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Blog Underground Lágrima Psicodélica

Bate-Papo: Chat Online

Sábado, 25 de Fevereiro de 2006

Franz Ferdinand

Hospedagem dos álbuns: Little Fish
Texto, fotos e montagem: Mr Bad Guy


Franz Ferdinand é o nome da banda formada por quatro rapazes, em Glasgow, no ano de 2001. Aliás, a pessoa que deu nome à banda existiu. Era um duque austro-húngaro, cujo assassinato deu início a I Guerra Mundial. Os fundadores e homenageantes são: Bob Hardy (baixo), Nick MacCarthy (guitarra), Paul Thomson (bateria), e Alex Kapranos (vocal e guitarra). Os escoceses lançaram um EP independente em 2002, que garantiu, no ano seguinte a contratação pelo selo Domino. No ano de fundação da banda, Hardy e Kapranos já pensavam em fazer música, quando resolveram convidar McCarthy. Este último, um pianista clássico e baixista, que tocava bateria em outro grupo, mesmo sem ter nenhum conhecimento anterior com o instrumento. Para completar a banda os três convocaram Paul Thomson para assumir a bateria. Mas ele também tocava guitarra então, eles eventualmente trocavam de instrumentos.

Os ensaios aconteciam na casa de McCarthy até que encontraram um armazém abandonado que logo levou o nome de Chateau. Neste lugar, alem de ensaiar, eles faziam festas na qual uniam música e arte. Isso por que Hardy é formado na Glasgow School of Art, e Thomson sempre posava como modelo.O primeiro disco da banda rendeu o apelido de “Scottish Interpol”, depois disso eles ficaram o resto do ano acompanhando bandas como o Hot Hot Heat e Interpol. “Franz Ferdinand”, lançado no início de 2004, deu ao grupo inúmeros prêmios graças a canções como “Take Me Out”. Um ano depois o grupo anunciou o lançamento do segundo disco da carreira. Batizado de “You Can Have It So Much Better... With Franz Ferdinand”, o material chegou às lojas internacionais no mês de outubro, reunindo faixas como “The Fallen”, “Walk Away” e “Fade Together”. Recentemente eles estivem no Brasil abrindo os shows do U2.

Site Oficial: www.franzferdinand.co.uk


Franz Ferdinand

Download "Franz Ferdinand"


You Could Have It So Much Better

Download "You Could Have It So Much Better"


Darts of Pleasure

Download "Darts of Pleasure"


Ao Vivo no Circo Voador

Download "Ao Vivo no Circo Voador"

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Rata Blanca

Hospedagem dos álbuns: Quechuax e Nivas
Texto, fotos e montagem: Rogério Utrila

Rata Blanca é uma banda argentina de Heavy Metal criada pelo guitarrista Walter Giardino no ano de 1987, quem com muito esforço e dedicação pelo tempo de dois anos de ensaio, conseguiu confirmar um grupo já muito reconhecido de uma excelente qualidade musical neste maravilhoso gênero. Apresentam influências nítidas de Deep Purple, Rainbow e Led Zeppelin. Suas letras são em espanhol, provando que este idioma também fica muito bem quando usado dentro do heavy metal. Em 1988 apresentaram seu primeiro disco chamado apenas Rata Blanca, o qual trazia clássicos absolutos como Gente del Sur, Chico Callerejo, Solo para Amarte e outros. Em 1989 entra Hugo Bistolfi nos teclados e o excelente vocalista Saul Blanch com seus agudos limpos e altos.

Em 1990 foi lançado o segundo álbum da banda chamado Magos, Espadas y Rosas, tendo uma incrível aceitação e convertendo-se em uma das bandas mais populares de heavy metal dentro de seu país, no ano de 1991. Este álbum já contava com outro vocalista e seu nome era Adrian Barilari que seguia uma linha vocal melódica. Alguns clássicos deste álbum são La Leyenda del Hada y el Mago, El camino del Sol, Dias Duros entre outros. Também trazia músicas instrumentais que usavam elementos flamencos, demonstrando toda a técnica do guitarrista Walter Giardino que seguramente é um dos melhores da América do Sul. Em 1992 lançaram Guerreros del Arco Iris. Este álbum trazia a banda mais entrosada do que nunca. Adrian Barilari mostrava ser um dos mais competentes vocalistas de heavy metal. Alguns de seus clássicos absolutos foram Abrazando al Rock and Roll, a faixa-título, Hombre de Hielo y Angeles de Acero.

Em 1993 soltaram mais um álbum, desta vez só com cinco músicas. El Livro Oculto trazia a banda mais pesada do que o habitual heavy clássico que vinha fazendo até então. Os destaques ficam com as excelentes Basura, Asesinos e Cuarto Poder. Em 1994 decidem chamar Mário Ian (ex-Alakrán) para os vocais sob a vontade de transformar o som da banda mais pesado, seu vocal era agressivo e agudo (qualquer semelhança com Rob Halford é mera coincidência). Outro que entrou na banda foi Javier Retamozo nos teclados e com isso soltam no mesmo ano Entre el Cielo y el Infierno. O álbum tem uma ótima aceitação e eles tocam nos EUA e inclusive no Brasil, além de alguns países da América do Sul. Seus maiores sucessos foram En el Bajo Flores, Bajo Control, Obsesión, Jerusalén, Sin tu Amor nada Existe etc. No fim desta tour sai o espetacular vocalista Mario Ian mas a banda solta um álbum ao vivo para manter seu nome no topo.

Em 1996 sai En Vivo en Buenos Aires que trazia um show da tour de Guereros del Arco Iris e não de Entre el Cielo y el Infierno. Com isso a banda prova que ao vivo, também possui a mesma excelência do que em estúdio. Algumas músicas que compõem este álbum são Hombre de Hielo, Solo para amarte, La Leyenda del Hada y el Mago, Dias Duros, Angeles de Acero etc. Também traz a banda tocando com uma orquestra clássica no mesmo palco. Em 1997 lançam Rata Blanca e era seu sétimo e último trabalho. Com a saída de Mario Ian, o escolhido para o vocal foi Gabriel Marian que talvez tenha sido o mais fraco vocalista da banda. Algumas poucas músicas se destacam como Madame X, Rey de la Revolución, Anarquía e Héroes. Em abril de 1998 Walter Giardino, fundador da banda, declara o fim do Rata Blanca alegando que a pouca divulgação deste último trabalho acelerou a decisão. Disse que se juntarão pelo menos uma vez por ano para fazer algum show.

2 e 22 de Novembro de 2002, Rata Blanca realiza dois espectaculares shows no estadio Luna Park, levando mais de 10 mil pessoas. O som e as imagens destas datas ficam registrados num novo CD chamado "Poder Vivo". Durante 2003 Rata Blanca realiza mais de 70 shows divididos em cenários de Espanha, Argentina, Estados Unidos, América Central e Latina. Em 26 de Julho desse ano a banda decide montar um show no Estadio Obras com a intenção de gerar material para editar seu primeiro DVD. O registro desta data sai finalmente ao mercado contendo um DVD com o show, mais os quatro video clips oficiais. Além disso, vem acompanhado por um CD (o terceiro ao vivo), que contém quais os mesmos temas do DVD. Em 13 e 14 de Dezembro do mesmo ano, a banda realiza dois shows com um convidado de luxo: o lendário Glenn Hughes, no teatro Gran Rex, a sala cheia. O recital foi gravado, para ser editado num novo DVD que virá em 2005. Rata seguiu fazendo turnês pela América Latina, Espanha e Estados Unidos, sempre lotando estadios e teatros, mostrando o melhor de sua música. Em Outubro de 2004, são chamados para tocar no Quilmes Rock Festival, um evento anual Argentino que reúne a muitíssimas bandas de Rock Nacional. Rata Blanca tocou na mesma noite que encerraria The Offspring como convidado surpresa. Logo saem em turnê novamente nos Estados Unidos, México e alguns países americanos, mas retornam para a gravação de seu próximo disco que será editado durante o ano de 2005...

Rata Blanca (1988)


Download "Rata Blanca"


Magos, Espadas y Rosas (1990)


Download "Magos, Espadas y Rosas"


Guerreros del Arco Iris (1992)


Download "Guerrero del Arco Iris"


El Libro Oculto (1993)


Download "El Libro Oculto"


Entre el Cielo y el Infierno (1994)


Download "Entre el Cielo y el Infierno"


En Vivo en Buenos Aires (1996)


Download "En Vivo en Buenos Aires"


Rata Blanca (1997)


Download "Rata Blanca"


Grandes Canciones (2000)


Download "Grandes Canciones"


El Camino del Fuego (2002)


Download "El Camino del Fuego"


Poder Vivo (2003)


Download "Poder Vivo"


La Llave de la Puerta Secreta (2005)


Download "La Llave de la Puerta Secreta"

PASSWORD: www.metalunion.tk

Arnaldo Baptista II

Montagem: Johnny F e Rogério Utrila

DÊ UMA CHANCE À PAZ!

ARNEWS registra 25 anos sem John Lennon e envia mensagem de Arnaldo Baptista para 2006:

“RECOMEÇAR NO NÔVO SEMPRE!”


Confiram as duas versões do Arnaldo de “Give Peace a Chance” no CD:” Dê UMA CHANCE À PAZ- JOHN LENONN - UMA HOMENAGEM”. (Geléia Geral/Warner Music – 2001 – Produzido por Marcelo Froes e Celso Fonseca).


“Give Peace a Chance”

Arnaldo Baptista, Charles Gavin e Andreas Kisser

“Give Peace a Chance” (Faixa bônus)

Versão especial com produção de Yuka Honda e participação da banda Cibo Matto.

FRASES: "Eu não me atirei da janela para me matar, o que eu queria era sair de lá" (em 83). "Eu abandonei o grupo por causa da amplificação transistorizada. Eu tinha um som pessoal, mas isso era amplificado em milhares de watts no P.A., entende? " (sobre sua saída dos Mutantes). "A gravadora achava que a Rita Lee deveria ter uma carreira solo. Ela se deixou levar por isso... e que continue assim". "Lembro o dia exato em que fiz essa música. Foi um modo que encontrei, naquele momento, de levar minha vida adiante" (sobre "Dia 36"). "Arnaldo Baptista é responsável por quase tudo que aconteceu na música brasileira de 67 para cá" (Rogério Duprat).


SINGIN'ALONE

I FELL IN LOVE ONE DAY
O SOL
BOMBA H SOBRE SÃO PAULO
HOJE DE MANHÃ EU ACORDEI
JESUS COMEBACK TO EARTH
THE COWBOY
SITTING ON THE ROADSIDE
CIBORG
CORTA JACA
COMING THROUGH THE WAVES OF SCIENCE
YOUNG BLOOD
TRAIN

Download "Singin' Alone"


Créditos para postagem do álbum: Porco Torresmo

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Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2006

Jimmy Page & Robert Plant

Link, foto e montagem: Johnny F

Postagem dedicada a Tin, Sabrina, Fernando Martini, Fireball, Carla Zainer, Diogo Merino, JH II, Ricardo Ribeiro, Nina Gouveia, Rogério Utrila, Cacá, Olga, Joe, Tatiana, Fábio, Vunfighter, Joe, Giovanicm, MMG, Die Lying, Rogério, Anderson, Sheila, Ricardo, Rodrigo, Eniete, Tania, Vanndo e tantos nomes que não consigo lembrar neste momento, mas que também fazem parte desta pequena homenagem. Que bom ter conhecido vcs galera rokiana. E por favor, para quem tiver chegando agora um aviso: nós estamos aqui pelo velho e bom rock and roll, não vendemos mp3 e não temos obrigação nenhuma com ninguém. Ok?

01 - Nobody's Fault But Mine - Page e Plant - 4:06
02 - Thank You - Page e Plant - 5:47
03 - No Quarter - Jones, Page e Plant - 3:45
04 - Friends - Page e Plant - 4:37
05 - Yallah - Page e Plant - 4:59
06 - City Don't Cry - Page e Plant - 6:08
07 - Since I've Been Loving You - Jones, Page e Plant - 7:29
08 - The Battle of Evermore - Page e Plant - 6:41
09 - Wonderful One - Page e Plant - 4:57
10 - That's the Way - Page e Plant - 5:35
11 - Gallows Pole - Traditional - 4:09
12 - Four Sticks - Page e Plant - 4:52
13 - Kashmir - Bonham, Page e Plant - 12:27

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The Vandals

Hospedagem Link e Texto em itálico : JH II
Texto da reportagem :Hugo Moutinho (Mondo Bizarre)

Que tal o próximo natal ser recheado de um som punk? Se você tem um vizinho(a) chato(a), daqueles tipo mala, mesmo, que vive lhe pedindo uma xícara de açucar emprestado, ou a mangueira para molhar o jardim, que bate na sua porta nas horas mais impróprias, chegou a hora de você descontar tudo isso!. Então no período das 8:00 hs da manhã até às 22:00 horas (impreterívelmente, não viole a lei do silêncio, meu amigo), coloque esse som prá rodar, abra o volume em torno de 70% do volume que é por aí mais ou menos que se ouve o som próximo do real "RMS "( Room Mean Square, que é a medida encontrada para um volume quase puro, sem distorção, o som mais próximo do real possível, porque na verdade nem um aparelho de som no mundo, reproduz ou reproduzirá o som fiel, real, heim!, apesar da alta tecnologia atual, o som real é aquele que você ouve ao vivo, aquele som cheio do bumbão, do contrabaixo, nos aparelhos de som, eles são "maculados" e enganam os seus ouvidos, pode perguntar prá qualquer engenheiro de acústica, que ele vai lhe confirmar isso. Outra coisa nunca compre um aparelho de som que tenha o potência especificada em IHF, é enganação, você vai à loja, vem prá lhe atender um vendedor bem simpático, pois não senhor? ah! o senhor quer adquirir um aparelho de som , olha, temos esse aqui, é muito bom sua potência é de 1200 watts!, mas o filha da mãe não lhe fala que é potencia IHF, que na verdade essa potência IHF é a potência no máximo volume, cheia de distorção, o som fica parecendo um radinho de pilha daqueles antigos, no manual diz que é de 1200 watts, mas na verdade não é real, é só para impressionar você, então você compra o aparelho e vai todo contente prá casa, mas depois de um tempo você vai ficar decepcionado com o som, e se perguntará o que aconteceu com o meu som, paguei tão caro mas não gostei, não estou contente). O que necessitamos para ouvir um som legal, é de 1 watt rms por metro cúbico, ou seja se você tem um cômodo de 1m de largura x 1 metro de comprimento e um 1 metro de altura então você tem aí, 1m cúbico, e necessitará apenas de 1 watt rms, valeu? Então você quer saber quantos watts rms (reais) você precisará para ter um som próximo do real é só cubicar o seu espaço e igualar o total para rms.Então com certeza, toda chatice vai desaparecer com esse som, nem Papai Noel escapa dos caras, e aí o seu vizinho vai tomar no copo, cajú, na feira da fruta! E depois disso, ele ainda vai querer ir para a casa do...Carvalho!.

Se você curte punk e pensa que já viu tudo, enganou-se, mano. Essa banda é uma das melhores nessa área, Ah duvido! duvida?, veja, quem abriu para o Pearl Jam em Portugal? The Vandals, quem pediu? O Pearl Jam, fez questão que eles abrissem o show, legal, não é? pois é my friend, pensamos que já vimos tudo, que sabemos tudo, quanto mais vemos menos enxergamos mas vejam bem The Vandals vale seu peso em ouro. Como tocam bem esses caras! Corre e baixa logo esse arquivo aqui, meu! Leia abaixo a reportagem de Hugo Moutinho da revista Mondo Bizarre de Portugal: QUEM TEM MEDO DO PLANETA PUNK? Depois de uma primeira passagem por estas paragens, integrados na Warped Tour, os Vandals regressaram a Portugal como convidados dos Pearl Jam. Antes do concerto, os quatro vândalos, terrivelmente bem dispostos, falaram desta digressão, das recentes reedições e do novo "Look What I Almost Stepped In.

Este ano atravessam um período de celebração com a reedição dos álbuns "Fear Of A Punk Planet" e "Oi To The World". Porquê relançar estes dois discos nesta altura?No que diz respeito ao "Fear...", foi editado originalmente pela Triple XXX, e eles são uns bandidos e uns ladrões. (risos) Ao fim de nove anos perguntámos-lhes se podiamos receber algum dinheiro das vendas e eles disseram que não, por isso comprámos o CD, mudámos a capa e adicionámos-lhe mais alguns temas. O "Oi to the World" é um disco de Natal. Como só esteve disponível durante a época natalícia de 97, achámos que não era justo para as pessoas, que querem que o Natal seja todo o ano, não poderem comprar este disco (risos)...

O título "Fear of A Punk Planet" é uma paródia ao "Fear of Black Planet" dos Public Enemy?Sim. Na altura gostávamos muito dos Public Enemy e esse disco foi uma grande influência para nós. Chegámos até a fazer dois concertos com eles, o que foi óptimo. Esse disco foi produzido pelo Bob Casale, dos Devo. Como é que ele aparece no disco, eram fãs dos Devo?Nós somos grandes fãs dos Devo e pedimos ao Mark Mothersbaugh para nos ajudar de alguma maneira. Ele disse-nos: "Adorava, mas estou muito ocupado, porque é que não trabalham com este tipo?" (risos) Esse tipo era o Bob Casale, e o mais engraçado é que o Josh Freese, que era nosso baterista na altura, acabou por se mudar para os Devo...

Estes discos foram editados pela Kung Fu Records, que vos pertence. Quer isto dizer que a editora é um instrumento para editarem não só o vosso material antigo, como novas bandas de que vocês gostem como os Apocalypse Hoboken, The Ataris ou Useless ID?Acima de tudo, a editora serve para nos divertirmos e para podermos fazer alguma coisa pelas outras bandas, colocálas em digressão, etc. Tentamos fazer por elas aquilo que fizeram connosco. Têm preferência por algum tipo de bandas?Essencialmente editamos bandas hardcore e pop punk "california style". Nada parecido com os Devo...O disco do Josh Freese que editámos é algo parecido com Devo, o que acaba por ser natural já que ele era o baterista. Agora anda a tocar com os A Perfect Circle, que não tem nada a ver com Devo. (risos)

Tal como os Supersuckers, vocês também editaram um disco de country - "The Vandals Play Really Bad Original Country Tunes" - querem falar sobre isso?Achamos que o nosso disco é muito pior que o deles. Parece que somos "inimigos" da musica country, mas a verdade é que até gostamos. Sinceramente nem sabemos porque é que o fizemos... Tentámos ser bons americanos, mas temos que pedir desculpa ás pessoas pelo resultado do disco... (risos) .Até que ponto a passagem para a Nitro e mais tarde a edição de "Hitler Bad, Vandals Good", são pontos de referência na vossa carreira?A mudança para a Nitro fez com que as coisas se tornassem mais sérias. Ficámos mais profissionais, vendemos mais discos, fizemos melhores digressões, etc. O "Hitler Bad..." é importante porque foi o disco que mais vendeu até agora. Que mudanças podemos encontrar em "Look What I Almost Stepped In"? Continuam a soar como os Beach Boys depois de tomarem acidos?Não, soamos tal e qual como os Beach Boys. (risos) Vão ficar extasiados. Teve um empenho muito maior de todos, tivemos um pouco mais de dinheiro para o fazer e provávelmnente venderá mais...

Não têm medo que as reedições afectem as vendas do novo disco?Nem por isso. A maioria das pessoas já tem os discos. Estamos apenas a retirá-los de uma editora e colocá-los noutra para tentar fazer algum dinheiro e compensar o que não ganhámos com as edições originais. Como é que uma banda como a vossa aparece a abrir para os Pearl Jam? Nós só viemos para arranjar um passe destes. (risos) Os vossos fãs são um pouco diferentes dos deles...É um desafio para nós. É a primeira vez que tocamos com eles e esperamos que os fãs deles não nos odeiem... Sabemos que é estranho, mas o nosso agente disse-nos: “Têm aqui esta digressão", e não fizemos mais perguntas. Vocês já tocaram em Portugal com a Vans Warped Tour. Guardam algumas memórias desse concerto?O Jumbotron, a criada de um dos bares que era muito gira, as gelatarias junto à torre, as miudas... Divertímo-nos bastante.

Os Vandals já participaram diversas vezes nesta digressão. Qual é a maior diferença entre Europa e os EUA?Na America o impacto é maior. É muito bom para as bandas que fazem parte do cartaz, e muito mau para as outras bandas que andam em digressão na mesma altura, porque os miudos gastam o dinheiro todo no festival. Podem contar a história por detrás da vossa "aparição" nos X-Files e no filme "Citizen Punk"?O Chris Carter gosta dos nossos discos e uma vez ligou-nos e explicou a sua ideia para um dos episódios. Ele queria colocar alguém com uma t-shirt dos Vandals e tocar um tema nosso. Foi interessante porque ele fez exactamente o que disse e a partir daí houve mais pessoas a conhecer os Vandals, nem que seja só de nome. O "Citizen Punk" foi um filme que nós fizémos, e do qual editámos a banda sonóra na Kung Fu. Nós vivemos na área de Hollywood e nessa zona é muito fácil fazer este tipo de coisas. Hugo Moutinho(Mondo Bizarre # 4)


Oi to The World by JH II

1. Gun For Christmas, A
2. Grandpa's Last X-Mas
3. Thanx For Nothing
4. Oi To The World
5. Nothing's Gonna Ruin My Holiday
6. Christmas Time For My Penis
7. I Don't Believe In Santa Clause
8. My First Xmas (As A Woman)
9. Dance Of The Sugarplum Fairies
10.Here I Am Lord
11.C-H-R-I-S-T-M-A-S
12.Hang Myself From The Tree
13.Overture
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Site da Banda The Vandals:

Hawaii

Link, texto e foto: Barbarian Fighter
Postado por: Johnny F

Segundo trabalho da banda Hawaii, do guitarrista Marty Friedman (Megadeth, Cacophony). Lançado apenas em vinil de 45 rpm e K7, essas faixas foram recentemente relançadas em CD numa versão que contém os dois primeiros discos do Hawaii. Separo-as aqui, com as capas do vinil, para que se tenha uma idéia melhor dessa fase do grande guitarrista. O som é um Heavy Metal simples e bem feito, puxando pro Hard. Ouçam alto!

Download de Hawaii - Loud Wild And Heavy (EP)

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Uriah Heep II

Hospedagem: Giovani/Nic Gariba
Em 1965, Mick Box junta-se a David Garrick, mais conhecido como David Byron, formando o “The Stalkers”. Ficaram por dois anos tocando covers em clubes locais, quando em 1967, Box e Byron resolvem tornar-se profissionais. Os outros membros da banda acham arriscado e se separam. A dupla, porém, continuou firme, trabalhando e compondo material. Juntam-se ao baterista Nigel Pegram e ao baixista Barry Green na banda “Spice”. Green foi substituído no meio de 68 por Paul Newton e sua entrada coincidiu com a gravação de um single por artistas unidos, “What about the Music”.O Spice consegue construir uma boa carreira no circuito londrino, tocando em vários clubes. Em 69, o baterista Pegram é substituído por Alex Napier. Fazendo uma mistura de hard rock com jazz, o Spice gravou a demo com o nome de “The Play”.

Após um árduo trabalho, conseguem assinar um contrato com o empresário Gerry Bron, gravando um álbum em 1969, “The Landsome Tapes”. Por sugestão de Bron, o tecladista Ken Hensley passa a fazer parte do line-up e mudam o nome para Uriah Heep.A entrada de Hensley fez com que eles desenvolvessem seu próprio estilo baseado nas harmonias vocais combinadas com guitarras e teclados. O ano de 1970 foi considerado o de nascimento do Uriah Heep. Nesse primeiro ano, passaram quatro bateristas pela banda. Napier saiu após ter gravado algumas faixas do primeiro álbum, sendo substituído por Nigel Ollie Olsson, que mais tarde se juntara à banda de Elton John, mas não sem antes gravar “Very ´Eavy, Very ´Umble”. Quem tocou no segundo álbum, “Salisbury”, foi Keith Baker, ficando até outubro dando lugar para Ian Clarke, que tocou no terceiro álbum, “Look at Yourself”.

O ápice da carreira aconteceu em meados dos anos 70, com os álbuns “Demons and Wizards”, “The Magician´s Birthday”, “Sweet Freedom”, “Wonderworld” e ainda um dos melhores álbuns ao vivo do Uriah: “Live´73”.Em fevereiro de 1975, devido à problemas de saúde e de drogas além de um acidente ocorrido num show em Dallas (foi eletrocutado quando tocava ao vivo) Train é afastado da banda. Em dezembro do mesmo ano, fora encontrado morto devido a uma overdose. John Wetton foi contratado para assumir a vaga, completando o time nas gravações de “Return to Fantasy”.Tais fatos, associados à fama, acabaram por desgastar um pouco a banda, principalmente David Byron, que acabou deixando a banda em julho de 1976. O vocalista John Lawton e o baixista Trevor Bolder entraram no Uriah Heep. Com essa formação, foram lançados “Firefly”, “Innocent Victim” e “Fallen Angel”.

David Byron

Após 1979, mais mudanças: Lawton abandona o barco e Lee Kerslake é substituído por Chris Slade. John Sloman assume os vocais, e gravam “Conquest” em 1980. Mais problemas ainda estavam por surgir pois o grupo não estava satisfeito nem com Sloman, nem com a substituição de Greg Dechert nos teclados. Mick Box estava querendo mudar o nome da banda para “Mick Box Band” e Kerslake queria voltar a tocar com Ozzy Osbourne. Mick desiste da mudança mas monta um novo line-up com Peter Goalby, o tecladista John Sinclaire e o baixista Bob Daisley. Gravaram então um novo álbum, “Aboninog”, que saiu em 82.

Logo após de “Head First”, em 1983, Trevor Bolder volta ao Uriah, para a gravação de “Equator”. Tiram um tempo de férias e voltam com Mick Box, Kerslake e Trevor Bolder, e mais o tecladista Phil Lanzon e por dois meses o vocalista Steff Fontaine, que logo depois foi substituído por Bernie Shaw. Essa formação foi uma das mais estáveis, compondo os álbuns “Live in Moscow”, “Raging Silence”, “Different World”, “Sea of Light” e “Spellbinder.Apesar das inúmeras mudanças e desavenças, o Uriah Heep, seja com os músicos e na época que for, sempre será lembrado com um dos maiores nomes do Rock em todo o planeta.


Very Eavy, Very Umble - 1970

Demom & Wizards - 1972

Download do Álbum



High & Mighty - 1976
Download do Álbum


Uriah Heep Live - 1973
Download Parte 1
Download Parte 2



Look At Yourself - 1971
Download do Álbum


Salisbury - 1971
Download do Álbum


Magicians Birthday - 1972
Download do Álbum


The Best Of Uriah Heep - 1975
Download do Álbum
Senha: uplot.net

Site da Banda : Clique Aqui

X IV - Novos Links e cd´s

Hospedagem, texto, montagem e fotos: Cacá

Clique aqui para acessar o que já fora publicado e postado sobre o X

Galera, apenas irei complementar a postagem do X, já realizada pelo Johnny e pelo Rogério Utrila, apresentando links para novos cd´s e apenas dizer que esta é uma banda sensacional (uma das minhas favoritas!!), não conhecida pelo grande público e com discos difíceis de serem localizados, em lojas ou na internet. Raridade básica!!

Los Angeles (1980)

Download de X - Los Angeles

More Fun in The New World (1983)

Download de X - More Fun in The New World

Ain´t Love Grand (1986)

Download de X - Ain´t Love Grand - parte 1

Download de X - Ain´t Love Grand - parte 2

See How We Are (1987)

Download de X - See How We Are - parte 1

Download de X - See How We Are - parte 2

Hey Zeus! (1993)


Download de X - Hey Zeus!

Unclogged (1995)

Download de X - Unclogged

Boa diversão pessoal!!

Illusion

Links e texto: Gunfighter
Postado por: Johnny F

No final de 1967 o Yardbirds estava rachado: Keith Relf e James McCarthy queriam seguir "folk" e Jimmy Page pretendia tocar cada vez mais alto. Em julho de 68, com o fim da banda, Page forma o Led Zeppelin, Chris Dreja decide ser fotógrafo (ver foto led zep I) e McCarthy, Relf e Samwell-Smith formam o Renaissance com Jane Relf, irmã de Keith, John Hawken (ex-Nashville Teens) e Louis Cennamo.A primeira formação do Renaissance, "folk oriented", gravou dois álbuns, "Renaissance" e "Illusion". Então Keith Relf e Louis Cennamo formam o "Armageddon", com Martin Pugh; Samwell-Smith continua produzindo os excelentes álbuns de Cat Stevens (até sua conversão ao Islamismo), Jane Relf se envolve com gravações de jingles e John Hawken passa pelas bandas Spooky Tooth, Third World War, Vinegar Joe e Strawbs. Em 1975 o Armageddon lança seu primeiro e único álbum, "Armageddon". Os ex-integrantes do Renaissance não estavam envolvidos em nenhum projeto em especial e decidem retomar a banda, convidando John Knightsbridge(Third World War) e Eddie McNeil. Recebiam royalties do Renaissance e, portanto, ainda eram conhecidos. O nome da banda, porém, não poderia mais ser usado. Adotam, então, o nome do segundo álbum do Renaissance, "Illusion". Em 1976 gravam algumas demos quando ocorre o trágico acidente com Keith Relf, em maio, eletrocutado enquanto tocava guitarra no estúdio de sua casa (aquela estória da banheira é lenda...). Apesar disso, a banda prossegue e saem em turnê abrindo os shows de Bryan Ferry. Em 1977 lançam seu primeiro álbum, "Out of the Mist". Em 1978 sai o segundo trabalho da banda, "Illusion". Apesar de ter sido bem recebido na Europa, o álbum não foi lançado nos Estados Unidos. A banda começa a preparar o terceiro álbum mas o crescente desinteresse do público pelo rock progressivo e a ascensão do punk rock e do nascente "pop rock" dos anos 80 jogam por terra o projeto da banda. Em 1990 as demos foram reunidas no álbum "Enchanted Caress", que contém a última gravação de Keith Relf, a faixa 10, "All The Falling Angels".


Illusion ou Madonna Blue (1978)[Blue]
(Também creditado como "Illusion". Na edição alemã saiu como "Madonna Blue")

mp3 at 320 kbps
volume at ~95 db

James McCarthy: vocals, acoustic guitars, percussion;

John Hawken: fender rhodes, piano, mellotron, hammond, mini moog, arp, poly moog, harpsichord;
Jane Relf: vocals;

Louis Cennamo: bass;

John Knightsbridge: eletric lead guitar, acoustic guitar;

Eddie McNeil: drums, tubular bells, timpani, percussion, vibes, effects;


Produced by: Paul Samwell-Smith.

Engineered by: Mike Bobak.

Recorded at Morgan Studios, London, England.

Published by: Peninsular Music Ltda.

Printed in Germany, 1993 (TRC Records).

Tracklist e links p/download (turboupload)

1978 - Illusion

Download de 01 - Madonna Blue (McCarty)

Download de 02 - Never Be The Same (McCarty)

Download de 03 - Louis' Theme (Cennamo)

Download de 04 - Wings Accross The Sea (McCarty)

Download de 05 - Cruising Nowhere (McCarty)

Download de 06 - Man Of Miracles (K. Relf/McCarty/Hawken)

Download de 07 - The Revolutionary (Hawken/McCarty)

Download de 08 - Isadora (McCarty)

Download de 09 - Roads To Freedom (McCarty)

Download de 10 - Beautiful Country (McCarty)

Download de 11 - Solo Flight (McCarty)

Download de 12 - Everywhere You Go (McCarty)

Download de 13 - Candles Are Burning (McCarty)

Upload dedicated to Penny Lane.

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A banda estreita escapou... desta vez

Oi Galera, achei interessante este texto postado no Blog de Sandra Carvalho, Diretora de Redação da Revista Info Exame. Sandra aborda a questão na mudança dos pulsos para minutos afirmando que tal decisão vai prejudicar quem tem acesso discado e como o acesso a banda larga não deveria ser uma questão de luxo. Muito bacana o texto. Como nosso blog também está antenado com tecnologias e reflexões então, eis aqui, um bom motivo para nosso deleite.

Postado por - Johnny F

A banda estreita escapou... desta vez


A decisão do governo Lula de adiar para 2007 a mudança nas contas de telefone é boa e ruim, ao mesmo tempo.

Ruim porque, mais uma vez, se mudam as regras do jogo em cima da hora. Isso é ruim para as grandes operadoras de telefonia, que têm trauma de mudança de regras, e com razão. Elas investiram muito no país e detestam surpresas que coloquem o retorno desse dinheiro em risco. Problema delas? Não é bem assim. Se nós queremos os empregos, os avanços tecnológicos, a concorrência, os produtos e serviços que vêm com os investimentos de fora, temos de tratar esses investimentos com o respeito devido. Isso não quer dizer concordar com qualquer coisa que as operadores queiram fazer – apenas cumprir a palavra assumida.

O lado bom da decisão é que as pessoas que penam com acesso discado à internet não terão que penar mais ainda. Explico o que praticamente todo mundo está cansado de saber: banda estreita é pedreira. Pela necessidade de discar a cada vez que se quer fazer qualquer coisa na web, pela lentidão das conexões, pelo preço que se paga pelo acesso na conta telefônica. Se o governo não suspendesse a mudança da cobrança dos telefones de pulso para minutos, os coitados que usam internet discada poderiam receber, no final do mês, uma conta duas vezes maior. Não faria sentido, faria?

Hoje nós temos uma Belíndia no acesso à internet: há quem nade em banda larga, a até 8 megabits por segundo, e quem sofra com acesso discado e com acesso noturno (os corujões, que esperam dar meia-noite para entrar na web e pagar apenas um pulso). Mas acesso à internet, hoje em dia, não pode ser artigo de luxo, ao alcance de apenas uma minoria, se o nosso país quiser aspirar a qualquer coisa decente, em qualquer nível, em qualquer área. Tem que ser acesso universal. Assim, desse ângulo, a decisão do governo até que é bem palatável.

Sandra Carvalho - 23/02/2006 - 17:09

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Blackmore's Night

Links e texto: Fábio Oliveira
Fotos e montagem: Johnny F

Blz galera do Lágrima, segue minha contribuição de hoje Ritchie Blackmore, com sua Banda renascentista Blackmore's Night.


Ritchie Blackmore participou do grupo Deep Purple antes de recrutar os músicos para tocar músicas que falassem sobre a Renascença. No seu primeiro DVD que saiu neste ano (2005), Ritchie nos conta que se apaixonou pela música renascentista desde os 9 anos. Quando trabalhava no Deep Purple, conheceu Candice, que trabalhava em backin vocals. Eles foram ficando amigos e logo se apaixonaram, e perceberam que tinham mais coisas em comum do que diferenças. Ritchie coloca em destaque que quando ouviu Candice cantar, ele sabia que ela tinha esse dom para músicas renascentistas. Logo se casaram e formaram a banda. Ritchie toca principalmente instrumentos de corda. Candice Night, esposa do ex-Deep Purple, faz um ótimo trabalho de vocais com as Sisters of the Moon. Ela é o símbolo da banda, a chefe vamos dizer. Canta todas as músicas, toca pandeiro, flauta, chocalho e leva o público à loucura. Canta desde os três anos também, e diz que desde que era pequena se encantou pela magia da música. Fez aula de canto em vários lugares, participou de corais em escolas e clubes, até que conheceu Ritchie e aí começou os Blackmore's Night.


01. Shadow of the Moon
02. The Clock Ticks On
03. Be Mine Tonight
04. Play Minstrel Play
05. Ocean Gypsy
06. Minstrel Hall
07. Magical World
08. Writing on the Wall
09. Renaissance Faire
10. Memmingen
11. No Second Chance
12. Mond Tanz
13. Spirit of the Sea
14. Greensleeves
15. Wish you were Here

01. Under A Violet Moon
02. Castles And Dreams
03. Past Time With Good Company
04. Morning Star
05. Avalon
06. Possum Goes To Prague
07. Wind In The Willows
08. Gone With The Wind
09. Beyond The Sunset
10. March The Heroes Home
11. Spanish Nights (I Remember It Well)
12. Catherine Howard's Fate
13. Fool's Gold
14. Durch Den Wald Zum Bach Haus
15. Now And Then
01. Written In The Stars
02. Times They Are A' Changin', The
03. I Still Remember
04. Home Again
05. Crowning Of The King
06. Fayre Thee Well
07. Fires At Midnight
08. Hanging Tree
09. Storm, The
10. Mid Winter's Night
11. All Because Of You
12. Waiting Just For You
13. Praetorius (Courante)
14. Benzai-Ten
15. Village On The Sand
16. Again Someday



Download de Past Times With Good Company (Live) - 2003

DISC 1:
01. Shadow Of The Moon
02. Play Minstrel Play
03. Minstrel Hall
04. Past Time With Good Company
05. Fires At Midnight
06. Under A Violet Moon
07. Soldier Of Fortune

DISC 2:
01. 16th Century Greensleeves
02. Beyond The Sunset - (TRUE instrumental)
03. Morning Star
04. Home Again
05. Renaissance Faire
06. I Still Remember
07. Durch Den Wald Zum Bach Haus - (TRUE instrumental)
08. Writing On The Wall
09. Fires At Midnight - (acoustic)
10. Mid Winter's Night - (acoustic)



Download de Ghost of a Rose - 2003

01. Way to Mandalay
02. 3 Black Crows
03. Diamonds and Rust
04. Cartouche
05. Queen for a Day (part 1)
06. Queen for a Day (part 2)
07. Ivory Tower
08. Nur Eine Minute
09. Ghost of a Rose
10. Mr. Peagrams Morris And Sword
11. Loreley
12. Where are We Going from Here
13. Rainbow Blues
14. All for One
15. Dandelion Wine

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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2006

Edgar Winter

Postagem Johnny F

Segue minha contribuição para o site: um disco de Edgar Winter, irmão mais novo de Johnny Winter.

Download de Edgar Winter's White Trash

Rodrigo Algarte

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Premiata Forneria Marconi III

Links enviados por Sabrina
Postagem: Johnny F


Clique aqui para acessar o que já publicamos sobre o PFM


Dracula - Opera Rock
Download de Dracula - Opera Rock



Premiata Forneria Marconi - Best of
Download de Best of Disco 1
Download de Best of Disco 2

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Die Lying

Postagem Johnny F

Antes de mais nada gostaria de agradecer pela existencia do teu blog, tenho feito uma grande coleta de informação. Mas tenho um pedido a fazer, como concordo com o compartilhamento de informações e tbm tenho uma banda e gostaria Gostaria muito de ver nosso CD em seu blog. Já nossas musicas estão disponiveis em nosso site, como tbm estão em sites de compartilhamento.



SITE OFOCIAL
http://www.dielying.com/

BLOG COM LINK DO CD COMPLETO COM ENCARTE
http://www.dielying.blogspot.com/

PAGINA MULTIPLA - FOTOS E CARTAZES
http://dielying.multiply.com/

LINK DO CD NO MEGAUPLOAD
http://www.megaupload.com/?d=GF9509W3


Agradeço antecipadamente.
Miron Jr

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Robert Cray

Hospedagem dos Álbuns: JH II & Fireball
Texto, Fotos e Montagem: JH II


links atualizados


“Quem está falando?”

Antes de mais nada, eu sempre digo que o rock & roll é meu avô e o blues é meu pai.Como eu amo música, sem música eu não fui, não sou, nem serei ninguém neste mundo louco, amem e amem uns aos outros.Mas vamos em frente!A maioria das grandes figuras clássicas do blues, já morreram ou passaram dos setenta anos . O que não quer dizer necessariamente que a continuidade tenha-se truncado. Pelo contrário, há uma nova geração de “bluesmen” na qual se encontra um potencial muito considerável em talento, estilo e capacidade de comunicação. Robert Cray é um dos expoentes mais claros. Robert Cray não é do sudoeste dos Estados Unidos, de onde eram a maioria dos grandes criadores do blues, mas sim do outro extremo, do noroeste, e concretamente da cidade de Seatle. Tem agora pouco mais de cincoenta anos de idade (pessoal, a média de idade de um homem normal isento de maus vícios como cigarro, bebida alcoólica, etc., nos dias de hoje e com o avanço da medicina subiu muito, um senhor hoje aposentado de 65 anos por exemplo é ainda muito produtivo),. e possui uma experiência de trinta anos à frente de um conjunto próprio.


Foi descendo pela costa Oeste dos EUA, do estado de Washington até a ensolarada Califórnia, fazendo shows acompanhado pela sua guitarra, invariavelmente, em todas as ocasiões, consolidando ao mesmo tempo conhecimento e ofício. Finalmente, formou um conjunto estável com um velho amigo e companheiro de colégio, Richard Cousins, que é baixista e comunga com o mesmo credo “bluesy”, sendo que os dois seguiram de perto o modelo de blues do Texas encarnado na figura de Albert Collins, assimilando ademais influências de B. B. King e Otis Rush. Como se pode comprovar no CD “Who´s Be Talkin ?”, Robert Cray não é um aluno copiador, daqueles de transcrevem e reproduzem mansamente a lição dos seus mestres.


Muito pelo contrário, é em si mesmo um criador e nos seus blues se observa a sedimentação de todas as novas tendências que afloram nas últimas décadas, não sómente no campo do blues estrito, mas também nos domínios do “soul”, do “funky” e do próprio “rock”. Como intérprete, a sua voz e o seu estilo interpretativo é mais suave e não tão agreste como a maior parte de seus predecessores, porém as letras das suas músicas são igualmente apaixonadas e emotivas. Com certeza, a brilhante carreira atual de Robert Cray cimentou-se e ainda se sustenta em gravações como estas do volume Who´s Be Talkin´, claramente indicativas do selo pessoal.


Se Stevie Ray Vaughn foi denominado “ A Grande Esperança Branca” para o blues de nossos dias, Robert Cray chamou-se “A Grande Esperança Negra”, apesar de termos suspeitas fundadas de que as expectativas sejam um tanto exageradas. Conhecido também como Young Bob, faz parte da nova geração de músicos de blues, embora, como todos eles, não tenha passado pelas tribulações dos bluesman clássicos. Utiliza o blues como ponto de partida para criar uma música mais sofisticada e sutil. Tudo nele é imaculado, e a sua proposta pode definir como o blues comtemporâneo, blues de fusão no qual se integram o rhythm & blues, soul, funky, gospel, os sons dos selos Speciality, Atlantic e Stax, ou o que é a mesma coisa, uma mistura de O.V. Wright, Z.Z. Hill, Albert Collins (sobre quem exerceu maior influência), Ray Charles, Bobby Bland, Johnny Guitar Watson, Hubert Sumlin, Sam Cooke, Marvin Gaye, Soul Stirrels, (grupo texano de gospel de pós-guerra pelo qual desfilaram Sam Cooke e Johnny Taylor) ou Five Blind Boys of Mississipi (grupo “a capella” de gospel com LLoyd Woodard ou Archir Brownie).

Seu estilo é aveludado, etéreo, elegante, refinado, gosta de criar ambientes e fazer exercícios baseados em longos desenvolvimentos, e embora para compor precisse da ajuda do seu mentor Dennis Walker, possui uma garganta invejável capaz de gerar toda classe de falsetes.No manejo da sua guitarra Fender Stratocaster, mostra-se convincente, porém nãp é considerado um autêntico músico de blues pelos, principalmente, puristas,os quais ele chama de “blunatics”. O seu repertório recebeu diversas valorações, desde os ortodoxos que não vêem em Cray muita qualidade até aqueles que acham que também o blues deve se renovar ou morrer. Cray não arrisca demais nas suas gravações, nas quais se mostra bastante acomodado, controlado e mais preocupado com as modas e o caráter minimamente comercial dos seus trabalhos, nos quais a emoção passa despercebida na primeira gravação, talvez por ficar revestida de roupagens empoladas.
Foi comparado com Joe Louis Walker (com quem compartilhou selo, uma produção semelhante e idêntica marca de guitarra).Apresentou-se ao lado de numerosas estrelas e participou em várias gravações com outros músicos como Eric Clapton (nos seus discos “Journeyman” e ao vivo “24 Nights”), John Lee Hooker ( em “The Healer”, “Mr. Lucky” e “Boom, Boom, e Katie Webster (“Swamp Boogie Queen”). Cry nasceu no dia 1º de agosto de 1953 em Columbus (Geórgia). Pelo fato de ser filho de um militar, acompanhou a sua família nos seus diferentes destinos por Alabama, Geórgia, Virgínia, Pennsylvania, Indiana, Califórnia e Alemanha (onde recebeu as primeiras aulas de piano) antes de se estabelecer em 1968 em Tacoma (Washington).Embora seu pai fosse um grande colecionador de discos, encorajava-o para que fosse uma espécie de Ray Charles, corriam os tempos do auge da guitarra: seus amigos da vizinha

Strong Persuader - 1986 by Fireball

Download do Álbum

Don't Be Afraid Of The Dark - 1988 by Fireball

Download do Álbum

Too Many Cooks - 1991 by JH II

01.Too Many Coocks
02.The Score
03.The Welfare (Turns It´s Back On You)
04.That´s What I´Li Do0
05.I´d Rather Be A Who0
06.Who´s Been Talking
07.Sleeping In The Ground
08.I´m Gonna Foget About
09.Nice As A Fool Can be
10.If You´re Thinkin´What I´m

Twenty - 2005 by JH II

01. Poor Johnny

02 .That Ain't Love

0 3 .Does It Really Matter

0 4. Fadin' Away

05. My Last Regret

0 6. It Doesn't Show

0 7 .I'm Walkin'

08 .Twenty

0 9. I Know You Will

10 .I Forgot to Be Your Lover

11 .Two Steps from the End

Download Parte 1

Download Parte 2

Qual é a pior coisa do mundo? Quer saber ? Então veja no link o vídeo Twenty (Quantos anos você tem, 20? Agradeça por morar no melhor país do mundo! O Brasil !


Assista ao Vídeo: Clique Aqui
Site do Roberto Cray:Clique Aqui

Black Sabbath IV

Hospedagem e Texto: Barbarian Fighter
Foto e Montagem: Fireball

Clique aqui para acessar o que já publicamos sobre Black Sabbath


Dentro do arquivo estão todas as capas e vários arquivos com mais endereços de bootlegs do Sabbath e toda informação que pude achar sobre essa demo tape que foi refeita em CD. Inclui uma faixa inédita, "The Fallen". Só pus senha pra evitar alteração. Quem quiser espalhar esses links que fique à vontade, informação é um direito de todos. Qualquer defeito comentem que eu refaço.

Barbarian Fighter

senha: gillan

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Place Vendome

Hospedagem do Álbum, Texto, Fotos e Montagem: Fireball

Michael Kiske

Michael Kiske é aquele exemplo perfeito do cara que vive cuspindo no prato que come. Vocalista de uma técnica indiscutível, construiu uma reputação sólida perante uma legião de "headbangers" na época em que era o frontman do Helloween, lançando álbuns que são considerados clássicos do heavy metal e influência para tudo o que surgiu posteriormente no famigerado metal melódico. Ao sair da banda em 1993, devido às famosas divergências musicais e tentar carreira solo, Michael Kiske não só se afastou do heavy metal como passou a atacar deliberadamente o estilo, utilizando-se de velhos jargões como "ultrapassado" e "cabeça-fechada" em seus discursos contra fãs e gravadoras. De concreto, lançou apenas 2 álbuns-solo medianos e participou do grupo italiano Supared, gravando apenas um disco que foi um completo fiasco.
O problema é que, apesar de continuar malhando o estilo, vira-e-mexe, Michael Kiske ainda é convidado para participar de gravações envolvendo heavy metal. E não se faz de rogado... Place Vendome é sua última empreitada na área. O Place Vendome nada mais é que um projeto envolvendo os músicos da excelente banda de hard/heavy alemã Pink Cream 69 com os vocais de Kiske. Apresentando um som direcionado ao AOR, com uma pegada bastante pop, refrões pegajosos, instrumental muitíssimo bem arranjado e vocais inconfundíveis, o resultado é um bom álbum que vem recebendo ótimas avaliações da crítica especializada e vale a pena ser conferido.

Download de Place Vendome (2005)

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Trapeze

Hospedagem dos Álbuns, Texto e Fotos: Fábio Oliveira

Montagem: Fireball

links atualizados



TRAPEZE é a primeira banda do genial Glenn Hughes. A ilustre formação da banda incluía além de Hughes, o guitarrista Mel Galley (que viria a fazer parte do Whitesnake alguns anos depois) e Dave Holland (mais tarde baterista do Judas Priest). Com esse power trio eles lançaram três álbuns, dos quais "You Are The Music, We're Just The Band" (1972) causou grande sensação. Em setembro de 1973, o tecladista e o baterista do Deep Purple, Jon Lord e Ian Paice, estiveram em alguns shows do Trapeze para conferir se Hughes seria uma boa opção para os lugares de Ian Gillan e Roger Glover, que haviam deixado o Purple em junho daquele ano. Hughes que já tinha recusado o convite do Electric Light Orchestra aceitou o convite Purple deixando de vez o Trapeze. David Coverdale entrou simultaneamente no Deep Purple e dividiu o vocal com Glenn.


Download de Medusa (1971)

1. Black Cloud

2. Jury

3. Your Love Is Alright

4. Touch My Life

5. Seafull

6. Makes You Wanna Cry

7. Medusa

Download de You Are The Music...We're Just The Band (1972)

1. Keeping Time

2. Coast To Coast

3. What Is A Woman's Role

4. Way Back To The Bone

5. Feeling So Much Better Now

6. Will Our Love End

7. Loser

8. You Are The Music


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The Police

Hospedagem, fotos, montagem e texto: Cacá

Pessoal, estamos repostando o The Police, pois o site www.rapidshare.de, onde estavam hospedados os cd´s abaixo, deletou os links. Assim sendo, estamos fornecendo novos links e acrescendo mais um cd, no qual somente constam músicas que não estão na discografia 'oficial' dos álbuns já postados, sendo este novo cd, retirado da caixa ¨Message in a box¨, de 1992, enviado por nosso amigo, o Junior - Nova Produtiva. Valeu Júnior!!!

Outra coisa importante: alguns links estão hospedados no Megaupload. No entanto, este site, está restringindo o acesso à downloads. Se vocês tiverem algum problema, com algum download deles (geralmente, aparece a seguinte frase: ¨Download with Premium¨ - ou seja, só pagando e mediante fornecimento de senha), façam o seguinte: copiem o link do download e entrem em alguns dos sites abaixo citados e no lugar onde está o navegador (no meio da página - já está escrito http:// - no caso do unipeak.com, ou não - só há um ¨quadrado em branco¨ - casos do proxify.com e fireprox.com ), inclua o restante do link (caso do unipeak.com) ou o link completo (proxify.com. e fireprox.com), colando-o, aperte Go/Enter e daí vocês conseguem fazer o download normalmente, pois estes sites ¨escondem¨ o IP e o seu local de origem, vindo, deste modo, a ser ¨burlado¨, o limite do Megaupload. Importante serem excluídos, no início deste procedimento, os cookies e arquivos temporários.

Os sites que estamos usando, quando isto ocorre, são os seguintes:

http://www.unipeak.com/

http://proxify.com/

http://fireprox.com/

Boa divesão Galera!!!

O The Police dispensa apresentações, sendo este post, realizado à pedidos.

Outlandos d´Amour (1978)

Reggata de Blanc (1979)

Zenyatta Mondatta (1980)

Ghost in the Machine (1981)

Synchronicity (1983)

NOVOS LINKS

Download de The Police - Outlandos D´Amour

Download de The Police - Reggata De Blanc

Download de The Police - Zenyatta Mondatta

Download de The Police - Ghost in the Machine

Download de The Police - Synchronicity

Message In A Box (1992)

(Apenas músicas de B-sides, Trilhas e Demos)

Contribuição de Junior.


Download de The Police - Message in a Box (B-sides, Trilhas e Demos) - parte 1

Download de The Police - Message in a Box (B-sides, Trilhas e Demos) - parte 2

Espero que curtam esta repostagem!!

Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2006

U2 II - Brasil (Morumbi - 20.02.2006)

Boa noite galera, nosso irmão Wladimir Jumonji hospedou novamente o áudio do show do U2 aqui no Brasil e estes links estão logo abaixo. Aproveito para agradecer a Wladimir por sua boa vontade, por querer compartilhar o que ele conseguiu e da maneira que ele pode conseguir....será que me fiz claro galera?

Johnny F

Clique aqui para acessar o que já postamos sobre U2


Novos links:


A senha para descompactar é: waj


Ae Johnny F, aqui é o Wladimir Jumonji, estou escrevendo por solicitação do Rogério Utrila. Conversei com ele para te mandar uns links que eu publiquei do show do U2 no Morumbi. Ele disse que tá corrido e para eu mandar direto para você! Aí está o que eu postei no Orkut!

Para os fãs do U2, aqui está o show de segunda em MP3!


Antes de baixar, leia essas OBSERVAÇÕES!!!

1) O show foi gravado a partir da transmissão da Rede Bobo, portanto a qualidade NÃO É DE CD, NEM É STEREO, mas é equivalente a FM!

2) Em algumas músicas, como a primeira ou em Sunday Bloody Sunday, o corte é "seco", pois o JECA CAMARGO fala em cima da introdução da música. Eu cortei o cara, porque acho que ninguém gostaria dos comentários "inteligentíssimos" dele em cima da música dos caras, né?!

3) Algumas faixas contém mais de uma música, como no caso da 10ª que contém Sunday Bloody Sunday, Bullet In The Blue Sky e The Hands That Build America, pois o U2 "emendou" o fim de uma no começo da outra e, cortar nesse caso, ficaria péssimo!

4) Para seguir a sequência tocada no show, numere as faixas na coluna correspondente do Windows Media (ou do seu player), ou ordene por nome da faixa.

5) As músicas foram capturadas analogicamente usando o Audiograbber e convertidas para MP3 @ 128 Kbps, usando o DBpowerAmp.

01 - City Of Blinding Lights
02 - Vertigo
03 - Elevation
04 - Until The End Of The World
05 - New Year's Day
06 - I Still Haven't Found What I Looking For
07 - Beatiful Day
08 - Stuck In A Moment
09 - Sometimes You Can Make It Your Own
10 - Love And Peace Or Else
11 - Sunday, Bloody Sunday
12 - Bullet In The Blue Sky
13 - The Hands That Build America
14 - Miss Sarajevo
15 - Pride In The Name Of Love
16 - Where The Streets Have No Name
17 - The Hands That Build America
18 - One
19 - Zoo Station
20 - The Fly
21 - Mysterious Ways
22 - With Or Without You
23 - All Because Of You
24 - Original Of The Species
25 - 40


[]'s

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The Stranglers


Hospedagem, Texto & Fotos: JH II
Dedico esta postagem ao Rogério Utrila
Os Stranglers eram uma banda punk entre muitas outras bandas punk, no ínicio do movimento e como as outras bandas punks, tiveram suas raizes na cena “pub” do Reino Unido- (UK). De fato como uma banda punk seu sucesso não seria grande coisa,mas o punk surgiu e eles “entraram de cabeça”. Poderíamos dizer que eles eram punk antes mesmo que do movimento punk surgir. Eles tinham um diferencial muito importante, eles eram formados musicalmente, não eram e não são músicos de três acordes sómente.



Fundado em Chiddingfold, Inglaterra em 1974 pelo guitarista e vocalista Hugh Cornwell, o baixista e vocalista Jean-Jacques Burnell, o tecladista Dave Greenfield e o baterista Jet Black,vestidos sempre de preto, tocando um som pesado, dark, moody (contrastado estranhamente pelo som ' feliz ' do órgão de Greenfield frequentemente), eles foram os progenitores do "goth-rock."


Em 1976, após abrirem um show para Patti Smith em sua excursão européia,a United Artists Records (Reino Unido) contratou-os e assinaram o contrato em dezembro. Em janeiro lançaram o bem sucedido sing " (Get A)Grip (On Yourself) " que mais tarde foi considerado como uma das primeiras gravações "alternativas" do rock. Como acontecia constantemente com a era do punk, suas canções eram banidas pela BBC (que no mundo do punk ajudou somente as vendas).



Um LP,entitulado “Rattus Norvegicus” (o nome científico para o roedor responsável pela praga) e o único seguinte, " Peachs. " Peachs " continha originalmente uma faixa proibida e tiveram que criar um versão diferente para tocar no rádio que substituísse a palavra "clitóris"." Atingiram o décimo lugar no Reino Unido, em seguinda vem ("Straighten Out" e "No More Heroes) do segundo LP, No More Heroes, um dos dez Álbuns mais vendidos do ano no Reino Unido. Depois disso andaram assinando com a AM& Records dos E.U.A., e lançaram o LP “Black & White” mas as vendas por lá não foram nada bem.



A AM & Records havia assinado com The Sex Pistols mas quebraram o contrato e optaram por relançar The Haven dos Stranglers. Que estranhamente vendeu bem.Em seguida lançaram um álbum intitulado volume IV que continha metade das canções do álbum que fora lançado na UK, e mais quatro canções inéditas.Os Stranglers continuaram no Reino Unido, gravaram juntos mais alguns álbuns, antes de mudarem-se para a gravadora Epic (UK. E também na gravadora Epic dos E.U.A.,)



Hugh Cornwell, Dave Greenfield e Jean-Jacques Burnel fizeram trabalhos solo paralelos aos Stranglers até que Hugh em 1990 saiu para seguir definitivamente sua carreira de solo. Apesar desta perda, os Stranglers continuaram firmes primeiramente com Paul Roberts e depois com John Ellis,. Esta formação continua até nossos dias. Longe de ter terminado, os Stranglers , nunca desistiram e olham para o futuro, para o próximo Milênio.

Greatest Hits (1997-1990) by JH II

1. Peaches
2. Something Better Change
3. No More Heroes
4. Walk On By
5. Duchess
6. Golden Brown
7. Strange Litlle Girl
8. European Female
9. Skin Deep
10. Nice In Nice
11. Always The Sun
12. Big In America
13. All Day And All Of The Night
14. 96 Tears
15. No Mercy

Download do Álbum Parte 1
Download do Álbum Parte 2



Site Oficial da Banda:
Clique Aqui

Site do Hugh Cornwell o fundador da banda:
Clique Aqui

Vídeos Amostras dos Stranglers:
Clique Aqui

Rolling Stones no Brasil (A Bigger Bang Tour 2006)

Montagem: Mr Bad Guy

Obs.: Devido problemas com os links; os mesmo foram disponibilizados em outro servidor.

Clique aqui para ver o que já foi publicado sobre os "Rolling Stones"

Os Rolling Stones fizeram uma apresentação de quase duas horas na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para mais de um milhão de pessoas, a partir das 21h50 deste sábado (18/02). Os músicos subiram ao palco depois que um telão mostrou uma animação do "big bang", explosão que teria originado o universo e que serviu de inspiração ao disco mais recente do grupo. Apesar de ser uma turnê de divulgação desse disco, "A Bigger Bang", de 2005, o repertório da noite privilegiou sucessos antigos do grupo, principalmente dos anos 60 e 70, como "Jumpin' Jack Flash", que abriu o show, "It's Only Rock'n'Roll" e "(I Can't Get No) Satisfaction", que a platéia cantou em coro com o líder da banda, Mick Jagger.

Em diversos momentos do show, o cantor, que tem um filho carioca de seis anos, com a apresentadora Luciana Gimenez, conversou em português com a platéia. "Copacabana, esta é a melhor festa do mundo!", disse antes de tocar "Oh No, Not You Again", uma das quatro músicas do disco novo no repertório do show. No meio de tantas músicas animadas, sob medida para uma platéia grande, ao ar livre, a banda não teve medo de arriscar momentos mais intimistas como "Wild Horses" e a balada "This Place Is Empty", cantada pelo guitarrista Keith Richards. No meio do show, durante o hit "Miss You", parte do grandioso palco de 60 de largura por 22 metros de altura (um prédio de sete andares) se desloca em direção à platéia levando Jagger, Richards, Ron Wood e Charlie Watts mais para perto do público.

Nesse momento, diversos fãs empolgados atiraram camisetas, faixas e bandeiras em direção ao palco. Daí em diante o show pega fogo, com uma sucessão de músicas animadas --e tome mais clássicos da carreira da banda, como "Honky Tonk Women" (durante a qual o palco volta), "Sympathy for the Devil", "Start me Up" e "Brown Sugar". Para o bis, Jagger voltou com uma camiseta com a bandeira do Brasil, e ataca de "You Can't Always Get What You Want", a que a platéia responde em coro, e "(I Can't Get No) Satisfaction", a despedida do grupo. Pela terceira vez no Brasil, os Stones fizeram pela primeira vez um show gratuito no país. Antes da banda inglesa, apresentaram-se três atrações brasileiras: O DJ Marcelo Janot, o grupo AfroReggae e os Titãs.


A Bigger Bang Tour Rio 2006

1. Jumping Jack Flash
2. It's Only Rock And Roll
3. You Got Me Rocking
4. Tumblin' Dice
5. Oh No Not You Again
6. Wild Horses
7. Rain Fall Down
8. Midnight Rambler
9. Night Time Is The Right Time
10. This Place Is Empty
11. Happy
12. Miss You
13. Rough Justice
14. Get Off My Cloud
15. Honky Tonk Woman
16. Sympathy For The Devil
17. Start Me Up
18. Brown Sugar
19. Can't Always Get What You Want
20. (I Can’t Get No) Satisfaction

"A Bigger Bang Tour Rio 2006 CD1" - Download
"A Bigger Bang Tour Rio 2006 CD2" -
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"A Bigger Bang Tour Rio 2006" CD3 -
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Yngwie Malmsteen

Hospedagem dos Álbuns: Fábio Miranda
Texto, Fotos e Link: JH II

Malmsteen, cujo verdadeiro nome é Lars Johann Yngwie Lannerback (cruzes!) iniciou cedo sua apreciação pela música. Aprendeu a tocar piano e trumpete ainda criança e aos 7 anos começou a tocar violão. Quem o inspirou: Jimi Hendrix. Três anos mais tarde adotou o sobrenome da mãe, Malmsteen, com o qual viria a ser conhecido. O pequeno Yngwie não gostava da escola e aos poucos foi deixando de lado os livros de história e matemática para se dedicar a música. A sorte é que a mãe dele, percebendo o óbvio - seu talento - o apoiou e aos 15 anos Malmsteen não frequentava mais as aulas regulares, a guitarra havia se tornado sua prioridade.

Ouvindo Deep Purple, Malmsteen conheceu Blackmore (que o influenciou muito) e com Blackmore, conheceu Bach, Beethoven, Mozart, Vivaldi, Paganini e outros compositores clássicos. Juntando todo esse embasamento teórico e prático você tem: um grande guitarrista! Criador de um estilo inconfundível, Malmsteen sempre foi muito perfeccionista, alguns o acham um verdadeiro chato e metido, mas sua intenção sempre foi dar o melhor de si, o que acabou provocando, e ainda provoca, desentendimentos com outros músicos ao longo de sua carreira.


Aos 18 anos gravou uma demo que o possibilitou ir a Los Angeles para tocar no Steeler. Em 1983 saiu o primeiro e único álbum (homônimo) da banda com Malmsteen. No mesmo ano entrou em outra banda, o Alcatrazz, que proporcionou maior destaque ao guitarrista. Gravaram dois álbuns e logo, Malmsteen partiu para sua carreira solo.O primeiro álbum, Rising Force, recebeu até indicação para o Grammy, tamanha sua repercussão no meio musical, detalhe: é um disco praticamente instrumental, apenas duas músicas tem vocais! A formação na época era: Jeff Scott Soto (voz, e que voz!), Barremore Barlow (bateria), Jens Johansson (teclados) e é claro, Malmsteen (all guitars!). Depois vieram Marching Out e Trilogy. Este último já com mudanças na formação: Marc Boals nos vocais


Em 87 um acidente preocupa os fãs: Malmsteen bateu seu Jaguar e passou uma semana em coma. Para piorar a situação, sua mãe falece, vítima de cancer. O álbum Odyssey de 1988 saiu logo depois desses acontecimentos para provar que, apesar de tudo, Malmsteen estava no pique. Muitos consideram o disco muito "comercial" mas a única lástima desse álbum talvez seja o vocalista: Joe Lyin Turner (os fãs que me perdoem). Também com Turner nos vocais, saiu o primeiro álbum ao vivo, Trial by Fire.O álbum Eclipse de 1990 também é bastante acessível a apresenta uma reformulação geral na formação da banda: Corah Edman (voz), Mats Olausson (teclado), Svante Henryssonn (baixo) e Michael Knorring (bateria). Em 92 sai Fire And Ice um álbum mais conceitual. No ano seguinte Malsteen casa-se com Amberdawn Landin. Os álbuns seguintes foram aclamados pelo público e pela crítica, e em 1996 é lançado um álbum-tributo, com 'covers' de seus ídolos: Deep Purple, Rush e Hendrix entre outros.


O casamento de Malmsteen não ía nada bem, com constantes brigas e discussões e acabou em 96. Um ano mais tarde sai Facing The Animal, considerado um dos melhores álbuns do guitarrista. A formação desse álbum: Barry Dunaway (baixo), Mats Leven (voz), Mats Olausson (teclados) e Cozy Powell (bateria).Em 1998, o guitarrista sueco realizou um antigo sonho: Gravar um álbum apenas com guitarra e orquestra. O resultado dessa experiência foi “Millennium Concerto”, que traz composições inéditas feitas especialmente para esse projeto.Após o lançamento de um álbum ao vivo, gravado no Brasil, Malmsteen começou a compôr material para o próximo disco de estúdio, que acabou saindo em 2000 sob o título de “War to End All Wars”. Com composições pesadas e solos mais rápidos do que nunca, esse álbum foi muito bem aceito pelos fãs, só pecando na baixa qualidade da gravação e produção, feitas pelo próprio guitarrista, em sua casa. O time que participou das gravações contava com a volta de Mark Boals nos vocais, John Macaluso na bateria e Matts Olausson nos teclados.

Seguiu-se então mais uma turnê mundial, porém, um line up totalmente diferente, desta vez com Doogie White (vocais), Derik Sherinian (teclados), Mick Cervino (baixo) e Patrik Johanson (bateria) acompanhou Yngwie na estrada, passando novamente por terras brasileiras em 2001.Em 2002, sai "Attack!!", um que segue a linha do anterior "War to End All Wars", mas que é muito mais bem produzido e tem como destaques as poderosas "Razor Eater", que abre o disco, a instrumental "Baroque and Roll" e a homenagem aos vikings "Valhalla".

Magnun Opus - 1995 by Fábio Miranda

1. Vengeance
2. No Love Lost
3. Tomorrows Gone
4 Only One, The
5 Id Die Without You
6 Overture 1622
7 Voodoo
8 Cross The Line
9. Time Will Tell
10. Fire In The Sky
11. Amberdawn
12. Cantabile
13. I Cant Wait
14. Aftermath
15. Rising Force
16. Far Beyond The Sun
17. Power And Glory Takadas Theme
Download do Álbum


Inspiration - 1996 by Fábio Miranda

1. Carry On Wayward Son
2. Pictures Of Home
3. Gates Of Babylon
4. Manic Depression
5. In The Dead Of Night
6. Mistreated
7. Sails Of Charon, The
8. Demon's Eye
9. Anthem
10. Child In Time
1. Merlin's Castle / Interview
2. Interview / Soft Prelude In G Minor
3. Hunted - (previously unreleased)
4. Evil
5. Voodoo
Download Parte 1
Download Parte 2
Download Parte 3

Marching Out - 1995 by Fábio Miranda

1. Prelude
2. I'll See The Light Tonight
3. Don't Let It End
4. Disciples Of Hell
5. I Am A Viking
6. Overture 1383
7. Anguish and Fear
8. On The Run Again
9. Soldier Without Faith
10. Caught In The Middle
11. Marching Out
Download Parte 1
Download Parte 2
Download Parte 3


Site do Músico:
Clique Aqui

Grand Funk Railroad

Hospedagem dos Álbuns, Texto, Fotos e Montagem: Fireball

O Grand Funk Railroad foi formado no Michigan em 1968. Apesar de ter construído uma reputação sólida e mantido uma legião de fãs, o Grand Funk sempre foi um dos alvos preferidos da crítica, uma das bandas mais "malhadas" de sua época.
O som vigoroso deste power-trio, uma receita com mistura de hard, heavy, blues e funk, aliada à sua característica de banda "estradeira", constantemente em turnês, sempre atraiu os jovens.
A formação original contava com Mark Farner (vocais e guitarra), Don Brewer (bateria) e Mel Shacher (baixo).
O ponto alto da carreira do Grand Funk foi em 1974 com o álbum "We're An American Band", seu maior sucesso.
A banda encerrou suas atividades em 1983, com Mark Farner seguindo uma carreira solo obscura e Don Brewer e Mel Shacher se juntando à banda de Bob Seger.




Download de Closer To Home (bonus tracks)

Download de Survival


Download de E.Pluribus Funk


Download de We're an American Band


Download de Capitol Collectors Series

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Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2006

Carl Perkins

Hospedagem, Fotos e Texto: JH II

Que tal ouvir o verdadeiro pai do rockabilly? Carl Lee Perkins (nasceu em 19 de abril de 1932 -e faleceu em 19 de janeiro de 1998) foi um pioneiro cantor americano de rockabilly, uma mistura de rhythm and blues e try music que desenvolveu-se na Sun Records em Memphis, Tennessee no começo dos anos 50. Nascido em Tiptonville, Tennessee, filho de um pobre fazendeiro arrendatário, Perkins cresceu cercado pela sulista música gospel cantada pelos negros que trabalhavam nos campos de algodão. Aos 7 anos de idade ele já tocava guitarra, feita por seu pai com uma caixa, um galho e uma corda de embrulho.

Em 1956, desesperadamente pobre, Perkis compõe a música "Blue Suede Shoes" em um saco velho de tomate. Gravada por Sam Phillips, a canção venderia milhões de cópias. No auge da fama da música, ele se envolveu em um acidente de carro quase fatal. Enquanto Perkins se recuperava, o astro em ascenção Elvis Presley lançou sua própria versão de "Blue Suede Shoes". O sucesso de Presley impediu Perkins de alcançar o sucesso que ele parecia estar destinado a alcançar; Perkins nunca mais conseguiria o mesmo destaque no mundo da música pop.
Durante sua longa carreira ele gravou inúmeros compactos e álbuns, além de compor vários sucessos tanto no rock quanto na música country. Suas músicas ganharam versões dos
Beatles (Perkins inclusive colaboraria com Paul McCartney, tocando guitarra rítmica em "Ebony and Ivory", um sucesso conjunto de McCartney e Stevie Wonder).

Quando do revival do rock nos anos 80, George Harrison, Eric Clapton e Ringo Starr apareceram com ele em um especial televisivo em Londres, Inglaterra chamado ''Carl Perkins and Friends: A Rockabilly Session. De volta aos estúdios da Sun em 1986, Perkins se juntou à Johnny Cash, Jerry Lee Lewis e Roy Orbison para gravar o álbum Class of '55. Foi um tributo ao começo de carreira deles na Sun e em parte a reprise de uma informal jam session que ele, Presley, Cash e Lewis fizeram em 4 de dezembro de 1956 Em 1987, o reconhecimento da contribuição de Perkins à música veio quando ele foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll. erkins morreu aos 65 anos de idade depois de sofrer vários derrames e foi enterrado no Ridgecrest Cemetery em Jackson, Tennessee. E assim se encerra a carreira de um homem brilhante, considerado o pai do rockabilly.


01. Menphis Tennesse

02. I´m Walkin

03. Lucille

04. Matchbox

05. Rool Over Beethoven

06. Singing The Blues

07. Hound Dog

08. Honey Don´

09. That´s Alright Mama

10. Susie Q

11. Blue Suede Shoes

12. Maybelline

13. Slippin´& Slidin´

14. Jailhouse Rock

15. All Shook Up

16. Rock Island Line

17. Wholw Lotta Shakin

18. What I´d Say

19. Got My Mojo Working

20. Tutti Frutti

21. Be-Bop-A-Lulla

22. Lawdy Miss Clawdy

23. Rock Medley

24. Blueberry Hiil

J.J. Cale

Post atualizado com novos links

Hospedagem do Álbum, Texto, Fotos e Montagem: Fireball

Jean Jacques Cale nasceu em Oklahoma em 1938 e é mais conhecido como o autor de clássicos como "Cocaine" e "After Midnight" gravados por Eric Clapton ou "Call Me The Breeze" gravado pelo Lynyrd Skynyrd. Mas a importância do cantor e guitarrista J.J. Cale vai além das composições. Seu estilo influenciou gente do porte de Eric Clapton ou, mais nitidamente, Mark Knopfler, cuja semelhança com Cale salta aos olhos.
Apesar de uma longa carreira que se iniciou nos anos 60, J.J. Cale gravou apenas pouco mais de 10 álbuns, sendo o último, "To Tulsa And Back", lançado em 2003.



Download de Anyway The Wind Blows- The Anthology Disc 1

Download de Anyway The Wind Blows- The Anthology Disc 2

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John Doe

Hospedagem, texto, montagem e fotos: Cacá

John Doe era um dos membros fundadores da banda punk ¨X¨, sendo uma dos músicos mais influentes da cena alternativa musical americana durante os anos 80. No início dos anos 90, com a proximidade da dissolução da banda ¨X¨, veio a seguir carreira solo, lançando alguns álbuns, seguindo, parcialmente, a sonoridade da extinta banda vindo a fundir a música punk à música country e ao rockabilly. Belos trabalhos musicais, os quais nunca foram lançados no Brasil, e que estamos disponibilizamos para vocês conhecerem a obra de John Doe (que, no início de sua carreira solo, também assinava com The John Doe Thing). Boa audição!!

Kissing So Hard (1995)

Download de The John Doe Thing - Kissing So Hard

Meet John Doe (1990)

Download de John Doe - Meet John Doe

Dim Stars, Bright Sky (2002)

Download de John Doe - Dim Stars, Bright Sky

Música boa para vocês!!

Wishbone Ash

Montagem: Fireball

O Wishbone Ash é uma daquelas bandas que não são tão conhecidas como deveriam, mas que influenciou toda uma geração de músicos que surgiram posteriormente. Foi uma das pioneiras em ter 2 guitarristas-solo dividindo essa função em quase todas as músicas e iniciando os famosos "duelos" imortalizados por Judas Priest e Iron Maiden. O Wishbone Ash, porém, nada tem de heavy metal, fazendo um rock´n´roll suave, ora com toques de blues e sempre com belas melodias e solos de guitarra.

A banda foi formada em Exeter, interior da Inglaterra, em 1966 por Steve Upton (bateria) e pelos irmãos Glen (guitarra) e Martin Turner(baixo), com o nome de Tanglewood. O trio se mudou para Londres para tentar a sorte, mas o guitarrista Glen resolveu abandonar o barco e retornar para sua cidade natal. Steve e Martin resolveram prosseguir e procurar um substituto. Durante as audições, eles gostaram de Andy Powell, que tinha influências do soul e Ted Turner, influenciado pelo blues. Ficou resolvido que ambos passariam a fazer parte do Tanglewood. Nessa época decidiram mudar o nome para Wishbone Ash, estreando oficialmente em 1970. Ainda em 1970 lançaram o primeiro álbum, auto-intitulado e, em 1971, "Pilgrimage", passando a abrir os shows da turnê do The Who. Em 1972 lançam "Argus", considerado o melhor disco inglês do ano pela Melody Maker.

Em 1973 sai o quarto álbum, "Wishbone Four" e, em seguida, o primeiro ao vivo, "Live Dates". Após a turnê, Ted Turner resolve deixar o Wishbone Ash, sendo substituído por Laurie Wisefield. Iniciava-se aí um constante rodízio entre os integrantes. Em 1979 Martin Turner também deixou o grupo, sendo substituído por John Wetton. Após uma série de mudanças no line-up, em 1986, a formação original se reuniu novamente com a volta de Martin e Ted, permancendo junta até 1989, quando Steve Upton decidiu se aposentar. A partir de 1995, quando Ted Turner saiu nova e definitivamnete da banda, Andy Powell ficou como o único remanescente do line-up original. A partir de então, o grupo tem lançado pouco material inédito de estúdio, mas são freqüentes os lançamentos de coletâneas e álbuns gravados ao vivo. O último disco de inéditas foi "Bonafide", de 2002. Em 2003 a banda se apresentou em shows no Brasil pela primeira vez.


Download de Live At Geneva- The Very Best Of Wishbone Ash


Download de Distillation Disc 1
Download de Distillation Disc 2


Download de Live Dates III


Download de Bonafide

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Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2006

T.S.O.L.


Hospedagem, texto, fotos e montagem: Cacá

É o seguinte pessoal: vamos repostar o T.S.O.L. pois nossos amigos Fireball e Adriano, nos enviaram novos links, de outros cd´s desta ótima banda, conforme solicitado na postagem original.

Não é muita gente que conhece o T.S.O.L. (abreviação de ¨True Sounds of Liberty¨) e, entre essas poucas pessoas, não resta quase nenhuma que dê o devido valor a esta grande banda de Los Angeles. Segundo Dexter, do Offspring, "TSOL foi a banda mais influente em minha vida, foi definitiva para caracterizar várias bandas, como Pennywise, Bad Religion e Social Distortion." E para completar, vocês já viram uma banda que possui duas formações, tocando uma independente da outra? E utilizando-se do mesmo nome? Pois é, este o caso do TSOL. A história de como isso ocorreu é mais ou menos a seguinte: a banda fora formada em 1978 e, um à um, os integrantes originais foram abandonando grupo, sendo, deste modo, substituído por novos integrantes; no início dos anos 90, quando todos integrantes originais, já saídos do grupo, resolveram retornar, os integrantes substitutos, não abriram a possibilidade daqueles serem integrados novamente à banda e utilizarem-se do nome ¨T.S.O.L.¨; daí, após uma briga judicial, ficou acertado que ambos os grupos (o ¨original¨ e o ¨substituto¨), poderiam utilizarem-se do nome ¨T.S.O.L.¨, vindo, ambos, a lançarem discos e fazerem shows, de forma independente, um do outro!!! Coisa de louco!!! E para vocês terem idéia, eles já estiveram no Brasil, com a formação substituta, acho que duas ou três vezes, fazendo shows por aqui (existe neste acordo judicial a limitação para a realização de shows de cada uma das bandas, em determinados países, ou seja, no Brasil somente pode tocar o ¨TSOL substituto¨!!!!). Estas mudanças podem serem constatadas nas bruscas alterações da sonoridade da banda (para quem não sabe desta dupla identidade da banda), pois o ¨TSOL original¨, apenas toca músicas ¨hard-core¨, o que já não ocorre com ¨outro TSOL¨, que, em minha opinião, é bem melhor, vindo a mesclar a sonoridade punk-rock, com outros estilos. Inclusive, no site do ¨TSOL original¨, não há qualquer menção aos discos que vamos postar aqui, pois estes foram gravados pelo ¨outro TSOL¨. Deu para entender o rolo????

Se entenderam ou não, vamos postar dois álbuns do ¨TSOL substituto¨ que são maravilhosos e irretocáveis, sendo o cd ¨Change Today?¨, considerado um dos maiores clássicos do punk-rock mundial. Discografia básica de rock and roll!! Boa diversão!!

Change Today? (1984)

Download de T.S.O.L. - Change Today?

Revenge (1986)

Download de T.S.O.L. - Revenge

O link do cd ¨Disappear¨ foi enviado por nosso amigo Adriano, sendo que este álbum foi gravado pelo ¨TSOL original¨

Disappear (2001)


Download de T.S.O.L. - Disappear

O próximo link, do cd ¨Hell and Back Together (1984-1990)¨, fora enviado pelo nosso amigo Fireball, sendo este álbum, uma coletânea da carreira do ¨TSOL substituto¨

¨Hell and Back Together (1984-1990)¨

Download de T.S.O.L. - Hell and Back Together (1984-1990)

E como já é praxe, se alguém tiver alguns links de outros cd´s do T.S.O.L. e quiser nos enviar, via e-mail, postaremos com a maior satisfação.

Boa audição Galera!!!!

Valeu Fireball e Adriano!!!!

Domingo, 19 de Fevereiro de 2006

Saxon

Hospedagem dos álbuns: Alessandra
Texto, fotos e montagem: Rogério Utrila

Foi na região de South Yorkshire (Inglaterra) onde surgiu em 1976 a banda Son Of A Bitch. Esta banda, formada por Graham Oliver e Steve Dawson, incorporou alguns integrantes de uma outra banda local, o Coast, que trazia Biff Byford no vocal e Paul Quinn na guitarra. Com essa formação estabilizada, a banda mudou o seu nome, passando a chamar-se tempos depois apenas de Saxon. A banda, que se apresentava em diversos clubes e pubs na Inglaterra, teve algumas composições lançadas em demo-tapes, as quais foram utilizadas por um novo selo que surgia na época, o Carrere Records. Já contratado pela gravadora, o Saxon preparou um álbum auto-intitulado, lançado no primeiro semestre de 1979. O primeiro single foi a música "Big Teaser", mas outra música deste single alcançou ótimos resultados na parada britânica, chegando a ficar por algum tempo em primeiro lugar: "Stallions of the Highway". A banda também lançou outros dois singles, que ajudaram a promover a turnê que faziam ao lado do Motorhead, tocando inclusive por três noites seguidas na famosa casa de shows inglesa Hammersmith Odeon.

Depois da turnê, o Saxon retornou ao estúdio para preparar o seu próximo disco, "Wheels of Steel". Lançado em 1980, este álbum alcançou um bom retorno, ficando em quinto lugar na parada britânica. Outro álbum evidenciou o nome do Saxon, "Strong Arm of the Law", que foi lançado no mesmo ano de 1980. O ano de 1981 serviu para que o Saxon ficasse na estrada, alcançando um reconhecimento enorme junto ao público japonês. Foi em outubro que "Denin and Leather", o novo álbum, chegou às lojas. Nesta nova turnê, o Saxon agendou mais de quarenta datas apenas para a Europa. Durante a tour o baterista Pete Gill se machucou, sendo substituído por Nigel Glockler, um velho conhecido. "The Eagle Has Landed" foi o primeiro disco ao-vivo. O nome foi escolhido pelos próprios fãs. O próximo objetivo do grupo foi uma turnê pelo Estados Unidos em 1982. A turnê americana foi interrompida para que o Saxon pudesse retornar à Inglaterra e participar do festival Monsters of Rock. A banda também tocou no Monsters of Rock alemão.

No final de 82, o Saxon retornou aos estúdios para preparar o lançamento seguinte, "Power and Glory", álbum que atingiu a marca de mais de 15 mil cópias vendidas nos Estados Unidos em uma semana. A turnê também foi um sucesso, acarretando o lançamento do primeiro vídeo oficial, "Saxon Live", gravado em Nottingham (Inglaterra). Em 1983 a banda deixou o selo Carrere, por problemas de vendagens e de imediato assinou com a major EMI. O novo álbum, lançado em 1984, "Crusader", é considerado por muitos o melhor álbum de toda a carreira da banda. A turnê de divulgação passou novamente pelos EUA, em shows ao lado do Mötley Crue e Iron Maiden. Na Alemanha, a turnê foi ao lado do Accept, na fase mais áurea do metal. O oitavo álbum foi lançado em 1985, com o título de "Innocence is No Excuse". O disco foi todo preparado na Holanda, e originou outro vídeo, "Saxon Live Innocence" e clipes das músicas "Back on the Streets" e "Rocking Again". Em 1984 o baixista Steve Dawson largou o trabalho ao lado do Saxon por problemas familiares.

O desconhecido Paul Johnson ocupou o posto, mas chegou tarde demais para a gravação de "Rock the Nations", sendo o baixo gravado pelo vocalista Biff Byford. "Rock The Nations" contou com a participação especial de Elton John, que tocou piano nas músicas "Party Until You Puke" e "Northern Lady". Outra baixa na banda ocorreu em 1987 quando Nigel Glockler foi para o GTR. Com Nigel Durham no seu lugar, o Saxon gravou o seu próximo álbum, "Destiny", que foi o último trabalho lançado pela EMI. Quando começou a turnê, o fim do GTR resultou na volta de Glocker ao Saxon. Paul Johnson também saiu, sendo substituído por Tim Nibbs Carter. Em 1989 foi lançado mais um trabalho ao vivo, "Rock And Roll Gypsies". Em 1991 saiu o novo trabalho da banda em estúdio, "Solid Ball of Rock", lançado pela sua nova gravadora, a Virgin. A turnê se estendeu por países ainda não visitados pelo Saxon, como Austrália, Uruguai, Paraguai, Argentina, México, Brasil e Nova Zelândia. No ano seguinte a carreira da banda contava com mais um álbum, "Forever Free". Depois de um merecido descanso de dois anos, surgia mais um trabalho de estúdio: "Dogs of War".Lançado no início de 1995, o álbum marcava a entrada de um novo integrante, Doug Scarrat, que ocupou o posto de Graham Oliver.

A turnê deste disco serviu para coletar material ao vivo para o cd "The Eagle Has Landed Part 2", lançado em 1996, ano em que a banda participou do tributo ao Judas Priest com a música "You've Got Another Thing Comin'". "Wheels of Steel" e "Strong Arm of the Law", dois álbuns clássicos do Saxon foram relançados em 1997 como um álbum duplo, recebendo 11 músicas-bônus, gravadas ao vivo em 1981. Ainda em 97 saiu mais um cd de estúdio, "Unleash the Beast". A turnê passou por vários países, incluindo dois shows no Brasil, nas cidades de São Paulo e Santos. 1998 serviu para a continuação da turnê, que aconteceu na Inglaterra, Espanha e EUA, além da participação na versão brasileira do Monsters of Rock. Uma lesão impediu que Nigel continuasse o seu trabalho no Saxon, mas ele foi um dos responsáveis pelas composições presentes no álbum seguinte. No seu lugar entrou o alemão Fritz Randow, que já havia tocado com o Saxon na última turnê européia. Em 1999 saiu "Metalhead", cuja turnê durou dois anos, e contou com apresentações no Wacken Open Air, em 2001. Durante essa última turnê foram compostas e gravadas as músicas de "Killing Ground", o novo trabalho do Saxon, duplo, contando com um cd de músicas inéditas e um outro com regravações de músicas antigas da carreira do grupo.

Wheels Of Steel

Download Parte 1

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Strong Arm Of The Law

Download Parte 1

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Denim And Leather

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Power And The Glory

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Crusader

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Rock The Nations

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Download Parte 2
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Lionheart

Download Parte 1

Download Parte 2
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Camisa de Vênus IV

Repostado por Johnny F
Texto e Postagem: JH II
Agradeço à Hospedagem Original

Dedico essa Postagem ao meu irmão Johnny F


Você gosta de luta livre? que tal, curtir a luta de Zé Coice de Mula contra Rubão Bebê? Ou prefere ver televisão? Ah! então tá. Mas não será mais interessante passear por Gothan City? ou talvez pela Cidade Bunda! Mas seja lá o que for, eu garanto que isso é só o fim!

Plugado! - 1999

1. Amanhã

2. Bete Morreu

3. Bota Pra Fudê

4. Gotham City

5. Só o Fim

6. Correndo Sem Parar

7. Cidade Bunda

8. Rock Das "Aranhas"

9. Medley

10. Rostos e Aeroportos

11. Zé Coice de Mula Contra Rubão Bebê

12. Sílvia

13. Eu Não Matei Joana D'arc

Download Parte 1

Download Parte 2



Esta postagem também vai para vc meu irmão JH II

Download do áudio retirado do DVD da Banda Camisa de Vênus ao vivo no Festival de Verão em Salvador na Bahia

01. Hoje.mp3
02. Simca Chambord.mp3
03. Deus Me De Grana.mp3
04. Gotham City.mp3
05. A Ferro e Fogo.mp3
06. Bete Morreu.mp3
07. Passatempo.mp3
08. Só o Fim.mp3
09. Muita Estrela, Pouca Constelação.mp3
10. Noite e Dia.mp3
11. O PonteiroTá Subindo.mp3
12. O Adventista.mp3
13. My Way [Comme D'Habitude (My Way)].mp3
14. Silvia.mp3
15. Eu Não Matei Joana D'Arc.mp3

Division of Laura Lee

Hospedagem, fotos, montagem e texto: Cacá

Banda sueca, formada em 1997 e composta por Per Stålberg (vocal e guitarra), David Ojala (guitarra) , Jonas Gustavsson (baixo) e Håkan Johansson (bateria), que muitos consideram ¨punk¨ e outros ¨indie¨. Vai saber...

Black City (2002)


Download de Division of Laura Lee - Black City

The Rolling Stones III



Hospedagem, Fotos e Texto : JH II
Agradecimentos Especiais à Penny Lanne e Marcelo por links indicados abaixo.


Este texto é uma mescla, e a maior parte foi pesquisado , na Internet, mídias, enciclopédias musicais etc. Mas foi digitado por mim, letra, por letra. Estou notificando , porque , dados como datas ou fatos por exemplo são fácilmente passíveis de desencontros como eu mesmo já comprovei várias vezes. Mas alguns dados são comprovados inclusive por mim mesmo, através de fitas vhs, dvds, tv,etc. mostrando entrevistas dos integrantes da banda contando suas histórias e fatos por eles mesmos. O fato de usar-mos livros e enciclopédias etc nas nossas pesquisas para podermos informar aos outros quando escrevemos não é desmerecedor, e bibliotecas foram feitas exatamente para isso., As minhas palavras (as de opinião próprias e descrição de algum termo estarão destacas em itálico. Portanto vamos em frente...”Flip the Switch”
Primeira Formação: Keith, Mick, Brian Jones , Charlie e Bill Wyman
The Rolling Stones, uma das bandas mais duradouras do mundo do rock & roll, foi formada inicalmente pelos seguintes componentes: Mick Jagger ( Michael Philip Jagger), (Vocal e Guitarra), nascido em Dartford, Kent, Reino Unido, em 26 de julho de 1943, Keith Richard (guitarra), nascido em Dartford , Kent, Reino Unido, em 18 de dezembro de 1943, Brian Jones (Lewis Brian Hopkin-Jones), (guitatra rítmica) nascido em Cheltenham, Gloucestershire, Reino Unido, nascido em 26 de fevereiro de 1942 e falecido em 3 de julho de 1969, (Brian era um ótimo músico eu o adorava além de ser um sujeito “cabeça”, além de guitarra, tocava também cítara. Eu me lembro de um fato muito engraçado, os Stones estavam se e apresentando num determinado show, se não me engano nos EUA. Quando de repente o público invadiu o palco quebrando tudo, cadeiras, derrubando microfones, etc. Mick, e os outros saíram correndo apavorados Keit agarrou sua guitarra, etc ,e é aí que vem o mais engraçado, Brian ficou ali no palco sozinho de pé com alguma coisa na mão e dando gargalhas sem parar parecendo querer dizer “ Então seus cagões, não era isso que vocês queriam, então tá, até que apareceu um segurança apavoradoe o tirou de lá, puxando-o pelos braços!. É desse tipo de gente que eu gosto) Mas continuando , Bill Wyman (William Perks) (contrabaixista), nascido em Plumstead, Londres, Reino Unido, em 24/10/1936. e Charlie Watts (baterista), nascido em Islington, Londres, Reino Unido em 02 de junho de 1941.Mick e Keith se conheceram fazendo a escola primária, eles tinham naquela época seis anos de idade, depois de um longo tempo de separação, reencontraram-se em um trem, em 1960, no percurso entre Londres e Dartford.Mick Jagger que na época estudava na London School of Economics, já se iniciava no Rhythm & blues com Dick Tailor. Por outro lado, Richards, que possuía aptidões artísticas, estudava na Siccup Art School e fazia parte de um coral que acabava de se apresentar para a rainha Elizabeth II na abadia de Westminster, interpretando O Messias de Handel. (por essa muitos não esperavam não?.Durante a conversa que tiveram no trem, descobriram o interesse em comum que possuíam por Chuck Berry (roqueiro), Muddy Waters (bluseiro), e Bo Diddley (roqueiro e bluseiro) Jagger então, propôs a Keith que se unisse ao grupo que havia formado com Dick Taylor, e outros dois amigos, Bob Backwith e Allen Etherington.
Segunda formação:Charlie, Mick Taylor,Mick, Keith e Bill
Com a aprovação dos demais componentes, Keith passou a ser guitarrista de um grupo que tinha um nome tão cafona como o do poema da Mother Goose (MamãeGansa), Litlle Blue Boy & The Blue Boys.( O Keith Richards não é um músico virtuoso, não é um Steve Vai, ou um Joe Satriani, mas ele têm a manha de fazer Riffs (aquelas partes da música que entra na sua cabeça e não sai, como em Satisfaction), Durante um pouco mais de um ano, o grupo ensaiou nas suas horas livres, até que um dia leram na revista “Jazz News”, de março de 1962, um anúncio solicitando músicos de rhythm & blues para a formação de uma banda. Apesar de terem se sentidos atraídos pela idéia, não se apresentaram. O pianista Ian Stewart, sim, se apresentou. De qualquer forma, Mick e Keith acabaram conhecendo o autor do anúncio, ao assistirem uma das apresentações
Do grupo de Alex Korner, o Blues Incorporated, no Ealing Blues Club. Brian Jones o responsável pelo anúncio,( é isso que contara Brian,ele era um cara que tinha atitude) que também se apresentava no Club, fez amizade com ambos, convidando-os a subirem ao palco para se apresentarem. O que começou como simples apresentações casuais, acabou em jam sessions (é quando os músicos se reúnem para fazer e curtir um som) , do grupo de Brian e do Little Blue Boy & The Boys, com a colaboração de Charlie Watts, baterista do Blues Incorporated.
Terceira Formação: Ron Wood, Charlie , Mick , Bill e Keith
Em julho, de 1963, depois da fusão de ambos os grupos e da despedida de Mick Taylor, o grupo já tinha adquirido a sua formação quase definitiva, e mudado o nome para The Rolling Stones, em homenagem a uma música de Muddy Watters. Jagger era o vocalista, já com uma grande veia protagonista, e também cantava com o Blues Incorporated, grupo que foi chamado pela emissora de rádio da BBC (Londres) para participar no programa “Jazz Club”, com a condição de que se apresentassem somente seis músicos. Optaram por prescindir de Jagger. Entretanto, Jagger acabou ganhando pois, no mesmo dia do programa de rádio, o grupo de Alexis Korner deveria se apresentar no famoso Marquee Club, na Wardour Street. Aproveitando a ausência do Blues Inc., se ofereceu para se apresentar com os Rolling Stones, fazendo um enorme sucesso entre o público. Porém, o fato de que em cada apresentação que fizessem o número de espectadores era sempre maior, não impediu que Brian Jones, Keith Richards e Mick Jagger considerassem a necessidade de reajustar a formação, para que continuassem progredindo.
Bill Wyman
Durante meses tentaram fazer com que Charlie Watts se juntasse ao grupo, porém ele só resolveu deixar o seu estável trabalho como desenhista em janeiro de 1963. O baixista Bill Wyman também passou a fazer parte do grupo, deslumbrando os outros integrantes com as suas magníficas audições com a guitarra e o amplificador , muito melhores do que quaisquer outras que haviam tido (aqui a verdade contada por eles mesmos é que quando conheceram o Bill, virem que ele tinha um equipamento invejável, principalmente amplificadores bons, coisa que os outros Stones ainda não tinham,então convidaram o Bill para fazer parte da banda para que ficassem com os amplificadores , isso é um pouco de malandragem e esperteza) .
Brian Jones
A primeira gravação demonstrativa do Stones foi recusada por várias gravadoras, inclusive, pela EMI Records. Esta frustação, entretanto, seria recompensada e vingada. Como o nome dos Rolling Stones já era conhecido no meio musical, acabaram sendo coontratados pelo Crawdaddy Club, localizado no Hotel Sttation de Richmond. A temporada foi prolongada para oito meses, durante os quais a imprensa especializada começou a elogiar e a recompensar o seu rhythm & blues britânico com tanta convicção, que o jovem Andrew Oldham, de 19 anos, foi até o Crawddady para assistir a sua apresentação. Oldham, que já havia sido relações públicas dos Beatles e acabava de criar a companhia Impact Sound, dois dias depois de assistir o show dos Rolling Stones, voltou a Richmond para fecha um contrato de representação.
A primeira grande estratégia de Oldham foi fechar um contrato de gravação para os Rolling Stones por três anos pelo selo Impact, cuja distribuição seria feita pela Decca Records, companhia estigmatizada por ter recusado trabalhar com o Beatles, porque moravam longe de Londres e os quartetos estavam fora de moda. Em julho foi lançado o primeiro compacto, uma versão de “Come On” de Chuck Berry (Chuck era um dos maiores letristas de rock & roll), que também serviu de motivo para a sua estréia televisiva no programa “Thank You Lucky Stars” Como os Beatles ocupavam o centro da atenção musical, o compacto somente alcançou o 21º. Lugar nas paradas. Oldham, então, resolveu utilizar a velha tática de unir-se ao adversário, já que não podia supera-lo. Em uma visita aos seus antigos chefes, os já superfamosos John Lennon e Paul McCartney,Andrew Oldham aproveitou a ocasião para pedir-lhes uma música para que fosse interpretada pelos seus novos representados. Com o raro privilégio de estrear uma música inédita dos Beatles que mais tarde apareceria no álbum With the Beatles de 1963, os Stones gravaram um novo compacto. Pouco depois de finalizarem a sua primeira turnê britânica, ainda abrindo os shows dos Everly Brothers e do seu ídolo Bo Diddley , “I Wanna Be Your Man” chegava ao 12º lugar nas paradas, e eram escolhidos Como o sexto melhor grupo inglês pelos leitores do semanário “New Musical Express”.
Em janeiro de 1964, enquanto os Beatles chegavam aos Estados Unidos, os Stones se preparavam para conquistar o Reino Unido. Os primeiros comentários sobre o seu aspecto e a força selvagem que apresentavam no palco começaram a surgir na imprensa, devido a uma turnê que iniciaram no dia 6 de janeiro, desta vez como protagonistas, com a participação de vários grupos americanos. Enquanto que os Beatles trocavam as suas roupas de couro e o seu aspecto rebelde por uma imagem mais suave, de acordo com as indicações de Brian Epstein, Oldham incentivou os Rolling Stones para que acentuassem os seus aspectos mais heterodoxos. Os movimentos lascivos (sensuais), de Jagger e o seu cabelo excessivamente comprido fizeram com que a “New Musical Express” os definisse como um “quinteto de cavernícolas” (habitantes de cavernas)

Charlie Watts
Durante a ausência dos Beatles, o público inglês voltou-se para os Rolling Stones como se fossem uma espécie de substitutos, o que provocou uma grande polêmica ao dividir os fãs em dois grupos essencialmente incompatíveis. Como já tinha acontecido com os próprios Beatles, os acontecimentos particulares dos Rolling Stones começaram a inundar a imprensa, chamando mais atenção do que as notícias estritamentes profissionais. Assim, quando a sua homenagem a Buddy Holly “No Fade Away” , com Phil Spector tocando maracás, chegou ao terceiro lugar nas paradas, a imprensa teve que divulgar que um representante do grêmio de cabeleireiros tinha se oferecido para cortar os seus cabelos de graça. (Phil Spector além de produtor dos Beatles, futuramente continuou produzindo também para John Lennon após a separação da banda) Apesar de que este não era o tipo de promoção que Oldham tinha planejado, reconhecia que qualquer noticia dava popularidade ao grupo E não havia se equivocado, pois, quando o lançamento do primeiro álbum, The Rolling Stones (1964), foi anunciado, que chegou a receber o pedido antecipado de, aproximadamente, 1000.000 unidades.

O Especialíssimo Brian Jones ao Centro


Com o sucesso garantido pela quantidade de discos pedidos antecipadamente, Oldham utilizou mais uma estratégia, não indicou o nome do grupo na capa do disco, algo completamente insólito (contrário ao costume) na recente trajetória do LP, e inovador na história do rock & roll. Esta tática experimental provocou um enorme sucesso, fazendo com que este álbum subtituísse o With The Beatles no primeiro lugar das paradas, em maio de 1964.Em junho daquele mesmo ano, seguiram os Beatles na sua grande aventura; a de conquistarem os Estatos Unidos da America. Depois do antecedente dos “Quatro de Liverpool”, a sua agenda ficou completa: no dia seguinte ao seu desembarque em Nova York, no dia 2 de junho, apareceram no “The Les Crane Show”; no dia 5, iniciaram uma pequena turnê: no dia 10, gravaram nos famosos estúdios da Sun Records, conhecendo pessoalmente Chuck Berry, Muddy Watters e Willie Dixon, no dia 13, participaram em um programa apresentado pelo já falecido Dean Martin ( Dean Martin, era um Show Man, além de apresentador, era cantor e ator de cinema, e nesse dia aconteceu um fato desagradável, Dean ofendeu os Stones, insinuando que aqueles cabeludos tinham idéias curtas, como pode alguém ofender assim um convidado? Keith Richards foi o que ficou mais puto com aquilo, mas tudo na vida passa, os Stones começaram do nada, foram enganados pelo empresário, que quase os levou a falência, mas sobreviveram hoje são felizes, toda turnê é gigantesca, fazem o que gostam na vida que é tocar rock & roll e blues, estão milionários e não devem nada a ninguém.), no dia 22, voltaram para o Reino Unido (UK – United Kingdon) para se apresentarem em Oxford, naquela mesma tarde.
Mick Taylor

Os resultados da sua arrasadora viagem aos Estados Unidos surgiram rapidamente, e uma das músicas gravadas em Chicago, “It´s All Over Now”, concedeu-lhes o primeiro “numero um” no seu país. Por outro lado, os seus primeiros problemas com a justiça.Ocuparam um lugar mais destacado na imprensa do que “Tell Me (You´re Coming Back”, “Little Red Rooster” “Time Is On My Side”. Aceitando de muito bom grado o papel de “meninos maus”, Completamente desmesurado pelos meios de comunicação, Rolling Stones começaram a sofrer um acosso policial. Os seus excessos de velocidade eram multados incessantemente, como revanche por não poderem ser proibidos de se apresentar em concertos que provocavam atos violentos (Em um show dos Stones nos Estados Unidos um rapaz negro foi violentamente assassinado a facadas pelo grupo conhecidos como “Hells Angels” que faziam o serviço de segurança do show como já foi dito acima).
Ed Sullivan (apresentador de um programa de show nos Estados Unidos) vetou-os no seu show em 1964, por causa da violência que suscitavam (provocavam )no público, mas, na verdade, estava castigando-os por terem se negado a se apresentar na África do Sul, contra o apartheid (O apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis de que se tem notícia no mundo. Ele vigorou na África do Sul de 1948 até 1990 e durante todo esse tempo esteve ligado à política do país. A antiga Constituição sul-africana incluía artigos onde era clara a discriminação racial entre os cidadãos, mesmo os negros sendo maioria na população).Em compensação, se apresentaram em um show realizado no Civic Auditorium de Santa Monica, respaldados pelo melhor da música negra do momento: Chuck Berry, James Brown e Marvin Gaye. Quando voltaram da sua segunda viagem aos Estados Unidos, a BBC também se colocou contra eles, proibindo os seus discos temporariamente. O seu crime foi chegarem atrasados em dois programas para os quais tinham sido convidados. No meio deste clima tão adverso, começaram a surgir algumas vozes defendendo o grupo oficialmente. Durante um novo julgamento por infrações no trânsito, o defensor de Mick Jagger alegou que ele não deveria ser julgado pelo seu cabelo comprido, já que os próprios membros do jurado usavam perucas enormes e cacheados e que, além disso, os Rolling Stones eram jovens com estudos que promoviam a criação de uma substanciosa renda para o país.
Quarta formação com Darryl no Contrabaixo


Em janeiro de 1965, o LP (Long Playing-Disco de Vinil) The Rolling Stones número 2 fez com que os Rolling Stones substituíssem novamente os Beatles no primeiro lugar das paradas britânicas. A opinião geral convertia os Rolling Stones no segundo grupo de rock inglês, ou seja, no segundo do mundo inteiro. Oldham, então resolveu dar o passo decisivo para transforma-los no primeiros. Segundo Oldham, isto poderia acontecer se Jagger & Richards , tal como Lennon & McCartney, compusessem as suas próprias músicas, deixando para trás as composições de outros autores. Ralizou o seu plano de uma forma tão pouco diplomática, quanto prática: trancou os dois em um quarto até que criassem algo que merecesse ser ouvido. As primeiras composições não eram nem perfeitas nem eficazes, mas, de alguma forma, serviram para despertar neles o sentido criativo. Uma noite, Keith Richards acordou com um acorde de guitarra na sua mente, e começou a desenvolver uma música que se converteria na “(I Can Get No) Satisfaction. Pela manhã, escreveu a letra com Mick Jagger e, uma vez terminada, Richards achou que seria somente uma simples canção folk de protesto (uma canção popular de protesto). A opinião de Mick Jagger, entretanto, era muito diferente, pois confiava que teria possibilidades de se transformarem um sucesso. A sua intuição foi confirmada quando esta música se transformou no primeiro “número um” do grupo nos Estados Unidos.
Mick e Keith



No Reino Unido “(I Can´t Get No) Satisfaction, por ser lançada em um disco de quatro músicas, não teve o mesmo sucesso que vinham apresentando nas paradas de sucesso. Entretanto, isto não serviu de impedimento para que esta música se convertesse em um dos hinos da juventude da época, no mesmo ano em que The Who apresentava “My Generation”. “The Last Time e “Get Off Of My Cloud” reforçaram o poder dos Rolling Stones durante 1965, ano decisivo para a sua carreira, devido à inclusão de Allen Klein na sua equipe de produção, que renegociou um contrato milionário com a Decca Records. Aftermanth ( 1966) , o primeiro álbum gravado depois deste novo contrato, também foi o primeiro a conter exclusivamente canções compostas por Jagger & Richards, uma heterodoxa mescla de rock & Roll, baladas e misoginia (desprezo pelas mulheres) esplêndido do começo ao fim: “Stupid Girl”, “Under My Thumb”, “Mother´s Little Helper”, “Out of Time”...

Mick de barba e Ron Wood fazendo biquinho
Por outro lado, com Aftermath, os problemas do grupo com a Decca Records também aumentaram. O disco Could You Walk On The Water foi vetado pela companhia; “Have You Seen Your Mother Baby, Standing In The Corner?” foi lançada com péssimos arranjos por causa do desinteresse da Decca; as letras de várias músicas eram suavizadas e, inclusive, em uma das suas aparições na televisão, tiveram que mudar o título de “Let´s Spend The Night Together” (gravada também por David Bowie), por “Let´s Spend Some Time Together”. Em qualquer outro momento, Andrew Oldaham teria rentabilizado este escândalo, porém, após a chegada de Klein, acabou se distanciandoe perdendo o interesse pelo grupo. Quando, em fevereiro de 1967, o jornal “News Of The World” incluiu o nome de Mick Jagger, confundindo-o com Brian Jones, em uma longa lista de músicos de rock & roll que consumiam drogas, iniciaram um novo acosso policial (correram atrás) a todos os integrantes dos Rolling Stones. Jagger & Richards foram condenados, respectivamente, a um ano e três meses de prisão, por posse de maconha e anfetaminas. Apesar de que nenhum dos dois tenha chegado a cumprir a pena, a sua imagem pública foi extremamente afetada. Oldham assistiu todo o processo desde os “bastidores”, separando-se formalmente do grupo no final desse mesmo ano.
Charge Keith fazendo boca de pito e Mick com um bocão
Em inúmeras ocasiões, interpretaram a perseguição aos Rolling Stones como uma campanha geral que os havia escolhido como bodes expiatórios. De qualquer forma, os Rolling Stones reagiram energicamente gravando um compacto, cujo lado “A” estava dedicado aos seus fãs que os continuaram apoiando (We Love you”), e o lado “B” que iniciava com sons de pisadas e celas sendo fechadas “Dandelion”). O seu seguinte LP foi o alucinante Their Satanic Majesties Request (1967), cuja capa continha uma fotografia tridimensional capaz de competir com Sgt. Pepper´s Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, que acabava de ser editado.
Charge de Mick e Keith ( I Have cigarrets!)
Decepcionante em todos os sentidos, Their Satanic Majesties Request serviu para que fosse acrescentado um novo estigma aos Rolling Stones, o do culto ao demônio. Como sempre, acharam que isto significaria um novo motivo de divulgação, e escreveram “Sympathy For The Devil” como demonstração. Entretanto, apesar de toda a ambição por se converterem no centro da atenção mundial, a sua consciência social e política fez com que reagissem aos acontecimentos de 1968: mudaram a letra de “Sympathy For The Devil” depois do assassinato de Robert Kennedy, e compuseram “Street Fighter Man”, após as revoltas estudantis em Paris. Os Rolling Stones haviam se convertido definitivamente em um grupo não desejado. “Street Fighting Man” foi proibida em muitos países por ter sido considerada como uma incitação à desordem pública: a Decca Records proibiu a capa de Beggars Banquet (1968), na qual aparecia um vaso grafitado: e Brian Jones, consumido pelas drogas ,resolveu abandonar o grupo no dia 8 de junho de 1969, sendo substituído por Mick Taylor. (Numa entrevista que eu assisti em fita VHS, o Keith Richards disse que ele não tinha mais condições de permanecer na banda por causa das drogas, então eu entendo que na verdade os Stones “deixaram Bryan pra lá”, ou seja eles o abandonaram, o que foi uma grande pisada na bola, e o Keith também roubou a namorada do Bryan, depois disse pra ele, sabe como é né velho, essas coisas acontece, Keith disse isso com a maior cara de pau do mundo)
Mick



Apesar de tudo, o público os apoiava incondicionalmente, e mais ainda, depois do sucesso de “Jumping Jack Flash” e do lançamento de Beggars Banquet, um dos deus melhores discos junto com Let It Bleed (1970). Após a morte de Brian Jones, apenas um mês depois de que se separasse do grupo, realizaram um concerto em sua homenagem no Hyde Park de Londres, com um público de quase 250.000 pessoas. A apresentação deste show nos Estados Unidos, entretanto, provocou uma revolução tão grande no público que acabou com a morte de um jovem negro, apunhalado por um dos Hell´s Angels, contratados para que mantivessem a ordem.

Mick

Aquele concerto californiano significou, tanto um final simbólico para a filisofia utópica de paz e amor, ditada durante a segunda metade da década de 70, como também a ruptura definitiva dos Rolling Stones com a Decca Records, em umas bases muito pouco amistosas. O último compacto que o grupo propôs para esta companhia foi “Cocksucker Blues” e “Keith Richards declarou: “Prefiro a máfia do que a Decca”. Após a separação dos Beatles, os Rolling Stones finalmente se converteram no grupo atuante de rock & roll mais importante. Além disso, liberados da pressão inquisidora que a Decca exercia sobre eles, podiam decidir livremente o conteúdo dos seus discos, editados através da sua própria gravadora. Com Stick Fingers (1971), com capa e contracapa desenhadas por Andy Warhol, voltaram a ter problemas com acensura em determinados países, por causa da rotunda masculinidadedo modelo usando os jeans, mostrado em primeiro plano. A estremecedora “Sistem Morphine”, “White Horses”, “Brown Sugar” e “You Gotta Move” levaram o disco ao primeiro lugar tanto na América como na Europa, enquanto que a Decca iniciavauma política de relançamentos que coincidiam com cada novo álbum dos Rolling Stones.


Exile On Main Street (1972), em comparação, foi um álbum decepcionante e, apesar de ter siso revalorizado com o passar dos anos, significou um sinal do declínio criativo do grupo durante os anos 70. Mick Jagger, casado com Bianca, descobriu a vida diletante e as reuniões sociais: Richards se manteve fiel aos seus constantes encontros com os agentes da lei, e MIck Taylor resolveu abandonar o grupo em a974, sendo substituído por Ron Wood (Ron tocava dos Faces junto com Rod Stewart, alías naquela época. O Rod Stewart, era bem roqueiro, vide as canções Gasoline Alley, Maggie Mae, etc.) Obviamente, os seus discos declinaram em todos os sentidos, apesar de ocasionalmente apresentarem músicas com a força de “Angie”, por exemplo. O surgimento do punk parecia sentenciar definitivamente os Rolling Stones, quando surpreenderam a todos com o consistente Some Girls (1997), que deu ao grupo um novo primeiro lugar nas paradas com “Miss You”, além “Miss You”, além de reforçar a sua veia polêmica com “Some Girls”, “Beast of Burden” “Far Away Eyes” e “ When The Whip Comes Down”. Com Tatoo You (1981) e Undercover (1983), continuaram no mesmo nível de excelência, compensando, com a sua experiência e carisma, as oscilações de qualidade e a sua ausência de inovação.Os lançamentos solo de Mick Jagger, She´s The Boss (1985) e Primitive Cool (1987), além da sua briga com Keith Richards, foram interpretados como o final dos Rolling Stones. Novamente contra todas as expectativas, o grupo ressurgiu com Steel Wheels (1989) e espetaculares turnês mundiais, durante os anos seguintes. O seu penúltimo trabalho, no caso dos Rolling Stones, nunca se pode falar em último trabalho, consiste em um produto multimídia, Voodoo Lounge (1994), idealizado para disco, vídeo, espetáculos ao vivo e CD-Rom para computadores. Mais uma demonstração de que estes velhos roqueiros não se resignam a ceder para outros, o tanto trabalharam para conseguir: ser o grupo de rock & roll mais importante do mundo.


Como Andrew Oldham pretendia ser um novo Brian Epstein (dos Beatles) , ele tentou, de todas as formas, aumentar o número dos seus representantes, além dos Rolling Stones. Uma das suas descobertas foi Mariane Faithfulll (1946), uma londrina que havia deixado o convento e que começou a cantar por indicação de Oldham. Através dele, conheceu os Rolling Stones e não sómente fez a sua estréia como cantora com uma composição deles, em 1964, “ As Tears Góes By”, como também se converteu na companheira inseparável de Mick Jagger. A voz suave de Faithfull repetiu o sucesso com “Come & Stay With Me”, “This Little Bird” e “Summer Nights”. Oscilando entre o folk e o rock & roll, Faithfull continuou cantando durante alguns anos, porém, o seu verdadeiro interesse era se converter em atriz. O seu filme mais famoso continua sendo Girl on a Motorcycle (1968), já que os desequilíbrios psiquicos que sofreu após a ruptura com Jagger, tentativa de suicídio e dependência de drogas, inclusive, fizeram com que se afastasse completamente do mundo artístico. Depois de um longo perídodo de afastamento, Faithfull regressou com Broken English (1979), um disco que apresentou uma voz transformada, rouca, áspera, porém, igualmente sedutora. Com a supervisão do produtor Hal Willner, Strange Weather (1987) converteu-a em uma figura de culto, alimentada pelo álbum Blazing Away (1990), gravado ao vivo na catedral de Santa Ana no Brooklyn, e A Secret Life (1995), uma seleção de composições de Ângelo Badalamenti, autor da onírica trilha de Twin Peaks. As capas dos discos dos Rolling Stones têm uma história própria, desde as primeiras criadas por Andrew Oldham, nas quais não constavam nem o nome dos intérpretes, nem o título do disco, até a de Some Girls. A capa deste disco teve que ser redesenhada porque as fotos que continha de Raquel Welch, Lucille Ball e Farrah Fawcett, foram utilizadas sem a permissão das atrizes. No começo, apenas foram eliminados alguns grafites considerados ofensivos, da capa de Beggars Banquett, mas finalmente acabou sendo proibida. O disco foi distribuído com uma capa em branco e depois com os Rolling Stones como anfitriões do banquete em questão. A imagem do vaso sanitário foi resgatada para a reedição do disco em CD, depois de ter sido reproduzida em inúmeros livros e discos pirata.Sticky Fingers provocou convulsões tanto pelo primeiro plano de uma braguilha masculina na capa, como pelo fundo traseiro ajustado por uma caça jeans, na contracapa. Além disso, no disco original, uma rara peça para os colecionadores, a braguilha podia ser aberta e, ao se extrair o disco, o invólucro de papel continha o mesmo modelo da capa,provavelmente, Mick Jagger, de cueca. Novamente tiveram que recorrer a uma capa alternativa: uma lata de conserva da qual sai uma mão engordurada. Mesmo em um período mais liberal, Dirty Work (1985) sofreu a manipulação da gravadora que tentou dissimular, o máximo possível, a palavra Dirty. Pediram os Rolling Stones que eliminassem determinadas palavras das músicas do disco, fazendo com que ficassem menos “sujo”.


De acordo com a opinião de Andrew Oldham, os Rolling Stones não poderiam escapar do cinema, mas, tampouco, deveriam se converter em imitadores dos Beatles. Em 1965 fechou um contrato através do qual, o grupo se comprometia a trabalhar em cinco filmes, À procura de argumentos sérios, Oldham encontrou a novela de Anthony Burgess, A Laranja Mecânica ( A Clockwork Orange), mais tarde protagonizada por Stanley Kubrick, e achou que seria o veículo perfeito para os seus protegidos, no qual mick Jagger poderia ter sido um perfeito protagonista. Tampouco rodaram Only Lovers Left Alive,adaptação de um livro de Dave Wallis, ambientado na Inglaterra anárquica e que termina com um suicídio coletivo. À medida que os meses passavam, o entusiasmo foi esfriando até que sómente Mick Jagger interpretou o misterioso protagonista do amiguo Performance ( 1970), onde cantava “Memo From Turner” e Ned Kelly ( 1970( uma biografia do famoso bandido australiano, que permitiu que Jagger interpretasse “The Wild Colonial Boy”, O Momento chave da sua carreira cinematográfica poderia ter sido a sua participação em Fitzcarraldo ( 1982), mas os problemas com o diretor Werner Herzog e as dificuldades das filmagens, fizeram com que abandonasse o filme. O seu regresso ao cinema em Freejack (1992) foi um erro perdoado e já esquecido.
Foi através de documentários que os Rolling Stones realmente conseguiram ativar a imaginação dos diretores. A imensa força das suas apresentações ao vivo logo foi imortalizada através de Gimme Shelter (1970), filmado durante o trágico concerto californiano de Altamont Speedway. Sympathy for The Devil/One on One (1970), tocado por Jean-Luc Godard, intercalando apresentações dos concertos com declarações dos Rolling Stones, alimentou a sua fama satânica. Ladies And Gentlemen The Rolling Stones (1975), é notável pela espetacularidade do som. Finalmente, At The Max (1992), é uma impressionante filmagem para os cinemas 360º, dirigida por Julien Temple, que transporta o espectador até o próprio palco onde os imortais Stones se apresentam.
Algumas palavras dos Stones: Só dou mais dois anos de vida para os Rolling Stones. Estou economizando o futuro. (Mick Jagger).
Quando uma pessoa tem a minha idade, deve se sentir jovem para trabalhar. Você deve estar em forma porque o rock & roll requer muita energia. Abandonei a vida dissipada, cheia de drogas e excessos (Mick Jagger).
Nós convertemos em uma rotina. A cada dia surge o sol, pela noite, as estrelas, e acada dois anos, um disco dos Rolling Stones ( Keith Richards)
Durante anos criamos ótimos discos. Isto é o que importa e é o que os outros grupos nunca fizeram. Se continuamos, é por causa das músicas (Mick Jagger)
As pessoas dizem que somos uma paródia do que fomos há vinte anos atrás. Duvido muito que quem diga isto nos tenha visto há dez anos atrás. (Mick Jagger)
Os ácidos nunca afetaram o meu cérebro, nem nada parecido. Eu já os tomava antes de serem proibidos. (Mick Jagger)

A Bigger Band by JH II
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Stripped by JH II
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Forty Licks by JH II
Download do Álbum Parte 3


Bridge to Babylon by JH II
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Emotional Recue by JH II

Tattoo You by JH II

Black & Blue by JH II





Out Of Our Heads by JH II

England Newest Hit Makers by Marcelo
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Big Hits Tide and Green Grass by Penny Lane
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Afermath-UK version by Penny Lane
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Through the past darkly by Penny Lane
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Get Yer Ya Yas Out by Penny Lane

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Karmanghia 64

Hospedagem do álbum, texto e fotos: Gilson de Paula
Montagem: Rogério Utrila


"O rock’n roll continua sendo um garoto imortal"

O que seria do mundo se não existissem coisas como rock’n roll, lindas garotas e carros esportivos. Já imaginou? Passar a vida inteira ouvindo samba ou bossa nova, beijando a boca de uma baranga e rodando pra lá e pra cá de Santana Quantum? Que tédio! E é justamente para combater todo e qualquer tipo de tédio que existe a banda Karmanghia 64. Com letras irreverentes e um som que respeita a essência do verdadeiro rock’n roll, a banda está conseguindo conquistar amigos e mais amigos a cada dia que passa. É difícil ficar indiferente diante das canções do CD “Sem medo de errar!”, o segundo trabalho da banda. Alguns dos integrantes insistem em dizer que esse é, de verdade, o disco de estréia, mas a história mostra que houve um primeiro CD e contra os fatos não existem argumentos. “É como se o nosso primeiro disco fosse um filho adotivo. A gente gosta, cuida com carinho, mas sabe que não é sangue do nosso sangue. Falta a legitimidade. Agora, não! Esse disco aí tem a cara do papai”, brinca do sempre bem-humorado Gilson de Paula, responsável pelos vocais e pela maioria das letras do disco.

Formada em janeiro de 2004, a banda Karmanghia 64 ainda está dando suas primeiras voltas na highway do rock’n roll. Do primeiro ensaio até os dias de hoje, muita coisa aconteceu. O baixista William Robson foi morar em São Paulo e acabou substituído por Márcio Jamielniak; o batera Fernando Fumaneri não conseguiu conciliar as funções de baterista e papai e pediu para descer antes da curva principal. Aí o competente Luciano aproveitou que a capota estava aberta para assumir as baquetas, tambores, tons, pratos e etc. De carona, trouxe consigo seu irmão, Rodrigo, um guitarrista que consegue arrancar de seu instrumento melodias inalcançáveis para um mortal comum. Da moçada que gravou o primeiro disco, restaram apenas o vocalista Gilson de Paula e o “guitar-man” Wagnêr (é assim mesmo que se escreve, com todos esses erros ortográficos). Juntos, eles fizeram a maioria das músicas que estão no disco novo. Foram eles que criaram, por exemplo, canções como “Correndo o Risco”, “Pouca Coisa Mudou”, “Pensamentos de um Cafajeste” e “Tá Danado!”.

Também não tem como não citar a participação mais do que especial do saxofonista Nelson Serrato Júnior, que também aproveitou o embalo e desceu o braço no piano em algumas faixas do disco. E se precisar, ele também sabe tocar guitarra, violão, gaita de boca, baixo, bateria, punheta e o escambau a quatro. Se inventarem um instrumento musical hoje, amanhã o Nelson já sabe tocar. Impressionante! Se alguém chegar para alguém da banda e perguntar quais os objetivos da banda, a resposta será imediata: diversão. “Está difícil habitar o planeta Terra. As pessoas precisam de diversão e a gente tenta sempre proporcionar isso a elas, mesmo abordando assuntos sérios como machismo, igreja, política e outras coisas”, conta Gilson de Paula. “Um dia, a gente vai até falar de amor. Pode crer”, emenda Wagnêr. Portanto, aproveite-se do fato que você acabou de adquirir essa preciosidade, ajeite-se bem no banco do passageiro e curta essa viagem da melhor maneira possível. Não precisa nem apertar o cinto. Divirta-se!

Site da banda: http://www.karmanghia64.com.br

Karmanghia 64

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Sábado, 18 de Fevereiro de 2006

Rush

Blz maninho!?

Segue um excelente album ao vivo do Rush - Different Stages - Rush (Live), abraçosss!!!!!! Fábio Oliveira


Para acessar o já publicamos sobre o Rush clique aqui.



Different Stages - Rush (Live)


Download de Different Stages CD 1

01 Dreamline - 02 Limelight - 03 Driven - 04 Bravado - 05 Animate - 06 Show don't tell - 07 The Trees - 08 Nobody's Hero - 09 Closer to the Heart - 10 2112 .I - Overture - 11 2112 .II - The Temples Of Syrinx - 12 2112 .III - Discovery - 13 2112 .IV - Presentation - 14 2112 .V - Oracle: The Dream - 15 2112 .VI - Soliloquy - 16 2112 .VII - Grand Finale

Download de Different Stages CD 2

01 Test For Echo - 02 Analog Kid - 03 Freewill - 04 Roll The Bones - 05 Stick It Out - 06 Resist - 07 Leave That Thing Alone - 08 The Rythm Method - 09 Natural Science - 10 The Spirit Of Radio - 11 Tom Sawyer - 12 YYZ


Download de Different Stages CD 3

01 Bastille Day - 02 By Thor & The Snow Dog - 03 Xanadu - 04 Farewell To Kings - 05 Something For Nothing - 06 Cygnus X-1 - 07 Anthem - 08 Working Man - 09 Fly By Night - 10 In The Mood - 11 Cinderella Man

Freddie Mercury II

Hospedagem do álbum, texto, fotos e montagem: Mr Bad Guy

Clique aqui para ver o que já foi publicado sobre "Freddie Mercury"


Antes de fazer parte do Queen; Freddie Mercury participou de outras bandas (Ibex, Wreckage). Estou disponibilizando uma raridade da épcoa que ele estava no Ibex: Live at the Liverpool Sink Club; gravado em 09.09.1969. A formação da banda era: Freddie (Bulsara) Mercury - vocais, Mike Bersin - guitarra, John Taylor - baixo, Mick Smith - bateria.

IBEX - Live at the Liverpool Sink Club

1. Communication Breakdown 2.11
2. Rain 3.49
3. We're Going Wrong 3.37
4. So Sweet 3.17
5. Rock me Baby 1.04
6. Jailhouse Rock 3.26
7. Crossroads 3.51
8. Vagabond Outcast 2.32
9 We're Going Home 6.43

Download "IBEX - Live at the Liverpool Sink Club"

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Rabbit Help

Olá,

Primeiro gostaria de dizer que sou um visitante diario do Lágrima Psicodélica, ja baixei inumeros cds pelo blog, e divulgo pra todos os meus amigos o site valioso que o Lágrima é. Ja encontrei diversos cds e bandas la que eu nunca imaginaria ter acesso assim tão facil e com textos bem legais. Parabens pelo otimo site!

Agora queria convida-los a conhecer minha banda Rabbit Help. Fui baixista e vocalista da banda Vide Bula aqui no Rio de Janeiro ha alguns anos atras, e a banda acabou em 1999. De la pra ca, minha vida mudou bastante mas nunca me distanciei da musica. Sempre compus, desde minha infancia, e de uns dois anos pra ca tenho me dedicado ao Rabbit Help com muita garra, vontade e carinho. Mas infelizmente nao tive tempo de correr atras de alguem pra tocar comigo, e só no final do ano passado que pude comprar meu baixo novo :-)

Enfim... por enquanto componho todas as musicas no computador, insiro os vocais e outros instrumentos analogicos, tudo se mistura e acontece o Rabbit Help. Em breve pretendo juntar uma galera e formar uma banda "real" pra podermos fazer shows e tal, mas por enquanto ja lancei um cd "virtualmente" que está disponível para download. Meu desejo é que voces pudessem divulga-lo pelo blog, para que a galera que acessa conheça meu trabalho. Ficaria muito feliz se voces pudessem me ajudar, pois vcs sabem como é a cena musical aqui no Brasil.

O link do primeiro cd do Rabbit Help está no Rapidshare, em:

Download de Rabbit Help - 2005 (Primeiro CD)


Convido a voces e a todo mundo que acessa o blog a ouvir ;-)

Entao, se vcs puderem, por favor divulguem o link do cd...

Ah, tem um site oficial, em
http://www.rabbithelp.tk, uma comunidade no Orkut, e tambem estou na Trama Virtual, em http://www.tramavirtual.com.br/artista/rabbit_help (o cd está disponivel pra download la tb)


Um grande abraço!

Marcio Coelho
RABBIT HELP

Vários Links (Punk e Hardcore)

Montagem: Mr Bad Guy

Fogo Cruzado

Download "Fogo Cruzado"

Lixo Suburbano

Download "Lixo Suburbano"

Dose Brutal

Download "Dose Brutal"

Vírus 27

Download "Virus 27"

Discharge

Download "Discharge"

Broken Bones

Download "Broken Bones"

The Execute

Download "The Execute"

Vulpes

Download "Vulpes"


Recebi um e-mail pedindo para postar alguma coisa do Rattus (Finlândia); já tem aqui no blog alguns álbuns:
Clique aqui para ver o que foi publicado do Rattus

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Gov't Mule

Hospedagem dos álbuns, Texto, Fotos e Montagem: Fireball

O Gov't Mule foi formado em 1994 por Warren Haynes e Allen Woody, respectivamente guitarrista e baixista do Allman Brothers Band, e Matt Abts, baterista que já havia tocado com Mick Taylor e Ronnie Montrose. A idéia inicial era apenas um projeto paralelo ao Allman Brothers Band que revivesse os famosos power-trios das décadas de 60 e 70. A primeira apresentação da banda aconteceu em maio de 1994 no The Palamino, Hollywood, com um repertório que mesclava composições próprias com alguns covers que ganhavam um roupagem totalmente diferente, característica que a banda preserva até hoje. Outra característica do Gov't Mule é praticamente não repetir os sets dos shows, sempre apresentando uma novidade. Talvez por isso eles permitam que seus shows sejam gravados e ainda reservam um espaço do seu site oficial para que os fãs façam trocas dessas gravações.

Em 1995 lançam seu primeiro auto-intitulado álbum gravado praticamente ao vivo no estúdio com exceção de alguns poucos over-dubs citados no encarte. Os shows passam a ser cada vez mais concorridos e, em 1996, já lançam seu primeiro álbum ao vivo, "Live At Roseland Ballroom". Ainda em 1996 vem ao Brasil para o Nescafé & Blues Festival, se apresentando em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. No mesmo ano Warren Haynes é eleito pela segunda vez consecutiva "The Best Slide Guitarrist" pela Guitar Player americana. Em 1997 é lançado outro álbum de estúdio, "Dose" . Em 1999 é lançado outro ao vivo, desta vez duplo, "Live ... With a Little Help From Our Friends", gravado de uma apresentação em Atlanta. Como o show teve mais de 4 horas de duração (!), alguns fãs não ficaram totalmente satisfeitos e, por isso, foi lançado um box-set com a apresentação completa.

Em 2000 lançam o terceiro álbum de estúdio, "Life Before Insanity". Porém, em agosto do mesmo ano, Allen Woody é encontrado morto na suíte de um hotel em New york por causas não divulgadas. Como a banda já se preparava para iniciar as gravações do próximo álbum, resolveram convidar vários baixistas para substituir Allen Woody. Em 2001 é lançado "Deep End- Part I" com participações de John Entwistle, Flea, Jack Bruce e Roger Glover entre outros. Em 2002 sai "Deep End- Part II", agora com Chris Squire, Jason Newsted, Les Claypool etc. Finalmente, em 2003, foi gravado e filmado em New Orleans um show com mais de 5 horas de duração com diversos convidados. O resultado foi o lançamento de "Deepest End- Live In Concert" em cd duplo mais DVD mostrando o show completo, sendo metade em vídeo e metade em áudio. Em 2004 o Gov't Mule apresenta seu novo line-up, com Andy Hess efetivado como baixista e agora com um tecladista, Danny Louis. Com esse time lançam o álbum "Déjà Voodoo".

Download de Gov't Mule


Download de Dose


Download de Life Before Insanity


Download de The Deepest End- Live In Concert Disc 1

Download de The Deepest End- Live In Concert DVD audio part I

Download de The Deepest End- Live In Concert DVD audio part II

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Buffalo Tom

Hospedagem, texto, fotos e montagem: Cacá

Vocês curtem Garage-Bands? Se a resposta for afirmativa, devem conhecer a banda americana, baseada em Boston, chamada Buffalo Tom, formada em 1986, sendo composta por Bill Janovitz (vocal e guitarra), Chris Colbourn (baixo) e Tom Maginnis (bateria). Se não conhecem, vocês têm a oportunidade de conhecê-los, já que este trio, não teve a merecida divulgação neste País, (inclusive, é raríssimo encontrarmos qualquer comentário, release, discografia, biografia, sobre este grupo, mesmo na internet). O Buffalo Tom, possui uma sonoridade única, alternando riffs distorcidos e dissonantes de guitarra, com influências de música folk e punk, alcançando amplo destaque no cenário underground norte-americano, até sua dissolução, em 1998; Vamos disponibilizar para vocês, dois álbuns excelentes, considerados como essenciais, pela crítica especializada, em qualquer discografia, relacionada às ¨garage-bands¨ e nunca lançados no Brasil. Boa audição Galera!!

Big Red Letter Day (1993)

Download de Buffalo Tom - Big Red Letter Day

Sleepy Eyed (1995)

Download de Buffalo Tom - Sleepy Eyed


E se tiver algum abnegado aí, que possua os demais álbuns do Buffalo Tom, pedimos a gentileza de nos enviar o(s) link(s), via e-mail, para que possamos incluí-lo no post.

Valeu Galera!!

Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2006

Carlos Santana

Hospedagem, Texto, Fotos e Montagem: JHII

Nascia em 20 de julho de 1947, na cidade de Autlan de Navarro, no México, Carlos Santana, um dos mais talentosos e criativos guitarristas das últimas décadas. Desde o início da carreira, aos treze anos de idade, como a banda The Strangers, Santana já buscava unir sua influência de ritmos latinos com os acordes do blues e do rock. No início da década de sessenta, ele deixa o México e segue com a família para São Francisco (E.U.A).

Em 1966, nas folgas do trabalho como lavador de pratos, Santana ensaia com a sua banda, a Blues Band. Poucos dias antes de completar vinte anos, o guitarrista faz sua estréia nos palcos, se apresentando com a Blues Band, que posteriormente se chamaria apenas Santana, no consagrado Filmore West e, no mesmo ano, também faz sua estréia em estúdio, como guitarrista convidado do The Live Adventures of Mike Bloomfield and Al Kooper. Mas é no ano de 1969 que Santana alcança seu maior sucesso até então: apresenta-se no festival de Woodstock e grava seu primeiro disco “Santana”, um enorme sucesso que permaneceu nas paradas por mais de dois anos e vendeu aproximadamente 4 milhões de cópias.

No ano seguinte faz sua primeira apresentação no Montreux Jazz Festival e lança “Abraxas”, que conquista disco de ouro. Na seqüência, vem o disco “Santana III”, que marca o fim da formação original da banda e passagem dos direitos do nome apenas para o guitarrista Carlos Santana. Em 1972, para deleite dos fãs, dois álbuns são lançados: “Fillmore The Last Days’’ gravado no último show da casa Fillmore West e “Live - Carlos Santana and Buddy Miles”. No mesmo ano conhece duas importantes figuras em sua vida: a futura esposa, Deborah e o Guru Sri Chinmoy, de quem seria seguidor por nove anos. Em 1973, divide o palco com os Rolling Stones em um show beneficente pelas vítimas de um terremoto na Nicarágua.

Santana segue para sua primeira turnê mundial. No Japão grava e lança com exclusividade, “Lótus” e de volta aos Estados Unidos, entra em estúdio para gravar “Love, Devotion and Surrender with John McLaughlin” e “Welcome”. Mais um álbum em parceria, agora é “Illuminations-Carlos Santana and Turiya Alice Coltrane”. A criatividade de Santana não tem limite, e em 74 lança mais um disco, “Borboletta”. Com tantos sucessos, não poderia faltar na história do guitarrista uma coletânea: “Greatest Hits”, que também ganha disco de ouro. Ganha o prêmio de melhor guitarrista pelo Bay Area Music Awards e em 1976, coloca no mercado mais dois trabalhos: “Amigos” e “Festival”. Em abril do ano seguinte, faz um show com Joan Baez na prisão de Soledad e no mesmo período lança, “Moonflower”. Santana se apresenta no programa humorístico Saturday Night Live e em outubro de 79 vem com o álbum, “Inner Secrets”.

Durante a década de oitenta, a banda Santana comemora 20 anos de carreira, o guitarrista ganha diversos prêmios tanto pelo seu trabalho como músico como pelas ações em prol da sociedade, sai em turnê pela Europa com Bob Dylan, lança cinco álbuns, além de três trabalhos solos do guitarrista, que garante o seu primeiro prêmio Grammy. Em 1991, os fãs brasileiros vibram com a apresentação da banda no Rock in Rio II. No ano seguinte é lançado o 16° trabalho da banda "Milagro"

O disco não vai bem nas paradas de sucesso, assim como os próximos trabalhos. A grande reviravolta na carreira de Santana aconteceu com o lançamento em 1999, de “Supernatural”. O álbum é um sucesso estrondoso: vende mais de 10 milhões de cópias e ganha nove prêmios Grammy e três prêmios Grammy Latino. O trabalho conta com as participações de Eagle-Eye Cherry, Wyclef Jean, Eric Clapton, Lauryn Hill, Rob Thomas da banda Matchbox 20, Everlast e Dave Matthews. Canções como "Smooth" e “Maria, Maria”, entre outras, são as mais pedidas nas rádios do mundo todo. Em 2002 é lançado “Shaman”, trabalho que carrega o peso de superar o sucesso anterior, mas não consegue. O disco ganha o prêmio Grammy pela música “The Game of Love”, com a participação de Michelle Branch. Sai em turnê para promover o disco mas no mesmo ano lança o disco duplo, “The Essential Santana”. Seu trabalho mais recente é “Ceremony”.


Amigos - 1976

01. Dance Sister Dance (Baila Mi Hermana)
02. Take Me With You
03. Let Me
04. Gitano
05. Tell Me, Are You Tired
06. Europa (Earth’s cry Heavens smile)
07. Let It Shine
Download do Álbum


Supernatural – 1999

01. Da Le Yaleo
02. Love of My Life
03. Put Your Lights On
04. Africa Bamba
05. Smooth
06. Do You Like The Way
07. Maria Maria
08. Migra
09. Corazon Espinado
10. Wishing It Was
11. El Farol
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Shaman – 2002

01. Sideways
02. Feels Like Fire
03. Aye Aye Aye
04. Hoy Es Adios
05. One Of These Days
06. Amoré (Sexo)
07. Victory Is Won
08. Why Don’t You and I
09. Novus



All That I Am - 2005

01. Hermes
02. El Fuego
03. I´m Feeling You
04. My Man
05. Just Feel Better
06. I Am Somebody
07. Com Santana
08. Twisted
09. Trinity
10. Cry Baby Cry
11. Brown Skin Cry
12. I Don´t Wanna Lose Your Girl
13. Da Tu Amor
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Para Saber Mais:
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Belle & Sebastian II

Hospedagem: Diogo Merino
Postagem, Textos e Fotos: JH II

Uma banda que não toca ao vivo e nem concede entrevistas, não pode ser considerada normal. E essa palavra definitivamente não tem a ver com o Belle & Sebastian, estudantes que quase sem querer, tornaram-se um dos maiores nomes do ‘underground’.Proveniente da Escócia, o grupo começou a tocar em meados dos anos 90 quando Stuart Murdoch e Stuart David, após algumas indicações e testes fecharam o ‘line up’ com Isobel Campbell, Chris Geddes, Stuart Jackson e Richard Colburn.

Estrearam com “Tigermilk”, que teve tiragem inicial de mil cópias, todas em vinil. Um desses discos caiu nas mãos de um crítico local, que teceu ótimos comentários sobre eles. A procura pelo Belle & Sebastian crescia a cada dia, mas ninguém sabia quem eram e nem como eram as pessoas responsáveis por aquele som.Mesmo com a proposta de grande gravadoras, sentem a liberdade artística ameaçada e assinam com a independente Jeepster.

O Belle & Sebastian começa a ficar internacionalmente conhecido a partir “If You´re Feeling Sinister”, em 1997, e“The Boy With The Arab Strap”, em 1998. Só depois disso os integrantes começam a dar as caras, matando a curiosidade de muitos e decepcionando outros, que gostavam da banda justamente pelo mistério. Ficam ainda mais comercias com o quarto trabalho, “Fold Your Hands Child, You Walk Like A Peasant” e, logo a seguir, Stuart David é substituído por Bob Kildea. A gravadora brasileira Trama lança os quatro discos da banda e os EPs.

Já se apresentando em diversos países e aceitando a fama que lhes foi dada, passam pelo Brasil para tocar no Free Jazz Festival, em 2001.“Storytelling”, trilha sonora usada em um filme homônimo, saiu em 2002. Ao longo dos anos, o Belle & Sebastian provou que, apesar de mundialmente conhecido, ainda é fiel às suas raízes e não se deixou iludir pelo sucesso. Em 2004 os suecos lançaram o DVD “Fans Only”, que retrata a fase vivida na Jeepster com videoclipes e muitas cenas ao vivo.No final do mês os fãs do grupo podem conferir a coletânea “Push Barman To Open Old Wounds", que irá reunir grandes sucessos da banda de 1997 a 2001, incluindo “This is Just a Modern Rock Song”, “Dog on Wheels” e “A Century of Fakers”.

O próximo trabalho da carreira da banda veio com o disco “The Life Pursuit”, lançado em 2005. O álbum, gravado em Los Angeles, contou com a produção de Tony Hoffer e teve a música “Funny Little Frog”, como primeiro single. No mesmo ano o Belle & Sebastian colocou nas lojas uma versão ao vivo do álbum “If You’re Feeling Sinister”, de 1996. O material foi gravado durante um show da banda no festival All Tomorrow’s Party, no mês de setembro. Toda a renda obtida com as vendagens do disco, que estará a venda na loja virtual iTunes, deve ser revertida às vitimas do furacão Katrina.

Belle & Sebastian canta nova música na despedida da turnê brasileira (27/10/2001 - Laura Prado, da Folha Online). Quem perdeu, perdeu. A curta passagem de Belle & Sebastian pelo Brasil acabou, para infelicidade de todos os fãs que se amassaram à frente do palco de Free Jazz Festival. Nunca se viu fãs tão dedicados. A maioria sabia cantar todas as músicas, de olhos fechados, e quem não sabia, acompanhava com um vigor sem igual. Com algumas boas mudanças no "set list" (o hit "The State That I Am In" foi incluído), a banda esbanjou simpatia e uma honestidade raramente encontrada no meio musical.

Stuart Murdoch, o principal vocalista da banda, arriscou diversas frases em português, tiradas de um livrinho do tipo "português para viagem". "Sonhei com você", "Preciso de mais tempo" e "Você tem um preservativo?" foram algumas das frases que Stuart disse, arrancando risos da platéia. Com "Jonathan David", a banda levou o público à loucura e o desespero por chegar perto do palco ficando cada vez maior. Logo no início do show, Stuart puxou uma fã para cantar no palco. Stevie Jackson, o outro vocalista e misto de guitarrista, tocador de pandeiro, etc. pulava e animava os outros músicos.

Músicas mais calmas como "I Know Where The Summer Goes" e "We Rule The School" pediam por um coro meigo, como só os fãs da banda sabem fazer. O clima de amizade e fofura reinava no Main Stage. A banda incluiu também em seu "set list" a novíssima "Señorita", que foi tocada no programa de Jô Soares, na Rede Globo, exibido na quinta-feira. O coro de palmas não podia ser mais efusivo. As canções em português tocadas pela banda mostraram o empenho da meiga Sarah Martin e de Stevie Jackson em mostrar como assimilaram a cultura nacional. Fãs confessos da música brasileira, os integrantes do B&S já confessaram ter, cada um, sua cota de discos tropicalistas. Quando Sarah começou a entoar "Baby", de Caetano Veloso, o público veio abaixo, cantando junto e elogiando a cada segundo sua fantástica performance na língua portuguesa.

Já Steve, com "A Minha Menina", de Jorge Ben Jor, não foi tão bem-sucedido. Seu português enrolado era estranho. Mas valeu o esforço. Ao final do show, que terminou com "Legal Man", do EP lançado em 2000, quem aguardava um bis esperou em vão. Como no show do Rio de Janeiro, quando a banda se foi, foi mesmo. Os fãs gritaram, vaiaram, bateram palmas, bateram os pés, mas não adiantou. Os poucos momentos ao lado da banda escocesa terminaram e não havia nada que ninguém pudesse fazer. Somente esperar ansiosamente por uma próxima oportunidade.


Tigermilk – 1996
01. State I Am In
02. Expectations
03. She’s Losing It
04. You’re Just a Baby
05. Electronic Renaissance
06. I Could Be Dreaming
07. We Rule the School
08. My Wandering Days Are Over
09. I Don’t Love Anyone
10. Mary Jo
Download do Álbum



The Boy With The Arab Shap – 1996
01. It Could Have Been a Brilliant Career
02. Sleep the Clock Around
03. Is It Wicked Not to Care?
04. Ease Your Feet in the Sea
05. Summer Wasting
06. Seymour Stein
07. Space Boy Dream
08. Dirty Dream Number Two
09. Boy With the Arab Strap
10. Chickfactor
11. Simple Things
12. Rollercoaster Ride
Download do Álbum
Senha: mode


If You´re Feeling Sinister – 1999
01. The Stars Of Track And Field
02. Seeing Other People
03. Me And The Major
04. Like Dylan In The Movies
05. The Fox In The Snow
06. Get Me Away From Here Im Dying
07. If Youre Feeling Sinister
08. Mayfly
09. The Boy Done Wrong Again
10. Judy And The Dream Of Horses
Download do Álbum
Senha: mode



Fold Your Hands Child, You Walk Like a Peaset – 1997
01. I Fought In A War
02. The Model
03. Beyond The Sunrise
04. Waiting For The Moon To Rise
05. Don’t Leave The Light On, Baby
06. The Wrong Girl
07. The Chalet Lines
08. Nice Day For A Sulk
09. Woman’s Realm
10. Family Tree
11. There’s Too Much Love
Download do Álbum


Storytelling – 2002
01. Fiction
02. Freak
03. Dialogue: Conan, Early Letterman
04. Fuck This Shit
05. Night Walk
06. Dialogue: Jersey’s Where It’s At
07. Black and White Unite
08. Consuelo
09. Dialogue: Toby
10. Storytelling
11. Dialogue: Class Rank
12. I Don’t Want to Play Football
13. Consuelo Leaving
14. Wandering Alone
15. Dialogue: Mandingo Cliche
16. Scooby Driver
17. Fiction (Reprise)
18. Big John Shaft
Download do Álbum



Dear Catatrophe Waitress – 2003
01. Step Into My Office, Baby
02. Dear Catastrophe Waitress
03. If She Wants Me
04. Piazza, New York Catcher
05. Asleep On a Sunbeam
06. I’m a Cuckoo
07. You Don’t Send Me
08. Wrapped Up In Books
09. Lord Anthony
10. If You Find Yourself Caught In Love
11. Roy Walker
12. Stay Loose
Download do Álbum



The Life Pursuit – 2006
1. Act Of The Apostle Part1
2. Another Sunny Day
3. White Collar Boy
4. The Blues Are Still Blue
5. Dress Up In You
6. Sukie In The Graveyard
7. We Are The Sleepyheads
8. Song For Sunshine
9. Funny Little Frog
10. To Be Myself Completely
11. Act Of The Apostle Part 2
12. For The Price Of A Cup Of A Tea

Dick Dale and his Del-Tones

Hospedagem, texto, montagem e fotos: Cacá


Esse é o cara!!! Quem nunca ouviu ¨Misirlou¨, no início do filme ¨Pulp Fiction¨, que arrepia qualquer ser vivo, com àquela introdução de guitarra, agressiva e melódica ao mesmo tempo? Dick Dale é considerado o maior guitarrista do surf-rock americano, tendo criado pérolas musicais, as quais influenciaram toda a geração de músicos que sucederam-no, vindo, ainda na década de 60, a criar um novo estilo de tocar, mesclando ritmos diversos na sonoridade de suas músicas, sendo, a partir daí, chamado de ¨O Rei da Guitarra da Surf-Music¨. O moral do cara era tão grande que Jimi Hendrix compôs ¨3rd stone from the Sun¨ em sua homenagem. As músicas compostas por Dick Dale foram insistentemente regravadas por outros músicos e bandas, dentre as quais, Misirlou, Surf beat, Riders in the sky, Pipeline, etc. Prestem atenção na última música deste cd (¨Pipeline¨) , tocada em parceria com Stevie Ray Vaughan. Um arraso!! Estamos disponibilizando um link para que vocês ouçam e conheçam este grande guitarrista e suas músicas maravilhosas.

The Best Of (1989)

Download de Dick Dale and his Del-Tones - The Best Of

Boa audição Galera!!

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Ozzy Osbourne III

Hospedagem dos Álbuns, Texto, Fotos e Montagem: Fireball

Novos links enviados por Sabrina

Clique aqui para acessar o que já postamos sobre Ozzy Osbourne

John Michael Osbourne nasceu em Birmingham no dia 03 de dezembro de 1948. Apesar de não ser uma grande voz em termos de técnica ou potência, é indicutível que esteja entre as figuras mais marcantes dentro do heavy metal devido ao seu carisma e performance dramática. Aos 20 anos, Ozzy montou sua primeira banda, o Earth, ao lado de Tonny Iommi, Bill Ward e Terry "Geezer" Butler e, inicialmente, tocavam blues e covers de bandas como Cream e Blue Cheer. Em 1969, descobriram que já havia outra banda chamada Earth e mudaram o nome para Black Sabbath.

Começava aí a história de um dos pilares do que viria a ser futuramente o heavy metal e todas as suas ramificações. No Black Sabbath, Ozzy gravou uma série de clássicos absolutos como o primeiro álbum homônimo da banda (1969), Paranoid (1970), Master Of Reality (1971), Volume IV (1972) e Sabbath Bloody Sabbath (1973). Após o disco Sabotage (1975) começam as desavenças dentro do grupo. Ozzy ameaça sair, mas volta atrás e é lançado o apenas regular Technical Ecstasy. Em 1978 foi lançado Never Say Die e devido a problemas de relacionamento com os colegas de banda, diferenças musicais e envolvimento com drogas e álcool, Ozzy deixa o Black Sabbath.

Nessa época Ozzy conheceu Sharon, que acabou por se tornar sua manager e esposa. Formou, então, sua primeira banda, o Blizzard Of Ozz, com Bob Daisley (baixo), Lee Kerslake (bateria) e Randy Rhoads, um jovem guitarrista genial que despontava numa banda desconhecida chamada Quiet Riot. O primeiro álbum solo de Ozzy foi lançado no final de 1980 e teve alguns hits instantâneos como "Mr.Crawley" e "Crazy Train", destacando também um trabalho soberbo de Randy Rhoads. O segundo álbum, Diary Of a Madman, foi lançado em 1981, com a entrada de Tommy Aldridge (bateria) e Rudy Sarzo (baixo) e atingiu ótimas vendagens, deixando a banda de Ozzy em evidência. Porém, em março de 1982, em meio à turnê, veio a tragédia com a morte de Randy Rhoads num acidente de avião.

Randy Rhoads (1956 - 1982)

Ozzy entrou em profunda depressão com a perda de seu melhor amigo e alterou os planos de lançar um álbum ao vivo com gravações de Randy. Após de recuperar do choque, Ozzy convocou o guitarrista Brad Gillis para continuar a turnê e lançou um álbum ao vivo apenas com músicas do Black Sabbath, Speak Of The Devil. O sucessor efetivo de Randy Rhoads foi Jake E. Lee e, em 1983, foi lançado o novo álbum, Bark At The Moon, que apesar de não ter a mesma consistência de Blizzard Of Ozz e Diary Of a Madman, conseguiu enorme sucesso. O álbum seguinte, The Ultimate Sin (1986), é considerado o pior da carreira de Ozzy, que aderiu à moda da época fazendo um som comercial e adotou visual colorido e penteados moldados com muito laquê, o "hair metal".

Em 1987, a mãe de Randy Rhoads procurou Ozzy e sugeriu lançarem o material ao vivo com o falecido guitarrista. Isso resultou no lançamento de Tribute, álbum sensacional com registro das performances de palco de Randy. Quem não gostou muito foi Jake E. Lee que deixou a banda sendo substituído por Zakk Wilde. O disco seguinte foi No Rest For The Wicked de 1988. Esse álbum resgatou o prestígio de Ozzy, que lançou em seguida o EP ao vivo Just Say Ozzy, contando com a participação de Geezer Butler no baixo.

O álbum seguinte de estúdio foi No More Tears que também fez grande sucesso apresentando uma série de hits como "Mama, I'm Coming Home", "No More Tears" e "I Don't Want To Change The World". Nessa época, Ozzy saiu em sua turnê mundial chamada "No More Tours" e muitos pensaram que ele se retiraria dos palcos. Em 1993, mais um disco ao vivo, Live & Loud. Em 1995 é lançado Ozzmosis e, para alegria dos fãs, Ozzy volta a excursionar e se apresentar pelo mundo. Nessa época ele cria o seu próprio festival itinerante, o Ozzfest. Em 1998, o line-up original do Black Sabbath se reúne para lançar o álbum ao vivo Reunion. Nesse ano o Sabbath foi o headliner do Ozzfest.

Em 2001, mais um álbum de estúdio, Down To Earth. Nesse mesmo ano, é lançado o programa The Osbournes, uma espécie de reality-show da família Osbourne, apresentado pela MTV. Ozzy recebeu cerca de 20 milhões de dólares por temporada do programa. Em 2002, mais um cd ao vivo, Live At Budokan, lançado também em DVD. Em 2004, Ozzy sofre um grave acidente enquanto brincava com um triciclo em sua mansão, fraturando algumas vértebras e chegando a ficar entre a vida e a morte. Muitos chegaram a dizer que, se sobrevivesse, Ozzy não voltaria a cantar ou mesmo que ficaria tetraplégico. Porém, contrariando a todos, em 2005 o "Madman", como Ozzy é costumeiramente chamado, retorna com um álbum só de releituras de antigos clássicos do rock, Under Cover, onde quem faz as guitarras é Jerry Cantrell (ex- Alice In Chains).

Download de Blizzard Of Ozz

Download de Diary Of a Madman

Download de Speak Of The Devil

Download de Tribute

Download de Bark At The Moon

Download de The Ultimate Sin

Download de Just Say Ozzy

senha: www.chilewarez.org

Download de No More Tears

Download de Ozzmosis

Download de Under Cover

Bob Mould

Hospedagem, texto, fotos e montagem: Cacá

Vocês já ouviram falar em Bob Mould? Não? Mas se falarmos que este cara era o líder e guitarrista do Husker Du? Agora se lembram dele? Então... Bob Mould iniciou sua carreira solo, após a dissolução do Husker Du e, posteriormente do Sugar, duas ótimas bandas que contavam com seu talento musical e sua criatividade. Em 2005, lançou um cd, denominado ¨Body of Song¨, considerado uma das melhores obras do ano. Assim sendo, estamos disponibilizando um link, para que vocês possam conhecer o trabalho solo do Bob Mould, que quase nenhum cd, teve lançado por aqui.

Body of Song (2005)

Download de Bob Mould - Body of Song

Discão galera!!!

Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2006

Stan Getz

Hospedagem, Texto, Fotos e Link: JH II
Dedico esta postagem ao nosso grande Carlos Elkabong

Stan Getz, era saxtenorista, foi um dos artífices do coll jazz, (cujo apelido era The Sound),vamos portanto neste pequeno texto, contar a sua história.Durante a maior parte de sua carreira, que iniciou-se quando ainda adolescente, como membro da seção de saxofone na orquestra de Stan Kenton, Stan Getz foi admirado pelos seus colegas por sua capacidade inovadora como solista, além de agradecer também a um público mais amplo.Entretanto,os níveis mais altos de admiração chegaram no final da sua carreira. Não porque ele tivesse tornado-se uma figura respeitável pela idade (ele tinha apenas 64 anos quando morreu), mas em reconhecimento ao maravilhoso estilo que caracterizou na última década.

Stan Getz nasceu na Philadelphia em 1927 e um dos For Brothers que gravou esse título para Woody Herman, seu primeiro sucesso teve lugar com Early Autum, de Herman, gravado em 1948, quando ele tinha apenas 21 anos. Essa melodia capturou seus primeiros momentos de maturidade como solista, caracterizada por um som duro e puro, perfeitamente controlado, sobretudo nas altas notas. John Coltrane (já postado por nós). Produziu este tipo de estilo também, na metade dos anos cincoenta ( e confessava sua admiração por Getz), mas até aquele momento Getz era o único.


Completamente afastado do que a orquestra de Miles Davis fazia ou do que estava por chegar da Costa Oeste, os solos de Getz representaram um dos mais altos momentos do movimento cool. Pouco depois, Getz demonstrou uma outra característica. Apesar de não ser considerado um marcador de ritmo, ele estava sempre alerta às mudanças das tendências, pelo menos como uma maneira de evitar a estagnação, e ele não devia nada a Miles Davis no setor de descobrimento de talentos. Tenco tido muito sucesso durante dois anos com quartetos que alimentavam seus refinamentos em seu próprio estilo, ele contratou o pianista Horace Silver, naquele momento completamente desconhecido, mas já um acompanhador inquieto e experimentador, que levou Getz a adotar um estilo mais agressivo.

Os resultados, ficaram evidentes nas suas inúmeras gravações para o selo Verve, onde ele se colocou lado a lado com grandes nomes. Fora de ação por um tempo, em conseqüência de um conhecido caso relacionado a drogas, ele passou um breve período na Europa, antes de voltar e gravar dois álbuns contrastantes: Focus (1961), provavelmente o melhor álbum jazz-mais-cordas, com arranjos de Eddoe Sauter, e Jazz-Samba, seguido de Getz/Gilberto, responsáveis pela colocação da Bossa Nova no mapa do jazz, e que levou Getz para o topo das listas dos mais vendidos.

Nos anos seguintes, ele apresentou-se em todo o tipo de contexto, dirigindo um excelente quarteto com o então jovem Gary Burton no vibrafone, e em tournée com o organista francês Eddie Louiss. Por algum tempo, faltou consistência ao seu estilo e ele confessou estar tentado novas direções, mas que nem sempre conseguia o que queria. Eventualmente, ele encontrou a maravilhosa forma desenvolvida em sua última década. Nunca muito convincente em ritmos acelerados, ou batalhando com harmonias complexas. Getz passou a concentrar-se em trabalhos com fortes traços melódiocs, explorando seu tom, neste momento um dos sons mais extraordinários jamais produzidos por um sax tenor.

É possível encontrar as origens de deus duros esboços no seu período cool, mas agora seu som transportava muito mais ressonância, crescendo para cima e para fora, pairando em seguida no ar, induzindo desta forma os mais agrad´veis frissons na audiência. Os músicos de alto nível que o acompanharam, ent~re eles o pianista Kenny Barron e o baterista Victor Lewis, devem ter dado-se conta de que estavam participando de algo muito especial. Exceto durante um certo tempo, durante o qual alguns saxofonistas tenores, especialmente na Europa.tentavam copiar seu tom e suas frases musicais.

Getz produziu muito poucos discípulos diretos. Houve, entretando, sua influência sobre John Coltrane, que resultou em toda uma escola de tenores, que muito raramente mergulhavam nas notas mais baixas da escala. Outro, que de vez em quando demonstra alguma influência, tem sido Joe Henderson, e, por certo, não é nenhuma coincidência que Henderson transformou-se no maior defensor da música de Antônio Carlos Jobim, resgatando várias melodias que Getz gravou, trinta anos atrás.



Stam Getz

01. Autumn Leaves
02. Billie´s Bounce
03. Lady Day
04. Heart Place
05. Kali-au
06. Chappaqua

Download do Álbum


Para saber mais sobre jazz Clique Aqui

John Coltrane III

Hospedagem, Texto, Fotos e Montagem: JH II


Aos apaixonados pelo Jazz, que são muitos, oferecemos mais esse aperitivo, que pode ser acompanhado por um bom copo de vinho ou champanhe vintage. Aproveitem.

Coltrane Plays The Blues
01. Blues to Elvin
02. Blues to Bechet
03.Blues to You
04.Mr. Day
05.Mr. Syms
06.Mr. Knight
07.Untitled Original

Reverend Horton Heat

Hospedagem, fotos, texto e montagem: Cacá
Repostagem, tendo em vista a inclusão de novos links e cd´s.

Trio de psychobilly/rockabilly, formada em 1985, na cidade de Dallas, Estado do Texas (Estados Unidos), atualmente mantendo a seguinte formação: Jim "Reverend Horton" Heath (vocal e guitarra), Jimbo Wallace (violoncelo) e Scott Churilla (bateria). E como sempre acontece, quase nada deles fora lançado no Brasil; assim sendo, vamos disponibilizar alguns links, para que vocês possam conhecer esta ótima banda, cultuada no cenário underground norte-americano.

Smoke´em if you got´em (1991)

Liquor in the Front (1994)

It´s Martini Time (1996)

Space Heather (1998)

¨Se gostaram da banda e se quiserem mais, deixem recados no comments¨

Após a publicação da frase acima, foram feitos pedidos para postagem de novos álbuns desta banda. Assim sendo, atendendo a tais pedidos, seguem novos links de novos cd´s.

The Full Custom Gospel Sounds (1993)

Download de Reverend Horton Heat - The Full Custom Gospel Sounds

Spend A Night In The Box (2000)

Download de Reverend Horton Heat - Spend A Night In The Box

Lucky 7 (2002)

Download de Reverend Horton Heat - Lucky 7

We Three Kings - Christmas Favorites (2005)

Download de Reverend Horton Heat - We Three Kings - Christmas Favorites

Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2006

S.O.D.

Montagem: Mr Bad Guy

Conhecidos como Stormtroopers Of Death, a banda inicialmente foi criada como um projeto paralelo dos músicos do Anthrax Scott Ian (Scott Rosenfeld, 31 de dezembro de 1963, guitarrista) e Charlie Benante (bateria). Arranjando tempo durante as gravações de “Spreading The Disease” em 1985, eles perguntaram ao baixista do Nuclear Assault, Dan Lilker (que já havia sido membro do Anthrax) e ao roadie Billy Milano (vocalista, ex-Psychos) se gostariam de se juntar a eles, para fazer uso de três dias livres de estúdio. O resultado foi “Speak English or Die” que é uma maníaca fusão de Thrash Metal com Hardcore, em um Crossover cheio de humor. Milano acabou formando o M.O.D., usando a mesma linha musical (de fato, algumas letras do S.O.D. criadas por Scott Ian seriam re-usadas neste projeto). “Live at Budokan” documenta o show do sétimo aniversário da banda. Reuniões esporádicas continuam a ocorrer através dos últimos anos, e o resultado mais concreto foi “Bigger Than The Devil”, de 1999.

Speak English or Die

Download "Speak English or Die"


Live at Budokan

Download "Live at Budokan"


Bigger Than the Devil

Download "Bigger Than the Devil"

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Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2006

Raul Seixas III

“Nasci baiano mesmo, na av. 7 de setembro, número 108, que é a avenida principal de Salvador. Hoje estão comendo bacalhau” ...brincaria Raul, mais tarde, referindo-se ao Restaurante Português, que funciona hoje, na casa em que nasceu.

Maria Eugênia Pereira dos Santos era uma garotinha bonita quando conheceu Raul Varella Seixas. Ela tinha sete anos, e ele nove. O namoro, que durante anos ficou somente na troca de olhares e bilhetinhos, culminou no casamento dos dois, às 17:30h do dia 16 de setembro de 1944, na Igreja do Bonfim, em Salvador, na Bahia. Nove meses após a união de Raul e Maria Eugênia, nascia o primeiro filho do casal, Raul Santos Seixas, em 28 de junho de 1945. A vasta biblioteca de seu pai era seu brinquedo favorito. E foi daí que veio o gosto pela palavra e a miopia precoce. Vivia trancado no quarto devorando o "Livro dos Porquês" do "Tesouro da Juventude". Inventava histórias fantásticas que, transformadas em gibis, e com desenhos do próprio Raul, eram vendidos ao irmão caçula, Plininho (Plínio Santos Seixas, três anos mais novo). Melô era o personagem central de suas histórias, um cientista louco que viajava no tempo com figuras históricas, Deus e o Diabo.

"Eu estava muito preocupado com a filosofia sem o saber (isto é, eu não sabia que era filosofia aquilo que eu pensava). Tinha mania de pensar que eu era maluco e ninguém queria me dizer. Gostava de ficar sozinho. Pensando. Horas e horas. Meu mundo interior é, e sempre foi, muito rico e intenso. Por isso o mundo exterior naquela época não me interessava muito. Eu criava o meu."No ano de 1954, Raul ganhou seu primeiro violão, presente dos pais, ao qual, a princípio, ele não deu muita importância. Porém, pouco a pouco, foi dedilhando e, sozinho, aprendeu a tocar algumas músicas, acabando por se apaixonar pela novidade. A família Seixas mudou-se para uma casa que ficava próxima ao Consulado Americano. Ali Raul conheceu os garotos do consulado, que lhe emprestaram alguns discos de Elvis Presley, Little Richard, Fats Domino, Chuck Berry etc. Foi o primeiro contato com o Rock and Roll.

"Eu ouvia os discos de Elvis Presley até estragar os sulcos. O rock era como uma chave que abriria minhas portas que viviam fechadas. Usava camisa vermelha, gola virada para cima. As mães não deixavam as filhinhas chegarem perto de mim porque eu era torto como o James Dean. Olhava de lado, com jeito de durão. Cada vez que eu cumprimentava uma pessoa dava três giros em torno do próprio corpo. Eu era o próprio rock. Eu era Elvis quando andava e penteava o topete. Eu era alvo de risos, gracinhas, claro. Eu tinha assumido uma maneira de vestir, falar e agir que ninguém conhecia. Claro que eu não tinha consciência da mudança social que o rock implicava. Eu achava que os jovens iam dominar o mundo."

The Panters - Aos poucos a escola foi ficando de lado. O bom era ficar na loja Can-tinho da Música, curtindo rock and roll ou marcando ponto no Elvis Rock Club, fã-clube de Elvis Presley, fundado por Raulzito e o amigo Waldir Serrão. Corria o ano de 1962 e a necessidade de fazer rock levou Raul a fundar, ao lado dos irmãos Délcio e Thildo Gama, o grupo Os Relâm-pagos do Rock. Chegaram a se apresentar na TV Itapoan, onde foram chamados de cantores de "música de cowboy". "Eu era um fracasso na escola. A escola não me dizia nada do que eu queria saber. Tudo o que eu sei, eu devo ao mundo, à rua, à vivência e, principalmente a mim mesmo. Repeti 5 vezes a 2. série do ginásio. Nunca aprendi nada na escola. Minto. Aprendi a odiá-la."

O ano de 1964 foi importante para Raul Seixas. Os Relâmpagos do Rock, com nova formação, passam a se chamar The Panthers. Foi também o ano da profissionalização definitiva e da des-coberta dos Beatles. Ainda em 1964, The Panthers entra em estúdio para gravar aquela que viria a ser a primeira gravação oficial: duas músicas para serem lançadas em um compacto ("Nanny"/ "Coração Partido") pela Astor, que acabaram ficando apenas no acetato, não sendo lançadas comercialmente. Somente em 1992, a música "Nanny" seria lançada, entre outras gravações raras, no álbum O Baú do Raul. O grupo passou então a se chamar Raulzito e Os Panteras. Depois de comprar uma aparelhagem nova e melhor, passou a tocar em boates e em shows em que, muitas vezes, brilhavam astros da Jovem Guarda como Roberto Carlos, Wanderléa, Jerry Adriani e, Rosemary, entre outros. Seus maiores rivais são os grupos de samba e bossa nova, aquartelados no Teatro Vila Velha de um lado e do outro o Cinema Roma, que era o templo do rock and roll, organizado por Waldir Serrão, O Big Ben.

Em nome do namoro com a americana Edith Wisner, Raul resolve parar tudo e retomar os estudos e, em pouco tempo, prestar o vestibular (para passar num dos pr-meiros lugares) para a faculdade de Direito. "Eu queria provar às pessoas, à minha família, como era fácil isso de estudar, passar em exames. Como não tinha a mínima importância." Tão sem importância que, em 1967, decide ao mesmo tempo casar com Edith e retomar a carreira com Os Panteras. Atendendo a um pedido de Jerry Adriani, Raul, Edith e Os Panteras partiram em viagem para o Rio, realizando um velho sonho. Conseguiram gravar, para a Odeon, o LP Raulzito e Os Panteras. Lançado em 1968, o disco foi ignorado tanto pela crítica quanto pelo público. "Chegamos em fim de safra. Não entendíamos o que estava acontecendo. Agnaldo Timóteo de um lado, Gil e Os Mutantes de outro. Tocávamos coisas complicadas, minhas letras falavam de agnosticismo, essas coisas, e complicamos demais. Não tínhamos idéia do que era comercial em matéria de música em português."

Com o fracasso do disco, ficam algum tempo como banda de apoio de Jerry Adriani, até a dissolução do grupo. "Só sobrou eu. Os outros não agüentaram a barra e caíram fora". Desiludido e psicologicamente abalado, Raul voltou para Salvador." Em 1970, conheceu Evandro Ribeiro, diretor da CBS, hoje Sony Music. "Talvez eu tivesse trilhado o caminho da paranóia se não tivesse tido a chance que tive. Conheci o diretor da gravadora CBS lá mesmo, na Bahia, e foi ele mesmo quem me deu oportunidade de estar em contato com a arte outra vez." E lá se foi Raul, com Edith, de volta para o Rio; desta vez para trabalhar como produtor de discos na CBS. Durante um ano, Raul criaria músicas e discos de sucesso para Jerry Adriani, Trio Ternura, Renato e Seus Blue Caps, Tony e Frankie, Diana e Sérgio Sampaio. "Sérgio Sampaio foi o primeiro artista que eu realmente descobri. Acreditei muito nesse cara. Acreditei tanto que ele me incentivou a ser artista outra vez." Em novembro daquele ano, nasceu Simone, a primeira filha. O incentivo de Sérgio Sampaio levou Raul a produzir e lançar, em julho de 1971, aproveitando a viagem do presidente da CBS, o LP Sociedade da Grã-Ordem Kavernista – apresenta – Sessão das 10, com participações do próprio Raul, com Sérgio Sampaio, Miriam Batucada, Edy Star. Isso lhe valeu a expulsão da CBS quando o presidente voltou. O disco então sumiu, "misteriosamente", do mercado.

"Neste disco cada um cantava suas músicas em faixas separadas, num trabalho que resumia o caos da época. Valeu a pena, apesar de ter vendido muito pouco. Nós nos divertimos muito. Foi também a primeira vez que eu fiz algo para ser consumido e do qual me senti paranoicamente orgulhoso e feliz. Como os Beatles, que aprenderam no estúdio, eu aprendi tudo na CBS, os macetes todos. Aprendi a fazer música fácil, comercial, intuitiva e bonitinha, que leva direitinho o que a gente quer dizer." Em setembro de 1972, no VII Festival Internacional da Canção, à frente de um público ávido por novidades, Raul, mais uma vez incentivado pelo amigo Sérgio Sampaio, resolveu se tornar "popular". Inscreveu no festival as canções "Eu sou eu, Nicuri é o Diabo", defendida por Lena Rios e Os Lobos, e "Let me Sing, Let me Sing", mistura de rock com baião, interpretada pelo próprio Raul, travestido de Elvis. Ambas foram classificadas. "Depois de sair da CBS, onde ganhava 4 mil cruzeiros por mês, decidi ser Raul Seixas. Então usei, este é o termo, aquele negócio de brilhantina, do rock, do casaco de couro, como trampolim, como uma maneira de ser conhecido. Por que eu só passei a existir depois daquela encenação, daquele teatro que eu fiz. Combinar rock com baião foi a fórmula certa para chamar a atenção. Mas foi só o começo." A classificação de "Let me Sing, Let me Sing" entre as finalistas, além da excelente repercussão que Raul Seixas provocou no público e na imprensa, garantiu a continuidade de sua carreira como cantor e compositor da Philips. A consagração ainda tardaria alguns meses; tempo durante os quais Raul atuaria ao velho estilo, como produtor (e, no caso, também como cantor, anônimo, sem crédito na capa) de um disco antológico de clássicos de rock and roll e da Jovem Guarda: Os 24 Maiores Sucessos da Era do Rock (selo Polyfar, 1973).

Em 1975, esse disco seria reeditado com algumas alterações, como o nome de Raul na capa e um novo título, 20 Anos de Rock, aproveitando a notoriedade de Raul. Mas o "buuum" só viria mesmo com a explosão do compacto ”Ouro de Tolo”, (curiosidade: teve que ser prensado duas vezes em uma semana!). ”Ouro de Tolo” tinha uma letra autobiográfica e ao mesmo tempo uma bofetada na face da classe média do país (que trocava a verdadeira realização pelo acesso às bugigangas comuns de consumo), naqueles tempos de Milagre Brasileiro. Contratado pela Philips (gravadora onde brilhavam os medalhões da MPB como Caetano, Gil, Gal etc...), Raul Seixas partiu para o primeiro álbum solo, KRIG-HA, BANDOLO! O título refere-se ao grito de guerra de Tarzan, que quer dizer: "cuidado, aí vem o inimigo". Lançado em 1973 é considerado pela crítica como um dos seus melhores trabalhos.

"O LP KRIG-HA, BANDO-LO! foi feito todo de uma vez. A música Ouro de Tolo foi lançada antes, por causa de uma jogada comercial da Philips, que remexeu na ópera, que é o LP, e dela retirou a parte que achava mais interessante. Então, para mim, o valor e o gosto ficam por conta de todo o LP, porque ele é o todo de um trabalho, onde todas as músicas se interligam e de onde é quase impossível você só tirar e citar uma parte." Raul Seixas e Paulo Coelho lançam Sociedade Alternativa em agosto, e dedicam-se com afinco aos estudos esotéricos, mergulhando fundo na obra do mago inglês Aleister Crowley. Raul anunciava que era hora de mudar o mundo e distribuía nos shows um gibi/manifesto chamado "A Fundação de Krig-ha", ilustrado por Adalgisa Rios (esposa de Paulo, na época). A Sociedade Alternativa, com sede alugada, papel timbrado e relatórios mensais, chegou a anunciar a aquisição de um terreno em Minas Gerais, para a construção da Cidade das Estrelas, uma comunidade onde a lei única era "Faze o que tu queres, há de ser tudo da lei." A idéia da Sociedade Alternativa não agradou a muitos e Raul foi preso e torturado pelo DOPS, tendo que deixar o país. Raul, Paulo, Edith e Adalgisa decidiram partir para os Estados Unidos, onde fizeram contato com algumas personalidades.

Enquanto isso aqui no Brasil, a música "Gita" tocava de norte a sul do país. E foi graças a esse sucesso que Raul e Cia. voltaram para o Brasil. Foi nessa época que o casamento de Raul com Edith foi chegando ao fim, e ela decidiu voltar para os Estados Unidos, levando consigo a filha do casal. O sucesso de Gita deu a Raul Seixas o primeiro Disco de Ouro, com mais de 600 mil cópias vendidas. O mesmo não aconteceu com o disco seguinte: Novo Aeon (1975, Philips), que vendeu apenas 60 mil. "Foi a maior decepção, mas dei a volta por cima com Há 10 Mil Anos Atrás." Raul conheceu, então, outra americana, Glória Vaquer ("Spacey Glow"), irmã de seu guitarrista Gay Vaquer. Casou-se com Glória e, desta união, nasceu, no Rio de Janeiro, a segunda filha de Raul, Scarlet, em junho de 1976. Nesse ano lançou o álbum Há 10 Mil Anos Atrás, com Raul maquiado na capa como um "sábio ancião". Chegou então ao fim a parceria com Paulo Coelho, embora conti-nuassem amigos (ou inimigos íntimos). Decidiu sair da Philips para outra gravadora, a recém-fundada WEA. Marcou esse período o rosto sem barba nem bigode (suas "marcas registradas") e a relação com um novo parceiro (e antigo vizinho dos tempos do Rio), Cláudio Roberto, professor de ginástica, poeta e cantor nas horas vagas. Juntos realizaram o LP O Dia em que a Terra Parou, em 1977. A crítica não gostou. Foi dito que não mantinha o mesmo "nível" dos trabalhos anteriores. Mas os fãs se deliciam com "Maluco Beleza", "Sapato 36" e a faixa-título. Raul chegou a fazer alguns shows, mas sem muito sucesso, devido às críticas ao LP. Foi então que se separou de Glória, que, a exemplo de Edith, também voltou aos Estados Unidos com a filha Scarlet.

Voltou de lá mais gordo e com uma nova companheira, Tânia Menna Barreto. Com ela dividiu parceria em seu novo álbum, Mata Virgem (1978, WEA). O disco trazia de volta Paulo Coelho , mas a má divugação atrapa-lhou o LP e a crítica também não ajudou. As mudanças em sua vida pessoal e profissional somadas a problemas de saúde, abalaram Raul. Para recuperar-se da pancreatite, agravada pelo consumo de bebidas alcoólicas, Raul Seixas resolveu passar alguns meses na fazenda dos pais em Dias D’Avilla, interior da Bahia. São Paulo o recebeu de braços abertos. Iniciou, então, uma série de shows pela capital e interior do estado paulista. Na Zona Sul da cidade de São Paulo, nasceu, em 1981, a terceira e última filha de Raul, Vivian. Chegou a fazer uma temporada no Teatro Pixinguinha com sucesso absoluto. Em 1979 faz seu último álbum para a WEA, Por Quem os Sinos Dobram, em parceria com o amigo Oscar Rasmussen. Raul saiu da gravadora levando sua secretária de imprensa, a carioca Ângela Costa, hoje mais conhecida como Kika Seixas. Raul assinou um novo contrato com uma velha conhecida sua, a CBS e, em 1980, lançou o álbum Abre-te, Sésamo. O disco vendeu razoavelmente, porém bem menos do que merecia. Raul e Kika decidiram morar em São Paulo e, com a ajuda de Jair Rodrigues, conseguiram alugar uma casa no bairro do Brooklin.

Ainda em 81, Raul rescindiu o contrato com a CBS por pedirem que dedicasse o próximo disco a Lady Diana - ela era ”o assunto do momento”. Nessa época, Sylvio Passos, com 18 anos, comunicou a Raul Seixas que havia fundado o Raul Rock Club. Ele ficou surpreso, e passou a participar ativamente do que denominaria de Raul Seixas Oficial Fã-Clube. Sem gravadora, mas com um público enorme e fiel, apresentou-se para mais de 150 mil pessoas em 13 de fevereiro de 1982 no Festival Música na Praia, em Santos, São Paulo. Mas Raul andava insatisfeito e mergulhava cada vez mais na bebida, o que levou ao cancelamento de shows e crises de hepatite. Em maio de 82, apresentou-se tão alcoolizado em Caieiras, interior de São Paulo, que acabou sendo tomado por impostor de si mesmo, sendo preso e ameaçado pelo delegado da cidade. Deprimido, sem um contrato com uma gravadora e ainda com problemas de saúde, Raul, juntamente com Kika, desenvolveu o projeto da ópera-rock Nuit e saiu batendo de porta em porta, visitando todas as gravadoras. Nada aconteceu. Chegou ao cúmulo de ouvir de um diretor artístico a seguinte frase: "Já estou vacinado contra Raul Seixas." Magoado, Raul voltou para o Rio e ficou alguns meses num apartamento em Copacabana. Até que João Lara Mesquita, jovem diretor do Estúdio Eldorado e fã incondicional de Raul, resolveu realizar um antigo projeto e convidou o ídolo para gravar. Raul, Kika e a filha Vivian então retornaram para São Paulo, e, em abril de 1983, o músico lançou o álbum Raul Seixas. O disco trazia também uma faixa gravada, ao vivo, durante um show realizado no Sociedade Esportiva Palmeiras, onde Raul Seixas contou, através das músicas, a história do rock and roll para mais de 10 mil pessoas.

Em 1983, lançou o livro As Aventuras de Raul Seixas na Cidade de Thor, dividido em três partes: a primeira, um diário escrito entre os sete e os quatorze anos, no qual nota-se um grande conhecimento de rock and roll; na segunda parte, uma série de contos feitos entre os doze e os vinte e um anos; e, finalmente, na terceira, uma história em quadrinhos, chamada A Lei dos Assassinos da Montanha que, segundo Raul, era um bom exemplo de humor negro. Com o sucesso do disco, do livro e da turnê pelo Brasil, Raul e Kika realizaram uma viagem aos Estados Unidos para acompanhar de perto o que estava acontecendo musicalmente por lá. Voltaram com a bagagem cheia e inspiradíssimos. Raul então assinou novo contrato, dessa vez com a Som Livre e, em junho de 1984, lançou o álbum Metrô Linha 743. O penúltimo casamento de Raul foi-se rompendo. A sua saúde também não andava boa. Mais uma vez ele decidiu voltar para Salvador, como fizera em 1978, para se recupe- rar. Depois de curta permanência em Salvador, voltou para São Paulo com nova companheira, Lena Coutinho. Em São Paulo, junto com Lena, procurou uma nova gravadora, mas as portas do mundo artístico pareciam estar fechadas novamente para Raul. Enquanto isso, milhares de fãs e amigos permaneceram na expectativa de novidades. Em São Paulo, no ano de 1985, o Raul Rock Club (o Fã-Clube Oficial) lança o álbum Let me Sing my Rock and Roll, o primeiro disco produzido e distribuído independentemente por um fã-clube brasileiro, disputado hoje a peso de ouro por fãs e colecionadores.

Durante o ano de 1986, Raul e Lena continuaram à procura de uma gravadora e, finalmente, com a ajuda de amigos assinaram contrato para dois álbuns com a Copacabana. Porém, os problemas com a saúde atrapalharam as sessões de gravação no estúdio e o LP, que todos esperavam para esse ano, acabou sendo lançado só no início de 1987. O disco trazia como título o grito de guerra de rock and roll: Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum! O disco tocou de norte a sul do país e mais uma vez, Raul Seixas era notícia, ocupando lugares de destaque na mídia e, o melhor, sua música estava na boca do povo. Contudo, continuava desaparecido dos palcos e da TV devido à sua saúde precária (em parte culpa do problema do abuso de bebidas alcoólicas). A música "Cowboy Fora-da-Lei" estourou nas paradas de sucesso ganhando videoclipe no Fantástico e a sua inclusão na trilha sonora da novela das sete da Rede Globo. A música revelava uma "quase" paranóia de Raul, onde diz: "Mamãe, não quero ser prefeito/ pode ser que eu seja eleito/ e alguém pode querer me assassinar." A música "Não Quero Mais Andar na Contramão", provou que Raul não estava mais a fim de maluquices e que seu papo agora era paz e sossego, no aconchego do lar... sossego que virou tédio. Marcelo Nova, para tirá-lo desse tédio, convidou-o para viajar para Salvador, onde iria se apresentar. Raul, que estava afastado dos palcos há três anos (sua última apresentação, ao vivo, foi em dezembro de 1985, em São Caetano do Sul, São Paulo), aceitou o convite. Na capital baiana, iniciaram juntos uma série de 50 shows, que visitou os quatro cantos do Brasil. Uma aventura que acabou resultando no disco A Panela do Diabo, lançado dois dias antes do falecimento de Raul. A convite do discípulo e amigo Marcelo Nova, então vocalista e letrista do grupo baiano Camisa de Vênus, Raul Seixas participou da gravação do álbum que o grupo preparava para lançar, dividindo vocais e parceria com Marcelo Nova na música "Muita Estrela, Pouca Constelação", referindo-se ao cenário pop brasileiro de maneira desdenhosa. No ano seguinte (1988), mostrou que ainda estava "vivo", lançando, em setembro, o álbum A Pedra do Gênesis, que falava da controvertida Sociedade Alternativa.

Segunda-feira, 21 de agosto de 1989, nove horas da manhã. Dalva Borges da Silva, a empregada de Raul, chegou ao apartamento número 1003, do Edifício Aliança, Zona Central de São Paulo, e encontrou Raul Seixas morto em sua cama. Dalva imediatamente entrou em contato com o médico e a família de Raul. A notícia se espalhou e logo as emissoras de rádio e TV divulgaram o fato. Fãs, jornalistas e amigos dirigiram-se ao prédio onde Raul residia. Raulzito havia falecido duas horas antes da chegada de Dalva ao prédio, de parada cardíaca, causada pela pancreatite de que sofria há dez anos. O corpo foi levado para o Palácio das Convenções do Anhembi, Zona Norte de São Paulo, onde foi velado durante toda a noite e madrugada a dentro. Às oito horas da manhã do dia seguinte o corpo seguiu num jatinho para Salvador, onde foi sepultado às 17 horas no Cemitério Jardim da Saudade. Passados tantos anos de sua grande viagem, Raul Seixas continua mais vivo do que nunca. Desde seu falecimento em 21 de agosto de 1989, o número de pessoas interessadas em sua vida e obra vem aumentando consideravelmente. Pessoas de todas as faixas etárias e classes sociais se organizam nos inúmeros fãs-clubes criados para homenageá-lo. Casas culturais, praças, ruas, parques e viadutos recebem seu nome. Revistas, pôsteres e cerca de 20 livros enfocando sua vida e obra continuam no mercado. Todos os títulos de sua imensa discografia já foram reeditados em CD, e novos títulos são lançados constantemente. Programas de rádio e TV, romarias ao Cemitério Jardim da Saudade, em Salvador, passeatas, carreatas e inúmeros eventos acontecem anualmente em todo o Brasil nas datas de nascimento e morte, 28 de junho e 21 de agosto, respectivamente.


É por esses e por inúmeros outros motivos que decididamente Raul Seixas está e continuará vivo.

Por Renata e Sylvio Passos



Discografia de Raul Seixas


1968 - Raulzito e os Panteras

Download de Raulzito e os Panteras



1971 - Sociedade Da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão Das Dez

Download de Sociedade Da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão Das Dez
Download de A Sociedade da Grã Ordem Cavernista Apresenta Sessão das 10 - Link Alternativo


1973 - Krig-ha, Bandolo

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1974 - Gita

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1975 - Novo Aeon

Download Novo Aeon
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1976 - Há 10 Mil Anos Atrás

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1977 - Raul Rock Seixas

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1978 - O Dia Em Que a Terra Parou

Download de O Dia Em Que a Terra Parou
Download de O Dia Em Que a Terra Parou - Link Alternativo



1979 - Mata Virgem

Download de Mata Virgem
Download de Mata Virgem - Link Alternativo



1979 - Por Quem Os Sinos Dobram

Download de Por Quem Os Sinos Dobram



1980 - Abre-te Sésamo

Download de Abre-te Sésamo



1983 - Raul Seixas

Download de Raul Seixas



1983 - Raul Vivo

Download de Raul Vivo



1984 - Metrô Linha 743

Download de Metrô Linha 743
Download de Metrô Linha 743 - Link Alternativo


1985 - Let Me Sing My Rock 'N Roll

Download de Let Me Sing My Rock 'N Roll
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Raul Rock Volume II

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1987 - Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum!

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1988 - A Pedra do Gênesis

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1989 - A Panela do Diabo

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1992 - Baú do Raul

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1998 - Documento

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O Baú do Raul Revisitado.

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Maluco Beleza

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Raul Seixas ao Vivo no Parana
Raríssimo e não consta na Discografia Oficial.

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Raul ao Vivo na Praia do Gonzaga!!!!

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Jimi Hendrix

Hospedagem, Foto, Texto e Montagem: JH II

FRASES: "Se pareço livre, é porque estou sempre correndo." "Meu cabelo funciona como antenas elétricas, sintonizadas nas vibrações do universo." "Não existe vida em lugar nenhum." "Acredito em mim, principalmente. Se existe um Deus, e ele criou você, o fato de você acreditar em si faz com que automaticamente acredite nele!"


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1970 - Band of Gypsys:
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Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2006

Rick Wakeman

Hospedagem dos Álbuns: Dema
Texto, fotos e montagem: JH II

Eu ouvi Rick Wakeman pela primeira vez no álbum “Close to the Edge” da banda Yes e na faixa “You and I, as “Lágrimas” rolaram, naquela época eu vivia um momento difícil da minha vida, em que eu não conseguia entender o mundo, não via sentido em nada, eu só queria ficar sózinho comigo mesmo e curtindo música, e a altas horas da noite eu acompanhava no rádio um programa chamado “Caleidoscópio” que tocava os grandes clássicos do rock inclusive rock progressivo e o tema musical do programa era uma passagem do disco Tubular Bells do Mike Oldfield em que se ouvia o tocar de sinos, aquilo era o máximo prá mim , então quando ouvi You and I senti no meu corpo uma elevação e um bem estar muito grande, naquele momento eu pensava, eu vou vencer, eu vou ser grande ainda, desde então de lá para cá, nunca mais me esqueci do Rick Wakeman. Ele e o Steve Howe, com sua guitarra fantástica faziam um par perfeito na banda Yes.

Rick Wakeman, o Mago dos Teclados, nasceu em 18 de maio de 1949 e batizado de Richard Christopher Wakeman é considerado um dos pais do Rock Progressivo, alcançou a fama em 1970 tocando com a banda The Strawbs, juntando-se ao Yes em 1971 encantando multidões no mundo inteiro desde sua primeira aparição no álbum “Space Oddity” de David Bowie em 1969.

Enquanto começava a gravar com o Yes (de onde alias Rick até hoje vai e volta), ele lança o solo pela A &M Records: Six Wives of Henry VIII, em 73. Podemos classificar as músicas como “Psicodélicas medievais”, com uma variedade de timbres clássicos, adaptando de forma belíssima cravos e órgãos de igreja com arranjos de Rock contemporâneo.

O tecladista, compositor e produtor trabalhou diversas vezes com a Orquestra Sinfônica de Londres e o English Chamber Choir, além de Cat Stevens, Elton John e até mesmo com o “Madman” Ozzy Osbourne, parceiro de Rick no álbum “Return to the Centre of Earth”, no qual ele faz uma eletrizante mistura de Heavy Metal, coral e orquestra, numa continuação digna de seu talvez mais importante trabalho, “Journey to the Centre of Earth” de 74, baseado de forma fenomenal na história “Viagem ao centro da Terra”, do escritor Julio Verne.

Outro álbum que vale ser destacado entre os mais de 60 que Rick lançou é “Tribute to the Beatles” no qual ele dá uma versão Rock-country futurista(!) para “Eleanor Rigby”. Rick também possui alguns álbuns dedicados ao piano.”The Piano Álbum” possui canções que lembram o estilo dos grandes pianistas. Outro fantástico nesta linha é “Prelude to a Century” de 99.

As histórias de seu país de origem, a Inglaterra, servem constantemente de temas para os discos de Rick, como “Myths and Legends of King Arthur” (que narra as histórias do rei Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda). Wakeman também gosta bastante de música brasileira (chegando a dizer que o maestro Tom Jobim era um dos maiores exemplos a serem seguidos). No Rio de Janeiro ficou sabendo do famoso mistério da Pedra da Gávea, cuja lenda dizia que povos fenícios lá tinham estado há milhares de anos. A lenda acabou servindo de inspiração para uma música com este nome.

Já o caso de Rick com o Yes é bastante peculiar, graças a problemas de ego de seu vocalista líder John Anderson, fazendo com que Rick entre e saia da banda desde os anos 70. O estilo de Wakeman pode ser definido como um rock não alienante, que visa exaltar a virtuosidade dos músicos, contudo com uma boa dose de sentimento. Suas composições vão além de meros produtos da industria fonográfica: são verdadeiras obras de arte. Rick costuma chamar isto de Virtual Music.

Vale a pena destacar que Wakeman já atuou como ator num filme que conta a vida do compositor alemão Frank Lizst, chamado Lizstomania, onde ele interpretou várias músicas deste, como “Hungarian Rhapsody”, sempre dando seu toque pessoal.Como se vê, Rick Wakeman é um dos músicos mais versáteis e criativos de nossa época, tornado-se simplesmente impossível saber qual será o tema do seu próximo álbum.Talvez aí esteja boa parte da graça: a surpresa. E o Wakeman é definitivamente, surpreendente.