photo/euro01.jpg

O que será que Isao Tomita tem em comum com : Wendy Carlos, Hans Wurman, Kraftwerk, Gershon Kingsley, Hugo Montenegro, Klaus Wunderlich, Dick Hyman, The Zeet Band, Elektric Cockermut, Herbie Hancock, Steve Porcaro, Tangerine Dreams, Klaus Schulze, Rick Wakeman, Patrick Moraz,Kitaro, Ryuich Sakamoto, Yellow Magic Orchestra, Jean Michael Jarre, Vangelis e muitos outros?
[Isao Tomita Image]


Teclados, isto mesmo, Moogs, Mellotrons e Sintetizadores (Sinthesizer). Isao começou em casa onde montou seu estúdio.Este post vai para os caras que são gamados em Patches, midis, oscillators, mixers, áudio modulators, switches, effects, envelopes, delay, Lfo, Filters,etc. Eu particularmente, adorei este álbum. Ele é para ser ouvido num volume considerável, porque é um álbum adorável, muito bom. Para saber mais consulte os endereços abaixo:

Click

Click

Click


Isao Tomita - The Best Of
Tracks

01.Bolero
02.Pavane Pour Une Infante Defunte
03.The Girl With Flaxen Hair
04.Clair De Lune
05.Reverie
06.Golliwog's Carewalk
07.Promenade
08.The Old Castle
09.Ballet Of The Chicks In Their Shells
10.The Great Gate Of Kiev
11.A World Of Different Dimensions

12 A Night On Bare Mountain
13.Infernal Dance Of King Kastchei

download part 1

download part 2
Pass : jhdois

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Led Zeppelin

Hospedagem : Dhema
Montagem : JH II
***Repost em função de novos links***
http://www.ledzeppelin.com/images/downloads/Poster_B_800.jpg

Well, well, well. Eu comprei esse DVD em 2001 e paguei por ele R$ 43,00. Hoje ele está custando R$32,00 +/-. Valeu cada centavo que eu gastei por ele. Eu não tinha nenhum DVD do Zep, então foi a gloria. Era mais uma banda inglesa de rock and roll botando prá quebrar em 1976, lá na terra do Tio Sam. Naquela noite o MSG balançou bonito, com esses caras. Aqui vocês tem sómente o áudio ( ou seja o show), que foi trabalhado pelo grande Dhema.Grande e belo trabalho! Agora é só pegar e curtir, Coringa!.

Led Zeppllin - The Song Remains
The Same - Madison Square Garden 1976


download part1.rar

Download part2.rar

download part3.rar

download part4.rar

Sweet Relief: A Benefit for Victoria Williams

Montagem: Mr Bad Guy

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Sweet Relief: A Benefit for Victoria Williams é um álbum antológico de 1994 que apresenta várias bandas alternativas de rock interpretando canções escritas por Victoria Williams. O projeto foi inspirado por Williams que foi diagnosticada com esclerose múltipla e conduziu à criação do "Sweet Relief Fund", uma caridade que ajuda os músicos profissionais (de qualquer estatura) que precisam de cuidados de saúde.


Sweet Relief: A Benefit for Victoria Williams

01. Soul Asylum - Summer Of Drugs
02. Lucinda Williams - Main Road
03. Pearl Jam - Crazy Mary
04. Buffalo Tom - Merry Go Round
05. Michael Penn - Weeds
06. Shudder To Think - Animal Wild
07. Lou Reed - Tarbelly And Featherfoot
08. Maria McKee - Opelousas (Sweet Relief)
09. Matthew Sweet - This Moment
10. Evan Dando - Frying Pan
11. The Jayhawks - Lights
12. The Waterboys - Why Look At The Moon
13. Giant Sand - Big Fish
14. Michelle Shocked - Holy Spirit

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Terça-feira, 29 de Maio de 2007

Derek Trucks

Montagem: Fireball


Derek Trucks nasceu em Jacksonville, EUA, em 1979. Começou a tocar guitarra aos 9 e, logo, passou a ser considerado um prodígio nesse instrumento.
Derek é sobrinho de Butch Trucks, baterista e um dos fundadores da Allman Brothers Band. Obviamente, desde cedo os Allman Brothers tiveram influência na sua formação musical. Mas alguns nomes do jazz como Miles Davis, John Coltrane e Waynw Shorter também influenciaram Derek, que montou a Derek Trucks Band em 1994.
Seu primeiro álbum é esse que estou disponibilizando, chamado simplesmente "Derek Trucks Band" e lançado em 1997, quando Derek tinha apenas 18 anos.
Além de composições próprias, o álbum traz versões de músicas de John Coltrane, Miles Davis e Wayne Shorter em arranjos interessantes que mostram uma mistura das influências entre jazz, blues e Allman Brothers.
Vale destacar a maturidade de Derek tanto na escolha do repertório quanto na execução desses temas bastante complexos. Lembrem-se: ele tinha só 18 anos na época!!
Em 1999, Derek entrou para a Allman Brothers Band em substituição a Dickey Betts e permanece lá até hoje. Paralelamente, continua com a Derek Trucks Band.




Derek Trucks Band (1997)

1- Sarod
2- Mr. PC (J. Coltrane)
3- 555 Lake
4- D Mnor Blues
5- #6 Dance
6- Footprints (W. Shorter)
7- Out Of Madness
8- Naima (J. Coltrane)
9- So What (M. Davis)
10 Evil Clown
11- Egg 15
12- Sarod Outro

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Oingo Boingo - Dark at the End of the Tunnel

Montagem: Mr Bad Guy

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FRASES: "Todo roqueiro sonha em escrever uma composição para orquestra". "Passei dez anos fazendo rock’n’roll sem fazer sucesso. O Oingo Boingo conquistou um público muito fiel e dedicado, mas nunca fomos aceitos pelo mainstream, nunca ganhamos dinheiro. Mas isso não tem importância. Tocamos porque gostamos" (Danny Elfman, em 89). "Éramos um bando de artistas plásticos que virou um grupo de rock. Só queríamos ser diferentes" (Danny Elfman).



Dark at the End of the Tunnel

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01. When the Lights Go Out
02. Skin
03. Out of Control
04. Glory Be
05. Long Breakdown
06. Flesh 'N Blood
07. Run Away (The Escape Song)
08. Dream Somehow
09. Is This
10. Right to Know
11. Try to Believe

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Curved Air - parte III

1990 - Lovechild
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1995 - Live at BBC
download parte 1
download parte 2


Curved Air no LP.... Parte I AQUI

Curved Air no LP.... Parte II
AQUI


Senha para TODOS OS LINKS. lagrimapsicodelica


Página oficial da banda Curved Air
Outras informações sobre a banda no Wikipedia.org
Dúvidas, questões, opiniões, críticas... aqui

B 52´s

Links: Diabéisso
Postagem: Johnny F

Diabéisso deixou um novo comentário sobre a sua postagem "B 52´s":

Olha só, esses links estão funcionando. Vez ou outra entro neles para que não expirem...


B-52s 1979
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Wild Planet 1980
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Party Mix 1981
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Mesopotamia 1982
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Whammy 1983
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Bouncing off the Satellites 1986
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Cosmic Thing 1989
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Good Stuff 1992
Download

=]

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Carcass

Link: Cristiano
Postagem: Johnny F


"Mano Johnny F., esse cd é sem dúvida um clássico e cultuado por muitos dentro do mundo metal. Estou aproveitando a oportunidade e disponibilizando pra todos que queiram conhecer um pouco mais sobre um dos grandes nomes da música pesada!"

Abraços a todos!


CARCASS “Heartwork”. Esse CD marcou a consagração definitiva do grupo. Praticamente todos os laços com seu passado grindcore haviam sido desfeitos, as letras traziam temas mais profundos e a capa era uma obra de arte. Mais uma vez, a crítica foi unânime em reconhecer a genialidade do quarteto, e o público passou a tratá-los como verdadeiros heróis do heavy metal, sendo que alguns não acreditavam que aquele mesmo grupo que fizera um LP tão tosco e quase simplório quanto “Reek...” podia ter se transformado no mais fabuloso nome do metal inglês de sua época. Porém, apesar do sucesso, Amott resolveu sair pouco depois do lançamento, sendo chamado para seu lugar Mike Hickey, que não durou muito no posto, sendo substituído por Carlo Regada.

Contudo, “Heartwork” havia sido lançado por uma grande gravadora, a Columbia - ao contrário dos anteriores, todos independentes. Quando ficou provado para a Columbia que a banda simplesmente não seria tão comercialmente bem-sucedida quanto esperavam seus executivos, ela (a gravadora) simplesmente a despediu. Isso desestabilizou o grupo, ainda mais pelo fato de a notícia ter chegado a eles pouquíssimo tempo depois do término das gravações do próximo disco. A frustração e desmotivação decorrentes da notícia foram tamanha que os quatro resolveram se separar. No entanto, o álbum que já havia sido gravado foi lançado e levou o nome de “Swansong” (“canto de cisne”). Esse LP é outra obra-prima, que mostra que o Carcass ainda tinha muito a mostrar e a evoluir, processos que foram abruptamente interrompidos com seu fim prematuro.

Ainda seria lançada uma coletânea com material raro e inédito, chamada “Wake Up And Smell The Carcass”, que aplacou um pouco a tristeza dos fãs desse que foi um dos mais relevantes nomes do heavy metal durante as décadas de 80 e, principalmente, de 90.

"Texto extraído do site www.whiplash.net "





Hheartwork

1. Buried Dreams
2. Carnal Forge
3. No Love Lost
4. Heartwork
5. Embodiment
6. This Mortal Coil
7. Arbeit Macht Fleisch
8. Blind Bleeding The Blind
9. Doctrinal Expletives
10. Death Certificate

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A MÚSICA DOS SIGNOS-André Gomes & Alexandre Fonseca (1993)

Como o título sugere, este cd é constituído de 12 temas instrumentais que têm por objetivo transpor para a música as características de cada signo zodiacal. Não faço a menor idéia se o objetivo foi alcançado -isto é um trabalho para profissionais da área- até porque sou cético com relação a esses esoterismos, muito embora seja um típico aquariano, segundo pessoas ligadas nesses breguetes. Bom, segundo os preceitos de concepção deste cd, estou mais para Touro.
Mas o que realmente importa é ser este um disquinho um tanto quanto chato de encontrar do grande baixista, um dos melhores do mundo, André Gomes -aquele mesmo da banda Cheiro De Vida e fiel escudeiro de Pepeu Gomes (não são parentes!), aqui em parceria com Alexandre Fonseca na bateria/percussão/programações. E André Gomes, além de compor a maior parte dos temas, não se limita ao baixo assumindo também guitarras, violões, cítara e teclados.
A dificuldade em encontrar este cd deve-se principalmente ao fato de que é um produto feito por encomenda para o Departamento de Marketing Especial da extinta Polygram. Ou seja, para ser comercializado como brinde. E eu fui um dos sortudos agraciados.
Este post vai dedicado ao Woody, baixista e parceiro muito querido aqui do G&B.

The Doobie Brothers

Hospedagem : Bliss
Biografia : Gonçalo Passinhas
Montagem : JH II
http://www.daleockerman.com/photos/Doobie-Brothers-2.jpg

Site da banda : Click

Data de Formação:-03-1970
Local de Nascimento:
San Jose, CA
Data de Dissolução:
1982
País de Origem:
EUA


Os Doobie Brothers são uma das mais populares bandas pop rock californianas da década de 70, evoluindo de um estilo boogie pós-hippie para um habilidoso soul de cariz mais pop, já no final da década. Ao longo da sua carreira, a banda obtém uma série de discos de ouro e platina nos EUA, assim como uma série de hits de rádio como "Listen To The Music", "Black Water" ou "China Grove". As raízes do grupo estão nos Pud, uma banda country-rock californiana que teve uma vida curta, na qual tocavam Tom Johnston e John Hartman, respectivamente guitarrista/vocalista e baterista que viriam a integrar os Doobie Brothers. Depois do fim dos Pud, a dupla começa a ensaiar com o baixista John Shogren e com o guitarrista Patrick Simmons. Pouco depois, por volta de 1970, o quarteto forma os Doobie Brothers. A banda ganha rapidamente uma base de fãs na Califórnia do Sul, especialmente entre os Hell's Angels. O contrato discográfico com a Warner Bros. surge mais tarde, no mesmo ano, e o álbum homónimo de estreia, no ano seguinte, sendo, no entanto, recebido com indiferença.


Após a edição do disco, Shogren é substituído por Tiran Porter e o grupo convida um novo baterista, Michael Hossack, para gravação do seu álbum seguinte, "Toulouse Street", de 1972. O disco lança-os definitivamente, muito graças a singles como "Listen To The Music" ou "Jesus Is Just Alright". No ano seguinte, "The Captain And Me", atinge ainda maior sucesso, colocando os singles "Long Time Runnin" e "China Grove", no Top 10. Em 1974, Hossack é substituído por Keith Knudsen e a banda grava "What Once Were Vices Are Now Habits", um álbum bem sucedido do qual é retirado o single "Black Water", o seu primeiro número 1 nos tops.
Jeff "Skunk" Baxter, após uma colaboração com a banda em "What Once Were Vices'", ingressa no grupo e grava já "Stampede", em 1975. A banda sofre nova mexida, com Johnston a ser substituído por Michael McDonald, na tournée de promoção do disco. "Stampede", apesar de não ter atingido o sucesso comercial dos seus trabalhos anteriores, chega ao quarto lugar dos tops. Ainda assim, a banda decide reformular o sem som. "Takin' It To The Streets", de 1976, uma colecção de temas ligeiramente funky e jazzy pop, assinala a estreia da nova sonoridade, valendo-lhes o disco de platina. Ainda nesse ano, é editada a compilação "The Best Of The Doobies".
http://www.daleockerman.com/photos/Doobie-Brothers.jpg

Em 1977, é a vez de "Livin' On The Fault Line", que foi um sucesso, sem que, no entanto, tenha produzido nenhum grande sucesso. Johnson deixa então a banda para iniciar uma carreira a solo (que aliás se revelou pouco proveitosa). Pouco depois, o grupo edita o seu álbum mais bem sucedido, "Minute By Minute", que passa cinco semanas no primeiro lugar dos tops muito graças ao single "What A Fool Believes". Após a tournée de promoção do disco, Hartman e Baxter deixam os Doobie Brothers, que passam a ser, fundamentalmente, um projecto de McDonald.
Após um ano de audições, juntam-se ao grupo, o ex-guitarrista dos Clover John McFee, o baterista Chet McCracken e o saxofonista ex-Moby Grape Cornelius Bumpus. Em 1980, é editado "One Step Closer", um disco de platina que atingiu o Top 10, "Real Love". Na digressão que se seguiu, McCracken é substituído por Newmark. Em 1982, os Doobie Brothers anunciam que se vão separar após uma tournée de despedida, cuja gravação dá aliás origem a novo álbum em 1983, "The Doobie Brothers Farewell Tour". Depois do anúncio, McDonald inicia-se numa carreira a solo que é coroada de êxito. Simmons segue as pisadas do seu companheiro, mas a sua sorte não é idêntica, acabando por editar apenas um disco.

First gig
http://www.daleockerman.com/photos/first-doobies-gig.jpg

Em 1987, os Doobie Brothers, reúnem-se para um concerto no Holywood Bowl, que rapidamente se torna numa breve tournée de reunião (na qual, McDonald recusou participar). Em 1989, a formação de início da década de 70 - Johnston, Simmons, Hartman, Porter e Hossack - juntamente com o percussionista Bobby La Kind, reúne-se e grava "Cycles", que chega ao ouro, aquando da sua edição no Verão, com o single "The Doctor" a rodar insistentemente nas rádios e a entrar no Top 10. "Brotherwood", seguiu-se dois anos depois, mas sem obter grande receptividade. Durante a década de 90, o grupo toca um pouco por toda a parte nos EUA, nomeadamente em concertos revivalistas. Em 1995, Michael McDonald regressa de novo à banda e, no ano seguinte, é editado "Rockin' Down The Highway". Mas na viragem do milénio a banda muda mais uma vez a sua formação. Em 2000, Michael Hossack, Tom Johnston, Keith Knudsen, John McFree e Pat Simons gravam "Sibling Rivalry", um álbum que conta com a participação de Guy Allison nos teclados, Marc Russo no saxofone e Skylark no baixo.


The Doobie Brothers - The Very Best Of


Tracks

1 Listen to the Music [Single Version]
2 Jesus Is Just Alright [Single Version]
3 Rockin' Down the Highway
4 Long Train Runnin'
5 China Grove
6 South City Midnight Lady
7 Another Park, Another Sunday
8 Eyes of Silver
9 Nobody [Single Version]
10 Black Water
11 Take Me in Your Arms (Rock Me)
12 Sweet Maxine [Single Version]
13 I Cheat the Hangman
14 Takin' It to the Streets
15 Wheels of Fortune [Single Version]
16 It Keeps You Runnin'
17 Little Darling (I Need You)
18 Echoes of Love
19 What a Fool Believes
20 Minute by Minute
21 Dependin' on You [Single Version]
22 Real Love
23 One Step Closer
24 Wynken, Blynken and Nod
25 Keep This Train A-Rollin'
26 Here to Love You [Single Version]
27 You Belong to Me
28 The Doctor
29 South of the Border
30 Need a Little Taste of Love
31 Dangerous
32 Rollin' On
33 Ordinary Man
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download

Stevie Ray Vaughan

Links: Hebert Souza
Postagem: Johnny F

Aeh pessoal do Blues tenho o prazer de compartilhar com vocês um pouquinho da obra desse grande guitarrista.



Texas Flood - 1983
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Couldn't Stand The Weather - 1984
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Soul To Soul - 1985
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In Step - 1989
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Family Style - 1990
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The Sky Is Crying - 1991
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In The Beginning - 1992
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Live At Carnegie Hall - 1997
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Hebert Souza

Marcadores:

Instrumental

Montagem: Fireball

Com esse post quero, em primeiro lugar, parabenizar o Mutumutum por sua primeira postagem aqui no Lágrima com uma coletânea fantástica de música instrumental. Trabalho muito bem feito que, como ele mesmo disse, levou bastante tempo para ser pesquisado e concluído.
Como achei muito legal essa iniciativa, resolvi partir do mesmo princípio e adicionar alguns grandes guitarristas e temas interessantes que ficaram de fora daquela postagem. Não tive o cuidado e nem o capricho de pesquisar muito como nosso colega, apenas quis dar seqüência à brincadeira.
Nessa minha lista, procurei não repetir guitarristas que já apareceram na compilação do Mutumutum a não ser que lá estivessem em dupla com outro.
Aqui também não são meus favoritos (a maioria absoluta está no outro post) e predominam o rock e o blues.
Espero que gostem...



Download (Badongo)

01- Homeward Strut (Tommy Bolin)
02- Writes Of Winter (Jimmy Page)
03- Saturday Night (Michael Lee Firkins)
04- Eddie's Gospel Groove (Ronnie Earl)
05- The Miller's Son (Robben Ford)
06- Hideaway (Jeff Healey)
07- Poobah (Ricky Furlani)
08- Unity (Jazz Bee Bop Instrumental) (Richie Kotzen)
09- Rememberin' Stevie (Buddy Guy)
10- The Supernatural (Innes Sibun)
11- Lost In Love (Alvin Lee)
12- Blue Boogie (Rick Derringer)
13- Old School (Eric Gales)
14- Green Tea (Eric Sardinas & Steve Vai)
15- Shiloh (Chris Duarte)
16- F.U.B.B. (Wishbone Ash - Andy Powell & Ted Turner)

Edgar Allan Poe I - Annabel Lee



Annabel Lee

It was many and may a year ago,
In a kingdom by the sea
That a maiden there lived whom you may know.
By the name of ANNABEL LEE;
And this maiden she lived with no other thought
Than to love and be loved by me

I was a child and she was a child,
In this kingdom by the sea;
But we loved with a love that was more than a love-
I and my ANNABEL LEE-
With a love that the winged seraphs of heaven
Coveted her and me.

And this is the reason that, long ago,
In this kingdom by the sea,
A wind blew out of a cloud, chilling
My beautiful ANNABEL LEE;
So that her highborn kinsmen came
And bore her away from me,
To shut her up in a sepulcher
In this kingdom by the sea.

The angels, not half so happy in heaven,
Went envying her and me
Yes!- that was the reason (as all men know,
In this kingdom by the sea)
That the wind came out of the cloud by night,
Chilling and killing my ANNABEL LEE.

But out love it was stronger by far than the love
Of those who were older than we-
Of many far wiser than we
And neither the angels in heaven above,
Nor the demons down under the sea,
Can ever dissever my soul from the soul
Of the beautiful ANNABEL LEE.

For the moon never beams, without bringing me dreams
Of the beautiful ANNABEL LEE:
And the stars never rise, but I feel the bright eyes
Of the beautiful ANNABEL LEE;
And so, all the night tide, I lay down by the side
Of my darling – my darling – my life and my bride,
In her sepulcher there by the sea-
In her tomb by the sounding sea.



Adaptação: Fernando Pessoa

Foi há muitos e muitos anos já,
Num reino de ao pé do mar.
Como sabeis todos, vivia lá
Aquela que eu soube amar;
E vivia sem outro pensamento
Que amar-me e eu a adorar.

Eu era criança e ela era criança,
Neste reino ao pé do mar;
Mas o nosso amor era mais que amor --
O meu e o dela a amar;
Um amor que os anjos do céu vieram
a ambos nós invejar.

E foi esta a razão por que, há muitos anos,
Neste reino ao pé do mar,
Um vento saiu duma nuvem, gelando
A linda que eu soube amar;
E o seu parente fidalgo veio
De longe a me a tirar,
Para a fechar num sepulcro
Neste reino ao pé do mar.

E os anjos, menos felizes no céu,
Ainda a nos invejar...
Sim, foi essa a razão (como sabem todos,
Neste reino ao pé do mar)
Que o vento saiu da nuvem de noite
Gelando e matando a que eu soube amar.

Mas o nosso amor era mais que o amor
De muitos mais velhos a amar,
De muitos de mais meditar,
E nem os anjos do céu lá em cima,
Nem demônios debaixo do mar
Poderão separar a minha alma da alma
Da linda que eu soube amar.

Porque os luares tristonhos só me trazem sonhos
Da linda que eu soube amar;
E as estrelas nos ares só me lembram olhares
Da linda que eu soube amar;
E assim 'stou deitado toda a noite ao lado
Do meu anjo, meu anjo, meu sonho e meu fado,
No sepulcro ao pé do mar,
Ao pé do murmúrio do mar.

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...próximo:
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Segunda-feira, 28 de Maio de 2007

Bon Jovi - Acoustic Journey

Montagem: Mr Bad Guy

Image and video hosting by TinyPic

FRASES: "Eu mataria para poder fazer um bom show, porque isso é mais importante do que qualquer outra coisa: amigos, família, tudo..." "Se New Jersey tivesse apenas dois milhões de cópias vendidas, eu provavelmente me mataria" (Jon Bon Jovi).


Acoustic Journey

01. Wanted Dead or Alive
02. Ride Cowboy Ride
03. Imagine / Give Peace a Chance
04. Diamond Ring
05. These Days
06. Someday I'll Be Saturday Night
07. Shooting Star
08. Never Say Goodbye
09. Mrs. Robinson
10. Piece of my Heart
11. It's Just Me
12. Janie Don't Take Your Love
13. August 7 4 15
14. Goin' Back
15. Bed of Roses


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PRIMEIRA POSTAGEM - Rock Instrumental

Valeu pelo convite, mano Johnny F o/ Vou usá-lo com todo o carinho.


Em consideração ao brilhante trabalho que a galera vem fazendo neste fantástico blog underground, bem como à reivindicação do mano JH II, que questionou-me a razão de não compartilhar minhas músicas, decidi que... o mano JH II tem TODA A RAZÃO! Há meses acesso esse blog, já peguei muita coisa legal, e talz... aqui conheci bandas como Mammoth, Thunder, Funkadelic, UFO, e tantas outras, e eu, muito egoisticamente, não compartilhei nenhuma mísera musiquinha minha até HOJE!!! Motivo: preguiça de upar! Sério!

Visando reparar esse erro, resolvi compartilhar um baita trabalhão que me custou mais de SETE meses de pesquisa, baixando músicas, verificando se os arquivos não são fakes (vocês sabem... a gente baixa um arquivo do shareazaa com um nome, que, na verdade, deveria ser outro... e se engana!), etc. São seis cds com o melhor (pelo menos, na minha opinião) do ROCK INSTRUMENTAL!!! Sim, galera! Amo guitarra (não toco nada, mas curto demais o som)!!! Joe Satriani, Steve Vai, John Petrucci, Randy Rhoads, Van Halen, Malmsteen... etc. e etc. e talz! Amo rock feito só com guitarras! Pow... vocês merecem o MELHOR (e, por enquanto, o meu trampo pirateiro mais ambicioso, mais pesquisado... enfim, o meu melhor... é esse que ora vos disponibilizo)!!!

Se alguém aqui curte o estilo, esta é a oportunidade de “adquirir” SEIS CDS só de rock instrumental (atenção! Ninguém canta nada nessas músicas! É pura guitarra... e baixo, e bateria, etc!!!). São tantos guitarristas excelentes, que procurei o máximo possível não repetir nenhum! Se forem reparar bem, só repeti um ou outro músico em casos excepcionais de duplas, em que há um guitarrista já citado com outro não citado. Pow! Foi muito tempo de pesquisa em listas de revistas especializadas no assunto, fóruns de discussão, sites, pra se chegar a tanta coisa assim! Creio que a galerinha não vai se decepcionar!

OBS1: essa vai para o mano Delta 9, em virtude de sua sensacional postagem sobre “Os Melhores Baixistas” (bem como a postagem dos melhores do VERDADEIRO Funk)... também vai pro mano Gravetos & Berlotas, que, se não me engano, é guitarrista... e, claro, vai pra toda galera que sempre disponibilizou pra todo mundo o melhor do rock, de todos os tempos \o/

OBS2: se quiserem alguma informação sobre os guitarristas mencionados nesse trampo que oras vos disponibilizo, indico esse link do MEU blog (nada desse negócio de puxar sardinha pro meu lado, imagine...) - http://mutumutum.blogspot.com/2007/03/listo-rock-instrumental.html (quem clicar aí, faz favor de deixar um comentariozinho pra não me deixar triste, ok? ... e aproveitem pra ver o resto também, pow! Tem tanta tralha por lá...).
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OBS3: os álbuns que tiver mais de uma opção para download (ex: o Guitar III, tem no Badongo, no Rapidshare, etc), qualquer desses baixa o DISCO INTEIRO (nenhum dos álbuns está "em partes"), ok? Tantas opções foi por testar o Sharebee.com, que hospeda um mesmo arquivo em quatro sites de hospedagem ao mesmo tempo! É bom... mas demora demais o upload!!!
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Apresento, agora, as tracklists e uma resenha de cada CD, com os links para downloads. Baixem tudo, e COMENTEM depois, ok? Se, por um acaso, não citei algum guitarrista ou a música escolhida não for a mais legal do guitarrista citado, ME AVISEM!!! Quero encontrar mais coisas legais pra baixar... quem sabe, montar um 7º CD?... o pior, é que já estou quase lá...

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CD GUITAR I - SHREDDER
Neste trabalho, coletei as obras “daqueles caras” que considero os melhores da atualidade. A maior parte dos artistas mencionados aqui lançaram álbuns instrumentais, mostrando que são realmente os mestres. Por isso, aqui você encontrará nosso amigo Joe Satriani, Steve Vai, Yngwie Malmsteen, Petrucci, Paul Gilbert, etc e etc. Confira a tracklist:
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01. Eruption (Van Halen)
02. Black Star (Yngwie Malmsteen)
03. No Boundaries (Michael Angelo Batio)
04. Summer Song (Joe Satriani)
05. For The Love Of God (Steve Vai)
06. Cry For You (Andy Timmons)
07. Glasgow Kiss (John Petrucci)
08. Technical Difficulties (Paul Gilbert)
09. Nottingham Lace (Buckethead)
10. Memphis (Al Pitrelli, Andy Timmons, Brad Gillis, Michael Lee Firkins & Steve Morse)
11. Tumeni Notes (Steve Morse)
12. Guitar Solo (Randy Rhoads) – ao vivo
13. Daydream (Vinnie Moore)
14. Speed Metal Symphony (Marty Friedman & Jason Becker)
15. Blue Lite Turnin' Red (Dimebag Darrell)

Download:
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CD GUITAR II - ROCKSTARS
Neste álbum, coletei solos de guitarra de caras mais voltados para o estilo “hard rock”, de grandes bandas como Aerosmith (Joe Perry), Whitesnake (Reb Beach), Ac/Dc (Angus Young), John Norum (Europe), etc. Há, ainda, dois grandes guitarristas grunge: Mike McCready (Pearl Jam) e Jerry Cantrell (Alice In Chains). Confira a tracklist:
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01. Chase The Ace (Angus Young)
02. Low Rider (Gary Hoey)
03. A Little Bit More (Kenny Wayne Shepherd)
04. Black Magic (Reb Beach)
05. 17th Century Chicken Pickin´ (Chris Impellitteri)
06. Mr. Scary (George Lynch)
07. Cautionary Warning (John Sykes)
08. Disintegrate (Vivian Campbell)
09. Mercy (Joe Perry)
10. Instrumental Jam (Slash)
11. Mr. Sambo (Richie Sambora)
12. The Trudge (Doug Aldrich)
13. Open Gate (Michael Schenker)
14. Coast to Coast (Mathias Jabs, Michael Schenker & Rudolf Schenker)
15. Solitude (John Norum)
16. Brother (Mike McCready)
17. Hurts Don’t It (Jerry Cantrell)
18. The Sage (Tony MacAlpine)
19. Farm Fiddlin’ (Zakk Wylde)

Download:
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CD GUITAR III - SOFT 'N' BLUES
Aqui, busquei valorizar as músicas mais calmas, românticas, instigantes... “softs”. Solinhos de guitarra para se ouvir no carro, com a namorada do lado e talz. Há, também, grandes solos de blues, produzidos por músicos como Vitto Bratta (do White Lion), Mick Taylor, etc. Confira a tracklist:

01. Cliffs of Dover (Eric Johnson)
02. Animal (Phil Keaggy)
03. No Gravity (Kiko Loureiro)
04. Big Moon (Neal Schon)
05. Top Gun Anthen (Steve Stevens & Harold Faltermeyer)
06. Samba Pa Ti (Carlos Santana)
07. Last Horizon (Brian May)
08. Raise My Rent (David Gilmour)
09. Western Sky (Wolf Hoffman)
10. ‘Cause We’ve Ended As Lovers (Jeff Beck)
11. The Supernatural (Peter Green & John Mayall)
12. The Looner (Gary Moore)
13. Midnight Moodies (Joe Walsh)
14. Slow Blues (Mick Taylor)
15. Smoky (Peter Frampton)
16. Secret Place (Robin Trower)
17. Blue Monday (Vito Bratta)
18. Room 335 (Steve Lukather & Larry Carlton)

Download:
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CD GUITAR IV - PSYCHEDELIC FUSION
Neste, coletei solos de guitarra de músicos mais voltados àquele som fusion (misturas de estilo, como jazz e rock, rock e blues, etc). Sons mais psicodélicos, como Red (do King Crimson) e a fantástica viagem alucinógena da Maggot Brain (de Eddie Hazel - Funkadelic) também estão aqui. Confira a tracklist:

01. Mr. X (Alex Lifeson)
02. Hey Tee Bone (Allan Holdsworth & Frank Gambale)
03. Tilt (Richie Kotzen & Greg Howe)
04. Bumblefoot (Ron Thal)
05. Fielt of Soul (Alex Skolnick)
06. Shut Up ‘N’ Play Yer Guitar (Frank Zappa)
07. Wring That Neck (Ritchie Blackmore)
08. Every Now and Them (Vernon Reid & Carlos Santana)
09. New York on My Mind (John McLaughlin)
10. The Way It Has To Be (Shawn Lane)
11. Django (Joe Bonamassa)
12. Hackett To Bits (Steve Hackett & Steve Howe)
13. Cherokee Boogie (Ace Frehley)
14. Flying Turkey Trot (Gary Richrath)
15. Red (Robert Fripp & Adrian Belew)
16. Maggot Brain (Eddie Hazel)
17. Flight of The Wounded Bumblebee (Nuno Bettencourt)

Download:
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CD GUITAR V - METAL INSTRUMENTAL
Neste álbum, só Black Metal, Power Metal, Thrash Metal... tudo instrumental. Solos extremamente rápidos, técnicos, melódicos e pesados! Só metal instrumental, produzido por guitarristas mais modernos como Stephan Forte, Michael Amott, Rusty Cooley, etc... como podem conferir na tracklist abaixo:

01. Pulsation (Alexi ‘Wildchild’ Laiho)
02. Trolls In the Dark (Luca Turilli)
03. Stratosphere (Timo Tolkki)
04. Prophecies of Loki (Stephan Forte)
05. Under The Influence (Rusty Cooley)
06. Baptizm of Fire (Glenn Tipton)
07. Return to Metalopolis (Chris Poland)
08. Losfer Words, Big 'Orra (Dave Murray & Adrian Smith)
09. Enter The Machine (Michael Amott)
10. Yngwie 2000 ('IA' Mattias Eklundh)
11. Exithouse (Jake E. Lee)
12. Precognition (Jeff Loomis)
13. Absolution (Marty Friedman & Dave Mustaine)
14. Waiting For 22 (Michael Wilton & Chris DeGarmo)
15. The Premature Burial (Michael Romeo)
16. Sky Overture (Uli Jon Roth)
17. Orion (Kirk Hammett & James Hetfield)
18. Triad (Adam Jones)

Download:
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CD GUITAR VI - GOOD GOLDENS
Finalmente, o último trampo. Uma coletânea com o melhor do “rock n’ roll” instrumental. Só clássicos, como Chuck Berry, Jimi Hendrix, Johnny Winter, Dick Dale, Eric Clapton... etc. Sim! Há algumas produções mais recentes, como Sweet Dream (de Mark Knopfler), Scuttle Buttin’ (Stevie Ray Vaughan), mas que soam como rock clássico e, por isso, também estão aqui. Confira a tracklist:

01. Scuttle Buttin’ (Stevie Ray Vaughan)
02. Alligator (Leslie West)
03. Apologies To Pearly (Billy Gibbons)
04. Petal to the Metal (Roy Buchanan)
05. The Loop (Rory Gallagher)
06. Guitar Boogie (Chuck Berry)
07. Let’s Go Trippin’ (Dick Dale)
08. Home Bound (Ted Nugent)
09. Brown Sugar – instrumental version (Keith Richards)
10. Peter Gunn (Duane Eddy)
11. Freight Loader (Eric Clapton & Jimmy Page)
12. Sweet Dreams (Mark Knopfler & Chet Atkins)
13. Tell The Truth (Johnny Winter)
14. Open Fire (Ronnie Montrose)
15. Jessica (Duane Allman & Dickey Betts)
16. Tastebud (Jerry Garcia)
17. Star Spangled Banner (Jimi Hendrix)
18. Rat Salad (Tony Iommi)
19. Sparks (Pete Townshend)
20. The End (Robby Krieger)
21. Paris Texas (Ry Cooder)
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Download:
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SENHA PARA TODOS OS ARQUIVOS:
mutumutum
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OBS4: fiz umas capinhas toscas pra esses CDs... se quiserem pegar, só clicar aqui: http://www.2shared.com/file/1928881/a429f5f2/Capas.html? - é rapidinho... O desenho completo (e maior) do guitarrista que aparece nas ditas cujas, você encontra aqui: http://mutumutum.blogspot.com/2007/04/guitarrista-solando-um-solo-sozinho.html

JOGO DA MEMÓRIA

Originalmente postado no Gravetos & Berlotas em 20/09/2006



UUUFA!!!, esse deu trabalho. Este post é uma amostra de uma conhecida, entre publicitários principalmente, compilação de temas musicais famosos da TV americana chamada "TELEVISION'S GREATEST HITS". Tomei conhecimento destes cds (acho que são mais de 10 com 65 temas cada), há uns 6 anos, através de um parceiro de longa data que tomou emprestado 4 destes do amigo de um amigo do marido de uma amiga da sua mulher (que suruba!) e me repassou prá ripá-los. Dos 260 temas constantes nestes 4 CDs, selecionei 168 pois o restante é absolutamente desconhecido por aqui. Vocês vão se divertir (e se emocionar, porque não?) tentando puxar pela memória para advinhar o nome do desenho, seriado ou programa a que se refere cada tema musical. Todos os temas estão em suas versões originais e cobrem as décadas de 50 a 80. Aquela reunião/festinha que você planejou com tanto carinho não decola de jeito nenhum? Seus pobrema se acabarum-se !! Basta colocar este CD, propor uma divertida brincadeira de "Jogo Da Memória" e, com certeza, haverá diversão por mais de 2 horas. Propositalmente, não traduzi os nomes dos temas. Só pra sacanear.


Domingo, 27 de Maio de 2007

Triumph Or Agony - Rhapsody of Fire



1. Dar-Kunor
a. Echoes From The Elvish Woods
b. Fear Of The Dungeons
2. Triumph Or Agony
3. Heart Of The Darklands
4. Old Age Of Wonders
5. The Myth Of The Holy Sword
6. Il Canto Del Vento
7. Silent Dream
8. Bloody Red Dungeons
9. Son Of Pain
10. The Mystic Prophecy Of The Demonknight
a. A New Saga Begins
b. Through The Portals Of Agony
c. The Black Order
d. Nekron´s Bloody Rhymes
e. Escape From Horror
11. Dark Reign Of Fire
a. Winter Dawn´s Theme


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Quantos grupos podem se gabar de ter encontrado uma sonoridade própria, e, mais ainda, de ter influenciado consideravelmente o que veio depois? Apenas os grandes nomes do metal alcançaram esta distinção, e, queiram ou não, o Rhapsody Of Fire é um deles. A união de power metal com música clássica executada à perfeição pelo grupo empolga até hoje, mais de uma década depois do nascimento da banda. Suas músicas são épicas e “visuais” como poucas. A cada audição é possível ver, na sua frente, os milhares de cavalheiros medievais empunhando suas espadas, partindo ferozmente em suas batalhas. Experimente assistir a trilogia “O Senhor dos Anéis” ao som do grupo e comprove.

Este novo trabalho segue a linha de tudo o que a banda fez antes. Não há nada de novo praticamente. Estão lá a melodia abundante, os vocais carregados de Fabio Lione, os arranjos grandiosos, as passagens folk e celtas, os solos à velocidade da luz de Turilli. Tudo, tudo, tudo, do mesmo jeito que você já conhece dos trabalhos anteriores do conjunto.

Mas o que atrai no som do Rhapsody Of Fire é justamente isso. A banda esculpiu o seu som, e, disco após disco, vêm aprimorando a sua música. As influências progressivas, já retomadas no último álbum, continuam e estão ainda mais evidentes. Em vários momentos há um afastamento da rapidez desenfreada dos primeiros discos, trocada aqui pela busca de arranjos mais trabalhados, repletos de nuances e instrumentações elaboradas. Isso gerou um ganho de peso ao som, o que sempre é uma boa notícia.

Destaques? A bela introdução, seguindo a tradição do grupo, com orquestrações épicas que preparam o caminho para o que virá ; a faixa-título, com belíssimos coros ; a acústica “Old Age Of Wonders”, que lembra o que o Blackmore´s Night vem fazendo ; a teatral e cadenciada “The Myth Of The Holy Sword” ; a pesada “Silent Dream”, uma das melhores composições da carreira da banda, com influências de hard rock (???) ; e a dobradinha final, com a suíte “The Mystic Prophecy Of The Demonknight” e a sinfônica “Dark Reign Of Fire”.

Mais um ótimo álbum do Rhapsody Of Fire, um disco maduro, que mostra o quanto a banda evoluiu e aprimorou o seu som ao longo da carreira. A sonoridade do grupo continua impressionante, empolgante para os fãs mais antigos e chocante para os neófitos. E afinal de contas, não é isso que toda banda busca?

Fonte: Whiplash

ZZ Top

Hospedagem : Bliss
Montagem : JH II
http://www.tunica-ms.com/images/zz_top.jpg

ZZ Top, os reis do Texas. Os reis do blues, fique com eles nesta noite fria. Eu não posso dizer o mesmo, porque atualmente, ando tendo muita insônia, mas não é café, pois não tomo. Só tomo chá de camomila ou erva-cidreira, conhece? Comida? Não, meu amigo, já fazem 94 anos que como quase nada. Depois que aprendi a respirar direito ( puxe o ar e conte até 8, prenda conte até 12, solte, contado até 16) , como muito pouco, é o meu segredo para economizar. Os elefantes só comem vegetais e são super fortes! Então. Mudando de assunto : A noite passada sonhei com o Eric Clapton, vejam só, caras! No sonho, nós estávamos voando juntos em direção ao sol, e eu dizia, -Eric, não é melhor mudar-mos a rota? O sol queima um bocado. E ele disse : -não JH, eu preciso entrar dentro dele, ir até o núcleo, quero saber como é lá dentro , pois fiquei sabendo que o sol vai se apagar um dia, e nós vamos ficar no escuro. -Eric, mas até lá muita água vai rolar por debaixo da ponte. -Eu sei JH não faz mal eu até acho uma bobagem mesmo, mas eu preciso ir até lá. -Tá bom Eric, mas tenha cuidado, você trouxe sua roupa de amianto?- Não JH, não é preciso . Meu vôo é bem rápido, se você não quiser, não precisa ir viu? Te encontro daqui a pouco lá na Lua, então.- Ok. Eric, mas você trouxe a sua Fender, não é mesmo? -Sim JH . Então será que antes de você entrar no sol, dá para tocar uma música para mim? Sim, JH, qual você quer ouvir? -Quero ouvir "Layla". Não, JH II, eu jurei nunca mais tocar essa música. -Porque, Eric? Ah, eu já enjoei, e ainda por cima, eu não trouxe os outros guitarristas; nesta música, preciso de mais dois ou três guitarritas.-O quê? Como é que você me escreve uma música que usa tantas guitarras? -Oh, yes. É que eu estava apaixonado pela mulher do meu amigo, e precisava mostrar quanto era forte o meu amor. Ah!. OK, Eric. Tá, então toque I Feel Free.-Não, cara, não dá. Porque, Eric? -Man, essa era do Cream, e eu não tenho o pique do Jack Bruce, para interpretá-la. -Oh, Eric, deixa eu ver outra, então. Que tal Strange Brew? –Não, também não dá, meu. Porque, Eric? -Lord, você esqueceu, eu não tenho mais aquela guitarra com captador humbucking, atualmente só uso "single-coil", eu só uso Fender, irmão, você sabe. -Puxa, Eric, então tá difícil mesmo.Mas...que tal então " I can´t stand it".-Oh, yes, essa sim, dá. -Então manda aí Eric, muito obrigado, meu amigo, assim que acabar vou voando rapidinho para a lua...cheia. Lá vou ficar ouvindo o Robert Fripp até você chegar ok? I see U, Eric, boa viagem....


ZZ - TopChrome, Smoke & BBQ,


Tracks

1 You Make Me Shake Performed by: Moving Sidewalks
2 Joe Blues Performed by: Moving Sidewalks
3 Crimson Witch Performed by: Moving Sidewalks
4 Miller's Farm
5 Salt Lick
6 Brown Sugar
7 Goin' Down to Mexico
8 Just Got Back from Baby's
9 Francine
10 Just Got Paid
11 Ko Ko Blue
12 Chevrolet
13 Bar-B-Q
14 Sure Got Cold After the Rain Fell
15 Whiskey'n Mama
16 La Grange
17 Waitin' for the Bus
18 Jesus Just Left Chicago
19 Beer Drinkers & Hell Raisers
20 Master of Sparks
21 Precious and Grace
22 Shiek
23 Thunderbird [live]
24 Jailhouse Rock [live]
25 Nasty Dogs and Funky Kings
26 Heard It on the X
27 Blue Jean Blues
28 Mexican Blackbird
29 Tush
30 It's Only Love
31 Arrested for Driving While Blind
32 El Diablo
33 Enjoy and Get It On
34 She's a Heartbreaker
35 Asleep in the Desert
36 I Thank You
37 Cheap Sunglasses
38 I'm Bad, I'm Nationwide
39 A Fool for Your Stockings
40 Degüello Album Radio Spot
41 Manic Mechanic
42 She Loves My Automobile
43 Leila
44 Tube Snake Boogie
45 I Wanna Drive You Home
46 It's So Hard
47 Pearl Necklace
48 Heaven, Hell or Houston
49 Gimme All Your Lovin
50 Got Me Under Pressure
51 TV Dinners
52 Sharp Dressed Man
53 Legs
54 I Got the Six
55 Dirty Dog
56 If I Could Only Flag Her Down
57 Sleeping Bag
58 Stages
59 Woke Up With Wood
60 Rough Boy
61 Can't Stop Rockin'
62 Planet of Women
63 Velcro Fly
64 Delirious
65 Concrete and Steel
66 Lovething
67 Penthouse Eyes
68 My Head's in Mississippi
69 Give It Up
70 Doubleback
71 2000 Blues
72 Reverberation (Doubt)
73 Viva Las Vegas
74 Gun Love
75 Francine [Spanish]
76 Cheap Sunglasses [live]
77 Legs [Dance Mix]
78 Viva Las Vegas [12 Remix]
79 Give It Up [2,800 Mile Remix]
80 Velcro Fly [12 Remix]

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**Ontem fiz esta postagem e durante a edição cometi um erro, mas agora está tudo OK!**

Bo Diddley

Texto: Miguel Cordeiro
Links: Dr. THC
Postagem: Johnny F

Quem era aquela figura que de vez em quando aparecia naqueles programas musicais americanos dos anos 1960 e que eram repetidos aqui na televisão brasileira? Quem era aquele negro da pesada, meio rechonchudo, cabelo alisado com ferro quente e um vistoso topete, óculos de aros grossos e paletós esquisitos? E aquela levada, elétrica e desconcertante, própria e peculiar, cheia de reverb e distorção que se assemelhava ao ruído de um trem sacolejando sobre os trilhos? E que banda simpática era aquela que o acompanhava e que contava com uma guitarrista de postura blasé (The Duchess) que fitava tudo com o canto do olho e um percussionista tocador de maracas (Jerome Green) que tinha uma marcação alucinante? E aquela dança engraçada que ele fazia enquanto se apresentava? E aquela incrível guitarra vermelha que ele usava em forma de caixote de maçã?

Aquela figura era Ellas McDaniel, nascido Otha Ellas Bates no estado do Mississipi em 1928 e que conquistou o mundo pela alcunha de Bo Diddley. Ele, ao lado de Chuck Berry e Litlle Richard seriam assim os pilares fundamentais, o triunvirato negro que estabeleceu os parâmetros de tudo. Little Richard foi o transgressor, o portador do grito primal – uóp bop loom uóp lop bam bum. Chuck Berry definiu a guitarra do rock e foi o grande poeta contador de histórias. Já Bo Diddley seria o mentor sonoro de toda a coisa, o inventor, o originador da batida selvagem e tribal daquilo que veio a se chamar rock´n´roll.

Criado por uma tia que com ele se mudou para Chicago ainda no início dos anos 1930, o garoto Ellas lá despertou para a musica, teve lições de violino clássico, ganhou uma guitarra da irmã e se apaixonou pelo rhythm and blues, pelo jazz e pelo blues elétrico que florescia em Chicago. Ainda na segunda metade da década de 1940 formou uma banda que costumava se apresentar nas ruas e esquinas da cidade e no raiar da década seguinte, quando o percussionista Jerome Green se integrou ao grupo, Bo Diddley foi ganhando cada vez mais notoriedade na cena local.

Mais alguns anos, mais precisamente em 1955, ele recebeu um convite para gravar pela lendária Chess Records cuja sede era em Chicago e que tinha no seu cast nomes como Chuck Berry, Little Walter, Muddy Waters, Howlin´ Wolf. E, então, foi lançado seu primeiro disco que trazia duas canções. De um lado, Bo Diddley, e do outro lado, I´m a man. Rapidamente este single alcançou os primeiros lugares da parada musical e Bo Diddley obteve fama e respeito e caiu na estrada para se apresentar em várias cidades americanas.

Seu ritmo diferente e que às vezes era absurdamente mantido num único acorde tinha o poder de mexer, involuntariamente, músculos esquecidos do corpo. Suas composições de grande originalidade e muitas delas auto-referenciais se tornaram clássicos instantâneos do rock´n´roll: Who do you love, Road runner, I´m a man, You can´t judge a book by its cover, Hey Bo Diddley, Before you accuse me, Gunslinger, Cadillac, Pretty things.

Como era de se esperar, sua influencia foi profunda e marcante através de várias gerações. Elvis Presley, Buddy Holly – que compôs Not fade away com o riff roubado da levada de Bo. Em 1963 fez sua primeira excursão à Inglaterra com efeito devastador, deixando em polvorosa as platéias e marcas profundas nas bandas que pipocavam em terras britânicas. Rolling Stones, Yardbirds, Animals, Pretty Things, The Who, Van Morrison & Them, The Kinks, todas elas foram impactadas pelo som de Bo Diddley e pela marcação rítmica e presença cênica do percussionista Jerome Green.

Anos mais tarde outros artistas também foram afetados pela mordida selvagem e venenosa de Bo Diddley. Cream, Stooges, Z Z Top, George Thorogood, alcançando também a geração punk com The Clash que excursionou com ele no final dos anos 1970. O mesmo com alguns grupos dos anos 1980 como Jesus & Mary Chain e seguindo firme até hoje com bandas como White Stripes e outras. E esta influência avançou sobre outros estilos afetando até os rappers já que o velho Bo, ainda nos anos 1950, costumava tagarelar em cima de uma base rítmica.

Atualmente, beirando os oitenta anos de vida, Bo Diddley ainda está na ativa. Faz shows com regularidade, tem uma enorme legião de fãs, mas não lança novos trabalhos há décadas. Pelo seu histórico e importância isto não faz a menor diferença, pois, com muita maestria e picardia, já fez o que tinha que ser feito.


Bo Diddley - Gold

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The Blues Collection - Bo Diddley
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Toto

Hospedagem : Bliss
Montagem : JH II

TOTO

Toto, a banda de Steve Lukather. Visite o site official da banda e saiba tudo que está acontecendo ( em inglês). Click


Toto - Falling In Between


Tracks

1. Falling In Between
2. Dying On My Feet
3. Bottom Of Your Soul
4. King Of The World
5. Hooked
6. Simple Life
7. Taint The World
8. Let It Go
9. Spiritual Man
10.No End In Sight

Vertigo

Montagem: Mr Bad Guy

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Mesmo a galera mais mainstream do rock nacional tem seu dia de alternativo. Em 1994, Dinho Ouro Preto, (na época ex-Capital Inicial) caiu na vida, catou alguns gatos pingados do mundo alternativo (como Kuaker, ex-guitarra do Yo-Ho-Delic, e Mingau, ex-Ratos de Porão e 365) e montou o grupo Vertigo; contando ainda com Arnaldo na bateria. O primeiro disco foi pelo selo Rock It, que era patrimônio de Dado Villa Lobos (ex-Legião Urbana). A banda, nas palavras do próprio Dinho, "faz um som pesado, sujo e bem tocado. Às vezes soa um cruzamento entre Jimi Hendrix com Stooges e Ramones", diz ele.


Vertigo

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01. Vertigo
02. Vida Selvagem
03. Noiaba Carlos
04. Dia de Cão
05. Freiras Lésbicas Assassinas do Inferno
06. 1+1
07. Hush
08. Suzi Suicida
09. Lost
10. Avenida Paulista
11. Inverno

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Joe Walsh

Hospedagem : Bliss
Montagem : JH II
Foto : http://www.tnt-audio.com/

E aí, pessoal, como vão? Tarde fria...mas não prá mim, porque ela está aqui do meu lado. Eu olho prá ela, ela olha prá mim, talvez querendo dizer : Ei, não vai me pegar no colo? Antes dela me perguntar eu já disse, não! Agora não posso, tenho que postar esse álbum aqui para a galera do L.P.. Joe Walsh, grande cara, uma lenda viva, guitarrista espertíssimo e um expert no que faz. Lembram do solo da música Hotel Califórnia? Então, ele mandou ver lá . Este álbum é mais um presente do Mr. Bliss. Então curtam, ae!


Joe Walsh - Greatest Hits: Little Did He Know

Tracks

1 Funk #49 2 Tend My Garden 3 The Bomber 4 Walk Away 5 Midnight Man 6 Mother Says 7 Turn to Stone 8 Meadows 9 Rocky Mountain Way 10 Help Me Thru the Night 11 Life's Been Good 12 All Night Long 13 The Confessor 14 A Life of Illusion 15 Ordinary Average Guy
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John Cash

Hospedagem : JH II
Post : JH II
*Repostagem com acréscimo de mais um álbum*
Classics of Classics
Esta casa, já publicou vários trabalhos do grande cantor de country, folk e rock and roll, Mr. Johnny... Johnny Cash. Um cara sensacional, que por vontade dos céus, já não está mais entre nós. Fazer o que? Tem que ser assim, é assim...a vida...os astros. Outro dia surpreendi meu velho pai , triste, com os olhos lacrimejando. Então perguntei a ele:

Prisão de Folsom - 1968
Folsom Prison
-Por que choras, meu pai?- É por medo da morte? –Não, ( ele disse)... é por deixar as pessoas queridas, as pessoas que eu amo, você, sua mãe...É para não chorar? Acabamos chorando os dois juntos e eu ainda insistindo...não chore, meu pai...É duro, saber que um dia seu pai, seu amigo vai partir e te deixar sozinho neste mundo filha da puta, sem saber em quem confiar....mas tudo bem, ele também já teve pai um dia e ele já se foi. É assim, tem que ser assim...
Johnny Cash & Glen Sherley

Então perder um cara como Johnny Cash, é como perder um grande pai. Este show foi realizado e gravado ao vivo, na prisão de Folsom em 1968, num dos anos mais pesados, repressão; barra pesada para o grande povo norte-americano, eu disse povo norte-americano e não governo norte-americano. O governo norte-americano e todos os governos da terra estão pouco se “lixando”, para os seus povos.

Johnny Cash At Folsom

Quer consquistar alguma coisa boa, brother? Quer uma vida melhor? Um carro novo? Uma casa boa? Quer se casar e constituir família,? Então batalhe, irmão, trabalhe, estude, não espere nada de ninguém, muito menos de governo, algum. Não saia do seu país, irmão, não caia nesta besteira, lá fora vão te “esfolar” vivo. Não perca o próximo trem, porque ele pode não ter mais poltronas livres e aí...

The Johnny Cash Show
Line Up:

Johnny Cash - At Folsom Prison (live)

CD Columbia Legacy CK- 659545
Johnny's Historic 1968 Live Show Restored
To Original Order And Uncensored

20 -Bit Digita Remastered

Track List

  1. Folsom Prison Blues
  2. Busted
  3. Dark As A Dungeon
  4. I Still Miss Someone
  5. Cocaine Blues
  6. 25 Minutes To Go
  7. Orange Blossom Special
  8. The Long Black Veil
  9. Send A Picture Of Mother
  10. The Wall
  11. Dirty Old Eggsuckin Dog
  12. Flush From The Bathroom Of Your Heart
  13. Joe Bean
  14. Jackson ( June Carter Cash )
  15. Give My Love To Rose ( With June Carter Cash )
  16. I Got Stripes
  17. The Legend Of John Henry's Hammer
  18. Green Green Grass Of Home
  19. Greystone Chapel ( Written Glen Sherley )

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The Man Comes Around

Tracks

1.Streets of Laredo (3:33)
1.The Man Comes Around (4:26)
2.Hurt (3:38)
3.Give My Love To Rose (3:28)
4.Bridge Over Troubled Waters (3:55)
5.Hung My Head (3:53)
6First Time Ever I Saw Your Face (3:52)
7Personal Jesus (3:20)
8.In My Life (2:58)
11.Sam Hall (2:40)
12.Danny Boy (4:12)
13.Desperado (3:13)
14.I'm So Lonesome I Could Cry (3:03)
14.Tear Stained Letter (3:41
15.Streets of Laredo

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Pass : jhdois


Responda Uma Coisa :

Texto enviado por : Fred Benning
Autor : Dejan Trifunovic
Postagem : JH II
Fotos de Adelia Mostar (http://www.mostarphotography.com/)

Responda uma Coisa :

Você que teve sua infância durante os anos 60, 70 ... Como pôde sobreviver?

Os carros não tinham cintos de segurança, apoios de cabeça, nem air-bag!!

Afinal de contas...

Foto : www.webmotors.com.com

Íamos soltos no banco de trás fazendo aquela farra!

E isso não era perigoso!

As camas tinham grades e os brinquedos eram multicores com pecinhas que se soltavam ou no mínimo pintados com umas tintas “duvidosas“ contendo chumbo ou outro veneno qualquer.


Não havia travas de segurança nas portas dos carros, chaves nos armários de medicamentos, detergentes ou químicos domésticos.

Foto : http://www5.flickr.com/

A gente andava de bicicleta para lá e pra cá, sem capacete, joelheiras, caneleiras e cotoveleiras...

Bebíamos água de filtro de barro, da torneira, de uma mangueira, ou de uma fonte e não águas minerais em garrafas ditas ¨esterilizadas¨.

Construíamos aqueles famosos carrinhos de rolimã e aqueles que tinham a sorte de morar perto de uma ladeira asfaltada, podiam tentar bater records de velocidade e até verificar no meio do caminho que tinham economizado a sola dos sapatos, que eram usados como freios...E estavam descalços...

Depois de alguns acidentes...

Todos os problemas estavam resolvidos!

Iamos brincar na rua com uma única condição: voltar para casa ao anoitecer.

Não havia celulares...

E nossos pais não sabiam onde estávamos!

Era incrível!

Tínhamos aulas só de manhã, e íamos almoçar em casa.

Quando tinhamos piolho usavamos Neocid em pó.


Braço no gessos, dentes partidos, joelhos ralados, cabeça lascada

Alguém se queixava disso?

Todos tinham razão, menos nós ...

Comíamos doces à vontade, pão com manteiga, bebidas com o (perigoso) açúcar. Não se falava de obesidade, brincávamos sempre na rua e éramos super ativos ...

Dividíamos com nossos amigos uma Tubaína comprada naquela vendinha da esquina, gole a gole e nunca ninguém morreu por isso ....

Nada de Playstations, Nintendo 64, X boxes, jogos de Vídeo , Internet por satélite,

Video cassete e DVD . Dolby surround, Celular com câmera , Computador , Chats na Internet

SÓ AMIGOS

Nada de ração. Comiam a mesma comida que nós (muitas vezes os restos), e sem problema algum! Banho quente? Xampú?

Que nada! No quintal, um segurava o cão e o outro com a mangueira (fria) ia jogando água e esfregando-o com (acreditem se quiserem) sabão (em barra) de lavar roupa!

Algum cachorro morreu ou adoeceu por causa disso?

Quem não teve um cachorro Rin Tin Tin?


A pé ou de bicicleta, íamos à casa dos nossos amigos, mesmo que morassem a kms de nossa casa, entrávamos sem bater e íamos brincar.

É verdade! Lá fora, nesse mundo cinzento e sem segurança! Como era possível? Jogávamos futebol na rua, com a trave sinalizada por duas pedras, e mesmo que não fossemos escalados ... ninguém ficava frustrado e nem era o “FIM DO MUNDO“!


Na escola tinha bons e maus alunos. Uns passavam e outros eram reprovados. Ninguém ia por isso a um psicólogo ou psicoterapeuta. Não havia a moda dos superdotados, nem se falava em dislexia, problemas de concentração, hiperatividade. Quem não passava, simplesmente repetia de ano e tentava de novo no ano seguinte!


As nossas festas eram animadas por radiolas com agulhas de diamantes deslizando sobre os discos de venil, luz negra e um delicioso coquetel feito de groselha e maçã em cubinhos.

Tínhamos: Liberdade, Fracassos, Sucessos e Deveres. ...e aprendíamos a lidar com cada um deles!

A única verdadeira questão é: como a gente conseguiu sobreviver?

E acima de tudo, como conseguimos desenvolver a nossa personalidade?

Você também é dessa geração?

Se sim, então mande um e-mail deste texto aos seus amigos desse tempo,

e também aos seus filhos e sobrinhos, para que eles saibam como era no...Nosso tempo !

Sem dúvida vão responder que era uma chatice, mas ...


Como éramos felizes!!!

Yo Miles!

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Hospedagem e Montagem: Neide

Yo Miles! é um grupo formado pelo guitarrista Henry Kaiser e pelo trompetista
Wadada Leo Smith, onde reinterpretam as composições de Miles Davis
daquela sua maravilhosa fase que vai mais ou menos
de 1972 a 1975 (pode chamar de tributo, se assim quiser),
abrangendo o Get Up With It, Jack Johnson, Big Fun, e por aí vai...
Para quem estiver conhecendo o blog agora e tiver curiosidade sobre esta fase de Miles,
já postei os álbuns Big Fun, On the Corner e Live-Evil aqui no Lágrima, todos acompanhados de textos retirados de sua autobiografia.
Basta digitar o nome de cada álbum no campo de busca ali no topo do blog que você será redirecionado direto aos posts.

NESTE ÁLBUM HÁ UMA VERSÃO SIMPLESMENTE MATADORA DA FAIXA MOJA!!!
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“Yo Miles! Foi além do fundamental com canções que respiram o espírito de Miles Davis para criar um clima que ressoa com uma chama e essência próprias.
As explorações de Kaiser e Smith pelo complexo eletro-funk de Miles revisitam o pavor e expandem a beleza.” (All About Jazz)


Yo Miles! (1998)
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WADADA LEO SMITH - TRUMPETS
HENRY KAISER - GUITAR
NELS CLINE CHRIS MUIR - GUITAR
WALLY INGRAM, LUKAS LIGETI - DRUMMER / PERCUSSIONISTS
MICHAEL MANRING. - BASS GUITAR

Convidados:

PAUL PLIMLEY - PIANO/ORGAN
GREG GOODMAN - PIANO
JOHN MEDESKI - ORGAN
BRUCE ACKLEY, STEVE ADAMS, LARRY OCHS,
JOHN RASKIN, GEORGE BROOKS - SAX
OLUYEMI THOMAS - BASS CLARINET
FREDDIE ROULETTE - LAP STEEL GUITAR
ELLIOTT SHARP - GUITAR
BOB BRALOVE - ELECTRONIC KEYBOARD

Disc 1
1. Big Fun/Hollywood 04:03
2. Agharta Prelude 13:04
3. Miles Dewey Davis III Great Ancestor 11:01
4. Black Satin 07:56
5. Ife 35:33
6. Maiysha 08:17

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Disc: 2
1. Calypso Frelimo 25:40
2. Moja-Nne 10:12
3. Themes from Jack Johnson: Yesternow/Right Off/Interlude/Tune in 34:21
4. Wili(For Dave) 09:42



Wadada Leo Smith, trompetista, multi-instrumentista, compositor e improvisador, nasceu em Dezembro de 1941 em Leland, Mississipi. Há mais de 30 anos que toca e compõe, sendo nos dias de hoje uma das figuras mais respeitadas da música criativa contemporânea tendo um estilo de tocar seco e contido que contrasta com a forma de tocar do seu colega da AACM Lester Bowie. Antes de se dedicar ao trompete, Leo Smith tocou bateria, mellophone e corne francês. Recebe a sua formação musical com o pai, na escola militar e, de 1967 a 1969, estuda na Sherwood School of Music. Aos treze anos começa a interessar-se pelos Delta Blues e pela música tradicional improvisada. Estudou música Africana, Japonesa, Indonésia, Europeia e Americana, e desenvolve uma teoria para o jazz e a música do mundo, e um sistema de notas para expressar condignamente os pressupostos teóricos que enumerou. Chama-se “Ankhrasmation”.
Uma das mais importantes facetas do seu trabalho é a de educador. O trabalho de Wadada Leo Smith foi ainda reconhecido em inúmeras ocasiões, através da atribuição dos mais variados prémios e comendas. De referir que esse reconhecimento foi feito no mundo inteiro e não só nos Estados Unidos. A Europa e o Japão encontram-se entre aqueles que prestaram tributo ao contributo de Leo Smith para a cultura em geral e para a musica em particular.Como compositor trabalhou em peças para solo, para ensemble, para orquestra clássica e creativa e ainda para trabalhos de palco. Tocou com Muhal Richard Abrams, Anthony Braxton, Leroy Jenkins, Roscoe Mitchell, Lester Bowie, Richard Teitelbaum, Joseph Jarman, George Lewis, Cecil Taylor, Andrew Cyrill, Oliver Lake, David Murray, Don Cherry, Ed Blackwell, Peter Kowald, Han Bennink, Misha Mengleberg, Marion Brown, Charlie Haden, Malachi Favours e Jack DeJohnette, entre muitos outros e a sua musica é tocada por muitos e prestigiados ensembles desde 1969.” (Texto retirado daqui)

Henry Kaiser, aclamado guitarrista experimental americano, nasceu em Oakland, California, em 19 Setembro de 1952. Está sempre percorrendo EUA, Europa e Japão com suas apresentações.
Sua excepcional versatilidade pode ser notada através da seguinte lista de artistas com quem já gravou : Herbie Hancock, Richard Thompson, David Lindley, Bob Weir, The ROVA Sax Quartet, Elliot Sharp, John "Drumbo" French, Raymond Kane, Michael McClure, Bill Laswell, Steve Lacy, Fred Frith, Barbara Higbie, John Abercrombie, Leo Smith, moe., Negativland, Michael Stipe, Terry Riley, Jim O'Rourke, Ryuichi Sakamoto, Sergei Kuriokhin, Zero, Critters Buggin', Diamanda Galas, Sonny Sharrock, Hans Reichel, Chris Cutler, Henry Cow, John Zorn, Andy West, David Torn, Bill Frisell, Joey Baron, Davey Williams, Eugene Chadbourne, Evan Parker, Sang-Won Park, Material, The Golden Palominos, Victoria Williams, Jin-Hi Kim, John Oswald, Glenn Phillips, Toshinori Kondo, John Stevens, Tom Constanten, Kiyohiko Senba, Bruce Anderson, Sang-Won Park, Yuji Takahashi, John Medeski, Zoogz Rift, Ngoc Lam, Dama Mahaleo, Merl Saunders, Freddie Roulette, Mari Kimura, Harvey Mandel, Danny Carnahan, Robin Petrie, Rakoto Frah, Rossy, Alan Senauke, John Tchicai, George Lewis, Kazumi Watanabe, Peter Brotzmann, Zero, Bob Bralove, Greg Allman, Billy Kreutzman, Jerry Garcia, Miya Masaoka, Miroslav Tadic, Cecil Taylor, and Amos Garrett. "


Van Gogh – Cartas a Théo IV

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Continuando...

Mas Cartas nos contam também de suas múltiplas alegrias. Alegrias das cores, da luz; alegria por finalmente instalar uma casa, a “casa dos amigos”, iluminada por uma decoração em que o dominante é a cor da pura afeição, o amarelo triunfal, alegria em ver chegar o primeiro dos amigos, Gauguin. Apenas uma destas cartas talvez deixe entrever a iminente catástrofe. A seguir a correspondência cessa bruscamente – para só reiniciar quinze dias mais tarde. É que, neste intervalo, estourou o drama. Na noite de Natal, Vincent lançou seu copo à cara de Gauguin. À noite, ele decepa um pedaço de sua orelha e leva-a, bem embalada, para o outro vértice deste amargo triângulo amoroso: uma prostituta do bordel que ele freqüentava. Vincent está louco.
Conduzem-no ao hospital (em Arles). E lá, entre duas crises, este homem surpreendente reencontra seu gênio, e pinta.
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Pinturas correspondentes ao período em que estava internado em Arles

Óleo – Self-Portrait with Bandaged Ear (Arles, janeiro 1889)

Óleo – Starry Night Over the Rhone (setembro, 1888)

Óleo – Flowering Garden with Path (julho, 1888)

Óleo – The Sower (outubro,1888)

Óleo – Ward in the Hospital in Arles (abril de 1889)

Óleo – Portrait of Doctor Felix Rey (Arles, janeiro 1889)
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A 7 de janeiro, ele retorna para casa. Mas lá, revê apenas sombras, primeiro a sua própria; a seguir, a do amigo que partiu. E a vida torna-se então dolorosa. Alucinações se sucedem, obcecam-no, aterrorizam-no. Ele é possuído pelo pior dos sofrimentos: a angústia. As Cartas tornam-se pungentes.
Perseguido em Arles por uma população que agora o teme e se assusta à sua vista, perseguido pela angústia da próxima crise, ele se decide, sob os insistentes conselhos de Théo e do pastor Salles, a entrar no asilo de Saint-Rémy.
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Continua...
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Ah sinto muito, as pinturas do período de Saint-Remy, mostrando internos em exercício no pátio e tudo mais merecem um capítulo especial, vou fechar este por aqui mesmo.
Há! Há! Há! É Neide, você está se empolgando muito com a história do nosso Van Gogh, as cartas mesmo vão chegar lá pela parte 500, desse jeito...
E agora, vamos a um pouco de Yo Miles!?''
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Secret Service

Montagem: Mr Bad Guy

Em 1979, Ola Håkansson, então vocalista do Ola & the Janglers e administrador da Sonet Records, se juntou com Tim Norell e Ulf Wahlberg e escreveram alguns canções para particpar do Melodifestivalen, uma competição de música popular sueca. Eles não ganharam mas decidiram continuar e mudou o nome da banda de Ola+3 para Secret Service. Além Ola Håkansson (vocais), Tim Norell e Ulf Wahlberg (teclados), incluíram Tony Lindberg (guitarra), Leif Paulsen (baixo) e Leif Johansson (bateria). Norell, escreveu junto com Håkansson a maioria das canções da banda, porém, não apareceu com eles em fase ou nas coberturas de álbum. O primeiro single do Secret Service " Oh Susie " se tornou um sucesso na Suécia e vários países da Europa e América do Sul. No mesmo álbum surgiu outro sucesso, " Ten O'Clock Postman, " que estourou na Escandinávia.

Outros sucessos seguiram, como o synthpop "Flash in the Night" (1982), que esteve nas paradas de todo o continente europeu. na metade dos anos 80, Norell e Håkansson começaram a produzir e escrever canções para outros artistas. O dueto de Ola Håkansson com a ex- ABBA Agnetha Fältskog "The Way You Are" se tornou um "golden single" na Suécia. Em 1987, Håkansson, Norell, e Wahlberg lançaram "Aux Deux Magots", o último álbum do Secret Service. Os outros membros da banda foram substituídos pelo multi-instrumentista Anders Hansson e o baixista Mats A. Lindberg. Hansson fez com Håkansson e o seu companheiro Norell o que seria conhecido como o "Megatrio", uma espécie de Stock-Aitken-Waterman sueco. Em 1992, Håkansson e os sócios da Stockholm Records arriscaram uma união com a PolyGram. Eles produziram alguns artistas como "Army of Lovers", " Cardigans", entre outros.


Retrospective

01. Oh Susie
02. Ten O'Clock Postman
03. L.A. Goodbye
04. Flash in the Night
05. Ye Si Ca
06. Dancing in Madness
07. Don't You Know Don't You Know
08. King & Queen
09. Broken Hearts
10. Cutting Corners
11. Don't Go Away
12. Jo Anne Jo Anne
13. When The Night Closes In
14. Let Us Dance Just a Little Bit More
15. Friday Night
16. I Know
17. Crossing a River
18. Angelica & Ramone
19. The Way You Are
20. Cry Softly


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Sábado, 26 de Maio de 2007

Celtic Frost – To Mega Therion

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Hospedagem e Montagem: Neide
Texto: Whiplash


“Celtic Frost, formado na Suíça em 1984, causou furor na mídia especializada quando colocaram no mercado este seu terceiro registro de nome “To Mega Therion”. Graças a esta pérola do black metal oitentista, este grupo ainda consegue gerar enorme influência no underground metálico mundial até os dias de hoje.
Tom Warrior, seu mentor, já era membro ativo na cena black metal com o conjunto Hellhammer, porém, sua sede de desenvolvimento artístico fê-lo montar o Celtic Frost, musicalmente mais maleável e que começou a angariar um representativo número de apreciadores de sua arte desde seu debut, o bastante cru “Morbid Tales”. Lançam ainda em 1985 um EP chamado “Emperor's Return”, sempre conquistando mais adeptos.
Porém, a essência da banda está realmente aqui, em “To Mega Therion”. Totalmente gravado em Berlin por Horst Müller no estúdio Casablanca no ano de 1985, tudo neste disco chama a atenção, a começar pela belíssima e totalmente anticristã arte da capa. A considero uma das mais inteligentes já feitas dentro do estilo, apresentando o demônio segurando uma imagem de Jesus em posição de crucificado. Esse Cristo serve como uma funda, uma arma, visando o observador. O Mal usando o Bem para atingir o Homem, numa excelente abordagem que dá o que pensar (
esta capa foi feita pelo grande H.R.Giger, que já citei aqui em outros posts).
Além de Thomas Gabriel Warrior na voz e guitarra, este disco contou com a participação de Reed St. Mark na bateria e Martin Eric Ain (também ex-Hellhamer) no baixo em algumas poucas faixas, pois a relação deste com Tom não estava em sua melhor fase. As linhas de contrabaixo da grande maioria das canções ficaram ao encargo de Dominic Steiner.
Musicalmente, muita coisa era diferente na época de seu lançamento. Celtic Frost fez com que “To Mega Therion” fosse o primeiro disco de música extrema a inserir efeitos de orquestrações e vocalizações femininas em seu black metal. Esta linha musical foi a maior herança que deixaram para a próxima geração de bandas européias, sendo seguido por Bathory em alguns destes aspectos e massificando-se depois de uns 10 anos, com a aparição do black metal sinfônico e o gothic metal.
“To Mega Therion” trazia canções relativamente rústicas, porém donas de uma frieza e densidade espantosas, graças aos riffs cavalares e eficazes que são uma das marcas registradas deste disco. A introdução bombástica e sinfônica de “Innocence And Wrath”, com seu rufar de tambores, são um excelente prenúncio para a poderosa “The Usurper”, Heavy Metal direto e sem concessões.
O lado sinfônico continua na sombria “Dawn Of Meggido” e na última faixa, “Necromantical Screams”, que apresenta a bela voz feminina operística e que é uma aula de música obscura e gótica. Fazendo contra-peso com esta inesperada faceta musical que o Celtic Frost apresentava, as outras canções que compõem este registro já vão numa linha musical que mistura bem o som de Motörhead e Venon. "Circle Of The Tyrants", a mais pesada, é um ótimo exemplo do poder de fogo do Celtic Frost, seguido de perto pelas outras faixas, sejam velozes ou cadenciadas.”
Escrito por Ben Ami Scopinho
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Celtic Frost – To Mega Therion (1985)
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01. Innocence And Wrath
02. The Usurper
03. Jewel Throne
04. Dawn Of Meggido
05. Eternal Summer
06. Circle Of The Tyrants
07. (Beyond The) North Winds
08. Fainted Eyes
09. Tears In A Prophet's Dream
10. Necromantical Screams

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Van Gogh – Cartas a Théo III


Continuando...

“Sua estadia se prolonga. Nas duas peças que o sacristão da igreja católica lhe aluga, ele instala um ateliê. E este incansável trabalhador não se concederá nenhuma trégua. Amontoam-se retratos e paisagens. Um amor ainda, um noivado, rompido pelos pais da moça... o tempo escoa. Em 27 de março de 1885, o pastor Van Gogh (seu pai) morre subitamente, retornando de um passeio, á porta de sua casa.
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Óleo – Old Tower in the Fields (julho de 1884)

Óleo – Autumn Landscape at Dusk (outubro-novembro 1885)

Óleo - Flying Fox (outubro-novembro 1885)
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Em novembro Vincent volta à estrada. Vai para Antuérpia: acabou-se a Holanda. Em Antuérpia, uma dupla revelação: a arte de Rubens e a arte japonesa, através das estampas.

A seguir, dois exemplos da força da Arte de Rubens...
as figuras literalmente passam a impressão que vão desprender-se da tela e vir
ao nosso encontro, tamanha a perfeição.
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Rubens - Cimon and Pero (Óleo 1630)

A Morte de Sêneca (1615)
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Voltando ao nosso Van Gogh...
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Óleo – Japonaiserie (setembro-outubro 1887)
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A partir de agora, as estampas se precipitarão. Em março de 1886, ele está em Paris. Reencontra Théo.
Théo é o diretor da casa Goupil, na rua Montmartre. Acolhe o primogênito como uma criança. Ambos morarão juntos, no pequeno apartamento de Théo, rua de Laval, hoje rua Jean Massé.
Vincent permanecerá por dois anos em Paris, de março de 1886 a fevereiro de 1888. Naturalmente, a preciosa correspondência se interrompe. Para recomeçar imediatamente após a separação dos dois irmãos.
E o que faz Vincent em Paris? Primeiro acha que tem que se instruir. Vai humildemente para a escola, entra no ateliê de Cormon. Demonstra uma aplicação quase comovente. Passa seu tempo nos museus, especialmente no Louvre, faz cópias de Delacroix de Millet. Mas logo abandona o ateliê Cormon – sentindo que lá ele não tem o que aprender – e começa a trabalhar ao ar livre, à maneira dos impressionistas que ele tanto admira. Parte pelas manhãs, uma tela às costas, a caixa de cores nas mãos. Instala-se onde melhor lhe aprouver, antes de mais nada o mais próximo possível de seu objeto. Montmartre o seduz muito, suas ladeiras tortuosas, suas tavernas, seus moinhos – tudo o encanta. Ele pinta todos os aspectos desta imensa “aldeia”. A seguir, amplia suas investigações, vai até os limites da cidade, atinge o subúrbio. No verão, ele passa seus dias à beira do Sena, em Saint-Cloud ou Neuilly.
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Óleo – Montmartre: Quarry, the Mills (Paris,outono 1886)

Óleo – Skull (Paris, 1887-1888)
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Óleo – The Seine Bridge at Asnières (Paris, Summer 1887)
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Às vezes vai ao encontro de seu irmão no escritório dele; mas a esta casa acadêmica ele prefere a lojinha do “pai” Tanguy, este admirador de Cézanne, de Renoir. Freqüentam-na Signac, Seuret, Gauguin uma dos mais influentes – Gauguin, de quem Vincent torna-se muito amigo. As noites, ele as passa em companhia de seus novos amigos, muitas vezes no cabaré do Tambourin, dirigido por uma antiga modelo de Gérôme, la Segattori (Agostina Segattori sentada no Café Tamborin, Rijksmuseum Vincent Van Gogh, Amsterdam). Logo uma grande intimidade liga Vincent a Segattori, intimidade que se romperá certa noite, não sem violência

Agostina Segattori sentada no Café Tamborin (Paris, fevereiro-março 1887)
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Contudo a luz e a cor tinham seduzido Vincent. Atormenta-o o desejo de mais luz e de uma cor mais brilhante. Além disso, nada mais tinha a aprender em Paris. Decide-se então, talvez a conselho de Toulouse Lautrec, a ir para o sul (mais tarde em 1887, Vincent teria novo encontro com Toulouse Lautrec, que o retrataria num almoço em Montmartre). “É no Midi”, declara um dia a Émile Bernard (1868-1941, parisiense, pintor impressionista amigo que fez a aproximação de Vincent com Gauguin e Lautrec), “que é preciso instalar o ateliê do futuro”. No dia seguinte ele parte para Arles.
No próprio dia da chegada – provavelmente em 20 de fevereiro – ele escreve a Théo. A partir de então as cartas recomeçam, e seguem-se quase que diariamente. Nestas cartas, escritas em francês – Vincent considera-se já há muitos meses um francês - , ele diz tudo. Como nas cartas anteriores, escritas em holandês, seu texto continua duro, ruim. Este grande pintor jamais teve o dom da palavra . Em seu estilo entrecortado e reticente, ele fala de suas idas e vindas, de seu método de trabalho, das características da região, do grande sol, dos hábitos das pessoas, de suas leituras, de sua casa, e finalmente de seu sonho de fundar com os amigos um ateliê comum. Nelas também seguimos o despertar de uma crescente exaltação, sob a ação de um sol ardente. Ele desenha e pinta sem parar e, tarde da noite, escreve. Nos poucos meses que se seguem – de março a dezembro de 1888 – constrói uma obra artística prodigiosa, e um verdadeiro testamento literário: pois, mesmo sem escrever bem, Van Gogh impregna suas cartas de tamanho vigor e energia que elas terminam por tornar-se um documento tão admirável quanto os diários de Kafka ou Dostoievski.”

Continua...

Puxa, não sei por quê comecei a lembrar de 1987, quando um amigo em comum (meu e de minha irmã) apareceu com uma fita cassete em estado cientificamente questionável, todo eufórico nos dizendo: “vocês precisam ouvir esta banda!!”
Levamos a tal fita pra casa e ficamos bem impressionadas com o que ouvimos...
Era de uma banda chamada Celtic Frost, com um disco de nome To Mega Therion...
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The Knack

Montagem: Mr Bad Guy


Grupo norte-americano formado no final dos anos 70 por Doug Fieger (vocais e guitarra), Berton Averre (guitarra), Prescott Milies (baixo) e Bruce Gary (bateria). No princípio, foram acusados de imitarem os Beatles, mas nunca negaram essa influência, assim como a do rock dos anos 50, dos Rolling Stones e dos Sex Pistols. Seu primeiro LP (Get the Knack) ganhou um disco de platina e o grupo já foi premiado com dois Grammies.A maior parte do repertório é composto por Doug Fieger e Berton Averre e The Knack considera o rock uma música alegre e bem-humorada, transmitindo esse espírito ao seu trabalho.



The Retrospective: The Best of the Knack

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01. My Sharona
02. Your Number or Your Name
03. One Day at a Time
04. Hard Way
05. Good Girls Don't
06. (She's So) Selfish
07. Just Wait and See
08. Baby Talks Dirty
09. We Are Waiting
10. I Want Love
11. Africa
12. Can't Put a Price on Love
13. Rocket O' Love [Demo Version]
14. Another Lousy Day in Paradise
15. Sweet Dreams
16. Don't Look Back
17. Pay the Devil (Ooo, Baby, Ooo)


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Sexta-feira, 25 de Maio de 2007

Queen

Hospedagem : Bliss
Montagem : JH II
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Visite o site official da banda : Click

Uma das maiores bandas de rock and roll, já postada várias vezes aqui no L.P., capte este álbum "Queen Jazz" , ouça analise e dê a sua opinião nos comentários,. Ah! você já ouviu o álbum? Então diga para nós o que achou, ok?




Queen - Jazz


Tracks

1 Mustapha
2 Fat Bottomed Girls
3 Jealousy
4 Bicycle Race
5 If You Can't Beat Them
6 Let Me Entertain You
7 Dead on Time
8 In Only Seven Days
9 Dreamers Ball
10 Fun It
11 Leaving Home Ain't Easy
12 Don't Stop Me Now
13 More of That Jazz

No Pass
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Psychedelic Jazz and Funky Grooves - '60's and '70's Jazz and Soul

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Hospedagem e Montagem: Neide


Imagine uma compilação com 17 pérolas do jazz e soul, todas raridades dos arquivos da Chess Records regadas à bastante psicodelia.
Uma verdadeira jóia, não acha? Pois aqui está...
Tem uma música do Waters que adoro neste disco,chamada Tom Cat.
Baixem pessoal, baixem porque é um material muito, muito bom.

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Psychedelic Jazz and Funky Grooves - '60's and '70's Jazz and Soul
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01 - Rotary Connection - Tales Of Brave Ullysess 04:33
02 - Phil Upchurch - Cross Town Traffic 03:53
03 - Woody Herman - I Can't Get Next To You 02:54
04 - Marlene Shaw - Woman Of The Ghetto 06:00
05 - Dorothy Ashby - Afro Harping 03:01
06 - The Soulful Strings - Listen Here 03:00
07 - Ramsey Lewis - Do Whatever Sets You Free 08:00
08 - Solomon Burke - Thanks I Needed That 04:07
09 - Reuben Wilson - Tight Money 05:12
10 - Woody Herman - Its Your Thing 03:03
11 - John Klemmer - Third Stone Frome The Sun 04:10
12 - Solomon Burke - Everlasting Love 04:12
13 - Bo Diddley - Bad Trip 05:53
14 - Muddy Waters - Tom Cat 03:38
15 - The Soulful Strings - I Wish It Would Rain 02:57
16 - Ramsey Lewis - Les Fleur 05:11
17 - Rotary Connection - I Am The Black Gold Of The Sun 05:41
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Van Gogh – Cartas a Théo II

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Em consideração ao Mutumutum, desenhista promissor
que nos visita,
alterei um pouco o formato da segunda parte, dando preferência por ilustrar com desenhos, ao invés das pinturas...
Quem sabe não lhe servem de inspiração para o seu trabalho?

Neide

Old Woman Asleep (1873)

Continuando...

...Resta-lhe um caminho a tomar. Alguém que não possa educar-se na arte, pode, ao menos, se quiser, tornar-se um justo aos olhos de Deus ( para esta situação específica, ou seja, uma pessoa que teve fortíssima influência religiosa desde cedo, nada mais natural que venha a pensar assim) “Sinto-me atraído pela religião”, escreverá ele a Théo. “Quero consolar os humildes. Acredito que o ofício de pintor ou de artista é belo, mas creio que o ofício de meu pai é mais sagrado. Gostaria de ser como ele...” Abandona a escola de Isle Worth e passa a servir um pastor, Mr. Jones. Ei-lo pregador. Mas não tem nenhum preparo, nenhum dom de oratória. Despedem-no. Novamente no Natal bate à porta da casa paterna, fracassado, outra vez.
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Canal (Autumn 1872-Spring 1873)
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Novamente o tio Vincent, de Princehage (por isso coloquei as fotos familiares na montagem anterior, são muito citados) encontra-lhe um modesto emprego de escriturário numa livraria em Dordrecht. Ele aceita, e toma a resolução de transformar totalmente sua vida. “Não estou só”, diz ele, “pois Deus está comigo. Quero ser pastor. Pastor como meu pai!” Este apelo, repetido, não ficaria sem resposta. O pastor Van Gogh reúne um conselho de família. Concordam em enviar Vincent à Universidade de Amsterdam. Lá, ele residirá na casa de um de seus tios, na Marineweff. Imediatamente Vincent atira-se aos estudos. Mas estudar torna-se para ele uma tortura. De maio de 1877 a julho de 1878, se consome em esforços...para afinal abandonar os estudos e voltar, uma vez mais, à porta da casa de Etten.
Desiste da Universidade. Resolve que quer ser missionário entre os pobres mineiros do Borinage. Para isto, basta-lhe seguir durante 3 meses os cursos da escola preparatória evangelista de Bruxelas. E, portanto, vai a Bruxelas. Lá, as mesmas dificuldades. Vincent conhece mal o francês e não tem nenhum dom de oratória. Não é nomeado. O pai acorre junto ao filho desamparado. Finalmente dão a Vincent uma missão de 6 meses.
Nos últimos dias de dezembro, as pessoas do burgo de Paturages, próximo a Mons, vêem chegar um homem vestido com roupas muito simples. Sabem que ele está hospedado em casa do mascate Van der Haegen, que é pastor, e que vem da Holanda. Logo, todos já o conhecem. Ele visita os doentes e os reconforta, lê para eles o Evangelho. Algum tempo depois, deixa Paturages para ir a Petites Wasmes, a algumas léguas dali.
Wasmes é o coração do Borinage, o centro do “país negro”, das minas de carvão, sucessão de colinas cortadas por barrancos em terra viva nos quais, aqui e ali, aparece a hulha (carvão). Ao sul, grandes bosques fecham o horizonte. Nesta região, há séculos, vive um grupo de homens que passa metade de suas vidas agitando-se nas entranhas da terra. Esta atividade subterrânea revela-se à superfície do solo: vêem-se altas gaiolas, grandes pirâmides negras, duas vezes mais altas que as casas, clarões avermelhados sobre os quais flutuam vapores cinzentos e fumaças sombrias. Uma paisagem humana que não deixa de ter sua grandiosidade. À noitinha as janelas do botequins se iluminam, enquanto que as mulheres, ao fundo, ocupam-se de suas cozinhas. Esses mineiros são pobres mas suas vidas não são apenas misérias e provações. Vincent, no entanto, só vê tristeza e opressão. E, na intenção de aliviá-las, dedica-lhes o zelo de um apóstolo. Entrega-se por completo à sua exaltação mística. Passa a viver numa cabana de tábuas, dorme na terra nua, usa um velho camisão de soldado; cuida dos doentes de tifo, despoja-se até de suas roupas. No entanto, ele é mau pregador e seu comportamento, londe de levar os mineiros à virtude, os impressiona e escandaliza. Ao mesmo tempo ele continua a desenhar nos poucos momentos livres que se permite.
Entretanto sua missão não é renovada pelo Consistório (assembléia de religiosos). Novamente, Vincent está perdido. Volta a pé, sem um tostão, detém-se em Bruxelas na casa de um amigo, e a seguir, em agosto de 1879, mais uma vez vai bater á porta da pobre casa de Etten.
Só que agora não há mais lugar na sua casa. Conseguirá viver só? Ele parte, o cajado nas mãos, mochila às costas, de volta ao Borinage.
Começa então o mais sombrio período de sua vida. Ele caminha aqui e ali, sob o vento do outono, sob o vento do inverno. Dorme à beira dos caminhos, em celeiros, debaixo de carroças. E de que vive? Do pouco dinheiro que Théo lhe envia (pouquíssimo, diga de passagem...). Théo chega até a achar meios de encontrá-lo, de dizer-lhe algumas palavras esperançosas, de encorajá-lo enfim em sua vocação de pintor. Vincent caminha durante oito dias para ir a Carrières ver Jules Breton, a fachada imponente da casa o intimida a ponto de não ousar bater à porta. Volta a Cuesmes. A seguir, na primavera, retoma o caminho para o norte, e volta a Etten...Algumas semanas depois, está novamente no Borinage.
Apesar de todas as dificuldades e angústias ele, enfim, acredita ter descoberto o seu caminho: será pintor, nada mais que pintor!! (e por quanto sofrimento e desvalorização ele teve que passar para se aperceber disso...)
É julho de 1880 quando ele escreve a carta na qual abre-se profundamente a Théo, na qual descreve a horrível angústia em que se encontra, suas lutas, seus desesperos, e também sua esperança radiante (esta será a primeira, das várias cartas do livro, que transcreverei na íntegra nos próximos posts). Teria alguém jamais escrito apelo tão comovente, tão dilacerante? Théo ficou profundamente emocionado. E ficou também completamente convencido. A partir de então, se dedicará inteiramente ao irmão. Esta ajuda, que até o momento lhe dedicara por pura afeição, agora compromete-se a continuá-la para sempre, porque confia. Acredita realmente em Vincent. E é graças a esta confiança que o gênio de Vincent aparecerá.
Desde então, eles tornam-se ainda mais ligados. A correspondência fica mais freqüente ainda; não se passa uma só semana, e logo um só dia, sem que o coração tumultuado de Vincent não se derrame: é um diálogo ininterrupto. Vincent relata tudo o que vê, tudo o que faz, tudo o que pensa.
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Miners In the Snow at Down (Esboço tirado de uma carta, agosto de 1880)

Outubro de 1880. Vincent instala-se em Bruxelas. Ali permanece até abril, retornando a Etten, onde sabe que reencontrará Théo. Ficará em Etten até dezembro. Mas estoura um novo drama: ele se apaixona por uma prima. Declarações, recusas, desespero – aos quais vem se acrescentar a cólera paterna. E Vincent torna a partir. Antes mesmo do Natal está em Haia, onde se aconselha e aprende com seu primo, o pintor Mauve.
A Mauve pertencerá a honra de ter reconhecido o talento nascente de Vincent. Mauve faz tudo o que pode por seu primo. Encontra-lhe hospedagem, arruma-lhe trabalho. Mas um dia o caráter ferozmente independente de Vincent se revela mais uma vez – e vem a briga.


The Angelus (outubro de 1880, Bruxelas)

French Peasant Woman Suckling her baby (Etten or Brussels Winter-Spring 1880-1881)
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Em fevereiro, numa noite de vadiagem, ele encontra uma mulher bêbada, que se propõe a posar para ele. Ele a leva ao ateliê, juntamente com sua filha, e começa então a banal e lamentável aventura que durará cerca de vinte meses. “Sien”, como era conhecida Clasina Maria Hoornik, desaparece finalmente de sua vida em setembro de 1883, mas marcará a vida do pintor pelo sofrimento eternizado em pungentes desenhos da série “sorrow”. E Vincent interna-se, no norte, na região de Drenthe. Antes do Natal, ele mais uma vez baterá á porta da casa paterna em Nuenen. Será a última.

Continua...
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Sien With Cigar Sitting on the Floor Near Stove (abril de 1882)

Sien Nursing Baby (The Hague – Setembro de 1882)

Desenho pertencente à série “Sorrow” (abril de 1882) ''

Quinta-feira, 24 de Maio de 2007

Os olhos que nos olham...

Aqui é o mesmo cara do primeiro comentário aquele dia era a primeira vez que visitava o blog e fiquei muito ansioso querendo ver tudo ao mesmo tempo e entender seu funcionamento talvez por isso meu comentário tenha saído com muitos erros e pouco explicado, desculpe. Mas falando com mais calma, estou realmente impressionado com a qualidade do material e com a dedicação de todos vocês.

Acho muito boa esta iniciativa de todos para traçar um paralelo entre filosofia, música, e arte pelo menos é assim que estou percebendo. Já vi que vai demorar muito tempo até eu conseguir olhar todos os arquivos já que não tenho computador em casa (tenho visto daqui da Neide enquanto passo uma chuva na cidade dela).

Mas queria mais uma vez deixar meu agradecimento, pela chance de conhecer um trabalho tão bonito (agora entendi porque minha amiga me falava tanto).

PARABÉNS A TODOS VOCÊS SÃO DEMAIS!!

Cláudio



Mano Cláudio, nós só queremos compartilhar o que conhecemos, e se isso se apresenta, ou melhor se manifesta na forma de "belo" é sinal que os olhos que nos olham, sabem ver o que buscamos ter...

Tudo de bom mano,

Johnny F

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REDBONE-MESSAGE FROM A DRUM(1972)

Originalmente postado no Gravetos & Berlotas em 20/02/2007





Antes de mais nada, um pouquinho de wiki: redbone é um termo jocoso da área de New Orleans para designar mestiços, principalmente quando a raça indígena é um dos ingredientes. E a banda REDBONE é, básicamente, fruto direto desta mistura. A REDBONE surgiu em 68, em LA, através dos irmãos Pat(baixo, vocais) e Lolly Vegas(guitarra, vocais) -originalmente Vasquez. A eles, juntaram-se Tony Bellamy(guitarra, teclados, vocal) e Pete DePoe(bateria, percussão, vocal). Com essa formação lançaram a maior parte de seus álbuns, sendo o mais aclamado este "MESSAGE FROM A DRUM", o 4º, uma verdadeira salada rítmica com r&b, soul, funky, latin, rock, jazz, fusion e...tambores e timbres índigenas. Impossível não se emocionar com a música-título dando as boas vindas -com tambores em marcação indígena e uma linda letra- a um trabalho tão especial. A sensação é de estar em uma marcha nômade de sioux ou lakotas no meio de um inóspito oeste.
A bolachinha desce redonda da primeira à última faixa mas o grande sucesso, e talvez muitos aqui o reconheçam, é "The Witch Queen Of New Orleans".
Posteriormente, em "WOVOKA", tiveram seu maior hit, "Come And Get Your Love", que toca em metade das comédias românticas que você assistiu nos últimos 15 anos, mas nenhum outro trabalho se compara a esta mensagem de um tambor. É quase um álbum conceitual que conta com um trabalho de guitarra fantástico de Lolly Vegas e o groove tribal de DePoe.
E a capa é um caso a parte, né não?
Consta que, recentemente, uma banda anunciou-se como REDBONE em uma série de shows pela área dos mal encarados aí de cima e quase foi linchada em taba...ooops!... praça pública. Também, que cara-de-pau...ou cara pálida...sei lá!

REDBONE-MESSAGE FROM A DRUM

Muitos programas de edição de som e vídeo, entre outras coisas... GRÁTIS!

Esse cara, o Eleutério (grande nome!), tem um blog incrível. Só vendo.
Há pouco eu vinha dizendo que o JH II seria o cara que acendeu o pavio do Big Bang, devido às maravilhosas postagens recentes (aquela do JAZZ foi pra arrebentar). Porém, devo reconhecer, JH II, que se você acendeu o pavio, quem acendeu o fósforo foi o Eleutério.

Visitem e tirem suas próprias conclusões. Se eu estiver exagerando, vocês já sabem que é porquê sou mesmo exagerado.

http://ronaldoeleuterio.blogspot.com/

(Aquele abraço, Dinhotakio!)

Van Gogh – Cartas a Théo I

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Montagem, pesquisa das imagens e transcrição: Neide

Os quadros de Van Gogh hoje são arrematados por milhões e milhões de dólares...
mas em quais condições o artista imprimia sua alma às telas?
Com estas cartas, poderemos ter algumas respostas...
Porém, as 2 ou 3 primeiras partes desta série de posts contarão um pouco de sua luta até chegar á pintura...e na sequência virão as cartas (pretendo ilustrar os textos na medida do possível).
Procurarei me esforçar para que as outras partes não fiquem muito grandes...
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Self Portrait In Front of the Easel - Paris Early 1888


Introdução do livro
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Hoje Van Gogh é cultuado. Mas, enquanto vivo, esse pintor de sóis silenciosos e girassóis de ouro vendeu apenas um quadro. Nas cartas ao irmão Théo, todo o relato de seu desespero.

No Brabante Holandês, algumas léguas ao sul de Bréda, a aldeia de Groot Zundert agrupa umas poucas casas. A região é levemente ondulada, entremeada de pântanos, atravessada por riachos, banhada por charcos. Ao redor, erguem-se árvores mirradas com troncos retorcidos. Não longe fica a fronteira com a Bélgica. Na direção nordeste situa-se Etten. A leste, depois de Bréda, fica Nuenen. Zundert, Etten, Nuenen, estas pequenas aldeias cujos nomes reaparecerão tantas vezes nestas Cartas, são os limites da região natal de Van Gogh.
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Seu pai, Theodore van Gogh

Sua mãe, Anna Cornelia
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É em Groot Zundert que ele nasce, em 30 de março de 1853 (signo de Áries). Seu pai, Theodore Van Gogh, era pastor; sua mãe, Anna –Cornelia Carbentus, era filha de um encadernador da corte. Família honrada e antiga: já nos séculos XVI e XVII , os Van Gogh eram eminentes burgueses. Muitos tinham o gosto pelas artes. No século XVIII encontramos em Haia alguns Van Gogh exercendo o nobre ofício de tirador de ouro. Outros tornaram-se comerciantes de quadros.
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Seus Irmãos:
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Theo (o alvo das cartas)

Willemina

Anna Cornelia

Elizabeth

Cornelius
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Vincent era o primogênito de uma família com 6 filhos. Bem jovem, ele demonstra um extraordinário interesse por tudo que o cerca, especialmente pela natureza. Dono de um caráter pouco sociável, vagueia solitário pelos campos. Nem Anne, nem Elisabeth, nem Wil e menos ainda seu irmãozinho Cor o acompanham. Entretanto ele às vezes – e cada vez mais – leva consigo Theodore, que tem 4 anos a menos que ele. Theodore, o “Théo”, já é o amigo e confidente.
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O menino Van Gogh (fotos tiradas entre 1866-1868)

Aqui, com 13 anos
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Quando completa 12 anos é internado no colégio da pequena cidade vizinha de Zevenbergen, retornando para casa somente nas férias de verão. Passam-se quatro anos sem que nada de excepcional aconteça em sua vida. Tudo começa aos 16 anos, em julho de 1869, graças ao tio Vincent – um antigo negociante de objetos de arte que gozava em Princehage de sua plácida aposentadoria -, o diretor da sucursal em Haia da prestigiosa Casa Goupil, importante galeria de arte da Europa, emprega o futuro pintor. Como vários Van Gogh do passado, ei-lo no comércio de quadros . É um empregado modelo: correto, consciencioso. Pouco a pouco, vai formando suas opiniões. De Haia é enviado, sempre pela Casa Goupil, a Bruxelas. Cada vez mais ele se interessa por tudo que vê, e freqüenta os museus reais. Lê muito – tudo o que lhe cai nas mãos, um hábito que ele manteria por toda a vida, mesmo nos tempos mais tumultuados em Arles.
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Blossoming Almond Branch in a glass with a book – early March 1888
(tela do período de Arles)
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Um dia, em agosto de 1872, Vincent vai ao encontro de seu irmão em Oosterwyck, perto de Helvoirt, pequena aldeia à qual seu pai fora chamado. Théo está então com 15 anos; mas já tem o espírito muito aberto e precocemente formado. Vincent descobre no irmãozinho quase um homem feito. A partir de sua volta começa a escrever-lhe. E é então que inicia esta correspondência que irá, sem interrupções, durar até sua morte – e da qual talvez sequer uma linha tenha-se perdido.
Em janeiro de 1873 é a vez de Théo começar a sua vida. Isto deixa seus pais preocupados, mas a família é numerosa e pobre. Um pensamento consola um pouco a sofrida mãe: Théo já é bem maduro para seus quinze anos. É dotado de muito boa vontade e bastante prudência. Ele parte para Bruxelas para também trabalhar na Casa Goupil. Mais um laço entre os dois irmãos: o paralelismo de seus destinos.
Em maio, Vincent é enviado para a sucursal de Londres. Acaba de completar vinte anos.
Lá, leva uma vida absolutamente tranqüila. As horas do dia são preenchidas com as mesmas ocupações, mas os dois irmãos estão distantes. Para ir ao escritório Vincent se apressa, mas volta vagueando. Na Inglaterra, ele tem mais tempo ao seu dispor do que na Holanda. Tem livres não apenas os domingos, mas também os sábados à tarde: a semana inglesa. E, sem percebê-lo, sem dar-se conta, sua vocação nascera e começa a se desenvolver. Ele se detêm para desenhar à beira do Tâmisa não apenas uma vez, mas centenas...e fica triste, ao voltar para casa e perceber que os desenhos não se assemelham a nada.
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O jovem Van Gogh, aos 19 anos
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Em julho de 1874 retorna para a Holanda. O pastor vê chegar um Vincent sombrio e atormentado: ele está apaixonado. A sra. Loyer, que dirige a pensão onde ele vive, tem uma filha, Ursula, pela qual Vincent apaixona-se. Ela se deixa cortejar, ele a pede em casamento e é repelido. Fica decepcionado, magoado, profundamente ferido. Contudo, durante estas poucas semanas que passa em Helvoirt, desenha bastante. Em meados de julho, volta a partir com sua irmã mais velha. Mas sente-se infeliz em Londres. Em outubro, por intervenção do tio de Princehage, é chamado a Paris.
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Tio Vincent, de Princehage
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Em dezembro, algumas semanas após sua chegada, volta bruscamente a Londres – em vão, pois não reencontra Ursula – e retorna a Paris. Sente-se desamparado, inquieto . Que fazer? Ele não sabe muito bem, e se pergunta sobre uma infinidade de coisas para as quais não tem resposta; perde-se em conjeturas. Um fato contudo parece-lhe evidente: a mediocridade de sua situação presente, e a certeza de um futuro também medíocre. Um pensamento de Renan o impressiona e o invade:
“Esquecer-se de si, realizar grandes coisas, atingir a generosidade, e ultrapassar a vulgaridade na qual se arrasta a existência de quase todos os indivíduos...”
Passam-se as semanas, chega o Natal, termina o ano. Ele não aguenta mais e foge para a Holanda – para voltar pouco depois e retornar bruscamente, em fins de março, para Etten. Em Paris, a Casa Goupil resolve despedir este empregado outrora exemplar e que se tornara detestável.
Bem que o pastor nota a mudança em suas idéias. Na verdade, Vincent quer ser um pintor. Mas é preciso ganhar a vida. A partir de um anúncio, entra como professor numa escola em Ramsgate, na Inglaterra. Chega lá em meados de abril. Em julho acompanha a escola, transferida para Isle Worth.
Está cada vez mais preocupado. Que fazer? Dedicar-se à pintura? Mas isso não seria uma loucura?

pp 07 a 10, continuarei amanhã com a parte dois, se assim o Grande Espírito permitir...

Os textos desta série de posts serão retirados daqui (escolherei algumas cartas do livro e as ilustrarei, não necessariamente em sua ordem cronológica):
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Quarta-feira, 23 de Maio de 2007

Bauhaus

Montagem: Johhny F

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Bauhaus é uma banda musical fundada em 1978 em Northampton, Inglaterra. Compostos pelo guitarrista Daniel Ash, o baixista David J, baterista Kevin Haskins que actuaram como trio até formarem quarteto com o vocalista Peter Murphy. Apoiados no descontentamento social pós-punk, reuniram características deste movimento musical criando uma sonoridade nova, mais de acordo com o período nuclear (guerra fria e cortina de ferro) e de crise económica que apelava à ausência de cores tal era a desconfiança no futuro! A despreocupação estética do punk deu lugar a uma nova valorização de estilos e conceitos neo-românticos e depressivos como fuga à ausencia de reais conquistas sociais. A idéia a principio, era satirizar elementos do Expressionismo, dando uma vertente de teatro aos filmes como Drácula. Inspirados no horror desses filmes criaram a música Bela Lugosi's Dead que acabou fazendo com que fossem considerados um dos fundadores do rock-gótico, criaram um estilo minimalista, experimental apoiado em guitarra reverberada e acordes frios e distantes de teclado. A voz de Peter Murphy é uma presença forte e contribuiu para o culto da banda. Em 2008 os Bauhaus lançaram um novo album de estúdio, "Go Away White", que garantiram ser marco final da banda.


1980 - In the Flat Field: Download

1981 - Mask:
Download

1982 - The Sky's Gone Out:
Download

1983 - Burning from the Inside:
Download

2008 - Go Away White:
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MARCELO NOVA e os KOYOTES – BOOMERANGUE – 02 DE JUNHO - SÁBADO

Email: Miguel Cordeiro
Postagem: Johnny F

A importância de Marcelo Nova para o Rock nacional é inquestionável! Quer seja como líder de uma das melhores bandas rockers do país, CAMISA DE VÊNUS quer seja como parceiro do saudoso e genial RAUL SEIXAS, o Rauzito, como também na sua carreira solo, em plena atividade.

No próximo dia 02 de Junho, sábado, na Boomerangue, uma das melhores e mais bem equipadas casas de shows de Salvador, localizada no Rio Vermelho a partir das 22 horas, por apenas R$20,00 e sem consumação obrigatória, todos os aficionados pelo estilo mais popular do mundo, o ROCK´N ROLL, poderão ver de perto a metralhadora cáustica e giratória desse senhor, MARCELO NOVA, desferir vários tiros certeiros contra todas as mazelas da sociedade baiana e brasileira sem dó nem piedade.

A banda de suporte será a veterana Koyotes, que é liderada por Miguel Cordeiro, músico, artista plástico e lendário grafiteiro criador do personagem Faustino e fez capa do LP Duplo Sentido, e é também co-autor do hit Simca Chambord. A banda Koyotes ficará responsável por executar todos os sucessos do cantor, desde a época do Camisa de Vênus até os tempos atuais, em quase duas horas de pura demolição da hipocrisia cotidiana.

Para iniciar o evento foi escalada a voracidade e acidez da banda baiana Sangria, que já dividiu palcos com vários grandes nomes do cenário rock nacional e que se prepara para gravar seu primeiro álbum previsto para este ano.

A noitada se completa com o Dj Leão, LION MAN ,desfilando vários hits do rock´n roll e Hard Rock setentista até raiar o dia.

Imperdível, Marcelo Nova e os Koyotes, de perto, quebrando tudo na Boomerangue em 02 de Junho a partir das 22 horas com abertura da banda Sangria e discotecagem de Leão, Lion Man. Aproveitem para comprar logo seu ingresso, pois o privilégio será para poucos.


SERVIÇO DO SHOW

Marcelo Nova e os Koyotes

Sangria

Dj Leão Lion Man

02 de Junho a partir das 22h

Boomerangue – Rio Vermelho

Ingressos limitados R$20,00

SEM CONSUMAÇÃO OBRIGATÓRIA

Classificação 18 anos

Já á venda:

Andarilho Urbano – Shopping Iguatemi – 3350-4533

Smile Stamps – Piedade – 3322-1907

Maniac Records – Pituba – 3354-1735

Informações:

8896-1735

Marcadores:

Dream Theater

Hospedagem : Bliss
Montagem : JH II

Uma da bandas do meu coração. Dream-Theater. Se ligue irmãos, esses caras são músicos impecáveis, podemos dizer : Super banda. É pegar ou largar, mas não em qualquer lugar.


Dream Theater - Systematic Chaos (2007) Advance

Tracks

1 In The Presence of Enemies Pt.1
2 Forsaken
3 Constant Motion
4 The Dark Eternal Night
5 Repentance
6 Prophets of War
7 The Ministry of Lost Souls

download part 1


download part 2

no pass

The Cars

Hospedagem : Bliss
Postagem : JH II

New wave, na veia e na véia. Lembram? Eu até que gostava de algumas canções. Metrô, Sempre Livre, Ritchie & companhia, Notorius. Menina veneno o mundo é pequeno demais prá nós dois (nossa!). Pegue este aqui , my boy e viaje, Back to the past...droid, android, ok computer.Welcome to the machine!!!???

The Cars - Foto do site da banda



Site da banda The Cars :
Click


The Cars - Complet Greatest Hits



Tracks

1 Just What I Needed
2 My Best Friend's Girl
3 Good Times Roll
4 You're All I've Got Tonight
5 Bye Bye Love
6 Moving in Stereo
7 Let's Go
8 It's All I Can Do
9 Dangerous Type
10 Touch and Go
11 Shake It Up
12 Since You're Gone
13 I'm Not the One
14 You Might Think
15 Drive
16 Magic
17 Hello Again
18 Why Can't I Have You
19 Tonight She Comes
20 You Are the Girl

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No Pass

The Moody Blues

Credits :Bliss
Postagem : JH II
Moody Blues

Este álbum é simplesmente delicioso. Ainda mais num dia cheirando a pólvora queimada. Então pegue-o antes que ele escape pelas suas mãos e você nunca mais o veja. Então, não deixe o metrô esperando o seu atraso, menino!

The Moody Blues - Collected (2007) Import - 3CD

Tracks

1 Nights in White Satin
2 Tuesday Afternoon (Forever Afternoon)
3 The Morning: Another Morning
4 Voices in the Sky
5 Dr. Livingstone, I Presume
6 Ride My See-Saw
7 Legend of a Mind
8 Lovely to See You
9 Never Comes the Day
10 Are You Sitting Comfortably
11 Dear Diary
12 Gypsy (Of a Strange and Distant Time)
13 Watching and Waiting
14 Higher and Higher
15 I Never Thought I'd Live to Be a Hundred
16 Candle of Life
17 Melancholy Man
18 Dawnings Is the Day
19 Question
20 The Story in Your Eyes
21 Emily's Song
22 Isn't Life Strange
23 I'm Just a Singer (In a Rock and Roll Band)
24 New Horizons
25 Blue Guitar
26 Remember Me (My Friend)
27 King and Queen
28 What Am I Doing Here
29 Raised on Love
30 Carry Me
31 Had to Fall in Lvoe
32 Driftwood
33 Forever Autumn
34 It's Not On
35 The Voice
36 Gemini Dream
37 Blue World
38 Your Wildest Dreams
39 The Other Side of Life
40 Vintage Wine
41 I Know You're out There Somewhere
42 Lean on Me (Tonight)
43 Say It with Love
44 Bless the Wings (That Bring You Back)
45 This Is the Moment
46 Strange Times
47 December Snow
48 Go Now
49 Boulevard de La Madelaine
50 From the Bottom of My Heart (I Love You)
51 Fly Me High
52 Cities
53 Love and Beauty
54 A Simple Game

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No Pass

Devo Boys III (Re-post)

Postagem original 03.03.2006

Postagem: Cacá

Clique aqui para acessar o que já foi publicado sobre o Devo Boys

Aí pessoal, tudo bem? Hoje vamos postar mais um link do Devo para vocês. Este álbum, lançado em 1982, fêz com que a banda tivesse sucesso mundial. Até no Brasil fora lançado o vinil!!! Quem tem mais de 30 anos vai se lembrar das músicas e quem tem menos, vai conhecer!!! Grande disco, com grandes músicas, sendo que nunca o vi disponibilizado na internet. Boa audição Galera!!

Oh No! It´s Devo. (1982)


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New Model Army (Re-post)

Re-post com novos links: Cacá
Texto, fotos e montagem: Johnny F

O New Model Army é uma banda cultuada na Inglaterra, e é considerado um dos melhores grupos que o pós-punk inglês já produziu. Combinando a força do punk rock com letras politizadas, a exemplo do que o U2 e o The Alarm faziam, e o folk rock de protesto de Billy Bragg, o New Model Army soava como poucas bandas surgidas na mesma época e no mesmo estilo. O som era aguerrido e preciso, mas aos poucos foi esmorecendo, sem perder a qualidade, dando lugar para violões, violinos e harmônicas, deixando um pouco o punk de lado e caminhando mais a fundo na seara folk, misturando letras políticas, muitas vezes vistas como esquerdistas e anti-Thatcher (Margareth Thatcher, primeira-ministra britânica na década de oitenta), com momentos de introspecção. Mesmo sendo aclamado por público e crítica, a banda nunca conseguiu chegar aos postos mais altos das paradas inglesas, e, infelizmente, sempre foi ignorada nos Estados Unidos.

O New Model Army foi formado em Bradford em 1980 e seu nome foi tirado de Oliver Cromwell, cidadão que lutou contra a monarquia no meio do século 17. A banda foi criada pelo guitarrista e vocalista Justin Sullivan, que era chamado de Slade the Leveller, uma referência aos Levellers, uma facção democrática radical, associada à Cromwell. O conceito do trabalho do grupo foi criado por Sullivan e Jolls Denby, uma conhecida e respeitada poetiza e novelista, que manteve uma longa vida amorosa com Sullivan. O primeiro a entrar na banda, depois de Sullivan, foi o baixista Stuart Morrow, sendo seguido por diversos bateristas, até que Rob Heaton apareceu e se tornou um membro fixo, além de se tornar um dos letristas principais, junto com o vocalista Sullivan. Denby, por seu lado, se tornou manager do grupo, além de produzir as capas dos discos e fazer os backing vocal em algumas faixas. Com a banda formada, o New Model Army passou algum tempo tocando nas cidades próximas a Yorkshire, e criou um certo burburinho na imprensa musical britânica. Em 1983 lançam seu primeiro single, Bittersweet, que rendeu um acordo com o selo Abstract no final do mesmo ano. O primeiro trabalho lançado pelo selo, foi o single Great Expectations, que entrou nas paradas independentes abrindo espaço para o primeiro álbum da banda, Vengeance, lançado em 1984. Recheado de canções políticas como Spirit of the Falklands, contra a guerra das Malvinas, e Small Town England, teve como destaque a faixa The Price, responsável pelo contrato com a EMI inglesa.

Pela EMI o primeiro single foi No Rest, entrando no Top 30 da parada britânica em 1985. Neste mesmo ano sai o segundo disco do grupo, No Rest For the Wicked. Um pouco antes do lançamento, o baixista Stuart Morrow deixa a banda. Ainda em 1985 lançam o EP Better Than Them, que conta com a entrada de um jovem de 17 anos, Jason `Moose` Harris, no lugar de Morrow. Com a nova formação lançam, no ano seguinte, The Ghost of Caim, disco de maior sucesso deles no Brasil, graças ao hit 51st State, uma crítica as relações entre Inglaterra e Estados Unidos. Este disco marca, também, a entrada do NMA no folk rock inglês, com a participação de Mark Feltham na harmônica. Outras músicas de The Ghost of Caim que chamaram a atenção foram Poison Street, sucesso na Inglaterra e The Hunt, canção que abre o trabalho, e se tornou presente em diversos shows do Sepultura. Mas foi com White Coats, que saiu no EP New Model Army, de 1987, que a banda conseguiu seu maior hit. Também foi a primeira vez que usaram teclados no trabalho do grupo. Ainda em 1987, o guitarrista Ricky Warwick é chamado para a segunda guitarra durante a turnê que o NMA faria. Passam-se dois anos e, agora com a produção de Tom Dowd, o New Model Army lança o quarto álbum, Thunder and Consolation, considerado o melhor trabalho do grupo, que é aclamado pela crítica. Este disco continua com forte influência da música folk, graças a presença do violinista Ed Alleyne-Johnson. O primeiro single, Green and Grey é um dos destaques, junto com Stupid Questions e Vagabonds, que foram bem nas paradas inglesas.

Com a saída de Ricky Warwick, Chris McLaughlin assume a segunda guitarra em mais uma turnê. Mas uma nova baixa acontece, o baixista Harris deixa o grupo e em seu lugar entra Peter Nelson, membro do Brotherhood of Lizards. A estréia em disco de Nelson se dá em 1990, no álbum Impurity, que também contou com um novo segundo guitarrista, Adrian Portas. Em 1981 lançam o álbum duplo ao vivo, Raw Melody Men, último trabalho pela EMI e assinam com a EPIC. Pela nova gravadora lançam apenas um disco, The Love of Hopeless Causes, contando com o hit Here Comes the War, em 1993. Durante os anos 90 várias compilações foram lançadas, singles, lados b, sessões de rádio e outras raridades da banda, mantendo a chama do grupo acesa, já que um novo lançamento com músicas inéditas, só viria em 1998. Mas, enquanto o New Model Army estava hibernando, Sullivan e Joolz montaram o Red Sky Coven, onde ofereciam uma mistura de música, poesia e comédia. Como dissemos, em 1998, Sullivan reativa o New Model Army contando com o apoio de Peter Nelson, no baixo, e Rob Heaton, na bateria, juntaram-se a eles os guitarristas/tecladistas Dave Blomberg e Dean White. Com esta formação gravam o disco Strange Brotherhood, pelo selo inglês Eagle, depois lançado pela EMI no resto da Europa. No mesmo ano, saem em uma nova turnê pela Europa, onde gravam outro disco duplo ao vivo, ... & Nobody Else, lançado pelo selo Attack Attack/Zomba. Também por este selo, a banda lança seu último trabalho, Eight, em 2000. Eight é o primeiro disco sem o baterista Rob Heaton, que foi substituido por Michael Dean.

No ano seguinte lançam Lost Songs, coletânea com músicas que saíram como bônus em outros discos, destas, nove faixas nunca tinham sido lançadas anteriormente. Em 2003 sai o primeiro trabalho solo do guitarrista e vocalista, Justin Sullivan, Navigating By The Stars e em 2004 eles entram em estúdio para a gravação de um novo álbum do New Model Army, que deve sair até o meio de 2005. Em novembro de 2004, Robert Heaton, baterista do grupo, morre graças a complicações com um cancêr no pancrêas. Boatos dão conta que o New Model Army poderá tocar no Brasil até o final do ano, já que a banda demonstra, em seu site, vontade de voltar para cá.


Discografia



No Rest for the Wicked

The Ghost of Cain

Thunder and Consolation

Impurity

The Love of Hopeless Causes

Strange Brotherhood

Eight

B-Sides & Abandoned Tracks

Small Town England



Novos Links (News Links)


- ¨No Rest For The Wicked¨: Download

- ¨The Ghost Of Cain¨: Download

- ¨Thunder and Consolation¨: Download

- ¨Strange Brotherhood¨: Download

- ¨Small Town England¨: Download

- ¨Eight 2000¨: Download

- ¨B-Sides & Abandoned Tracks¨: Download

- ¨The Love of Hopeless Causes¨:
Download


Senha/Password: lagrimapsicodelica


Como tinha prometido, incluí o The Love of Hopeless Causes (só falta agora o Impurity, da postagem original). E nosso amigo El Chileno, nos mandou o link do álbum ¨Raw Melody Men¨, o qual iremos disponibilizar para vocês.


¨Raw Melody Men¨ (2000)



http://rs27.rapidshare.com/files/1014470/Raw_Melody_Man.rar


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Terça-feira, 22 de Maio de 2007

Phalus Dei

Prepare seus sentidos sonoros.

Estamos em 1969.

Surge o Concorde e o Boeing 747. Cria-se a ArpaNET (embrião da Internet). Pelé marca seu milésimo gol (é mole, pêxe?!). Neil Armnstrong, da Apolo 11, pisa na Lua. ["um pequeno passo para um homem", e uma grande obsolescência até hoje para a humanidade].

Em 1969, caso não saibam (hehe) foi realizado o festival de Woodstock em uma fazenda em Bethel, Nova Iorque, durante os dias 15, 16 e 17 de agosto de 1969 e, embora tenha sido projetado para 50.000 pessoas, mais de 400 mil compareceram, E A MAIORIA NÃO PAGOU INGRESSO.

The Who lança "Tommy".

Nesse anos nascem Linus Torvald (pai do Linux), Michael Schumaker, Mateus Nachtergale, entre outros.
Morrem Jacob Pick Bittencourt (Jacob do Bandolim), Ataulfo Alves, Sharon Tate (assassinada pelos "fanáticos" de Charles Manson), Costa e Silva (que Deus o tenha no lugar apropriado), e Brian Jones (que deve estar num lugar apropriado também).

Esse é o ano em que o escritor irlandês Samuel Backett recebe o Prêmio Nobel de Literatura. Ele foi o autor de "Esperando Godot", lançado em 1952 em francês. No Brasil, a encenação mais marcante (obviamente) foi a de 1969. Vejam o comentário no Wikipédia:

"Cacilda Becker junto com seu marido Walmor Chagas aceitaram o convite de Flávio Rangel para realizar, no primeiro semestre de 1969, a primeira montagem profissional do já conhecido texto de Beckett. Ela no papel de Estragon e Walmor no de Vladimir. O espetáculo foi encenado no Teatro Cacilda Becker - TCB. Durante uma apresentação diurna para uma assistência de estudantes, no dia 6 de maio, Cacilda Becker sente-se mal e é imediatamente levada para o hospital ainda em trajes do espetáculo. É diagnosticado derrame cerebral. Após permanecer em coma por 39 dias, ela morre em 14 de junho de 1969."


Encontramos o seguinte enredo de "Esperando Godot", no Wikipédia:

"Em um lugar indefinido - Estrada (caminho) do campo, com árvore, á noite (Route à la campagne, avec arbre. Soir) - dois amigos se encontram: Estragon e Vladimir. A primeira frase dita na peça, por Estragon, já indica a inutilidade da presença deles naquele lugar:"nada a fazer" (rien à faire). Eles lá se encontram para esperar um sujeito de nome Godot. Nada é esclarecido a respeito de quem é Godot ou o que eles desejam dele. Os dois iniciam um diálogo trivial que só será interrompido quando da entrada de Pozzo e Lucky. O aparecimento destes assusta os amigos, ainda mais pelo modo como os dois vêm: Pozzo puxa uma corda que na outra ponta está amarrada ao pescoço de Lucky. Lucky por sua vez carrega uma pesada mala que não larga um só instante. Entende-se pela situação que Pozzo é o patrão e Lucky seu criado. Os quatros trocam palavras, cada um com seu drama pessoal, até que Pozzo e Lucky saem. Em seguida, entra um garoto para anunciar que quem eles estão esperando - Godot - não viria hoje, talvez amanhã. Fim do primeiro ato."

"O segundo ato é a cópia fiel do primeiro. O cenário é o mesmo, a menos da árvore que está um pouco diferente, com algumas folhas. Estragon e Vladimir voltam para esperar Godot, que talvez apareça nesse dia. Iniciam outro diálogo trivial, interrompido outra vez pela chegada de Pozzo e Lucky. Só que, inexplicavelmente, Pozzo está cego e Lucky está surdo. Dialogam. Após a partida destes, aparece um garoto (diferente do garoto do primeiro ato) anunciando que Godot não viria hoje, talvez amanhã. Pensam em se enforcar na árvore, mas desistem, ante a impossibilidade do ato ser simultâneo. O diálogo final, que encerra o ato e a peça é o seguinte:

Vladimir: Então, devemos partir? (Alors, on y va?) (Well, shall we go?)
Estragon: Sim, vamos. (allons-y.) (Yes, let's go.)

Eles não se movem. (Ils ne bougent pas.) ( They do not move.)"


Conheçam; leiam; inquietem-se com o TEATRO DO ABSURDO, "um termo criado pelo crítico norte-americano Martin Esslin, tentando colocar sob o mesmo conceito obras de dramaturgos completamente diferentes, mas que tinham como centro de sua obra o tratamento de forma inusitada da realidade. É uma forma do teatro moderno que utiliza para a criação do enredo, das personagens e do diálogo elementos chocantes do ilógico, com o objetivo de reproduzir diretamente o desatino e a falta de soluções em que estão imersos o homem e sociedade.

O inaugurador desta tendência teria sido Alfred Jarry (Ubu Rei 1896).
Os seus representantes mais importantes são Ionesco, Samuel Beckett, Harold Pinter, Arthur Adamov, G. Schahadé, Antonin Artaud, J. Audiberti e J. Tardieu, na França, Fernando Arrabal, na Espanha, Günther Grass e Hildersheimer, na Alemanha.
No Brasil, destaca-se José Joaquim de Campos Leão (1829-1883), nascido no Rio Grande do Sul, conhecido como Qorpo Santo [merecedor de uma postagem "ecxclusiva-ãm"]. Cronologicamente ele é o pai do absurdo e entre suas obras estão "Certa identidade em busca de outra", "Marido extremoso" e "Mateus e Mateusa". (in Wikipedia).

Mas o que é que tem isso tudo a ver com a postagem de hoje?

ABSOLUTAMENTE N-A-D-A!!! Daí sua importância!... Mas explica muita coisa!!!!

A arte psicodélica oriunda das experiências psicotrópicas profundiram-se na segunda metade dos anos 60, quando as experimentações andavam à solta.

Lamentavelmente muitos ainda não acordaram daqueles "maus sonhos" e outros ainda continuam em suas "viagens" flash-backianas. Algo semelhante ao que aconteceu nos testes atômicos do Atol de Bikini: expuseram-se milhares de pessoas a uma força desconhecida, de forma inconseqüente, e ingênua e impensável nos dias atuais, resultando em distúrbios impensáveis e inimagináveis.
Na psicodelia daqueles tempos não faltaram gênios indomáveis que terminaram precocemente seus dias inconcebivelmente afogados em seus próprios vômitos!! Quanto não estariam construindo ainda hoje; quantas vertentes e escolas magníficas aqueles vômitos não afogaram. Sei lá... talvez, em alguns casos, o supra-sumo da expressividade genial seja o vômito.
E esse papo escatológico tem muito a ver, sim manos lacrimejantes.

Porém, voltemos ao experimentalismo musical psicodélico... Considero o psicodelismo a percepção extra-ordinária da realidade; não uma visão "maior, mais abrangente", nem tampouco o inverso. Apenas, e não menos que isso, uma percepção extra-ordinária, diferente dos padrões comuns. As portas da percepção se abrem... Isso pode acontecer com o auxílio de estimulantes que atuam na química orgânica. Esses estimulantes podem ser ingeridos de uma forma ou outra, ou podem ser produzidos no próprio organismo. O excesso de adrenalina é um exemplo simples. Existem técnicas que permitem que alguém possa alterar voluntariamente seus estados de consciência e ter percepções extra-ordinárias. Uma das formas não invasivas é por meio do som. Principalmente a AUSÊNCIA COMPLETA E ABSOLUTA DELE. O que ao final acaba parecendo uma utopia. Estudemos os fundamentos e conceitos envolvidos em "4:33" (quatro minutos e trinta e três segundos), composição de John Cage.

Desde os fundadores da civilização indiana, passando pelas civilizações pré-colombianas, chegando ao extremo oriente, encontram-se documentos que se referem a estranhos modos de se utilizar o som.
Mais recentemente, no meio ocidental, e muito especialmente, entre os estudiosos alemães e franceses, os estudos das composições sonoras e sua ação no subconsciente mostraram-se importantes e eficientes. Físicos e musicólogos uniram-se para experimentações. Escalas microtonais, musicas eletrônicas, instrumentos como o Teremin e Ondas Martenot.

O teremin é um dos primeiros instrumentos musicais completamente eletrônicos. Inventado em 1919 pelo russo Lev Sergeivitch Termen (conhecido também pela forma francesa do nome: Léon Theremin), o teremin é único por não precisar de nenhum contato físico para produzir música e foi, de fato, o primeiro instrumento musical projetado para ser tocado sem precisar de contato, pois é executado movimentando-se as mãos no ar. As Ondas Martenot são um instrumento eletrônico inventado em 1928 pelo compositor e engenheiro francés Maurice Martenot. O instrumento é formado por um teclado, alto-falante e gerador de baixa-freqüência e é um instrumento monofônico, não produzindo notas simultâneas. Esses instrumentos foram muito utilizados pelos compositores "experimentalistas" nas décadas de 1920 e 1930, dentre eles Edgard Varese e Olivier Messiäen.

Se considerarmos os experimentos sonoros de Karlheinz Stockhausen, John Cage, Pierre Schaeffer, Pierre Henry, Michel Colombier, Alvin Lucier entre outros, veremos neles os avós e pais das "crias" dos anos 60-70. E, se é evidente o surgimento dos movimentos de música psicodélica e progressiva na Inglaterra e EUA dos anos 60, é importante salientar que sua grande vertente formou-se, especialmente, na Alemanha, Áustria, Hungria e França no final dos anos 60 e início dos anos 70, devido, em grande parte, ao maior engajamento sócio-político dos movimentos undergrounds europeus, tais como as comunas hippies alemãs e os PROVOS, mais libertários, de Amsterdã. Muitos desses movimentos surgiram como resultado do ascetismo e da repressão do pós-guerra, que transformaram o entusiamo juvenil em violência, dando origem a movimentos como os "halbstarke" na Alemanha; "teddyboys", "mods" e "rockers", na Inglaterra; "vitelloni", na Itália; "blusons noir", na França; "skunafolke", na Suécia; "anderupen", na Dinamarca; "nozem", na Holanda; no Japão, "kaminari-zoku"; na Espanha, "gamberros"; e por aí vai. Até nos países socialistas existiram os "stiliague" soviéticos e os "hooligans" polacos.

Que salada russa, ein!!

E desse miolo de culturas e contra-culturas, experimentalismos, novas tecnologias e rompimentos de paradigmas, encontramos o ROCK CHUCRUTE. Ops, melhor: krautrock, com suas loucuras e sintetizadores. Dele já foi falado aqui no LP.

Já postei a "semente original" do krautrock (assim considerado por alguns estudiosos), quando disponibilizei o álbum do Amoon Düüll, "Psychedelic Underground".

Phallus Dei, do Amon Düüll II é uma das quatro mais importantes e viscerais obras que formaram o movimento krautrock na Alemanha nos meados dos anos 70. As outras são: Psychedelic Underground e Kollapsing, do Amon Duul, e Birth Control, do Birth Control.

Comentários sobre as músicas do álbum "Phalus Dei", de Amon Düüll II, de 1969:

1. KANAAM: todas as letras do álbum são em alemão (Sie sprach deutsch? Nein?, então vá aprender, pois o colonialismo inglês mundial globalizado tem empurrado a lingua inglesa goela abaixo sem precedentes. Tanto que depois a banda teve que gravar em inglês, assim como a maioria, inclusive a maravilhosa "Omega" (que o Edson postou há pouco), que gravou seus primeiros álbuns em húngaro mas teve que ceder ao idioma ocidental oficial (embora continuem gravando suas versões em húngaro; legal né?, respeito à lingua mãe).
A música já entra num estilão tribal, com um riff de cítara, um baixo que cria um clima de "desfile de centuriões romanos", um declamado e um coro de vozes maravilhoso, com uma bateria alucinada quebrando os pratos, em seguida voltando à linha inicial. A mescla de estilos, ao meu ver, é tão rica, que a gente viaja pela Índia, Coréia, Países Árabes, o ácido rock inglês, um crescendo estonteante com xilofones no meio e pronto. Sensacional. A gente já quer ouvir o resto.

2. DEM GÜTEN, SCHÖENEN, WAHREN: é muito doida. O vocal do Shrat é hilário! À la "Hocus Pocus" (do Focus, que é uma delícia!). Em seguida (1'45") vem o "plágio original" de uma música do Som Imaginário (se não me falha a memória, com os vocais tresloucados do Zé Rodrix ao fundo; me corrijam, please!). Pérola! John Weinziert na guitarra, Dave Anderson no baixo e Peter Leopold na batera dão show.

3. LUZIFERS GHILOM: A mistura de ritmos é ótima. O baixo excelente. O vocal, hilário em certas partes, fazem lembrar uma música "ecxcelentièmm" do cancioneiro popular recente do Brasil, onde a "ecxelentièmm" letra diz "Qué dançá? Qué dança? O tigrão vai te ensiná!". Lamentável a associação, eu sei. Mas pelo menos pode-se utilizar de forma inversa: ao ouvir a "pérola brasileira", poderemos lembrar do som do Amoon Duul. Putz, sei lá. Tem coisa que vai, mas deixa o cheiro... tá certo?

4. HENRIETTE KRÖETENSCHWANZ: Bem ritmada sobre a base de um rufar marcial de caixas, tem muito de Edgar Varèse em "Poeme Èletronique", ou Stockhauzen em "Stimung (Hypherion)". Experimentalismo da melhor qualidade.

5. PHALLUS DEI: Essa é ainda mais experimental que a anterior. Até me corrijo: tem muito mais de Varèse e Stockhauzen. O baixo, após os primeiros 3 minutos, é poderoso. O vocal é bem lírico, onírico. O violino dá um efeito todo especial no meio da música. Algo meio irlandês, celta. E vai bangô, num ritmo tribal, criando uma alusão a algum rito pagão (sabe-se lá... Sie sprach deutsch?). Quem entende bem alemão vai concordar comigo: não dá pra entender nada!! O negócio e dançar e gritar, sei lá em que trajes!! Mas o som é doido, véio. Aos 14' dá-se a impressão que todo mundo caiu extenuado: a música dá uma silenciada, uma acalmada. Mas tem mais, muuuito mais. Daí vem um heavy, lembrando as tradicionais músicas alemãs (mas lembra bem longe) regadas a cervechinha tão brasileira(!). O final vai terminando lentamente, guitarra, baixo, bateria, violino, coral majestoso, num ritmo firme, constante, em fade-out. Cara, são 20'47" de sonzêêêra, demais.

É isso. Amon Düüll II (com tremas nos "us" e 2 em romanos). Agora a gente entende porque eles são os principais expoentes de um movimento que revolucionou o cenário do rock progressivo.

Espero que gostem.


AMON DÜÜLL II
Phalus Dei.


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THE MARS VOLTA

Originalmente postado no Gravetos & Berlotas em 30/08/2006


A origem do texano THE MARS VOLTA remonta a meados dos anos 90 quando Omar Rodriguez-Lopes(guitarras) e Cedric Bixler-Zavala(vocais) faziam parte de uma banda punk/noise local chamada At The Drive-In. Paralelamente, mantinham um projeto, o De Facto em que Cedric assumia a bateria, Omar, o baixo e Jeremy M. Ward(originalmente,técnico de som) experimentava nos vocais. Logo, decidiram dedicar-se somente a este instigante projeto, com o restante da banda formando o Sparta. O som do De Facto agregava influências do dub, reggae, jazz, eletrônica, salsa e o que mais desse na telha e chegaram a gravar um cd de pouca repercussão. Mudando-se para Long Beach, CA, adicionaram o tecladista Isaiah 'Ikey' Owens que acrescentou uma nova dimensão ao som do De Facto e, junto, uma popularidade nunca antes experimentada - o que proporcionou a gravação de um segundo album no ano de 2001. Por esta época, Jon Theodore(bateria) e Eva Gardner(baixo) juntaram-se à banda, liberando Omar para seu instrumento de origem -a guitarra- e, inexperadamente, decidiram mudar o nome da banda para The Mars Volta, já sem Jeremy -que voltou a ser o engenheiro de som da banda e parceiro nas letras- e com Cedric assumindo definitivamente os vocais. O novo projeto era extremamente audacioso e expandia os horizontes sonoros já experimentados à exaustão com o De Facto. Gravam, então, um EP denominado "TREMULANT"(2002), um mix de prog, música latina e experimentalismo. Segue-se a este EP, "DE-LOUSED IN THE COMATORIUM"(2003), produzido pelo mago Rick Rubin. Neste cd, ao contrário de "TREMULANT", a ambientação é conceitual e narra a estória, em primeira pessoa, de um viciado em drogas em coma -um antigo amigo, Julio Venegas, ou "Cerpin Taxt", como mencionado na história, que esteve em coma por vários anos, vindo a saltar, posteriormente, de um viaduto sobre uma rodovia em El Paso durante a hora do rush. Vale citar que, durante a pré-produção do álbum, Eva foi demitida deixando a banda sem baixista. Mas o problema foi solucionado com o auxílio luxuoso de Flea (RHCP), um admirador da banda, que adicionou o baixo em 9 das 10 músicas do cd-que ainda teve a participação de outro membro do RHCP, John Frusciante. O álbum foi um sucesso de público e crítica, rendendo um tour como banda de abertura para....Red Hot Chili Peppers!!! Mas nem tudo foram flores: no meio da turnê, Jeremy Ward foi encontrado morto por overdose.
Em 2004, começam a produzir "FRANCES THE MUTE", já com Juan Alderete definitivamente incorporado como baixista, adicionando Marcel (irmão de Omar) como percussionista e, uma vez mais, contando com a participação dos amigos pimentôes. "FRANCES THE MUTE" é todo baseado em personagens criados por Jeremy Ward e descritos em um caderno de anotações encontrado em seu carro. Este cd veio a tornar-se um sucesso ainda maior que "De-Loused In The Comatorium", sendo 'The Widow' executada maciçamnente nas rádios americanas e européias. O fato mais incrível do álbum talvez seja o envolvimento quase obsessivo de Omar em sua criação. Ele escreveu todas as partes instrumentais -guitarra, teclado, melodias vocais e rotinas de bateria(com ajuda de Theodore), assim como arranjos e produção valendo-se de um método, que alguns diretores de cinema como Woody Allen constumam usar, para extrair grandes performances de seus colegas de banda: proibir os outros membros de ouvir outras partes, ou o contexto de sua própria parte, forçando-os a tocar cada parte como se fosse uma música auto-suficiente. E este álbum é, realmente, surpreendente.
Recentemente, foi lançado o terceiro álbum, desta feita denominado "AMPUTECHTURE" que, a uma primeira audição, soa inferior aos outros, talvez por ser mais soturno. Mas suas qualidades intrínsecas sobressaem a cada audição. Tirem vocês suas próprias conclusões. De minha parte, só posso dizer que sou um entusiasta da banda, que acompanho desde o lançamento de "De-Loused In The Comatorium" .
Tudo bem, a música dos caras não é de fácil digestão, feijoada também não, mas quem não gosta?

JAZZ MASTER

Hospedagem : Thanks for Administrator
Postagem : JH II

http://www.harmonytalk.com/archives/images/wm2.jpg

Que tal 12 Gb dos mais cruéis reis do Jazz? Talvez você não consiga "captar" todos, mas, corra e pegue o arquivo que você mais gosta. Repetindo: corra!!


1973 - Keith Jarrett - Treasure Island
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1971 - Keith Jarrett - Facing You
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Scofield & Abercrombie - solar
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Alex Skolnick Trio - Goodbye To Romance
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Art Blakey and the Jazz Messengers - 1963 - Ugetsu
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Bill Evans & Jim Hall - Intermodulation
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Bill Evans - 1961 - Waltz for Debby
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Bill Evans - 1959 - Portrait in jazz
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Bill Evans - 1974 - Blue in green - The concert in Canada
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Bill Evans - Sunday at the village Vanguard
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Bill Evans - Undercurrent -1962
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Billy Cobham - (1973) Spectrum
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Billy Cobham - A Funky Thide Of Sings (1975)
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Billy Holliday - Blue Billy
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Bobby Hutcherson - Oblique
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Charlie Parker and Dizzy Gillespie - Bird and Diz
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Carl Fontana - The Grat Fontana
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Chick Corea 1996 - Morningrise
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Chick Corea 1972 - Return To Forever
DOWNALOD

Clifford Brown - Brown And Roach, Inc
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Clifford Brown 1954 - More Study in Brown
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Dave Brubeck - His Greatest Hits
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Dave Weckl - Rhytm of the Soul
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David Sills - Journey Together

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David Sanborn - The Best Of David Sanborn
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Dexter Gordon - Ballads
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Dizzy Gillespie_1957 - sonny side up
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Duke Ellington - Money Jungle
DOWNLAOD

Dizzy Gillespie - Toronto Massey Hall 1953
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Duke Ellington The Best Of Duke Ellington
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Eric Dolphy - out to lunch

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Erroll Garner - Concert By the Sea
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Ella Fitzgerald - The Best Of The Song Books
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George Benson - Absolute Benson
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Herbie Hancock - Future Shock
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Hank Mobley
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Grant Green - Moments Blue Note

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Herbie Hancock - Empyrean Isles
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Jarrett Keith - Standards
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Herbie Hancock - Maiden Voyage
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Herbie Hancock - Possibilities
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Joe Beck - Friends:
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Joe Beck - Relaxin
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John Coltrane & Johnny Hartman 1964
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Johnny Griffin - A Blowin Session
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Joe Henderson - Lush Life
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John Scofield - Flat Out
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Johnny Smith
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