Lagrima Psicodelica

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Blog Underground Lágrima Psicodélica

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Terça-feira, 31 de Janeiro de 2006

Velhas Virgens

Fala ae velinho.. blz?!?!

Cara, vlw pela "homenagem" no site la, hein?!?!

Eu so acho q faço a minha parte. Ja que pego um monte de coisa por aí, inclusive no Lágrima, tbm gosto de compartilhar o que tenho ou então o que consigo q é "raridade"... assim, to mandando 2 cd das Velhas Virgens.

Estou a caça de mais outros cds deles... Não entendo como uma banda tão boa como essa não tem tanto conteúdo na net disponível... Vale conferir o site dos caras tbm!! http://www.velhasvirgens.com.br/ Lá da pra escutar qualquer música de qualquer cd deles.. So não da pra baixar... Mas ta valendo... Espero q goste dos links...



Abraços,

! =D _iog_o.O ! M_ erino_ O= !

Camel

Hospedagem dos Álbuns, Texto, Fotos e Montagem: Fireball

O Camel é uma das mais importantes bandas do chamado rock progressivo sinfônico e, apesar de não ser muito conhecida do grande público, tem uma legião de fãs entre os admiradores desse estilo. A banda foi formada em Surrey, Inglaterra, em 1972 por Andy Latimer (guitarras, flauta e vocais), Andy Ward (bateria), Doug Ferguson (baixo) e Peter Bardens (teclados). No final de 1973 lançam seu debut, homônimo. Em 1974 lançam “Mirage”, uma das maiores obras do rock progressivo, que contém a inigualável suíte “Lady Fantasy”, considerada por muitos especialistas a melhor música já composta no gênero. Nos anos seguintes a banda continuou lançando bons álbuns como “Moonmadness”, “Snow Goose” e “Breathless”, mas iniciou um constante “entra-e-sai” de músicos, seendo que o único remanescente da formação original é Andy Latimer. Aliás, aqui é interessante abrirmos um parêntesis para salientar as qualidades de Latimer, guitarrista genial, dotado de grande musicalidade, criador de melodias e solos suaves e harmoniosos, comparável a David Gilmour.

No final dos anos 70, com a explosão do punk, o rock progressivo caiu no ostracismo e diversas bandas mudaram radicalmente sua sonoridade no início dos anos 80. Com o Camel não foi diferente e foram lançados alguns álbuns mais acessíveis e radiofônicos. Em 1984, após o ao vivo “Pressure Points”, o Camel entra num longo período de hibernação, só voltando a gravar em 1991 com o lançamento de “Dust And Dreams”. Em 1996 é lançado “Harbour Of Tears” e ,em 1999, o ótimo “Rajaz” com influências da música oriental. Em 1999 sai ainda outro duplo ao vivo, “Coming Of Age”. Em 2001 a banda se apresenta pela primeira vez no Brasil, realizando o sonho de 3 gerações, com grandes shows em São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2002 foi lançado o último álbum do Camel até o momento, “A Nod and a Wink”. Em 2003, Andy Latimer anuncia que, embora não tenha intenções de encerrar suas atividades, o Camel não fará mais apresentações ao vivo.



Download de Mirage

Download de Stationary Traveller

Download de Echoes - The Retrospective Disc 1

Download de Echoes - The Retrospective Disc 2

Download de Rajaz

B 52´s

Hospedagem dos álbuns, texto e fotos: Cacá

O que dizer de uma banda em que seu nome é baseado em um gíria, originária no sul dos Estados Unidos, relacionada a um corte de cabelo exagerado? O que dizer de uma banda que, mesmo com a morte de seu guitarrista, em meados de 1985, manteve suas letras joviais e com astral elevado, não sucumbindo à uma possível depressão sonora? O que dizer de uma banda que serviu de modelo para o movimento ¨new wave¨, sem perder a humildade, a originalidade e a irreverência, sem adquirir qualquer resquício de ¨pop star¨? O que dizer de uma banda, que formada em 1976, com quase trinta anos de carreira e, mesmo após ter vendido mais de 20 milhões de discos, praticamente mantém a mesma formação e ainda realizam shows, independente do fato de não lançar qualquer disco, desde 1998, sendo este último, uma coletânea com apenas duas músicas inéditas? O que dizer de uma banda que possui uma legião de fãs, sedentos por um novo disco, mesmo não abandonando a audição das obras anteriores, que mantém-se atuais? Em decorrência da interrogações acima, apenas posso postar a discografia, quase completa, desta banda, que considero excelente, sem responder a tais questionamentos!!!

B 52´s (1979)

B-52´s - Wild Planet (1980)

WHAMMY! (1983)

PARTY MIX! (1981)

MESOPOTAMIA (1982)

BOUNCING OFF THE SATELLITES (1986)

COSMIC THING (1989)

GOOD STUFF (1992)

Boa diversão galera!!

Tendo em vista que houveram vários pedidos para repostagem de links, dos cd´s do B-52´s, face à expiração de validade daqueles anteriormente hospedados no sendspace, colocamos para vocês, a partir de agora, novos links, em outros servidores.

Boa diversão pessoal!!



DOWNLOAD DOS ÁLBUNS AQUI

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Rob Halford

Hospedagem dos Álbuns, Texto, Fotos e Montagem: Fireball

Rob Halford, o “Metal God”, é um dos ícones do heavy metal e, provavelmente, uma das figuras que melhor representam esse estilo. Não há como pensar em metal sem fazer uma associação a ele. Halford nasceu em Birmingham, Inglaterra, no dia 25 de agosto de 1951. Começou a cantar ainda na adolescência numa banda chamada Hiroshima. Sua importância para o heavy metal começou em 1973, quando sua irmã o apresentou a Ian Hill, baixista de uma banda chamada Judas Priest que precisava de um novo vocalista. Daí para frente todo mundo sabe o que aconteceu e essa história já foi contada com alguns detalhes nesse mesmo blog. Mas esse post tratará da carreira de Halford fora do Judas Priest. Em 1992, após o sucesso de “Painkiller”, Rob Halford resolveu montar uma banda paralela ao Priest. Assim surgiu o Fight, com os guitarristas Russ Parish e Brian Tilse, o baixista Jay Jay e o baterista Scott Travis, também membro do Judas Priest. Em 1993 é lançado “War Of Words”, debut do Fight, mostrando um som pesado como o do Judas Priest, porém menos técnico. O álbum teve boa aceitação entre os fãs e o Fight iniciou uma turnê mundial, passando inclusive pelo Brasil. No final desse mesmo ano, Halford resolve mudar os planos e abandona sua banda principal, mantendo-se à frente apenas do Fight. Em 1995, sai o segundo álbum, “Small Deadly Space”, com uma temática mais sombria e com uma sonoridade mais “moderna”, que não agradou. Em 1996, Halford resolve dissolver a banda e iniciar um projeto mais ousado, que viria a ser o seu maior fracasso.


Após assumir sua homossexualidade, Rob montou o Two, banda techno-industrial que lançou o álbum “Voyeurs” em 1997 com produção de Trent Raznor. O disco foi um fiasco e fez Halford repensar o direcionamento que queria dar em sua carreira. Após 2 anos no ostracismo, Rob Halford retorna com uma nova banda denominada simplesmente Halford. Em 2000 é lançado o debut, “Resurrection”, nome que não poderia ser mais apropriado. O “Metal God” voltava com tudo ao estilo que o havia consagrado, o heavy metal clássico, com riffs e solos bem trabalhados e um ainda um dueto com Bruce Dickinson na música “The One You Love To Hate”. Na turnê desse álbum Halford excursionou com o Iron Maiden e se apresentou no Rock In Rio III em 2001. Na seqüência lança um cd duplo ao vivo, “Live Insurrection”. Em 2002, o novo álbum, “Crucible”, mostra um som mais pesado que seu antecessor, por vezes beirando o thrash metal. Finalmente, em 2004 ocorre a tão esperada volta deRob Halford ao Judas Priest.

Download de War Of Words (1993)


Download de Resurrection (2000)


Download de Crucible (2002)

Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2006

Cólera

Hospedagem dos álbuns, texto, fotos e montagem: Mr Bad Guy

Formada em outubro de 1979, em São Paulo por: Redson (baixo/vocal), Helinho (Guit/backvocal) e Pierre (bateria/backvocal). A proposta da banda é libertária, com mensagens diretas, com arte, som rápido e melódico. O primeiro show foi em 12 de dezembro, na escola Cetal, bairro do Limão, São Paulo, num festival de bandas punks como Condutores de Cadáveres, Restos de Nada, etc. O repertório foi de 11 músicas, dentre elas: Estranho e Nocivo (1ª música da banda), Débil, Gritando e Vomitando, Doce Libertar, Desratear (música feita de improviso no final da apresentação com uma nota e letra de repente. O segundo show foi no carnaval de 1980 na Gruta, um salão de soul music feito numa casa em Santa Terezinha, zona norte de São Paulo. Em Junho de 1980, Helinho saiu, entrou Val no baixo e backing vocal, Pierre continuou na bateria e Redson assumiu a guitarra e os vocais. No fim de 1980 a banda já tinha 36 músicas sendo que pelo menos metade já era tocada nos shows. Daquela época ficaram músicas como Subúrbio Geral, Dê o Fora, Volume pra Caixão, Jane, O. com C., Viralatas, Hhei e muitas outras. O primeiro disco foi o Grito Suburbano ao lado de Olho Seco e Inocentes. Lançado em março de 1982, pela PunkRock Discos, inovando o rock nacional. O Cólera lançou 4 músicas: Subúrbio Geral, João, Hei, Gritar.

O show de lançamento do Grito Suburbano aconteceu em Junho de 1982 em Santana (Zona norte da cidade), e somado com outro grande evento, O COMEÇO DO FIM DO MUNDO, que aconteceu em novembro de 1982, alavancaram o punkrock para ser o que ficou conhecido do seu início. Com vários shows, zines, bandas, novos visuais, novos sons, novas idéias. O Cólera participou do primeiro dia do evento com 26 músicas ficando para o disco a música: C.D.M.P. (Cidade dos meus Pesadelos). Em 1983 gravou seis músicas na coletânea SUB: X.O.T., Bloqueio Mental, Quanto Vale a Liberdade, Zero Zero, Sub-Ratos e Histeria. Ao lado das bandas Ratos de Porão, Psykóze e Fogo Cruzado. Ainda em 1983, a banda saiu de São Paulo para tocar em outras cidades como Aparecida do Norte, Rio de Janeiro, Presidente Prudente, etc. Em 1984, após participar de algumas coletâneas internacionais (ver discografia), lança seu primeiro LP: TENTE MUDAR O AMANHÃ, com 20 músicas: 1.9.9.2. , Marcha, Nabro3, São Paulo, C.D.M.P., Agir, Palpebrite, Duas Ogivas, Amnésia, Passeata, Amanhã, Eu Não Sou Você, Rasgando no Ar, Burgo-Alienação, Sargeta, Distúrbios, Violar Suas Leis, Condenados, Não Existe Mais, Em Você, pelo selo Ataque Frontal. Em 1999 o disco foi relançado em cd com 4 faixas bonus: Dinheiro, Anjos do Beco, Cheiro de Prisão, Volume Pra Caixão. Ainda em 1984 iniciou uma tour do LP tocando em Salvador, Rio, Belo Horizonte, Curitiba, Campinas, etc... Músicas que se destacam até 1985: Palpebrite, Quanto Vale A Liberdade, Histeria, Subúrbio Geral e São Paulo.

Em 1985 o Cólera lança o LP : PELA PAZ EM TODO MUNDO com 16 músicas: Medo, Funcionários, Somos Vivos, Alternar, Multidões, Direitos Humanos, Guerrear, Vivo na Cidade, Humanidade, Alucinado, Continência, Não Fome, Adolescente, Pela Paz. O LP saiu pela Ataque Frontal em 1985 e foi realançado pela Devil Discos em 2000 com 4 faixas bonus: Em Setembro, Senhor Dirigente, Dê o Fora, Vida Desgraçada. O disco foi bem distribuído e bastante executado em estações de rádio, em programas de rock, algumas rádios piratas, etc.. Foi enviado em grandes quantidades para vários países da Europa e América do Norte. O LP PELA PAZ EM TODO MUNDO teve duas tournês pelo Brasil e uma pela Europa. Algumas cidades brasileiras: Porto Alegre, Gramado, Florianópolis, Brusque, Joinville, Londrina, Curitiba, Santos, São Paulo, Jundiaí, Piracicaba, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Itaboraí, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, etc... Os países da Europa: Alemanha, Bélgica, Holanda, Áustria, Suíça, Dinamarca, Países Bascos, Espanha, Noruega, França. A tour na Europa durou 5 meses e dois dias com 56 shows (ver história da CÓLERA EUROPEAN TOUR’87) com o Cólera tocando ao lado de bandas como Negazzione, Inferno, Artless, Lard, ... Foi mais do que o esperado. A banda saiu do Brasil em 22 de fevereiro com 18 shows, o que davam 3 meses de tour, sendo a primeira banda do gênero Rock Nacional a realizar uma turnê no exterior. 56 shows em 10 países em 5 meses. No segundo semestre de 1987 o Cólera grava o EP "É Natal?!" com 4 faixas:É Natal?!, Os Bêbados, TV, Movimentação.

A faixa movimentação foi gerada nas estradas durante a tour européia. Em 1988 saiu o disco ao vivo da tour na Europa: "CÓLERA EUROPEAN TOUR ‘87". Gravado todo de fitas cassete, com qualidade razoável, é um registro de vários momentos. Em 1989 Val sai para mais tarde montar o Kolapso 77, e entra JB (ex-Traxte, de Rio Claro, interior de SP). No início de 1989 gravam o primeiro disco pela Devil Discos, "Verde, Não Devaste!". As músicas são: Da Última Árvore para o Último Animal (Introdução), Bombeiros, Minha Nação, Meia-Noite, Parasita, Presídio Zoo, Don’t Waste It, Viva a N.G., Verde, EAEO, Em Setembro, Cólera, R.P., Teatrinho, Solidarie-nós. Em 2000 o disco saiu em CD com os bonus: Palpebrite, Porquê? (Música do Val), Pela Paz, Não Existe Mais. Todas as faixas bonus foram gravadas em estúdio na Europa. Neste disco as faixas Parasita e R.P., são de autoria de JB com Redson e Don’t Waste it foi gerada na Europa. A música Porquê? foi composta por Val durante a tour européia e gravada num estúdio da Bélgica. O Vinil vem com um encarte-zine, com ilustrações sobre poluição, devastação da natureza, matança e experiências com animais, etc... No cd as tem todas as ilustrações no encarte e mais UM BRINDE, o poster central do Mico Leão nas grades, no cd é colorido. A tour do Verde, Não Devaste! leva a banda até terras novas que ainda não haviam tocado como: Recife, Gama, Itaboraí, etc...

Em março de 1990, JB sai e entra Fábio, que já tinha tocado junto com Redson numa banda que não saiu do projeto: Bike. A banda era Fábio no baixo e vocal, Marcelo (na época roadie do Cólera) na guitarra e Redson na bateria. Fábio tocava também guitarra nas bandas: Yellow Fingers, Decibéis, Olhos Elétricos, dentre outras. No mesmo ano, depois de ensair um set de mais ou menos 70 músicas com Fábio, o Cólera entra em estúdio para gravar o LP 1992, Mundo Mecânico, Mundo Eletrônico, que vem com a faixa título numa versão mais rápida em relação a gravação feita no LP Tente Mudar o Amanhã. O disco tem a gravação de músicas dos primórdios ainda inéditas em disco: Jane, Volume Pra Caixão, Sistema Odiável, O.com C. e Dinheiro. Todas compostas antes de 1982. E músicas novas: M.D.M., Fuck, Shopping Boys, Principes da Noite, Suicídio Animal, George, A-Nor-Mal, Nervus, Murder, Fuck’n Roll. A tour deste disco passa por várias cidades do Brasil e principalmente por muitas cidades do interior de São Paulo: Piracicaba, Santa Bárbara D’Oeste, Capivari, Campinas, Hortolândia, Mogi-Mirim, etc. De agosto de 1997 à maio de 1998 é gravado o cd Caos Mental Geral, também com músicas antigas, mas já lançadas antes: Subúrbio Geral, Viralatas, Quanto Vale a Liberdade, Dê o Fora, Bloqueio Mental e HEI !, gravadas em versão atualizada. E mais, 11 faixas inéditas: Qual Violência, Caos Mental Geral, Cultural Revolução, Meu Igual, Missão Libertar, Grito de Ódio, Porquê Ela Não, Fuck Iurd!, Noite do Vagal, Quem É Você?, Era, Dia e Noite, Noite e Dia.

O Cólera faz outra tour. Porto Alegre, Londrina, Fóz do Iguaçu, Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Divinópolis, Guara-Mirim, Carapicuiba, etc. Em 18 de Setembro de 1999, a banda comemora seu 20º aniversário com um show em São Paulo, no Hangar 110, que foi gravado em 16 canais e também filmado. Tocaram as bandas convidadas: Flicts (SP), Blind Pigs (SP) e Mukeka de Rato (ES). O Cólera tocou um total de 3:10 h. e incluiu no repertório a primeira música da banda, ESTRANHO E NOCIVO, mas sem ter ensaiado. A gravação do som desta música está no video de 20 anos (parte da caixa de 20 Anos), com imagens simuladas dos primeiros ensaios. A participação do público ajudou muito no bom resultado do evento. Este material gerou um registro que se chama CÓLERA 20 ANOS AO VIVO. O novo material que a banda está lançando em Janeiro de 2002. Uma caixa com 01 CD ao vivo (21 músicas); 01 fita de vídeo (29 músicas); um Book com 79 páginas contando a história da banda só com ilustrações (posters de shows, fotos, flyers, letras cifradas, discografia, etc...) e um poster do show de 20 Anos. A caixa de 20 Anos está disponível pela RELP Distribuidora. O mais recente disco do Cólera saiu em 2004 e se chama "Deixe a Terra em Paz!"


Tente Mudar o Amanhã (1984)

1. 1.9.9.2.
2. Marcha
3. Nabro 3
4. São Paulo
5. C.D.M.P.
6. Agir
7. Palpebrite
8. Duas Ogivas
9. Amnésia
10. Passeata
11. Amanhã
12. Eu Não Sou Você
13. Rasgando no Ar
14. Burgo-Alienação
15. Sarjeta
16. Disturbios
17. Violar Suas Leis
18. Condenados
19. Não Existe Mais
20. Em Você
21. Dinheiro
22. Anjos do Beco
23. Cheiro de Prisão
24. Volume pra Caixão

Download "Tente Mudar o Amanhã"


Pela Paz em Todo Mundo (1986)

1. Medo
2. Funcionários
3. Somos Vivos
4. Alternar
5. Multidões
6. Direitos Humanos
7. Guerrear
8. Vivo na Cidade
9. Humanidade
10. Alucinado
11. Continência
12. Não Fome!
13. Adolescente
14. Em Setembro
15. Senhor Dirigente
16. Dê o Fora
17. Vida Desgraçada

Download "Pela Paz em Todo Mundo"


Verde, Não Devaste! (1989)

1. Bombeiros
2. Minha Nação
3. Meia-Noite
4. Parasita
5. Presídio Zoo
6. Don't Waste It
7. Viva a N.G.
8. Verde
9. EA EO
10. Em Setembro
11. Cólera
12. R.P.
13. Teatrinho
14. Solidarie-nos
15. Palpebrite
16. Por Que?
17. Pela Paz
18. Não Existe Mais

Download "Verde, Não Devaste!"


Deixe a Terra em Paz! (2004)

1. Deixe a Terra em Paz!
2. Oxigênio
3. E. N. Q. (Espelho no Quintal)
4. De ET pra ET
5. Minha Mente
6. Viaduto
7. Samba-core
8. Circocore
9. Ei! Urgente!
10. Aperta o Nó
11. Enxadão Man
12. Águia Filhote
13. Consciência
14. Fuck the War
15. Canção do Mar
16. Trem Subúrbio
17. São Paulo é Gig
18. Subliminar

Download "Deixe a Terra em Paz!"

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Vários Links IV

Links enviados por Sabrina


13th Floor Elevators - Complete Easter Everywhere (1967)
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Bulbous Creation - You Won't Remember Dying (1970)

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Canned Heat - Future Blues (1970)

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Julie Driscoll, Brian Auger & The Trinity - Streetnoise (1969)
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Geronimo Black - Geronimo Black (1972)

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Traffic - John Barleycorn Must Die (1970)

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John Mayall - Hard Road (1967)

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George Harrison - Beware Of Darkness - Outtakes And Sessions

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Kossoff, Kirke, Tetsu & Rabbit (1972)

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Junco Partners - Junco Partners (1970)

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Domingo, 29 de Janeiro de 2006

Accept

Hospedagem dos Álbuns, Texto, Fotos e Montagem: Fireball

Embora a Inglaterra seja, sem sombra de dúvida, o berço da maioria das bandas mais importantes do heavy metal, a Alemanha foi responsável por dar ao mundo outras tantas dessas bandas. Algumas como Scorpions e Running Wild já foram apresentadas aqui no blog. Agora chegou a vez do Accept. Donos de um estilo inconfundível durante os anos de sua formação clássica, o Accept, apesar da comparação comum (e incorreta) com o Judas Priest, é marcado pela voz ímpar de Udo Dirkschneider, bem como pelas influências clássicas do guitarrista Wolf Hoffman (declaradamente grande fã de Tchaikovsky, Bach e Beethoven). O Accept pode ser considerada uma das primeiras bandas de heavy metal a utilizar elementos de música clássica, embora a maioria de suas músicas sejam mais marcadas pela agressividade. Outros a classificariam como precursores do "speed metal" e "power metal". Fundada em 1970 na cidade de Solingen, Alemanha, pelo vocalista Udo, a banda passou por várias formações até se estabilizar em 1976, quando tocaram no festival Rock AM Rhein e conseguiram um primeiro contrato de gravação.

A formação à época contava com Udo Dirkschneider, Wolf Hoffmann, Peter Baltes (baixo), Gerhard Wahl (guitarra) e Frank Friedrich (bateria). Gerhard seria substituído por Jörg Fischer em 1978. A estréia do Accept em vinil aconteceu em 1979 com um álbum auto-intitulado. O baixista Peter Baltes cantou duas faixas no disco. Viriam a realmente aparecer ao grande público com o lançamento do visceral "I'm a Rebel", de 1980. A esta altura Frank Friedrich havia abandonado o Accept para seguir uma "carreira de músico profissional" e foi substituído por Stefan Kaufmann. Em 1981 lançaram "Breaker" e saíram para sua primeira grande tour pela europa, abrindo para o Judas Priest. Começaram a surgir os primeiros sinais de stress dentro da banda que se consumaram com a saída de Jörg Fischer pouco antes da gravação de "Restless & Wild" (1982), grande marco de sua carreira, com o primeiro hit, "Fast as a Shark", precursor do que seria chamado de speed metal. No álbum, todas as guitarras foram tocadas por Wolf e para a tour que se seguiu foi contratado o guitarrista Herman Frank. A consagração definitiva veio em 1983 com o clássico "Balls To The Wall". Com participação da letrista Deaffy (na verdade, a manager da banda, Gaby Hauke), criaram um álbum conceitual que falava sobre política, amor, sexo, igreja, responsabilidade e vícios, atitude praticamente inédita entre as bandas de heavy metal da época. Deaffy participaria com freqüência das letras do Accept daí em diante. Com Jörg Fischer de volta à banda, em 1984, se apresentaram no lendário festival Monsters of Rock. Em 1985 alcançaram o auge de sua carreira com o álbum "Metal Heart", produzido por Dieter Dierks, que havia trabalhado com os Scorpions. A faixa "Metal Heart", maior clássico da banda, deixa clara a influência da música clássica com o trecho de Pour Elise (Beethoven) tocado durante o solo de guitarra.

Lançaram em seguida "Kaizoku Ban", excelente primeiro registro da banda ao vivo, EP gravado em Osaka, Japão, em 1986. Após mais um excelente LP de estúdio, "Russian Roulette", em 1986, o vocalista Udo abandonou o Accept para seguir carreira solo com sua banda U.D.O. Um dos motivos foi a dificuldade do vocalista em abandonar a Europa e seguir a banda que cada vez mais se fixava nos Estados Unidos. Com um novo vocalista, David Reece, a banda lançou o fraco e comercial "Eat The Heat", que não traz nenhuma semelhança com a sonoridade do Accept clássico. Ironicamente Peter, Wolf, Jörg e Stefan fizeram as composições para o excelente "Animal House", melhor álbum da carreira solo de Udo. Jörg abandona novamente o grupo e com Jim Stacey nas guitarras o Accept seguiu para uma nova tour. Steffan Kaufmann foi obrigado a abandonar os shows por problemas na coluna, sendo substituído por Ken Mary, da banda House of Lords. Com o lançamento do ao-vivo "Staying Alive" em 1990 (feito a partir de gravações antigas ainda com Udo nos vocais) e a excelente aceitação do público, ficou claro que uma reunião da formação clássica era necessária. Em 1993 a banda, novamente com Udo e Kaufmann, o Accept lançou o bom "Objection Overruled".

Durante a gravação do disco que se seguiu, "Death Row", em 1994, o baterista Stefan Kaufmann teve uma recaída de problemas na coluna que o forçaram novamente a parar de tocar (Kaufmann acabou por abandonar definivamente a bateria e passou a tocar guitarra, sendo, até hoje, parceiro de Udo na U.D.O.). Stefan Schwarzmann foi o substituto temporário escolhido. Fora este problema específico, a idade avançada dos membros, responsabilidades para com as famílias e projetos solos continuavam deixando mais difícil a manutenção da banda após mais de 20 anos de estrada. Mesmo sabendo que a banda podia ser encerrada definitivamente a qualquer momento, se reuniram nos Estados Unidos em 1995 para gravar o álbum "Predator", com o americano Michael Cartellone (que havia tocado com Ted Nugent e os Damn Yankees) na bateria e Peter de volta aos vocais em algumas das músicas. Uma última tour seguiu pela América, Asia e Europa. Em 1996, em Tóquio, fizeram sua última apresentação. Em 2005 se reuniram novamente para algumas apresentações.

Download de Restless And Wild

Download de Balls To The Wall

Download de Metal Heart

Download de Predator

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The Cult

Links, texto e fotos: Baco Beetlejuice
Fotos e montagem: Johnny F

Encontrei grande parte da discografia do "THE CULT" e achei que seria de bom tom, compartilhar esse achado com os frequentadores do "Lágrima...." . Afinal, conheci muita coisa boa por aqui. Bem..... os links foram encontrados no FORUM FTP, e disponibilizados por CultKobain. Testei todos. Estão "ON". Espero que possa ser útil. Valeu, galera! Até..... Baco Beetlejuice

O The Cult no inicio da década de 80, do último século, era classificado pela imprensa americana como uma banda “muito gótica para o público em geral, muito heavy para os góticos e muito progressiva para os punks”. O The Cult sempre foi uma banda muito eclética e nada convencional. Consequentemente, autentica. Seu líder Ian Atsbury, embora tenha nascido na Inglaterra, passou a maior parte de sua infância no Canadá, onde com 12 anos passou a ter contato com a cultura indigena na reserva Six Nations. Aos 17, após o falecimento de sua mãe ele retorna a terra natal. Em maio de 1981, Ian se junta a David "Buzz" Burroughs (guitarra), Barry Jepson (baixo – dono de slaps memoráveis) e Aky Nawaz Querish (bateria – alguém já viu um punk paquistanês?) e nasce o Southern Death Cult, num cenário que buscava preencher o vazio deixado pelo Sex Pistols. "Southern Death Cult" é o nome que alguns estudiosos deram a uma tribo que existiu no oeste dos EUA perto do rio Mississippi, extinta devido às doenças transmitidas pelos brancos. Mas apesar desse fato, sua religião era baseada na morte, e os relatos de seus rituais necrófilos fizeram-na ser reconhecida por esse nome. A maior parte dos seguidores da banda era atraída principalmente pelo carisma de Ian, que pintava seu rosto com cores de guerra e executava no palco danças tribais. O som da bateria marcava cada pisada sua e o publico ia ao delírio com aplausos que confirmavam a enorme troca de energia que realizava com o “culto sulista da morte”. Suas composições saiam dos amplificadores para mexer com os corações e mentes atentos. Som cru, primitivo, por vezes monótono, consolidava este verdadeiro ritual. O Southern Death Cult tem vida curta e lança apenas um álbum póstumo e homônimo. Em fevereiro de 1983 após um show do “SDC”, Ian debanda e parte para Londres atrás de novos músicos. E o primeiro que encontra é o guitarrista Billy Duffy (ex-Theatre of Hate) com quem forma em abril daquele ano o Death Cult, considerado por muitos o mais perfeito casamento do rock’n roll. O resto do SDC passa a se chamar Getting the Fear, e Paul “Bee” Hampshire (ex-Dance Society, Panache) assume os vocais, passando a fazer um “dark-pop” sem muitas ambições. Com o Death Cult, Ian tinha em mente dar continuidade as idéias de sua banda original. Bill queria montar uma banda onde poderia ter mais liberdade musical, coisa que não tinha no Theatre of Hate, onde normalmente só tocava ao vivo nos shows. Para completar a banda foram chamados o baterista Raymond Taylor Smith (natural de Serra Leoa, apelidado por Ian e Billy de Ray Mondo) e o guitarrista Jaime Stewart, natural de Harrow (norte da Inglaterra) convocado para o baixo, depois de passar num teste entre mais de 30 músicos.

Em julho de 1983, depois de alguns ensaios e gravações de fitas demo, o Death Cult lança pelo selo Situation Two, o EP Brothers Grimm que trazia quatro músicas: "Brothers Grimm", "Ghost Dance", "Horse Nation" e "Christian". Essas músicas porém lembrava um pouco o estilo tribal do Southern Death Cult, mas acabaram soando até mais pesadas graças as guitarras sujas de Billy Duffy que começaram a se destacar. Em 1996, esse Ep seria a base do CD, Ghost Dance com o acréscimo das faixas: A flower in the Desert; Two Young; Butterflies ; With Love, além da psicodélica God Zôo. Em setembro, o death Cult troca de baterista com a banda Sex Gang Children, sai Ray Mondo entra Nigel Preston. Agora com um som mais lapidado, e afim de acabar de vez com todas as conotações góticas, Ian e Billy resolvem tirar a parte mais negativa do nome da banda – a palavra “death”. No dia 13 de janeiro de 1984, a banda fazia sua primeira aparição como The Cult num programa da TV inglesa chamado The Tube. O primeiro álbum - "Dreamtime" (originalmente seria chamado "A Flower in The Desert") foi gravado no Rockfield Studios (em Gales) e lançado no começo de setembro de 1984. As primeiras 20.000 cópias vieram com um LP ao vivo gravado durante um show no Lyceum, também registrado no vídeo “Dreamtime - Live at the Lyceum”. A fita cassete incluiu os dois LP’s, enquanto que, no CD que foi lançado em 1986 tinha somente o álbum de estúdio, porém com três bônus tracks (depois excluídos em sua edição mais nova para ser fazer parte do box de raridades “Rare Cult”).

No inicio de 1985 a agenda de shows estava lotada, e a banda teve tempo apenas para respirar e gravar uma música; "She Sells Sanctuary" com produtor Steve Brown (que anteriormente trabalhou com Wham e ABC) no Olympic Studios. A música foi lançada como single em 17 de maio de 1985, teve com seu estrondoso sucesso nas paradas indies e marcou a saída de Nigel Preston devido ao seu envolvimento com drogas. Isso não impediu que em outubro de 1985 fosse lançado “Love”, com o baterista convidado Mark Brezezick, do Big Country. É um álbum bem trabalhado, climático e, até então, o mais pesado da banda resgatando um pouco do rock dos anos 60 e 70 com guitarras ácidas, melódicas e com pedais wah-wah. Por esse motivo o Cult foi bastante criticado (era quase um sacrilégio resgatar tudo isso nos anos 80), acusado de resgatar o movimento "flower-power" devido aos adereços, símbolos místicos e os cabelos longos de Ian. Os comentários foram mais contundentes quando confessaram gostar de Hendrix, Stones e Led Zeppelin, mas não deram a mínima aos jornalistas. A colocação de 15º lugar nas paradas e 200.000 cópias vendidas, apenas na Inglaterra, calou a boca dos piores críticos. As apresentações da banda nessa época eram como verdadeiras viagens lisérgicas: Ian, em seu visual andrógino, dançava hipnoticamente acompanhando a cada momento das músicas. Para acabar a viagem, o Cult normalmente fechava os seus shows com a cover do clássico "Wild Thing", dos Troggs. Alguns meses depois, foi lançado “Electric”, um nome sugestivo para um álbum pesado e direto - uma verdadeira aula de rock n' roll. As guitarras de Billy Duffy traziam influencias de Jimi Page e AC/DC, e moldavam riffs inesquecíveis como os das músicas "Love Removal Machine", "Lil' Devil" e "Wild Flower" (as três lançadas em single). “Electric” era uma homenagem às verdadeiras influências da banda - as faixas, entre elas a elogiada cover "Born To Be Wild" (Steppenwolf), pareciam ter sido gravadas nos anos 70. O álbum era diferente de tudo que acontecia em termos de hard rock nos 80.Em uma época em que a produção exagerada descaracterizava, por muitas vezes o som das bandas do estilo, “Electric” era cru e “ao vivo”. Para manter o peso nos shows, Jamie Stewart passou a tocar guitarra base e o jovem Kid "Haggis" Chaos (ex-Zodiac Windwarp & The Love Rection) entrou para tocar baixo. Haggis logo seria dispensado por Ian e Billy, por causa das péssimas relações entre o baixista e a banda.

Billy Duffy levou Ian e Stewart, para um estúdio em Vancouver (Canadá), onde gravaram um outro álbum no final de 1988. Ele chamou Bob Rock (o engenheiro dos mega-shows do Aerosmith) para a produção e o baterista Mickey Curry para as sessions de “Sonic Temple” (1989) que foi o disco que mais vendeu nos Estados Unidos e, conseqüentemente no resto do mundo - foram três milhões de cópias. Também não era para menos; “Sonic Temple” trouxe uma produção aos moldes do hard rock de arena, o que acabou agradando os fãs americanos e desagradando Ian, que achou o álbum muito bombástico. Mas não é por isso que “Sonic Temple” deixa de ser um disco bom, pois o Cult manteve sua personalidade e longe das comparações do “metal farofa” das bandas de Los Angeles que nem precisam ser citadas. Musicalmente, o Cult estava começando a amadurecer de fato – prova disso está nas belas canções como "Edie (Ciao Baby)", "Sweet Soul Sister" e "Soul Asylum" e boas pauladas como "Fire Woman" (o primeiro single lançado), "New York City" (que contava com a participação de Iggy Pop nos backing vocals) e "Automatic Blues". Para promovê-lo, a banda contratou um novo baterista, Matt Sorum, na turnê da América (com Metallica), retornando para Europa para uma seqüência de datas ao lado do Aerosmith.Outro membro se juntou a eles - o tecladista Mark Taylor (ex-Alarm), logo substituído pelo veterano John Sinclair (ex-MC5, nada a declarar). Depois da turnê de "Sonic Temple", em março de 1990, tanto Jamie Stewart quanto Matt Sorum deixaram o The Cult - o primeiro para morar no Canadá com sua esposa, professora de uma escola, e o outro para integrar o Guns 'N' Roses, que segundo alguns o atraiu com uma fazenda em sua terra natal. A debandada de Stewart atingiu severamente Ian e Bily. O baixista fez sua última apresentação com a banda no Universal Amphitheatre, em Los Angeles. A separação parece ter sido amigável, com Ian e Duffy torcendo pelo sucesso do futuro do ex-patner. Em 1991, o Cult lança o álbum "Ceremony" com Mick Curry (baterista em "Sonic Temple") e Charley Drayton (baixo). Apesar das expectativas, o disco foi um fracasso em vendas. Musicalmente não trouxe quase nada de novo, mas foi bem aceito pelos fãs. Para completar a frustração comercial, a mãe do curumim da capa processou a banda, acusando de exploração de imagem.Mesmo assim a turnê de divulgação foi bem extensa e contou com novos músicos; Micheal Lee (bateria) e Kinley Wolfe (baixo) - e finalmente, depois de varias promessas - a banda pisou pela primeira vez por aqui, em única data, no Ginásio do Ibirapuera. Um caos. Frustrados e já cansados da fórmula hard rock, Ian e Billy inspirados na onda grunge adotam um look mais básico cortam o cabelo. Mudança na formação (mais uma vez!) - entraram Craig Adams (ex-Sisters of Mercy, ex-Mission UK) no baixo e Scott Garrett na bateria, para uma série de shows em 1993, incluindo uma apresentação no Milton Keynes Bowl, ao lado de Blind Melon e Guns'N'Roses. Foi convocado Bob Rock, para concluir os trabalhos de "The Cult" (1994) um dos melhores álbuns de toda carreira, pois voltava com a simplicidade de "Eletric" e a diversidade de "Dreamtime". "The Cult é próximo do estilo de Love", explicou Ian Astbury. "Esse é o nosso verdadeiro trabalho. Eu não tenho certeza se será um sucesso comercial. O importante é que nós fizemos o álbum que nós gostaríamos de fazer".

O som pesado, o dinamismo de cada disco e os vocais gritantes deram a banda o titulo de uma das precursoras da safra do grunge de Seattle. Saíram em turnê pela Europa, EUA e América do Sul,alias a passagem no pelo Rio de Janeiro foi marcada pela exaustão e uma briga feia onde tapas e socos não faltaram entre os integrantes. Um show no Canadá (no Warehouse - Toronto), foi cancelado e as rádios locais acabaram com os boatos, confirmando o fim da banda, nada amigável. Ian e Scott começaram uma nova banda, o Holy Barbarians. O álbum de estréia em 1996, “Cream”, recebeu uma fria recepção. Mas o objetivo era mesmo não atingir o sucesso, e a banda seguiu participando de vários festivais e tocando em pubs. Craig, Billy e Mike Peters (Alarm) passaram a tocar juntos no Colorsound. Já com Chris Wyse (baixo) e Matt Sorum de volta as baquetas - em 2000 a banda é convidada por Nicolas Cage para gravar "Painted on my Heart" (que não é de autoria de Astbury/Duffy) - música da trilha do filme estralado por ele - "Gone in 60 Seconds". Chris Wyse saiu e quem entrou em seu lugar foi Billy Morrison - inglês radicado em Los Angeles e que já havia tocado nos anos 80 no Into A Circle (outra banda posterior ao Southern Death Cult/Getting The Fear). Em junho de 2001, o The Cult, contratado pela Atlantic, lançou o pesadíssimo "Beyond Good and Evil", novamente com produção do experiente Bob Rock. Seu carro chefe é o single "Rise". Aproveitando o embalo a Beggars Baquent lançou duas caixas contendo raridades, lados B, sessões de rádio, musicas nunca lançadas e demos em comemoração seus vinte anos de carreira. Seguiram mais algumas datas de apresentações pela terra do Tio Sam, e o Cult voltou a ter a formação do álbum "The Cult" com Craig e Scott. Os shows de 2002 foram verdadeiras retrospectivas, tendo em seu repertorio musicas de praticamente todas as fases - até "Moya" estava de volta ao set. No entanto a banda voltou a hibernar - Ian ainda excursiona com os remanescentes do ícone do rock psicodélico, The Doors, e Billy Duffy, anda tocando nas elogiadas "jam bands" (uma na Inglaterra e outra em Los Angles) que contam com integrantes de peso. A primeira é o Dead Men Walking com Kirk Brandon (vocal - ex-Theatre of Hate, Spear of Desteny), Glen Matlock (o baixista expulso dos Sex Pistols por declarar que gostava de Beatles), Slim Jim Phantom (bateria - Stray Cats) e Mike Peters. A segunda se chama Cardboard Vampyres que conta com Jerry Cantrell (ex-Alice In Chains) John Corabi (Mötley Crüe), Chris Wyse (ex-The Cult) e com o baterista Josh Howser.

Discografia



Southern Death Cult (Southern Death Cult)

Download de Ghost Dance (Death Cult)


Dreamtime - 1984

Download de Dreamtime


Dreamtime Live at the Lyceum

Download de Dreamtime Live at the Lyceum


Love - 1985

Download de Love - 1985


Eletric - 1987

Download de Eletric - 1987


Sonic Temple - 1989

Download de Sonic Temple - 1989 Parte 1
Download de Sonic Temple - 1989 Parte 2


Ceremony - 1991

Download de Ceremony - 1991 Parte 1
Download de Ceremony - 1991 Parte 2


Live the Marquee London MCMXCI

Download de Live the Marquee London MCMXCI Parte 1
Download de Live the Marquee London MCMXCI Parte 2


The Cult

Download de The Cult Parte 1
Download de The Cult Parte 2


High Octane Cult

Download de High Octane Cult


Rare Cult

Download de Rare Cult CD 1
Download de Rare Cult CD 2
Download de Rare Cult CD 3
Download de Rare Cult CD 4
Download de Rare Cult CD 5
Download de Rare Cult CD 6
Download de Rare Cult CD 7


Beyond Good and Evil - 2001

Download de Beyond Good and Evil - 2001 Parte 1
Download de Beyond Good and Evil - 2001 Parte 2


Trilha de 60 Segundos (Gone in 60 seconds)

Download de Trilha de 60 Segundos (Gone in 60 seconds

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Styx

Montagem: Mr Bad Guy

O Styx é uma banda americana surgida na década de 60, originalmente com o nome de Tradewinds. Após batalharem muito pelos clubes, eles conseguiram assinar um contrato com uma subsidiária da RCA. Já corria o ano de 1972 quando isto aconteceu. Chuck Pannozo (B), John Pannozo (D), Dennis De Young (K/V), John Curulewsky (G) e James Young (G) eram os intergrantes da banda que mudou o nome para Styx e lançou seu primeiro álbum, homônimo. O álbum não surpreendeu, mas a banda não se deu por vencida e continuou a trajetória lançando dois álbuns no ano seguinte, “Styx II” e “Serpent Rising”, que traz como destaque as canções “Young Man” e “Witch Wolf”. Os discos deram notoriedade à banda, que pelo menos em Chicago já era bem popular. Em 74, eles soltam “Man of Miracles”. Apesar de estarem com este novo álbum, as rádios começaram a tocar uma música de seu segundo álbum, chamada “Lady”. Como num passe de mágica, o álbum que havia sido lançado um ano antes começa a ser procurado nas lojas. Em 1975 ele ganha disco de ouro. Com o sucesso, o Styx é contratado pela A&M records e lança “Equinox”, que trazia a faixa “Lorelei”. A banda sai para uma turnê, onde surgem alguns problemas e Curulewsky abandona o barco. Tommy Shawn assume o posto. Com ele a banda lança “Cristal Ball”, álbum aclamado pela crítica como um dos melhores do ano, e o Styx ganha status em toda América do Norte. Além da faixa título, o destaque fica para “Put me On”.

Em 1977, sai “The Grand Illusion”, que alcança platina tripla em alguns meses, graças ao hit “Come Sail Away”. Mais um álbum, ” Pieces of Eight”, e mais álbuns de platina para a banda. Em 79, a banda muda um pouco de direcionamento, e lança um disco cheio de baladas. Alguns fãs estranham, mas o álbum ainda é um sucesso. “Cornerstone” traz “Boat on the River” que chega ao número 1 das paradas. Neste mesmo disco é encontrada “Babe”, música que fez um sucesso estrondoso no Brasil, e por lá, nem tanto. A banda ganha a eleição de banda mais popular nos EUA e aproveita para dar uma descansada, para voltar somente em 81 com o disco “Paradise Teatre” que não traz nenhuma novidade para a banda além de mais uma platina tripla. Este disco traz as faixas "Best of Times" e "Too Much Time on My Hands". Em 83 a banda lança um álbum conceitual, “Kilroy was Here”, que traz a música “Mr. Roboto” como carro- chefe. Tudo demonstrava que diferente da maioria das bandas setentistas, o Styx iria ter êxito na década de 80, mas os músicos resolvem se separar, lançando antes um álbum duplo ao vivo. O Styx não fez mais nada pelo resto da década. O único fato relacionado à banda foi a morte do ex-guitarrista John Curulewsky em 1988. Dois anos depois, eles se juntam para gravar “Edge of the Century”, sem Tommy Shawn, que preferiu investir no Damn Yankess, seu projeto com Ted Nugent.

Com este disco eles conseguem um bom lugar nas paradas e emplacam “Show Me The Way”. Apesar do retorno bem sucedido, eles pararam neste álbum. Após uma turnê bem sucedida cada um seguiu seu próprio caminho. Mas não seria o final da banda, porque eles retornariam em 95 para regravar a canção “Lady” que entraria nos “Greatest Hits” da banda (desta vez com Tommy Shaw). Em 96 sairia o “Greatest Hits II”. O resultado foi tão bom que em 1997 eles retomariam a banda oficialmente. Tommy, Dennis, James e Chuck se juntaram mais uma vez. Com um novo baterista chamado Todd Sucherman, eles gravaram “Return to Paradise” que era nada mais nada menos que um disco de regravações. Em 99 sai “Brave New World” com material inédito, destaque para a faixa “Number One”. A banda começa a se transformar novamente, e Chuck se despede juntamente com Dennis. Os substitutos são Gleen Burtnik (B) e Lawrence Gowan (K), mas ao contrário da outra formação, quem cantaria agora seria o baixista. Esta formação lança “World Live” em 2001, e o álbum de estréia é “Cyclorama”, que chegou as lojas em julho de 2003. O último trabalho da banda saiu em maio de 2005 e se entitula "Big One Theory".

Styx (1972)

01. Movement For The Common Man
02. Right Away
03. What Has Come Between Us
04. Best Thing
05. Quick Is The Beat Of My Heart
06. After You Leave Me

Download "Styx I"


Styx II (1973)

1. You Need Love
2. Lady
3. A Day
4. You Better Ask
5. Little Fugue In 'G'
6. Father O.S.A.
7. Earl Of Roseland
8. I'm Gonna Make You Feel It

Equinox (1975)

1. Light Up
2. Lorelei
3. Mother Dear
4. Lonely Child
5. Midmight Ride
6. Born For Adventure
7. Prelude
8. Suite Madame Blue

Download "Equinox"


Crystal Ball (1976)

1. Put Me On
2. Mademoiselle
3. Jennifer
4. Crystal Ball
5. Shooz
6. This Old Man
7. Clair De Lune / Ballerina


The Grand Illusion (1977)

1. The Grand Illusion
2. Fooling Yourself (The Angry Young Man)
3. Superstars
4. Come Sail Away
5. Miss America
6. Man In The Wilderness
7. Castle Walls
8. The Grand Finale

Download "The Grand Illusion"


Pieces of Eight (1978)

1. Great White Hope
2. I'm Okay
3. Sing For The Day
4. The Message
5. Lord Of The Rings
6. Blue Collar Man (Long Nights
7. Queen Of Spades
8. Renegede
9. Pieces Of Eight
10. Aku-Aku


Cornerstone (1979)

1. Lights
2. Why Me
3. Babe
4. Never Say Never
5. Boat On The River
6. Borrowed Time
7. First Time
8. Eddie
9. Love In The Midnight


Paradise Theater (1981)

1. A.D. 1928
2. Rockin' The Paradise
3. Too Much Time On My Hands
4. Nothing Ever Goes As Planned
5. The Best Of Times
6. Lonely People
7. She Cares
8. Snowblind
9. Half-Penny, Two-Penny
10. A.D. 1958
11. State Street Sadie

Download "Paradise Theater"


Kilroy Was Here (1983)

1. Mr. Roboto
2. Cold War
3. Don't Let It End
4. High Time
5. Heavy Metal Poisoning
6. Just Get Through This Night
7. Double Life
8. Haven't We Been Here Before
9. Don't Let It End (Reprise)

Download "Kilroy Was Here"


Cyclorama (2003)

1. Do Things My Way
2. Waiting For Our Time
3. Fields of the Brave
4. Bourgeois Pig
5. Kiss Your Ass Goodbye
6. These Are the Times
7. Yes I Can
8. More Love for the Money
9. Together
10. Fooling Yourself (Palm of Your Hands)
11. Captain America
12. Killing the Thing That You Love
13. One With Everything
14. Genki Des Ka

Download "Cyclorama"

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Sábado, 28 de Janeiro de 2006

Joe Bonamassa

Hospedagem dos álbuns: Nivas (orkut)
Fotos e montagem: Rogério Utrila

Nos últimos anos, o blues tem experimentado uma renovação. Garotos brancos invadiram o território que era quase exclusivamente dos negros. Nomes como Jeff Healey, Jonny Lang, Kenny Wayne Shepherd e Blues Traveler apresentaram o blues a uma nova geração. Infelizmente alguns nomes são esquecidos. É o caso de Joe Bonamassa. Nascido em Nova York, e fã de rock inglês e do blues moderno. Começou a tocar guitarra aos quatro anos de idade e aos oito já era elogiado por B.B. King. Lançou um disco com a banda Bloodline, que acabou logo depois. O primeiro disco-solo (A New Day Yesterday) é um testemunho de amor ao rock dos anos 60 e 70. Joe começa com o blues-rock Cradle Rock, um clássico do guitarrista irlandês Rory Gallagher, e Walk in My Shadows dos britânicos do Free. A faixa título é uma porrada tirada do segundo álbum do Jethro Tull, Stand Up. Em If Heartaches Were Nickels, Bonamassa convida dois ícones da guitarra, Gregg Allman (The Allman Brothers) e Leslie West, fundador do mitológico grupo Mountain. A sonoridade meio anos 70 deve-se ao produtor Tom Doud, que trabalhou com Derek & The Dominos e The Allman Brothers. Don´t Burn Down That Bridge é uma reverência aos ingleses do Cream (leia-se Eric Clapton) o timbre da guitarra é idêntica a clássica Sunshine Of Your Love. O guitarrista mostra que também é um compositor competente no rock Nuthin´ I Wouldn´t Do e no blues Trouble Waiting. O disco ainda conta com a participação do guitarrista Rick Derringer, outra referência importante em sua formação. Joe Bonamassa lançou os discos “So It's Like That" (2002), "A New Day Yesyerday Live" (2002) , "Blues Deluxe" (2003), "Had To Cry Today" (2004) e "You and Me" (2006) e o DVD "Live at Rockpalast" (2006).

A New Day Yesterday

01. Cradle Rock
02. Walk In My Shadows
03. A New Day Yesterday
04. I Know Where I Belong
05. Miss You, Hate You
06. Nuthin' I Wouldn't Do
07. Colour And Shape
08. Headaches To Heartbreaks
09. Trouble Waiting
10. If Heartaches Were Nickles
11 Current Situation
12. Don't Burn Down That Bridge

Download "A New Day Yesterday"

So It's Like That

01. My Mistake
02. Lie #1
03. No Slack
04. Unbroken
05. So, It's Like That
06. Waiting For Me
07. Never Say Goodbye
08. Mountain Time
09. Pain And Sorrow
10. Takin' The Hit
11. Under The Radar
12. Sick In Love
13. The Hard Way

Download "So It's Like That"

Blues Deluxe

01. You Upset Me Baby
02. Burning Hell
03. Blues Deluxe
04. Man of Many Words
05. Woke Up Dreaming
06. I Don't Live Anywhere
07. Wild About You Baby
08. Long Distance Blues
09. Pack It Up
10. Left Overs
11. Walking Blues
12. Mumbling Word

Download "Blues Deluxe"

Had To Cry Today

01. Never Make Your Move To Soon
02. Travellin' South
03. Junction 61
04. Reconsider Baby
05. Around The Bend
06. Revenge of the 10 Gallon Hat
07. When She Dances
08. Had To Cry Today
09. The River
10. When The Sun Goes Down
11. Faux Mantini

Download "Had To Cry Today"

Camisa de Vênus e Marcelo Nova III

Hospedagem dos álbuns, texto, fotos e montagem: Johnny F.



Batalhões de Estranhos - 1984

Download de Batalhões de Estranhos

Ficha Técnica:

Comercial Fonográfica RGE.
Marcelo Nova - Vocal
Karl Franz Hummel - Guitarra Base
Gustavo Mullem - Guitarra Solo
Robério Santana - Contrabaixo
Aldo Machado - Bateria e Percussão

Produzido por Reinaldo B. Brito
Direção de Produção Hélio Eduardo C. T. da Costa Manso
Todos os arranjos - Camisa de Vênus
Engenheiro de Gravação e Mixagem: Renaldo Maziero
Técnicos de Gravação - Ely Bom Tempo e José Carlos Leitão
Gravado em 24 Canais na Intersom e Sigla S.P.
Auxiliares de Estúdio - Darci Ferreira e José Blondin
Criação de Arte, Ilustração e Logotipo - Marla Nova
Arte Final - Rogério Rodriguez
Direção de Fotografia - Marla e Marcelo Nova
Foto da Contra Capa - Nicolau Maximiuc Jr.
Participação - Manito – Violino e Sax
Manoel - Teclados
Reinaldo - Guitarra Misteriosa em Batalhões de Estranhos



Plugado - 1995

Download de Plugado

Ficha Técnica:

Marcelo Nova - Vocal
Karl Hummel - Guitarra
Robério Santana - Contrabaixo
Luiz Sérgio Carlini - Guitarras
Carlos Alberto Calasans - Órgao Hammond e Piano Elétrico
Franklin Paolillo - Bateria

Produzido por - Reinaldo Barriga e Camisa de Vênus
Gerência Artística - Luis Carlos Maluly
Direção Atística - Max Pierre
Gravado ao Vivo no Aeroanta (SP) em 1995
Gravado em Unidade Móvel da Transasom
Técnico de Gravação - Jorge "Gordo" Guimarães
Assistente de Gravação - Castor e Sílvio
Técnico de Manutenção - Augusto
Mixado no Estúdio - Artemix (SP)
Técnico de Mixagem - Alexandre Russo e Alexandre Soares
Masterizado na Promaster Digital Mastering
Roadies - Léo e Mê
Técnico de Som - (P.A) Kan (Robôconha)
Capa Conceito - Marcelo Nova
Ilustração - Dan Palatnik
Projeto Gráfico - Gê Alves Pinto
Fotos - Lívio Campos e Inêz Nova
Realização Gráfica - Geysa Adnet e Daniela Ribas


Galope do Tempo - 2006

Download de Galope do Tempo

Esse é um disco que diz respeito ao tempo e a minha passagem através dele. Custou-me 13 anos desse tempo precioso para concluí-lo em meio a essa jornada mortal do útero ao caixão." Assim Marcelo Nova escreveu no encarte do seu novo álbum ' O GALOPE DO TEMPO' . Disco maturado e trabalhado com paciência de artesão, pois afinal foram 13 anos compondo e selecionando as 16 canções autobiográficas que formam o painel existencialista da sua própria vida e trajetória, dos seus sonhos, desejos, procuras e perdas, dos seus acertos e enganos, dos seus triunfos e derrotas. Disco de sonoridade densa com guitarras enlameadas respingando feedbacks, e Marcelo indo mais fundo do que nunca do seu texto de poeta que parece não buscar recompensas nem consolos mas antes viver a experiência da própria vida. O Galope do Tempo é um disco de superlativos desse que é o maior poeta vivo do rock brasileiro. "Luis Augusto Conde"

Marceleza levou nada mais do que 13 anos para concluir este disco. Colecionou canções, poemas e idéias sobre a vida e a morte que dariam orgulho a Bob Dylan e Johnny Cash. Emocionante. "Revista MTV"

O Galope do Tempo foi costurado lentamente com vísceras, cérebro e coração com um som tão visceral quanto as letras. É propositalmente denso com solos cortantes de guitarra e com um canto que ora parece apocalíptico, ora é a voz que surge das profundezas da alma. Sem truques nem modernices. "Diário do Grande ABC"

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The Faces

E ae!

Depois de muita procura eu achei The Faces ao vivo em londres!! A qualidade de gravação está bastante boa. A capa, tô mandando ela em anexo. o nome do disco é Party Hogs , foi gravado dia 5 de abril de 73, na BBC em londres, ta com o nome de "BBC Broadcast", deve ser uma espécie de BBC sessions, não sei...mas eras isso velho... Abraço

Aí está o link:



Um abraço

Lucas Amaro.

David Byron

Hospedagem dos álbuns, texto, fotos e montagem: Rogério Utrila

David Byron nasceu em Essex (Grã-Bretanha) em 29 de janeiro de 1947. Excelente vocalista (cujo verdadeiro nome é David Garrick e a mãe era cantora de jazz) começou a cantar em 1965 numa banda chamada “The Stalkers”; juntamente com o guitarrista Mix Box . Nessa banda trabalharam por dois anos tocando covers em shows em clubes. Durante 1967 decidiram se tornar profissionais. Os outros membros da banda acharam muito arriscado, e o grupo se separou. Depois de um tempo pensando no que fazer, Box e Byron formaram a banda Spice. Essas duas bandas foram os embriões do Uriah Heep. O Uriah Heep atingiu o topo da carreira em meados dos anos 70, começando com seu quarto álbum, "Demons and Wizards", que apresentou sua formação mais clássica: Mick Box, David Byron, Ken Hensley, Gary Thain e Lee Kerslake. Com essa formação também foram gravados: “The Magician''s Birthday”, “Sweet Freedom”, “Worderworld”, e ainda um dos melhores álbuns ao vivo do rock: “Live ''73”. Com o tempo o Uriah Heep estava mostrando sinais de cansaço. Esse cansaço parecia afetar David Byron, de tal forma que a banda achou que estava se tornando impossível trabalhar com ele, em especial em virtude de seus problemas com o álcool. Após alguns incidentes em estúdio e um último disco com Byron (“High And Mighty”), a banda optou por sua saída como forma de garantir sua continuidade. Uma decisão difícil e arriscada, mas que tinha que ser tomada.Byron saiu da banda em julho de 1976, após um concerto na Espanha. Para muitos fãs, era o fim de uma era. Após sua saída, ele seguiu carreira solo e gravou 4 álbuns: Take No Prisoners (1975), Rough Diamond (1977), Baby Faced Killer (1978) e On the Rocks (1981). Em 28 de fevereiro de 1985; David Byron, vocalista-fundador do Uriah Heep, morre de ataque cardíaco aos 38 anos de idade.

FRASE: "Sempre cantei, desde os oito anos de idade. Shows de variedades, eventos sociais, acampamentos de férias - fiz de tudo, até descobrir o heavy metal"

Baby Faced Killer (1978)

01. Baby Faced Killer
02. Rich Man's Lady
03. Sleepless Nights
04. African Breeze
05. Everybody's Star
06. Heaven Or Hell
07. Only You Can Do It
08. Don't Let Me Down
09. Acetylene Jean
10. I Remember

Download "Baby Faced Killer"

Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2006

Platina

Montagem: Mr Bad Guy

No início da década de 80 três jovens acabam por se conhecer. Eram eles Daril Parisi (Guitarra), e os irmãos Andria (baixo) e Ivan Busic (bateria). Embalados pelas grandes bandas da época como: Black Sabbath, Uriah Heep, Kiss, Rush e outras, decidiram montar uma banda cujo nome seria Prisma. A banda costumava se reunir nas horas vagas para compor e ensaiar. O power trio mais tarde se tornaria um quarteto com a integração do vocalista Sergio Semam, o assim chamado “Anjo Loiro”. Juntamente com essa alteração o Prisma muda seu nome para Platina. Já bem estabilizada em sua formação e estilizando-se do mais nobre metal em julho de 1984 o Platina grava o seu LP pela Baratos Afins (maior incentivadora do Rock brasileiro) lançando em janeiro de 1985. Em suas apresentações, a banda exibiu virtuosismo, excelente entrosamento entre os músicos, além de um visual policrômico envolvendo um clima de energia e sensualidade. Seu sucesso foi inevitável, as composições sempre transmitindo uma mensagem positiva, com um distinto vocabulário, eram solicitadas freqüentemente nas rádios como a Imprensa FM e a 97,7 no programa Rocambole o qual era de grande audiência. Tanto suas músicas quanto os jingles não se limitavam apenas às rádios, mas também alcançaram sucesso em grandes emissoras de televisão como as redes Gazeta, Record e Bandeirantes, com destaque aos programas Banana Rock e Highway uma estrada para o rock. O fim da banda, infelizmente, ocorreu devido a diferenças de ideais entre os músicos que decidiram por trilhar caminhos diferentes. Os irmãos Andria e Ivan Busic tocam no Dr. Sin atualmente.

01. Instrumental
02. Refelxão
03. Prisma
04. Sorte
05. Stress
06. Fascínio

Download "Platina"


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Alvin Lee & Ten Years After

Hospedagem dos Álbuns, Texto, Fotos e Montagem: Fireball

Formado por Alvin Lee, Leo Lyons, Chick Churchill e Ric Lee, em 1967, o Ten Years After iniciou sua entrada no hall da fama do rock tocando no Club Marquee de Londres. Uma apresentação apoteótica num domingo à noite no clube foi suficiente para torná-los revelação de 1967. O grupo foi convidado a participar do Windsor Jazz and Blues Festival, em 1967, onde roubou a cena do festival e, com isto, marcou sua entrada no show business. A banda assinou contrato com a gravadora Decca e gravou seu primeiro álbum. Com lançamento simultâneo nos Estados Unidos, o impacto foi suficiente para o promotor de eventos Bill Graham levá-los para fazerem o show no Fillmore West, famoso reduto de rock dos anos 60/70. Através desta primeira tour nos Estados Unidos a banda ganhou notoriedade e chamou atenção pelo virtuosismo de seu jovem guitarrista, Alvin Lee. Tocando de uma forma singular Alvin cativava a platéia com seus solos e sua rapidez no instrumento, o que o levou várias vezes a ser indicado como o melhor guitarrista dos festivais por onde se apresentavam. Rapidamente o grupo fez grande sucesso, sendo sempre considerado a atração principal por todos os locais por onde se apresentava. Em 1969 tocaram no festival Woodstock, onde estavam os maiores nomes do rock da época, entre eles, Jimi Hendrix, The Who e muitos outros. Mesmo com uma quantidade enorme de grupos consagrados no festival, o Ten Years After foi convidado para o encerramento de uma das noites, parte nobre dos eventos. Junto com Jimi Hendrix, Alvin Lee foi considerado o melhor guitarrista do festival. levando o Ten Years After a colocar um de seus singles no Top 10 das paradas americanas. Entre 1968 e 1975 o grupo realizou 28 tours pelos Estados Unidos, e um número ainda superior na Europa e Asia. Durante este período, os maiores sucessos foram “Love Like a Man” (Top 10 nos USA e Inglaterra), “I´d Love to Change the World” (Top 10 na Inglaterra e Top 20 nos USA) e o grande hit de Woodstock, “I´m going Home”, que chegou a obter o primeiro lugar de execução nas rádios americanas por 18 semanas entre 1969 e 1970.
Em 1975, cansados das tours e devido a um desgaste natural de relacionamento, o grupo resolveu se desfazer. Seus integrantes buscariam seus próprios caminhos. Inevitavelmente, Alvin Lee usou toda sua popularidade para desenvolver sua carreira solo. Em 1983, ano em que o Marquee Club completou 25 anos, a banda foi convidada a realizar uma série de shows comemorativos. Novamente os resultados e a aclamação do público foram surpreendentes, porém nem isto foi suficiente para reintegrá-los como grupo novamente. Em 1988 uma proposta milionária dos produtores de festivais alemães, convenceu os músicos a se unirem para se apresentarem em 4 festivais. Novamente os resultados foram surpreendentes e o grupo resolveu gravar um disco pela Columbia Records/Chrysalis, “About Time”. O sucesso do disco levou-os a realizar uma tour pelos USA e Europa para uma série limitada de shows. Em 1994, a banda novamente reuniu-se para as comemorações dos 25 anos do Festival Woodstock , onde gravaram sua apresentação ao vivo para a coletânea do festival. No momento, Alvin Lee segue sua bem sucedida carreira solo à parte do Ten Years After, que convocou Joe Gooch para substituí-lo.

Download de Live


Download de Solid Rock

Download de In Flight Disc 1

Download de In Flight Disc 2


Download de Pure Blues

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Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2006

Belle & Sebastian

Olá amigos,

Adoro o blog e resolvi enviar um link. Trata-se do novo disco do Belle & Sebastian que baixei via Torrent e fiz upload pelo Megaupload, o álbum chama-se "The Life Pursuit" e deve ser lançado somente em 06 de fevereiro segundo informações do site oficial da banda. Ouvi o álbum e achei excelente. Peço que divulgue este link pois esta banda é sensacional e não se acha muitos links para baixar os discos da banda.




Atenciosamente,
Eduardo Bastos (AKA: Gambrinus)

Patife Band

Montagem: Mr Bad Guy

Grupo formado por Paulo Barnabé (voz), André Fonseca (guitarra e voz), Sidney Giovenazzi (baixo e voz) e Cidão Trindade (bateria) na cidade de São Paulo em 1983. Nessa época, o conjunto contava com o baterista James Müller, substituído no ano seguinte por Cidão. O líder do grupo era o cantor, instrumentista e compositor Paulo Barnabé, que depois de tocar com o irmão Arrigo Barnabé e Itamar Assumpção, investiu na carreira solo montando o conjunto. Teve o primeiro disco lançado em 1985 pelo selo Lira Paulistana. No EP destacou-se a versão do grupo para o clássico da Jovem Guarda "Tijolinho", de Wagner Benatti. No ano seguinte, participou da trilha sonora do filme "Cidade Oculta", de Chico Botelho, com a música "Pregador Maldito", de autoria de Paulo Barnabé. No ano de 1987 lançou o LP "Corredor Polonês", pela gravadora WEA, disco no qual a banda interpretou "Pesadelo" e "Tô Tenso" (esta última regravada posteriormente pelo grupo de punk-rock Ratos do Porão), "Teu Bem" (regravada por Cássia Éller), "Chapeuzinho Vermelho", "Vida de Operário" (regravada posteriormente pelo grupo mineiro Pato Fu). No ano 2002, a gravadora WEA relançou em CD o disco "Corredor Polonês". Em 2004 uma composição da banda foi incluída na coletânea "The Sexual Life of the Savages", do selo londrino Souljazz.Em 2005 a banda, de carreira irregular, lançou o CD "Ao Vivo", gravado no "Festival Demo Sul", em Londrina.

Patife Band (1985)

01. Tijolinho
02. Pregador Maldito
03. Pesadelo
04. Tô Tenso
05. Noite Feliz
06. Peiote


Corredor Polonês (1987)

01. Corredor Polonês
02. Pesadelo
03. Chapeuzinho Vermelho (Lil' Red Riding Hood)
04. Tô Tenso
05. Poema em Linha Reta
06. Teu Bem
07. Três por Quatro
08. Pregador Maldito
09. Vida de Operário
10. Maria Louca

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Jeff Scott Soto

Hospedagem dos Álbuns, Texto, Fotos e Montagem: Fireball

Jeff Scott Soto nasceu em New York em 1965 e aos 8 anos de idade se mudou para a Califórnia. Cresceu ouvindo Queen, Kiss e diversos artistas da Motown. Sua carreira como vocalista começou em 1984 quando fez uma audição para Yngwie Malmsteen, que procura alguém que assumisse os vocais em sua recém-formada banda, Rising Force. Nesses mais de 20 anos de carreira, Jeff se tornou um verdadeiro “multi-bandas”, participando de inúmeros grupos e projetos musicais, além de incontáveis participações como convidado em discos de outros artistas; fazendo de tudo um pouco, desde heavy metal e funk até AOR e pop. É uma das melhores e mais versáteis vozes do rock. Em 1985, quando gravava seu segundo álbum com Yngwie Malmsteen, ”Marching Out”, JSS conheceu o baixista Marcel Jacob, que seria um parceiro importante até os dias de hoje. Nesse mesmo ano, Jeff deixou a banda de Malmsteen e nos anos seguintes “emprestou” a voz em álbuns do guitarrista italiano Alex Mais, do japonês Kuni Takeuchi e participou do grupo Eyes, de pouca expressão.

Em 1990, com Marcel Jacob, montou a banda Talisman que ambos mantém até hoje, lançado um ótimo debut homônimo. Paralelamente, participou de outros projetos como Bakteria e Slam, até que em 1992 ingressou na banda de Axel Rudi Pell. Com Axel, JSS experimentou um tipo de som pesado e rápido como nunca tinha cantado antes e lançou com ele, em 92 e 93, os álbuns “Eternal Prisoner” e “Ballads”. Ainda em 1993, sai o segundo álbum do Talisman, o excelente “Genesis”. Na mesma época participa do grupo Takara. Em 1994, Jeff encontra tempo para gravar o álbum “Between The Walls” de Axel Rudi Pell e participar de sua turnê, que resultaria no ao vivo “Made In Germany”, e ainda lançar um ao vivo com o Talisman, “Five Out Of Five – Live in Japan” e mais um álbum do Talisman, o duplo “Humanimal”, um disco ambicioso com influências de funk, hip-hop, pop e metal. Ainda em 1995, sai o primeiro álbum solo de Jeff, “Love Parade”, onde ele deixa ainda mais à mostra suas influências do funk. Pelo Talisman é lançado “Life”. Em 1996, enquanto o Talisman dá um tempo, Jeff e Marcel Jacob gravam juntos o álbum “Human Clay”. Nesse mesmo ano Jeff participa de “Black Moon Pyramid” de Axel Rudi Pell e do tributo ao Queen, “Dragon Attack” e ainda inicia um outro projeto, o inusitado Boogie Knights de disco music.

Em 1997, outro disco do Human Clay, “U4IA” e seu último álbum com Axel Rudi Pell, “Magic”. Em 1998 Jeff participa de “Blind In Paradise” da banda Takara e, com o Talisman, lança “Truth”. Em 2000 participa dos tributos a Ozzy Osbourne e Van Halen e da trilha sonora do filme “Rockstar”. No mesmo ano participa com Brian May da “Queen Convention” no Reino Unido. Em 2002, com Marcel Jacob e o guitarrista Pontus Norgren, Jeff forma o Humanimal, lançando álbum homônimo. E lança, em sua carreira solo, o cd ao vivo e DVD “Live At the Gods”. No mesmo ano sobe ao palco com Brian May e Roger Taylor na celebração da inclusão do Queen no Hollywood Walk of Fame. Em 2003 JSS lança mais um disco solo, o pop e açucarado “Prism”, que não teve boa repercussão entre os fãs. Em compensação, sai o disco mais agressivo do Talisman , “Cats & Dogs”. Participa novamente da Queen Convention, dessa vez lançada em DVD onde Jeff canta várias músicas do Queen. Em 2004 Jeff lança mais um cd solo, “Lost In The Translation”. Em 2005 Jeff inicia o projeto Soul Sirkus com o guitarrista Neal Schon, do Journey. Ao mesmo tempo saem o cd ao vivo e DVD do Talisman, “World’s Best Kept Secret”. Finalmente, em dezembro de 2005 Jeff faz uma longa turnê pelo Brasil, passando por São Paulo e diversas capitais do nordeste com um show arrasador. Neste post selecionei alguns discos de algumas bandas que contaram com a voz de Jeff Scott Soto.



Download de Talisman - Genesis

Download de Talisman - Humanimal Disc 1
Download de Talisman - Humanimal Disc 2

Download de Talisman - Life

Download de Humanimal

Download de Human Clay






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Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2006

Pholhas

Hospedagem, Montagem, Fotos e Textos: JH II

Se um cara que pratica halterofilismo, fica a todo momento se olhando no espelho, isto é bom ou ruim? Depende. Se ele cuida do corpo, se ele mantém a forma física e fica se policiando , é porque ele se ama. E amar a si mesmo é o primeiro passo para enfrentar a vida. Agora se o cara não se ama, se acha um lixo, então ele está ferrado. Vai com o passar dos anos da sua vida acumulando para si todo tipo de carga negativa, então ele, vai acabar abotoando o paletó antes do combinado.Voltando àquela situação do halterofilista, se ele fica o tempo todo se olhando no espelho, se achando lindo, então ele não se ama, ele é narcisista, é vaidoso, cultua a ilusão. Gosta de ser admirado, homenageado, quer que o mundo se volte todo pra ele e lhe bata palmas. Está ferrado!. É preciso saber viver dizia canção.Se gosta de uma garota, mas só fica cobrando dela, então você não sabe amar, amar é dar mais do que receber. Dê carinho, de bombons, de flores, não cometa nunca, jamais a besteira de levantar a mão para bater numa garota, numa mulher. Só os covardes batem em mulheres. As mulheres se enfeitam, se arrumam, se perfumam para quem? Para os homens, para você meu amigo. Mas o que isto tem a ver com os Pholhas? Muito. Mas preste muita atenção no que vem agora, é sério. Cientistas descobriram, que o amor, a paixão aflora através de uma reação química que acontece nos nossos corpos, quando se cruzam, que pode ser por um cheiro, um sorriso,o jeito de ser da pessoa. Então ser bonito(a), não é fator predominante para esta situação. Se você não se gosta porque se acha, feio ridículo, fique descansado, pois um dia vai rolar. Agora, é preciso se cuidar, se arrumar, tomar banho, ir ao dentista, colocar uma roupa transada, etc. Veja bem , não estou querendo ser moralista, Nem ofender nenhuma “party”. Acontece que você pode estar se apaixonando por uma garota, e ela por você, mas de repente, você curti um rockão da pesada e ela não, então que tal ser romântico, e presenteá-la com umas mp3 de baladas. Do Pholhas.? Vamos conhece-los? Estou sugerindo porque essa banda é uma das melhores do Brasil nesse setor, e muitos elogios já receberam de muitos músicos importantes do Brasil.O Cd foi gravado no Mosh Studios – SP ( entre dez de 2002 e Janeiro de 2002).

Numa fria manhã do mês de junho de 1968, na cidade de Sào Paulo, Helio Santisteban, Paulo Fernandes e Oswaldo Malagutti haviam acabado de sair da banda "WANDER MASS GROUP" e pretendiam montar outro grupo que tivesse mais a ver com a personalidade musical deles. Convidaram então o amigo Wagner "Bitão" Benatti, guitarrista e vocalista (autor, aliás, da música Tijolinho - um dos grandes sucessos da Jovem Guarda) que já havia tocado com várias bandas mas oportunamente estava sem banda fixa. Como os quatro rapazes tinham a mesma afinidade musical, após algumas conversas e encontros Bitão aceitou o convite e no início de 1969, mais precisamente no dia 18 de fevereiro, fizeram o 1o ensaio juntos sendo essa a data oficial da fundação da nova banda que após quase dois meses de ensaios ainda não tinha nome. Foi então que um grande amigo dos rapazes: Marco Aurélio, o Lelo, sugeriu “PHOLHAS”, que grafado com “PH” ficava um tanto quanto diferente, sendo prontamente aceito sem restrições por todos.
Já com o novo nome a banda fez sua estréia oficial num baile no bairro do Tatuapé em maio daquele mesmo ano e apenas três anos depois, após muitos e muitos bailes com enorme sucesso, o “PHOLHAS” tinha conseguido incorporar ao seu patrimônio uma das melhores aparelhagens dentre os grupos musicais da época e também uma enorme legião e fiéis admiradores. Com essa crescente popularidade era inevitável que o caminho natural das coisas fosse a gravação do 1º disco, o que tornou-se realidade em 1972 quando dois diretores da gravadora RCA Victor foram a um ensaio dos rapazes ficando impressionados com a qualidade instrumental-vocal e as composições da própria banda, a qual havia optado por cantar e compor em inglês, até porque na época 90% da programação das rádios e TVs era de sucessos internacionais e a MPB não tinha a mesma força atual.O “PHOLHAS” lança então em setembro de 1972 o LP Dead Faces do qual foi extraido um compacto duplo com as canções My Mistake, Pope, Shadow of love e My first girl, que chegou ao 1º lugar das paradas apenas 3 meses após o lançamento, vendendo a fabulosa quantia de 400.000 cópias!, isto lhes concedeu o primeiro disco de ouro da carreira. Nesta época o grande público chegou a pensar que o “PHOLHAS” fosse um grupo americano, coisa que os rapazes sempre fizeram questão de desmentir explicando que eram apenas 4 brasileiros cantando em inglês a fim de internacionalizar mais suas próprias canções, a exemplo do que também fazem hoje em dia alguns grupos nacionais como o “Sepultura”; a seguir vieram as canções She Made Me Cry, I Never Did Before e Forever, todas com vendagem superior a 300.000 cópias, firmando o “PHOLHAS” como um dos maiores fenômenos no cenário “pop” musical brasileiro o que levou a RCA a lançar o LP Dead Faces, em 1975, na Espanha e em toda América do Sul com o título “HOJAS” dando mais um disco de ouro ao grupo.
Em 1977, após 4 anos de seguidos sucessos, a banda (bem como também a maioria dos artistas dessa época) viu-se um pouco perdida no meio da nova onda mundial que surgia e que estava fazendo a cabeça da moçada: a "discotheque", tipo de música "mecânica" que reinou absoluta em todas as casas de "shows", clubes, rádios e TVs durante um bom tempo. Os rapazes do "PHOLHAS" não estavam dispostos a fazer esse tipo de música, que nada tinha a ver com a filosofia do grupo, preferindo dedicar-se mais à montagem do próprio estúdio de gravações e ensaios, mas por força de contrato e cedendo às fortes pressões da gravadora lançaram o LP "O som das discotheques" contendo "covers" dos principais sucessos do gênero chegando a vender 150.000 cópias. Nessa época o tecladista Hélio Santisteban resolveu fazer carreira solo e em seu lugar entrou Marinho Testoni, ex "Casa das Máquinas". Este fato fez com que o "PHOLHAS" experimentasse uma mudança radical no trabalho que até então vinha fazendo, sendo lançado no final de 1977 um dos melhores discos já elaborados pelo grupo, totalmente voltado para o rock progressivo com "pinceladas" do bom e velho rock’n’roll tradicional e todo cantado em português , da maneira como os rapazes já vinham querendo fazer a algum tempo. O LP não chegou a ter uma vendagem igual aos anteriores mas acabou virando "cult" e ainda hoje é muito disputado pelos colecionadores. No ano seguinte, em 1978, é a vez de Oswaldo Malagutti deixar a banda para dedicar-se exclusivamente ao estúdio de gravações, sendo substituido pelo excelente baixista João Alberto, que como Marinho Testoni também tocou no "Casa das Máquinas".Bitão, Paulo, João Alberto e Marinho, esta formação permaneceu até o final de 1979 quando o tecladista Hélio Santisteban retornou ao grupo e os rapazes resolveram retomar o antigo esquema de trabalho que os consagrou cantando e compondo em inglês lançando então o LP "Memories" no início de 1980. Alguns meses depois, com a saída de Marinho em 1981, o "PHOLHAS" teve a última e definitiva mudança, que é a formação atual: Bitão - guitarras e vocais Paulo Fernandes - bateria e vocais Hélio Santisteban - teclados e vocais João Alberto - baixo e vocais.

A partir daí recomeçaram o trabalho com muita vontade e garra, vendo a agenda de "shows" lotar novamente e nos anos seguintes lançaram os LPs:
· "PHOLHAS", de 1982 , último disco gravado na RCA.
· "WINGS", de 1985, gravadora Lupsom, cujo título refere-se ao grande clássico Asa Branca do mestre Luis Gonzaga com versão para o inglês.
· "THE NIGHT BEFORE", de 1987, gravadora Lupsom.
· "CÔRTE SEM LEI", de 1988, gravadora Ecosom e 2º LP do grupo gravado em português.
e os CDs:
· • “DISCO DE OURO”, de 1995, gravadora BMG/RCA, reunindo os maiores sucessos da carreira do grupo.
• “PHOLHAS, 25 ANOS”, de 1996, gravadora Laser, que é um CD comemorativo dos 25 anos de gravações da banda e reune 8 “covers” de grandes sucessos internacionais dos anos 60 e 70, duas regravações (My mistake e She made me cry) e duas canções inéditas (True love e When you said goodbye)
• “PHOLHAS Forever, 26 anos”, de 1998 reunindo 12 grandes “hits” dos anos 60 e 70 com novos arranjos especialmente recriados e interpretados pelos rapazes.
• “DEAD FACES”, de 1999, que é o relançamento remasterizado do 1o LP da banda (1973), pela gravadora BMG.
• “PHOLHAS – Ao Vivo no Brasil!”, CD da banda gravado ao vivo entre 2000 e 2001 em várias cidades brasileiras com as principais canções apresentadas nos “shows” daqueles anos. A curiosidade deste CD é ele ser a primeira gravação independente da banda sem qualquer vínculo com alguma gravadora e não ser vendido em lojas mas somente durante os “shows” ou através da Internet.
• “HITS BRASIL”, CD “revival”duplo da Globo Music lançado no inicio de 2000 reunindo os maiores Bandas e cantores brasileiros que gravavam exclusivamente em inglês no inicio dos anos 70. Neste CD os “PHOLHAS” participam com 2 canções: My Mistake e She Made Me Cry.
• “PHOLHAS, 70’s GREATEST HITS, último lançamento da Banda pela gravadora BMG, considerado pelos críticos especializados como um dos melhores trabalhos vocais e instrumentais realizados pelos rapazes, reunindo 14 grandes “hits” dos anos 70 escolhidos com muito acerto e especialmente recriados com novos arranjos. Como curiosidade este CD traz as participações especiais de Oswaldo Malagutti Jr, 1° baixista da banda, nas musicas My Mistake e Stormy, e Marinho (Mario Testoni Jr.) que integrou a 2a formação da banda entre 1977-1981 e participa de todas as musicas, aliás ele está de volta à Banda como musico convidado.

Atualmente os “PHOLHAS” apresentam um show que vem sendo aclamado pela critica como um dos melhores do ano e tem como destaque não só os maiores sucessos da banda mas também relembram grandes “hits” de artistas como “Bee Gees”, “Creedence Clearwater Revival”, “Elvis Presley”, “Rolling Stones” e é claro, como sempre fizeram em todas as suas apresentações, não poderiam deixar de homenagear a maior banda de todos os tempos: “The Beatles”!O grupo “PHOLHAS” após estes 34 anos de estrada acumulou uma vasta experiência musical, colecionou vários discos de ouro e a cada novo lançamento conquista uma legião maior de admiradores graças ao carisma e à grande amizade entre Bitão, Paulo, Hélio e João Alberto, firmando-se definitivamente como um dos grandes nomes do cenário “pop” musical brasileiro apresentando um trabalho de qualidade, comprovado tanto nas gravações quanto nos “shows” ao vivo que fazem por todo o Brasil e América do Sul.


Álbum Pholhas 70´s Greatest Hits

Download do Álbum 70´s Greatest Hits


01) THESE EYES
02) WHO’LL STOP THE RAIN
03) EASY
04) MY MISTAKE
05) MY PLEDGE OF LOVE
06) A WHITER SHADE OF PALE
07) STORMY
08) HOW DEEP IS YOUR LOVE
09) FOREVER
10) YELLOW RIVER
11) SHE MADE ME CRY
12) YOU MAKE ME FEEL BRAND NEW
13) NO MATTER WHAT
14) YOUR SONG


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Harppia

Montagem: Mr Bad Guy

Esta banda foi fundada em 1982 e o nome vem de uma grande águia. O HARPPIA lançou dois álbuns maravilhosos os quais são os melhores lançados no Brasil nos anos 80. Infelizmente passou despercebido, pois a única coisa exportada era o Thrash. Em 1982, os guitarristas Hélcio Aguirra e Marcos Patriota montaram a banda VIA LACTEA, mas logo perceberam que este nome não era o apropriado para uma banda de Metal e mudaram o nome em 1983. Nesta época o baterista Tibério Correia e o baixista Ricardo Ravache da banda AERO PLANE se juntaram à banda. Juntos gravaram a primeira obra de arte. Este mini LP não somente traz um bom Metal, mas tem uma capa belíssima. Depois parece que tiveram um grande problema na banda e Marcos e Ricardo foram para o CENTURIAS e Hélcio para o GOLPE DE ESTADO. Somente o baterista restou e ele encontrou na cena Rock o conhecido vocalista Percy Weiss e dois outros integrantes para a banda.Juntos gravaram o segundo álbum pela gravadora Rock Brigade, em 1987, que é também um grande álbum, mas não obteve a mesma classe do primeiro. Nele há também uma linda águia na capa. Depois deste álbum a banda desmorou novamente. O guitarrista Flávio formou o LYNX e Percy Weiss foi cantar em outros projetos. Ficaram hibernando até que 10 anos depois e, em 1996, com um novo time, Tibério lança um terceiro álbum com letras em inglês e com quatro integrantes. O baixista Cláudio Cruz do segundo álbum toca no álbum e os outros 2 integrantes são novos. O CD tem boas faixas, mas eles não conseguiram atingir o nível dos álbuns anteriores. Tibério continuou com a banda até o final dos anos 90. Ele é um dos bateristas mais conhecidos do país e tem seu próprio negócio de baterias. Dan Beeler do EXCITER foi um de seus clientes e algumas bandas internacionais usam seus equipamentos quando tocam no Brasil (como METALLICA e EXCITER). O que aconteceu com o HARPPIA foi bem confuso! De repente em 2002 apareceu um HARPPIA novamente num festival, mas sem nenhum integrante da formação dos anos 90... mas com integrantes originais como Jack Santiago e Ricardo Ravache!! Eles se juntaram ao baterista Fabrício Ravelli da banda argentina ANIMAL e o guitarrista Kléber Fabianni (um estudante do IGT) e tocam bastante ao vivo e um novo álbum está sendo planejado! O antigo guitarrista Helcio Aguirra tocou nos anos 90 numa banda progressiva chamada MOBILIS STABILIS e gravou um CD com eles.


A Ferro e Fogo (1985)

01. Harpago
02. Salém (A Cidade das Bruxas)
03. Náufrago
04. A Ferro e Fogo
05. Incitatus
06. Asas Cortadas

7 (1987)

01. Na Calada da Noite
02. Voz da Consciência
03. Magia Negra
04. Balada
05. Guerras
06. AIDS
07. Sete

Harppia's Flight (1997)


01. Harppia's Flight (Instrumental)
02. Hiddem Wisdom
03. Army of Strangers
04. Don't Ask for Death
05. Last Chance
06. Without Return
07. This is my History
08. Hiddem Wisdom (Playback)
09. Army of Strangers (Playback)
10. Don't Ask for Death (Playback)
11. Last Chance (Playback)
12. Without Return (Playback)
13. This is my History (Playback)

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Terça-feira, 24 de Janeiro de 2006

Marillion

Hospedagem dos álbuns: Fireball & Johnny F
Texto, fotos e montagem: Fireball


Clique aqui para ver o que já foi publicado sobre "Marillion"

O Marillion foi formado em 1978, na Inglaterra. Seu nome original era Silmarillion, título de uma história de J.R.R. Tolkien e seu som tinha fortes influências do Genesis de Peter Gabriel e seguia a 'New Wave of Progressive Rock', uma segunda leva das bandas progressivas. Depois de algumas mudanças na formação, mudaram o nome original e chegaram ao primeiro álbum, "Script for a Jester's Tear" (1983) com o vocalista Fish (cujo nome é Derek Dick), Steve Rothery na guitarra, Peter Trewavas no baixo, Mark Kelly no teclado e Ian Mosley na bateria. O álbum logo se tornou obrigatório para os fãs do estilo. Os discos que se seguiram, "Fugazi" (1984) e "Misplaced Childhood" (1985) tiveram repercussão ainda melhor e o Marillion atingiu o topo das paradas britânicas com "Keyleigh".

"Clutching at Straws" (1987) foi o último álbum de estúdio com Fish. Em 1988, após o lançamento de "The Thieving Magpie", um álbum ao vivo, Fish saiu da banda devido a problemas com álcool e drogas. O vocalista Steve Hogarth foi escolhido para substituir Fish e o Marillion lançou "Seasons End" em 1990, disco que ainda seguia o mesmo padrão musical da era Fish. Nesse mesmo ano, quando estiveram no Brasil para o Hollywood Rock, a canção "Hooks in You" tocou nas rádios por bastante tempo. "Holidays in Eden" do ano seguinte era um pouco mais comercial mas não fez o sucesso esperado. Foi com "Brave" (1994), um álbum mais experimental, que o Marillion voltou a brilhar. A 'Brave Tour', que seguiu o álbum, se encerrou com os integrantes já dentro do estúdio, empolgados para a gravação de "Afraid of Sunlight", que sairia em 1995.

O álbum seguinte, "This Strange Engine" (1997), não saiu mais pela EMI, que encerrou o contrato com a banda. As vendas não estavam bem do jeito que eles queriam e a banda lançou um selo próprio, lançando através deste o álbum “Radiation”. Em 1999, veio “Marillion.com” e no ano seguinte, um Box especial com alguns singles da banada,"Marillion Singles Box 82-88”. Em 2001, lançaram “Anoraknophobia”, que só foi realizado graças a ajuda dos fãs que, confiando totalmente na banda, reservaram uma cópia do disco através do site oficial, possibilitando o Marillion a realizar as gravações. O álbum, um pouco mais pop do que os álbuns anteriores, foi criticado por alguns, mas é uma prova de que a banda não segue tendências e sim, o seu instinto. No ano seguinte, a banda solta o ao vivo "Anorak inthe U.K. Live". Em 2004 o Marillion lançou o álbum "Marbles" .




1983 - Script for a Jester’s Tear

01. Script for a Jester's Tear
02. He Knows You Know
03. Web
04. Garden Party
05. Chelsea Monday
06. Forgotten Sons

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1987 - Clutching at Straws

01. Hotel Hobbies
02. Warm Wet Circles
03. That Time of the Night (The Short Straw)
04. Going Under
05. Just for the Record
06. White Russian
7. Incommunicado
08. Torch Song
09. Slainte Mhath
10. Sugar Mice
11. Last Straw: Happy

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1998 - Radiation

01. Costa del Slough
02. Under the Sun
03. Answering Machine
04. Three Minute Boy
05. Now She'll Never Know
06. These Chains
07. Born to Run
08. Cathedral Wall
09. Few Words for the Dead

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2001 - Anoraknophobia

01. Between You And Me
02. Quartz
03. Map of the World
04. When I Meet God
05. The Fruit of the Wild Rose
06. Separated Out
07. This is the 21st Century
08. If My Heart Were a Ball It Would Roll Uphill

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365

Hospedagem dos álbuns, texto, fotos e montagem: Mr Bad Guy

Para quem não sabe, o 365 é uma parte da raiz da Lixomania (uma das bandas mais lendárias do punk rock nacional; formada em 1979), isso aconteceu logo depois do fim da banda, e Miro (bateria), Adá (baixo) e Tiquinho (guitarra) voltaram a cena como 365. Logo depois Adá e Tiquinho saíram da banda, com isso o baterista Miro prosseguiu fazendo shows pelo Brasil. A música do grupo paulista 365 ganhou forma em 1985, quando Miro de Melo, o guitarrista Ari Baltazar, o baixista Mingau e o vocalista Finho uniram os seus talentos, seu estilo vigoroso e melódico, intitulado por alguns críticos como Rock de Combate, conquistou um público fiél em memoráveis e concorridas apresentações pela paulicéia e afins. Em 1986 é lançado o disco mix contendo as músicas São Paulo e Canção Para Marchar; a canção São Paulo torna-se um grande sucesso e posteriormente um clássico do rock nacional, com a repercussão positiva em 1987 sai o disco intitulado 365, contendo entre outras o sucesso Grândola (Vila Morena), Nunca Mais Seremos os Mesmos e a já consagrada São Paulo. No ano de 1989, com o baixista Callegari substituindo Mingau, o 2º disco Cenas de um Novo País vem a público , com destaque para os sucessos Cegos Movimentos, Anos 70 e a agregação de novos elementos ao som do grupo. Desde a formação do grupo, fizeram inúmeros shows em todo o Estado de São Paulo e outras importantes cidades brasileiras além de antológicas apresentações em programas de TV, como o Cassino do Chacrinha, Raul Gil, Bolinha, Boca Livre, Viva a Noite, Vitrine, A Fábrica do Som, Turma da Cultura, Metrópoles, Perdidos na Noite e outros. Voltaram a gravar em 1995, participando da coletânea inglesa Oi It's a World Invasion, com as músicas Pamela e Violência e Sobrevivência (música do Lixomania), após este período o baterista Miro de Melo lançou com a banda Fogo Cruzado o CD de mesmo nome, o Vocalista Finho e o guitarrista Ari Baltazar formaram a banda M.M.D.C, participando da coletânea Urbanoise e lançando o CD Non Ducor Duco. Em 1998 sai a coletânea 365 - 1987 /1997, organizada por Miro de Melo contendo sucessos do grupo com materiais de fitas e gravações ao vivo. Em 2005 o grupo lança um novo CD, entitulado “Do Outro Lado do Rio”; com Finho nos vocais, Ari Baltazar nas guitarras e Miro de Melo na bateria e voz.

365

1. Way Of Life
2. Nunca Mais Seremos Os Mesmos
3. Futuro
4. São Paulo
5. África
6. Fúria
7. Grândola, Vila Morena
8. Canção Para Marchar


Cenas de um Novo Pais

1. Cegos Movimentos
2. Só Armas Não Fazem A Revolução
3. Não Diga Adeus
4. 31 De Março
5. Anos 70
6. Berço Esplêndido
7. Não Dá
8. Por Quanto Tempo?
9. Peter
10. A Festa



Coletânea 1987-1997

1. São Paulo
2. Crianças
3. Vila Morena
4. Nunca Mais
5. Trem das 7
6. Paixão e Tempestade
7. Está Só na Cidade
8. Amor e Ódio
9. Pamela
10. Violência e Sobrevivência
11. Nós Somos a Massa
12. Enquanto Você Ouve
13. Asa Branca

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Domingo, 22 de Janeiro de 2006

Oingo Boingo

Álbuns hospedados por: Cacá
Texto, fotos e montagem: Johnny F

Tudo começou a partir de grupo teatral "The Mystic Knights of Oingo Boingo", onde alguns de seus integrantes (Leia-se Danny Elfman - vocais, guitarra, percussão e programação, Steve Bartek - guitarras, Kerry Katch - baixo, Rich Gibbs - teclados, Johnny Hernandez - bateria, Dale Turner - trompete, trombone, Sam Phipps - sax tenor, Leon Schneiderman - sax barítono) decidem formar em 1979 o grupo musical Oingo Boingo. No ano de 1980 assinam contrato com o selo IRS e lançam um EP auto-intitulado. No ano seguinte assinam novo contrato com a A&M, porém o LP de estréia não alcança o sucesso comercial desejado. Os 2 álbuns seguintes lançam alguns hits em pistas de dança: Private Life de Nothing to Fear e Wake up, It's 1984 do álbum Good for your Soul. Em 1984 o líder Danny Elfman lança seu primeiro disco solo, sendo que a partir de 1985 ele passa a se dedicar à trilhas sonoras de filmes, sendo muito requisitado na área. O álbum Dead Man's Party de 1985 (o mais conhecido do grupo) estoura com várias músicas como Weird Science que foi tema do filme Mulher Nota Mil, a famosíssima Stay e a própria Dead Man's Party. Outro hit fácil de se lembrar do é Just another Day do álbum Boi-ngo de 1987.

Sai em seguida o duplo ao vivo Boingo Alive de 1988 e em 1989 Skeletons in the Closet com as músicas Skin, Flesh'n Blood, When the lights go out. Já na formação do grupo estão Mike Bacich - teclados e John Avila - baixo. Em Março de 1990 o Oingo Boingo visita o Brasil em função da turnê de Dark at the Wnd of the Tunnel com o novo tecladista Carl Graves. No ano de 1981 sai uma ótima coletânea do grupo Best O'Boingo. Dá-se então um intervalo de 3 anos voltando com o ábum Boingo, um pouco mais sofisticado e maduro onde destacam-se Insanity, Mary e um cover para I am the Walrus dos Beatles. Em 95 sai o duplo ao vivo Farewell, tendo ótimas músicas do Boingo, um pouco mais vibrantes e potentes do que o normal. Em 1999 é lançaco Anthology uma coletânea dupla, recomendada para aqueles que desejam ouvir todas as fases do Oingo Boingo.



Only a Lad

Download de Only a Lad - 1981


Nothing to Fear

Download de Nothing to Fear - 1982


Good For Your Soul

Download de Good For Your Soul - 1983


Collection

Download de Collection

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Sábado, 21 de Janeiro de 2006

Yes

Oi galera, encontrei este servidor e estou compartilhando com vocês. A qualquer momento ele pode ser retirado do ar. Logo, quem espera perde tempo. A taxa de transferência é ótima.

Chris Squire (baixo) e o vocalista Jon Anderson juntaram-se a Tony Kaye (teclados), Peter Banks (guitarra), os dois últimos do The Syn, e Bill Bruford (bateria) e formaram o Yes em 1969, nome escolhido por Banks. O som virtuoso e progressivo com influências clássicas e pitadas de folk, sempre foi a marca da banda que, desde o início, conquistou o público. No mesmo ano lançam seu álbum de estréia com um som bastante psicodélico, característica da época. O álbum foi bem recebido pela crítica e pelo público. Na sequência vem Time and a Word e The Yes Álbum (respectivamente de 70 e 71), este segundo já com Steve Howe na guitarra. Time and a Word teve duas capas diferentes: no Reino Unido apresentava o desenho de uma mulher nua, mas nos EUA teve que sair com uma foto da banda. O curioso é que Steve Howe está nessa foto apesar de não ter sido ele quem gravou a guitarra, já que entrou na banda logo após a gravação.

A primeira turnê pelos EUA foi junto com o Jethro Tull, depois disso, Rick Wakeman veio substituir Tony Kaye, que saiu alegando diferenças musicais e formou uma banda chamada Badger. Com essa nova formação, o Yes lançou dois de seus melhores álbuns: Fragile e Close to the Edge. Por questões contratuais, Fragile tem diversas faixas com Kaye no teclado (que já estavam gravadas quando ele saiu). Yessongs traz a turnê de 1973 e Alan White na bateria no lugar de Bruford, que juntou-se ao King Crimson. Relayer de 75 é gravado com Patrick Moraz nos teclados e seu som é mais dado para o jazz. Nessa época, Jon Anderson sugere que cada membro lance um álbum solo, o que acontece entre os anos de 75 e 76. Anderson lança Olias of Sunhillow; Squires, Fish Out of Water; Steve Howe, Beginnings; Alan White, Ramshackled e Moraz, The Story of I (ou simplesmente I).

No ano seguinte, Wakeman volta e fica na banda até 1978, quando deixa o Yes novamente junto com Jon Anderson. Em seus lugares entram Geoff Downes (teclado) e Trevor Horn (voz e guitarra). O resultado não foi nada agradável e, consequentemente, a banda acabou. Jon Anderson lançou outro álbum solo, Song of Seven, que traz algumas músicas suas que não entraram em Tormato do Yes. Howe e Downes formaram o Asia com John Wetton e Carl Palmer (ELP). Squire e White juntaram-se a Jimmy Page formando o XYZ (que significa ex-Yes e Zeppelin), que não deu muito certo e terminou antes de lançar álbuns. Mas nem tudo estava perdido e em 83 a banda faz a sua volta triunfal: Jon Anderson e Tony Kaye chamam o guitarrista Trevor Rabin e o Yes volta à ativa. Porém, os álbuns que seguem não são tão bons quanto os antigos. Em 89 uma cisão ocorre no Yes. Forma-se o ABWH (Anderson, Bruford, Wakeman e Howe) que lança um álbum homônimo. Squire, que tinha os direitos do uso do nome da banda, não gosta muito desse projeto e o Yes, com Rabin, White, Kaye e á claro Squire, fica conhecido como YesWest.

Essa formação do YesWest não estava muito firme, alguns integrantes tinham projetos solos, mas algumas demos foram gravadas. O ABWH lança o 2º álbum: Dialogue. Os integrantes das duas partes começam a ter um contato mais frequênte e em 91 sai Union, com material escrito e composto tanto pelo ABWH quanto pelo YesWest. A turnê que seguiu esse álbum levou as duas bandas ao palco. Depois da turnê, Bruford e Howe cairam fora e a gravadora exigiu que a banda (voltando ao nome original: Yes) se reestruturasse. Wakeman também saiu, participando como convidado do álbum seguinte, mas tendo olhos principalmente em sua carreira solo (muito bem sucedida por sinal). Em 96 tudo muda quando Rabin e Kaye deixam a banda e Steve Howe e Rick Wakeman voltam para o lançamento de Keys to Ascension, um álbum duplo ao vivo que traz de volta toda a mágica do Yes. O sucesso é tão grande que é lançado outro duplo, em 98.

Em 1999, Billy Sherwood participou das gravações do inédito “The Ladder”, e mais um álbum duplo, desta vez ao vivo, sai em 2000 sob o título de “House of Yes: Live from House of Blues”, gravado em uma apresentação da banda em Las Vegas. No line up de “Magnification”, em 2001, o Yes não contou com nenhum tecladista e sim com uma orquestra inteira para acompanha-los, inclusive, durante a turnê. Comemorando 35 anos de carreira, chega a coletânea “The Ultimate Yes- 35th Year Anniversary Collection” e o DVD duplo “YesSpeak”, gravado durante a excursão européia da banda.



Discografia




Download de Time And A Word


Download de The Yes Album


Download de 9012 Live - The Solos


Download de Friends & Relatives


Download de Keys To Ascension I


Download de Keys To Ascension II


Download de YesYears I
Download de YesYears II
Download de YesYears III
Download de YesYears IV


Download de Yesshows


Download de Yessongs I

Download de Yessongs II

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Restos de Nada

Hospedagem dos álbuns, texto, fotos e montagem: Mr Bad Guy

Segundo a lenda, o Restos de Nada nasceu de uma outra banda chamada N.A.I. (Nós Acorrentados no Inferno). Essa banda durou poucos meses, nunca se apresentou ao vivo e pode ter sido a primeira banda punk do Brasil no começo de 1978 com Clemente (baixo), Ariel (vocais), Carlos "Charles" (bateria) e Douglas (guitarra). Depois da mudança de nome, eles fizeram sua primeira apresentação justamente no primeiro show punk de que se tem notícia no Brasil em dezembro de 1978 no porão da casa de Kid Vinil no Jardim Colorado, zona leste de São Paulo. No "palco" apresentaram-se Restos de Nada e AI-5, ambas seguiram tocando juntas pela periferia de São Paulo até 1979 quando fizeram seu último show, junto com a estréia dos Condutores de Cadáver. Em 1987 o Restos de Nada se reuniu para gravar o LP do mesmo nome e deixar registrado os clássicos que pouquissímos privilegiados conheciam, como "Classe dominante", "Rebeldia incontida", "Restos de Nada", "Somos Todos Escravos de um Balde de Lixo" e a clássica "Desequilíbrio" que segundo Clemente era dos Condutores de Cadáver. Ariel só voltou a ter uma banda em 1988 quando formou os Invasores de Cerebros que existem até hoje. Os Inocentes, também na ativa até hoje após inúmeras mudanças de formação, continuam sendo a mesma banda honesta de sempre, fonte de inspiração e um dos melhores e mais energéticos shows punks brasileiros.

Restos de Nada

01 – Restos de Nada
02 – Ninguém é Meu Igual
03 – Ódio
04 – Deixem-me Viver
05 – Somos Todos Escravos de um Balde de Lixo
06 – Desequilíbrio
07 – Classe Dominante
08 – Direito à Preguiça
09 – Esperança de Liberdade
10 – Rebeldia Incontida
11 – R.D.N.I.
12 – Estrutura de Bronze
13 - Trechos de Show-Construção (V.Mazzei 79 / Cometários / Olimpop Rede Tupi 80)

Download "Restos de Nada"


Restos de Nada II

01 - Restos de Nada
02 - Ninguém é Meu Igual
03 - Estrutura de Bronze
04 - Doce Garrafa de Pinga
05 - Deixem-me Viver
06 - Ódio
07 - Escravos de um Balde de Lixo
08 - Filhos das Ruas
09 - Rebeldia Incontida
10 - Rotas Aduersas
11 - Classe Dominante
12 - Eu Tenho Medo
13 - Eles Vem e Vão!
14 - Opressores Não Mais!
15 - Pré-História

Download "Restos de Nada II"

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Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2006

Na Veia

Posted by Junior - SP to Lágrima Psicodélica at 1/20/2006 05:11:45 PM.
Eis mais um dia q entro no Lágrima a espera de uma surpresa e eis que está lá a discografia de uma das bandas que mais merecem respeito nesse país... Elogiar o blog já tá virando clichê...

Posted by Anonymous to Lágrima Psicodélica at 1/20/2006 05:08:32 PM
Cara, sou fã do Rory há exatos 30 anos.Sou-lhe "putamente" grato por seu blog.Zeca MartinsSão Paulo.

Posted by Anonymous to
Lágrima Psicodélica at 1/20/2006 03:16:50 PMO que posso dizer ? Não faria mais elogios ao já elogiado Blog Lágrima Psicodélica , vocês me tiraram lágrimas com esse especial dos Inocentes, Muito Bom ! Excelente! Valeu D+ Só eu conheço uma legião de aficcionados pelo Inocentes , vocês simplesmente tem muito bom gosto e atitude.

Posted by KaloroRPG to Lágrima Psicodélica at 1/19/2006 10:15:29 AM
Um blog digno.Vou recomendar para meus amigos!Muito bom trabalho amigo!Um abraço!

Gary Moore

Hospedagem dos Discos, Texto e Montagem: Fireball

Gary Moore nasceu em Belfast, Irlanda do Norte, em 1952. Começou a ouvir rock’n’roll com Elvis Presley e Beatles e, posteriormente, se interessou pelo blues de Jimi Hendrix, John Mayall e, principalmente, Peter Green. A primeira banda de Gary foi o power-trio Skid Row em 1970. Nessa mesma época se mudou para Dublin, onde conheceu e se tornou amigo de Phill Lynott. Com o Skid Row gravou 3 álbuns e deixou a banda para seguir carreira solo. Lançou um disco com a Gary Moore Band, em seguida, atendeu a um pedido de Phill Lynott para ingressar no Thin Lizzy em substituição a Brian Robertson, que deixara o grupo em 1977. Com o Thin Lizzy gravou o álbum “Black Rose” em 1978. Sua carreira solo começou, efetivamente, em 1979 com o single “Parisienne Walkways” que chegou ao Top Ten britânico. Seu primeiro álbum foi “Back On The Streets”. Na década de 80 Gary Moore lançou bons álbuns, com um direcionamento para o heavy/hard rock. Mas foi com a pegada buesy de “Still Got The Blues” de 1990 que sua carreira foi catapultada. O disco seguinte, “After Hours” contou com as participações de bluesmen como Albert King, B.B.King e Albert Collins. Em 1994, Gary Moore se juntou aos ex-Cream, Ginger Baker e Jake Bruce, no projeto BBM com o álbum “Around The Next Dream”. Em 1995, lançou “Blues For Greeny” em homenagem a Peter Green. Em seus 2 álbums seguintes, “Dark Days In Paradise” e “A Different Beat” experimentou outros estilos, antes de retornar ao blues/rock em “Back To The Blues”. Em 2002, formou o power-trio Scars, com algumas influências mais modernas e som bastante pesado. Finalmente, em 2004, lançou seu último trabalho até o momento, “The Power Of The Blues”, voltando ao estilo que o consagrou.


Download de Around Next Dream

Download de Best Of The Blues

Download de Blues Alive

Download de Back To The Blues

Download de Power Of The Blues

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Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2006

Inocentes

Boa noite galera "rokiana" como diz meu irmão Joe. O que combinamos? + novidades, não foi? Então, quem está postando agora aqui no Lágrima Psicodélica com Fireball e eu é o nosso mano Rogério Utrila. Para começar, Rogério manda nada mais e nada menos que Inocentes. Começar assim é Punk. Seja bem vindo meu irmão.

Hospedagem dos álbuns, texto, fotos e montagem: Rogério Utrila

O Inocentes nasceu em agosto de 1981, formado por três ex-membros do Condutores de Cadáver, banda punk que durou de 1979 a 81, Antônio Carlos Calegari, (guitarra), Marcelino Gonzales (bateria) e Clemente (baixo), este, o mais experiente, pois já havia tocado no Restos de Nada, uma das primeiras bandas punk paulistanas, que ajudou a fundar em 1978, junto com Douglas Viscaino. Os três chamaram o novato Maurício para assumir os vocais.Não demorou muito para o Inocentes se destacar na cena paulistana, e ser convidado, junto ao Cólera e ao Olho Seco, a participar da coletânea “Grito Suburbano”, o primeiro registro sonoro das bandas punks brasileiras, lançada pelo selo Punk Rock Discos em 1982.Com a explosão do movimento punk paulistano para todo o Brasil, o Inocentes conseguiu projeção nacional e se tornou um de seus porta-vozes. Um manifesto escrito por Clemente para a revista “Galery Around”, da onde saiu a frase “Nós estamos aqui para revolucionar a música popular brasileira, pintar de negro a asa branca, atrasar o trem das onze, pisar sobre as flores de Geraldo Vandré e fazer da Amélia uma mulher qualquer”, causou o impacto de um soco no estômago. Eles viraram personagens do documentário em vídeo “Garotos do Subúrbio”, dirigido por Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”), e exibido no MASP em 1982, e do curta “Pânico em SP”, dirigido por Mário Dalcêndio Jr. No fim do mesmo ano, já com um novo vocalista, Ariel Uliana Jr., participam do antológico festival “O Começo do Fim do Mundo”, no SESC Pompéia, em São Paulo, que foi registrado ao vivo e lançado em disco no ano seguinte em forma de coletânea.Em 1983, fazem parte da invasão ao Rio de Janeiro por punks paulistanos, tocando no Circo Voador com sete bandas paulistas e mais Paralamas do Sucesso, de Brasília, e Coquetel Molotov, do Rio de Janeiro. Nesse mesmo ano, entram em estúdio para gravar seu primeiro LP, “Miséria e Fome”, que tem dez de suas treze músicas censuradas e acaba virando o compacto “Miséria e Fome”, com apenas três faixas liberadas. Participam do média-metragem “Punks”, dirigido por Sarah Yakni e Alberto Gieco, e, no fim do ano, já em trio, com Clemente nos vocais, a banda acaba em pleno palco do Napalm, casa noturna precursora do Madame Satã. Eles estavam de saco cheio dos rumos que o movimento punk havia tomado, as brigas entre gangs aumentavam a cada dia, não havia mais shows, zines e gigs. Então, resolveram encerrar suas atividades.

O Inocentes voltou um ano depois, 1984, com uma nova formação. Antônio Parlato, o Tonhão, na bateria, André Parlato no baixo, Ronaldo dos Passos na guitarra e Clemente nos vocais e guitarra. E também com uma nova proposta, um som mais próximo do pós-punk, e o objetivo de tocar além das fronteiras do movimento, com bandas como Patife Band, Ira!, Mercenárias, Voluntários da Pátria, Smack, 365, etc. O chamado Rock Paulista. Foram shows antológicos no Lira Paulistana, Zona Fantasma, Via Berlim, Rose Bom Bom e Circo Voador, no Rio de Janeiro, onde fizeram a abertura de um show da então já conhecidíssima Legião Urbana. Nesse mesmo ano, o “Grito Suburbano” é lançado na Alemanha com o nome de “Volks Grito”, pelo selo Vinyl Boogie, e a banda é incluída na coletânea “Life is Joke”, junto de bandas americanas, inglesas, espanholas, finlandesas, etc., lançada pelo selo Weird System também da Alemanha. Foram dois anos na estrada underground, até que, em 1986, Branco Mello, dos Titãs, leva uma demo deles para a Warner e finalmente eles são contratados por uma grande gravadora e lançam o mini-LP “Pânico em SP”, produzido por Branco e Pena Schmidth, tornando-se a primeira banda punk brasileira a gravar por uma multinacional. O disco causa o maior estardalhaço na mídia e a banda excursiona por todo o Brasil pela primeira vez. As vendas na Warner são boas, mas não são as esperadas pela gravadora. Apesar disso, a banda conquista respeito e público por todo o país.

O segundo disco pela multinacional sai no ano seguinte, 1987, e se chama “Adeus Carne”. Dessa vez é um LP produzido por Geraldo D’Arbilly e Pena Schmidth. E contém hits que martelaram as rádios rock, como “Pátria Amada”, “Tambores” e “Cidade Chumbo”. O show de lançamento, realizado no Center Norte, no estacionamento do shopping na zona norte de São Paulo, reúne mais de dez mil pessoas. Apesar de tudo isso, a gravadora deixa a banda de lado por considera-la “difícil” de trabalhar. O terceiro disco pela Warner só vem em 1989, produzido por Roberto Frejat, do Barão Vermelho. É um disco um tanto confuso, desde a capa, onde a banda aparece nua e algemada, até o conteúdo, uma mistura de rock’n’roll, punk, rap e sei lá mais o quê. Tudo isso é resultado da pressão exercida pela gravadora em cima da banda. Não que o disco seja ruim – contém clássicos como “A Face de Deus” e “O Homem que bebia demais” –, mas o clima dentro da banda esquenta, tornando-se insuportável. A capa foi o resultado de uma tentativa da banda em persuadir a gravadora a não colocar os quatro na capa novamente, mas eles adoraram a foto e ela acabou saindo assim mesmo. As gravações foram um tanto tumultuadas e a banda preferia esquecer os shows de lançamento em São Paulo e no Rio. O resultado de toda essa confusão foi a saída de Tonhão e de André Parlato, substituídos por César Romaro, na bateria, e Mingau, no baixo, e por fim a saída da banda da Warner.O início dos anos 90 foram terríveis. Sem gravadora, o Inocentes ainda teve de aturar uma terrível onda de cover que assolou o país. Foram anos difíceis, com poucos shows e pouca grana. A banda, traumatizada, tomava rumos cada vez mais distantes do punk rock que a consagrou. Em 1991, uma demo com a música “O Homem Negro” chegou à rádio 89Fm e tocou sem parar. A música, uma mistura certeira entre punk, rap e rock, conquistou novos fãs e abriu novos horizontes para a banda, que, em 1992, lança um disco quase acústico, o “Estilhaços”, pelo selo Cameratti. Pela primeira vez a banda freqüenta o circuito de shows da Secretaria de Cultura da Cidade de São Paulo, fazendo vários shows gratuitos em casas de cultura pela periferia da cidade. A faixa “Faminto” toca sem parar nas rádios rock e a banda volta a excursionar.

Em 1994, o peso das guitarras começa a voltar no novo trabalho que se chama “Subterrâneos” e é lançado pela gravadora Eldorado. A banda participa do curta-metragem “Opressão”, de Mirella Martinelli, onde interpreta a si mesma e Clemente é assassinado em pleno palco por um bando de skins nazistas. O filme ganha vários prêmios pelo mundo. Clemente grava com Thayde e DJ Hum, uma versão de “Pânico em SP” que acaba mudando a letra e o nome para “Testemunha Ocular”. A música faz parte da coletânea “No Majors Baby”, produzida por Marcel Plasse para a gravadora Paradoxx, e é a primeira colaboração oficial entre músicos de rock e rap em São Paulo. O Inocentes faz o show de abertura da apresentação que os Ramones fizeram no Olímpia, em São Paulo. Foram três dias de pancadaria, com Calegari voltando a banda, desta vez assumindo baixo no lugar de Mingau, que foi tocar com Dinho Ouro Preto. Os shows tiveram uma grande repercussão e, quando a banda se preparava para gravar um novo CD, veio outro baque: saem César Romaro e Calegari. Sem pestanejar, Ronaldo convoca Nonô, baterista do Full Range, e Clemente chama um velho amigo para assumir o baixo, Anselmo Guarde (ex-vocalista do SP Caos e ex-baixista do Viúva Velvet e do Fogo Cruzado). Com essa formação, no fim de 1995, a banda entra em estúdio para gravar seu novo álbum, “Ruas”, que foi lançado no ano seguinte, 1996, pela gravadora Paradoxx. O novo disco retoma a pegada punk. A banda toca no primeiro Close-up Planet com Sex Pistols, Bad Religion, Silver Chair e Marky Ramone, que elogia a banda, o show, o novo disco e acaba amigo dos Inocentes, dividindo vários shows pelo interior. A apresentação no Close-up repercute bem e os Inocentes caem na estrada, chegando até Recife, onde se apresentam no Abril pro Rock de 1997.No ano seguinte, 1998, eles entram em estúdio de novo para gravar “Embalado a Vácuo”, seu novo trabalho. O álbum chega a ser lançado pela Paradoxx, que o vende para a poderosa Abril Music, que o relança, em 1999, com capa nova e dois bonus tracks. A música “Cala a Boca” invade as rádios rock, e chega a ficar dois meses em primeiro lugar na rádio Brasil 2000, sendo só desbancada pelo Kiss, que desembarca no Brasil para um show no autódromo de Interlagos. A banda não deixa barato e faz sua parte, realizando dois shows memoráveis, um com o Ultraje a Rigor, na USP, e outro com o Ira!, no SESC Itaquera, reunindo mais de dez mil pessoas por show. O banho de água fria foi a chegada de Marcos Maynard, novo presidente da Abril Music, que simplesmente colocou a banda em escanteio. Foi um baque. O Inocentes ainda chegou a gravar, já em clima de despedida, o disco “O Barulho dos Inocentes”, produzido por Clemente e Rafael Ramos, com versões de várias canções punks nacionais que a banda gostava. Chegaram a fazer uma versão sofrível para “I Wanna Be yor Boy Friend”, dos Ramones, aliás, uma versão sobre encomenda para a gravadora que encheu o saco da banda. Pena que uma versão matadora para “Should a stay or shout i go”, do Clash, não foi liberada a tempo e acabou não saindo no disco, que simplesmente foi jogado fora pela gravadora. Ou seja, o ano de 2000 não existiu.Em janeiro de 2001, já fora da Abril, que, aliás, faliu, o Inocentes finalmente grava um disco ao vivo, no SESC Pompéia, em São Paulo.

O “20 anos ao Vivo” é licenciado para o selo RDS, e não tem nenhuma correção posterior em estúdio. É um ao vivo ao vivo mesmo. Eles ainda fizeram o show de abertura do Bad Religion no Credicard Hall, e simplesmente destruíram. Todos estavam animadíssimos, mas, como não poderia deixar de ser, há um novo baque: Ronaldo dos Passos resolve deixar a banda após quase 20 anos de estrada, alegando problemas pessoais. Ele é o cara que estava havia mais tempo na banda depois de Clemente. Todo mundo ficou esperando o cara na passagem de som de um show no Woodstock, casa noturna em São Paulo. Ligavam para casa do Ronaldo e ninguém sabia onde ele estava. Simplesmente ele não apareceu, e a banda foi obrigada a fazer o show em trio, assim como fizeram os três shows seguintes. Um deles foi o primeiro que a banda fez em Maceió, no festival “Acendedor de Candeeiros”. Quando a banda participa do versão paulista do Abril pro Rock, no SESC Pompéia, já está com André Fonseca (Okotô) nas guitarras. Começam tempos difíceis. Nonô sai da banda e três bateristas passam por ela: Rodrigo Cerqueira (ex-Skuba), Calabreza (Okotô) e Edgard Avian (ex-Gritando HC). Os Inocentes ainda participam do “Bananada”, em Goiânia e das “Noites do Sr. F”, em Brasília, enquanto vai preparando um novo CD.Foram seis meses no estúdio, compondo e ensaiando. No fim de todo esse tempo, eles só tinham quatro músicas prontas. Clemente é admirador do André desde a época em que ele tocava no Patife Band, mas os processos de composição não batiam, e é difícil assumir isso para um amigo.Ronaldo foi tocar com o Kid Vinil no Magazine, e mais umas outras bandas sem expressão. Já estava separado de sua mulher e louco para voltar a estrada, quando encontrou Clemente em uma balada. Rolou a velha química e a dupla voltou à ativa. Com a saída de André Fonseca, saiu também o baterista Edgard, e em seu lugar foi convocado Frederico Ciociola, o Fred. A banda fechou com o lendário selo Ataque Frontal e, em dois meses, compôs e gravou “Labirinto”, produzido pela própria banda e gravado no estúdio Nimbus. A primeira prensagem esgotou em menos de uma semana e a música “Travado” começa a ser executada nas rádios. Bem... daí pra frente, a história ainda tem que ser feita.


Pânico em SP – 1986


1 Rotina
2 Ele Disse Não
3 Não Acordem a Cidade
4 El Salvador
5 Expresso Oriente
6 Pânico em SP

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Adeus Carne – 1987


1 Patria Amada
2 Eu
3 Morrer aos 18
4 Não Sei Quem Sou
5 Tambores
6 Não é Permitido
7 Em Pedaços
8 Cidade Chumbo
9 Na Sarjeta
10 Pesadelo
11 Adeus Carne

Download "Adeus Carne"


Miséria e Fome – 1988


1 Miséria e Fome
2 Morte Nuclear
3 Aprendi a Odiar
4 Calado
5 Não à Religião
6 (Salvem) El Salvador
7 Torturas, Medo e Repressão
8 Não Diga Não
9 Vida Submissa
10 Meninos do Brasil
11 Maldita Polícia

Download "Miséria e Fome"


Inocentes – 1989


1 Animal Urbano
2 Mais Um na Multidão
3 A Face de Deus
4 Promessas
5 A Lei do Cão
6 O Homem que Bebia Demais
7 Nosso Tempo
8 Marcha das Máquinas
9 A Voz do Morro
10 Garotos do Subúrbio

Download "Inocentes"


Estilhaços – 1992


1 Em Chamas
2 O Homem Negro
3 Sangue Ruim
4 O Estranho
5 Faminto
6 Deixa Prá Lá
7 A Noite Dorme Lá Fora
8 Estilhaços
9 Anjos
10 A Face de Deus

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Subterrâneos – 1994


1 Subterrâneos
2 O Mal
3 Inimigo
4 Ninguém
5 Espectro
6 Desequilibrio
7 Pois Que Seja Assim
8 Tudo Bem
9 Nesse Meu Olhar
10 Canção Para Esquecer

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Ruas – 1997


1 A Cidade Não Pára
2 Nada de Novo no Front
3 Sem Valor
4 Nunca Diga Jamais
5 Vermes
6 Só a Raiva Vai nos Salvar
7 Sob o Sol de 40 Graus
8 Garras
9 Intolerância
10 Escombros
11 Ignorado
12 Fios Elétricos

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Embalado à Vácuo – 1999


1 Lisa
2 Cala a Boca
3 Nem Sempre
4 De Bar em Bar
5 Minta pra Mim
6 Um Cara Qualquer
7 Nem Tudo Volta
8 A Lei
9 Nada Pode nos Deter
10 O Impossível
11 Vícios
12 Teddy Blues
13 Fechem os Olhos dos Jornais

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Garotos do Subúrbio – 1999


1 Rotina
2 Ele Disse Não
3 Não Acordem a Cidade
4 El Salvador
5 Expresso Oriente
6 Pânico em SP
7 Não é Permitido
8 Mais um Dia
9 Terceiro Mundo
10 Liberdade Condicional
11 Mais Um na Multidão
12 Miséria e Fome
13 Eu Não Quero
14 Garotos do Subúrbio

Download "Garotos do Subúrbio


O Barulho dos Inocentes – 2000


1 São Paulo
2 Nos Braços da Vampira
3 Franzino Costela
4 Quero Ser Seu Namorado (I Wanna be Your Boyfriend)
5 Sandina
6 Sinto
7 Quanto Vale a Liberdade
8 Periferia
9 Restos de Nada
10 Desequilibrio
11 Sujos e Bêbados
12 Inimizade
13 Repeat (Please)
14 O Verme

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Labirinto – 2004


1 Amanha Será Tarde Demais
2 Travado
3 Nojo
4 Não Vai Ficar Assim
5 Fúria
6 Uscaraéfoda
7 Nada A Perder
8 Estraga
9 100 X 100
10 Treze
11 Tenho Mêdo
12 Nóia
13 Underground
14 25 Segundos De Silêncio
15 Decomposição

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Kenny Wayne Shepherd

Hospedagem e Montagem: Fireball


Kenny Wayne Shepherd nasceu em 1977 e ganhou sua primeira guitarra aos 9 anos. No início da década de 90 chegou a ser considerado um novo gênio e herdeiro do lugar deixado por Stevie Ray Vaughan .
Com influência evidente do próprio SRV, além de Albert King, Duane Allman e Robert Cray, Kenny Wayne lançou seu primeiro disco em 1995, com apenas 17 anos. “Ledbetter Heights” contava com o vocalista Corey Sterling e mostrava músicas vibrantes, passando pelo rockin’ blues, Texas blues e acoustic blues. No encarte desse disco encontra-se até uma dedicatória apaixonada de James Brown que rasgava elogios ao garoto. Nos 2 álbuns seguintes, “Trouble Is” (1998) e “Live On” (1999), já com o vocalista Noah Hunt, Kenny Wayne foi, aos poucos, dando mais espaço ao rock em sua composições.
Após 5 anos sem lançar nenhum material, Kenny Wayne Shepherd reaparece em 2004 com “The Place You’re In”, apresentando um som bastante diferente, bem mais pop, praticamente abandonando o blues e, pela primeira vez, fazendo todos os vocais. Apesar das qualidades de Kenny, essa parece não ter sido uma boa escolha: seu vocal é bem inferior ao de Noah Hunt e a música perdeu sua identidade.



Ledbetter Heights



Trouble Is





Live On

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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2006

The Smiths

Álbuns hospedados por: Cacá
Texto, fotos e montagem: Johnny F

O cenário musical do começo dos anos oitenta estava corroído por um grande número de bandas de pop comercial, que se alastravam através das rádios de todo o mundo com seus hits descartáveis, sintetizadores eletrônicos e letras sem sentido. Contra este cenário de insignificância poética e pobreza musical apareceram os Smiths. "The Smiths" foi o nome criado pelo vocalista e letrista Morrissey para a banda que, vinda do circuito alternativo de Manchester, redefiniu a música da década de oitenta como um todo. "Smith" é o sobrenome mais comum na Inglaterra - o próprio anonimato expresso por ele servia como uma corrosiva crítica àqueles grupos que, não tendo nada para dizer, se escondiam por trás de títulos complicados e pomposos. Morrissey, por outro lado, adotava uma postura anti-estrelato, tendo até liderado uma campanha contra videoclipes quando a MTV estava em seu auge. Conforme ele mesmo afirmava: "nossa tarefa foi a de escolher o mais ordinário dos nomes e ainda assim produzir algo de mérito artístico" - e, com o mais ordinário dos nomes, foi exatamente isto o que eles fizeram.

Steven Patrick Morrissey nasceu em 1958, na cidade de Manchester, interior da Inglaterra. No começo dos anos 70, ele participou de uma banda chamada Wild Ram. Logo mudaram o nome para Not Sensibles, e depois mudaram mais uma vez, para Ed Banger and the Nosebleeds. Naquela época, a formação tinha Eddie Garrity nos vocais e Vini Reilley na guitarra. Em 1977, ambos saíram e Morrissey passou a cantar. Mudaram o nome para apenas The Nosebleeds, e entraram mais três integrantes: Pete Crooks [baixo], Toby [bateria] e Billy Duffy [guitarra]. Este último iria se tornar um integrante do The Cult anos mais tarde. Mas o grupo se dissolveu em 1978. Em maio de 1982, Morrissey foi apresentado a um guitarrista chamado John Mahr. Naquele momento, Mahr trabalhava em lojas de roupas e estava procurando por alguém que pudesse escrever letras para suas músi cas. Então, os dois uniram forças e em pouco tempo já tinham algumas canções prontas. A idéia inicial era compor músicas e tentar ganhar algum dinheiro vendendo-as para outros artistas. Mas logo mudaram de idéia. Procuraram por mais dois caras e montaram uma banda. O nome escolhido foi The Smiths, e John passou a se chamar Johnny Marr e Steven Morrissey, apenas Morrissey. Os outros dois eram Mike Joyce na bateria e Andy Rourke no baixo.

Em 4 de outubro de 1982, eles fazem o primeiro show. O primeiro single foi "Hand In Glove", lançado em maio de 1983. Em 18 de maio de 1983, gravam o primeiro BBC Sessions, que mais tarde seria tocado no John Peel Show. Em junho do mesmo ano, o The Smiths assina com a Rough Trade Records. No dia 03, os Smiths tocam no Birmingham Fighting Cocks, onde o Joy Division fez sua estréia seis anos antes. Nada de mais importante aconteceu até o mês de outubro do mesmo ano, quando lançaram o terceiro single, chamado This Charming Man [dia 28]. Foi um enorme sucesso e vendeu horrores, se tornando o single mais vendido da pequena gravadora Rough Trade. Em 20 de fevereiro de 1984, lançaram o primeiro disco, apenas intitulado como The Smiths. Mas a expectativa criada pela mídia foi tanta que os resultados acabaram se tornando meio frustantes. Se não fosse o single Heaven Knows I´m Miserable Now, talves o grupo já teria se desfeito. O lado B do single era uma música chamada Suffer Little Children, que chamou a atenção da mídia e fez dos The Smiths algo interessante novamente. No dia 19 de abril, começam uma mini turnê pela Europa. Em agosto de 1984, How Soon is Now? é lançado como um B-Side de William. It Was Really Nothing. Agora o cenário tinha mudado. O Smiths era um grupo bem mais conhecido e estavam sendo cotados como uma promissora banda da Inglaterra. Eles gravam o novo disco, e a compilação Hatful of Hallow é lançada em 12 de novembro de 1984. Mais dois discos de estúdio são lançados. Meat is Murder sai no dia 14 de fevereiro de 1985, o The Smiths consegue emplacar o albúm na primeira posição das paradas inglesas. O baixista Andy Rourke sai da banda em fevereiro de 1986. E Craig Gannon entra como um novo membro.

Em 16 de maio, sai o single Bigmouth Strikes Again. E o álbum The Queen is Dead é lançado em junho de 1986. Fazem uma turnê pelos Estados Unidos para promover o novo disco, em agosto de 1986. No dia 20 de outubro, seria a vez de lançar o single Ask. O The Smiths toca no National Ballroom, Kilburn, no dia 23 de outubro, e 14 das músicas tocadas no show são mais tarde usadas no disco ao vivo Rank. Em novembro, Craig Gannon deixa o grupo. No dia 12 de dezembro de 1986, tocam no Anti-Apartheid Movement Concert, em Londres. Seria o último show na Inglaterra. E no dia 17 de dezembro, The Final Peel Sessions vai ao ar. Em março de 1987, começam as gravaçoes do próximo disco. Dois singles e uma compilação de B-Side são lançados, Lounder than Bombs [Estados Unidos] e The World Won´t Listen [Europa] em maio de 1987. Tudo estava correndo bem, até que Marr decide deixar o grupo em agosto de 1987.

O The Smiths lança o quarto álbum, Strangeways Here We Come, no dia 18 de setembro de 1987. Com ele, o contrato com a Rough trade termina e eles pretendem assinar um novo acordo com a multinacional EMI, mas se separam defitivamente. Em setembro de 1988, lançam um disco ao vivo oficial, com o nome Rank. Ninguém acreditava que Morrissey sozinho poderia levar uma carreira solo adiante. Mas ele continuou escrevendo músicas e pediu auxílio ao produtor Steven Street. Street achou um novo guitarrista para o grupo, chamado Vini Reilley. O primeiro single com a nova formação foi Suedehead, e todas as críticas feitas foram positivas.

The Smiths - 1984

Download de The Smiths


Hatful of Hollow - 1984

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Axel Rudi Pell

Hospedagem e Montagem: Fireball


O guitarrista Axel Rudi Pell nasceu na Alemanha em 27/06/1960 e tem sido um dos grandes nomes do metal germânico há 2 décadas.
No começo nos anos 80 montou sua primeira banda, o Steeler, na qual gravou 4 discos. Em 1987, Axel deixou o Steeler para se lançar em carreira solo.
Em 1989 sai seu primeiro disco, "Wild Obsession".
Desde então, lança discos regularmente, mostrando um som que lembra principalmente o Rainbow, evidenciando seu estilo neo-clássico com grande influência de Ritchie Blackmore.
Nesses anos todos, nomes importantes da cena metálica européia como Jeff Scott Soto, Mike Terrana, Jörg Michael e Rob Rock já fizeram parte da banda de Axel Rudi Pell. Os dois álbuns abaixo fazem parte da melhor fase do grupo, contando com Jeff Scott Soto nos vocais.



"Between The Walls" (1994)



"Magic" (1997)

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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2006

Van Halen

Hospedagem, Fotos e Montagem: Fireball

Os irmãos Eddie e Alex Van Halen nasceram na Holanda e mudaram-se para a Califórnia ainda crianças, em 1967. Em meio a uma família de músicos profissionais, desde cedo tomaram aulas de piano clássico. Logo, porém, Eddie e Alex passariam a tocar guitarra e bateria, respectivamente. Em 1974, com o vocalista David Lee Roth e o baixista Michael Anthony, montaram a banda Mammoth. O nome foi mudado para Van Halen ao descobrirem que já havia uma outra banda chamada Mammoth. Com um repertório que misturava covers de pop-rock, hard-rock e algumas composições próprias se tornaram rapidamente a banda mais popular do circuito de clubes de Los Angeles. Apesar das performances de palco explosivas do vocalista David Lee Roth o destaque da banda era outro.

Eddie Van Halen começou a chamar a atenção com seu estilo de tocar a guitarra, "martelando" as cordas com ambas as mãos e criando técnicas próprias que ficariam conhecidas posteriormente como tapping, hammer-on e pull-off. A velocidade e precisão de Eddie eram algo inédito até então e ele se tornaria em pouco tempo um dos mais influentes guitarristas modernos. Tendo chamado a atenção de Gene Simons (baixista do Kiss), a banda conseguiu um contrato com a gravadora Warner, lançando o seu primeiro álbum, auto-intitulado, em 1978. O solo de Eruption é considerado por muitos como o melhor solo de todos os tempos e, sem dúvida, revolucionou a maneira de se tocar guitarra. O álbum chegaria a platina. Os discos que se seguiram ("Van Halen II" , "Women And Children First" , "Fair Warning" e "Diver Down") apenas confirmaram a popularidade crescente da banda. O álbum chamado "1984", lançado em 1983, seria o divisor de águas na carreira do Van Halen, que passa ao status de uma das maiores do mundo. A música "Jump" tornou-se seu primeiro hit a chegar ao número 1. Dentro da banda, porém, havia tensão crescente com Roth não se conformando em ser apenas um coadjuvante na banda de Eddie. Com Dave se dedicando demais a um disco solo, "Crazy from the Heat" (que trouxe o hit "Just A Gigolo") e deixando em segundo plano as gravações do Van halen, acabou sendo demitido. Para seu lugar foi chamado Sammy Hagar, que havia cantado na banda Montrose e seguido, posteriormente, uma bem sucedida carreira solo.

Os álbuns lançados na seqüência mantiveram o sucesso da banda, porém já sem o mesmo brilho de antes. Em 1996, após 4 discos de estúdio e 1 ao vivo, é a vez de Sammy Hagar deixar o Van Halen. Chegam a ensaiar a volta de David Lee Roth, que gravou 2 novas músicas para uma coletânea, mas quem assumiu os vocais foi Gary Cherone, ex-Extreme . Cherone gravou apenas um disco, Van Halen III, em 1998 e também deixou o grupo. Desde então, em meios aos problemas de temperamento e saúde de Eddie (alcoolismo e tratamento de um câncer de garganta), a banda não conseguiu estabilizar uma formação definitiva para lançamento de material inédito.


1978 - Van Halen: Download

1979 - Van Halen II:
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1980 - Women and Children First:
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1981 - Fair Warning:
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1982 - Diver Down:
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1984 - 1984:
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1986 - 5150:
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1988 - OU812:
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1991 - For Unlawful Carnal Knowledge:
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1993 - Live: Right Here, Right Now:
Download Parte 1 / Download Parte 2

1995 - Balance:
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1996 - Best of Volume I:
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1998 - Van Halen III:
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2004 - The Best of Both Worlds:
Download Parte 1 / Download Parte 2 / Download Parte 3 / Download Parte 4


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Domingo, 15 de Janeiro de 2006

The Clash

Hospedagem dos álbuns: JH II & Johnny F

The Clash foi um grupo de punk rock britânico que durou de 1976 até 1985. Uma das bandas mais aclamadas pela crítica da época, o The Clash foi famoso por seu alcance musical (incorporavam reggae, rockabilly, e eventualmente muitos outros estilos musicais em seu repertório), por demonstrar uma sofisticação lírica e política que os distinguia da maioria de seus companheiros no movimento punk, e por suas explosivas performances ao vivo.

Formado originalmente por Joe Strummer - também conhecido como: John Mellor - (vocais, guitarra rítmica), Mick Jones (vocais, guitarra), Paul Simonon (baixo e vocais), Keith Levene (guitarra guia) e Terry Chimes - creditado no primeiro LP como "Tory Crimes" - (bateria), o Clash foi formado em Londres em 1976 durante a primeira leva do punk britânico. Strummer fazia parte dos The 101ers e Jones e Simonon da lendária banda de proto-punk London SS. Por influência do empresário Bernie Rhodes, Levene e Simonon recrutaram Strummer. Estava formado o Clash. Keith Levene foi o guitarrista da banda neste começo, mas depois de 5 shows abandonou o grupo sob circustâncias ambíguas.

Depois do lançamento do primeiro álbum do Clash, Chimes foi substituído pelo baterista Topper Headon. Inicialmente a banda foi conhecida por sua visão extremamente esquerdista e pelas roupas que eles pintavam com slogans revolucionários. O primeiro show foi em 1976 como banda de apoio dos Sex Pistols, e então eles assinaram contrato com a CBS Records. O Clash lançou seu primeiro compacto ("White Riot") e seu primeiro álbum (The Clash) em 1977, alcançando sucesso considerável no Reino Unido. Apesar disso a CBS se recusou a lançá-los nos Estados Unidos, só o fazendo dois anos depois.

The Clash foi um álbum de punk rock britânico seminal. A maioria das músicas eram porradas de 2-3 minutos, mas as composições e melodias superiores destacaram Strummer e Jones entre a maioria de seus contemporâneos. Incluiria também a primeira evidência de sua habilidade, que se repetiria por toda a carreira da banda, de absorver um estilo musical e dar a ele uma atmosfera própria, aqui com uma versão do clássico do reggae “Police and Thieves”.

Seu álbum seguinte, Give ‘Em Enough Rope, foi o primeiro a apresentar Topper Headon em todas as faixas. Rope foi lançado em 1978, alcançando a segunda colocação na parada de sucessos britânica mas fracassando em sua tentativa de penetrar no maior mercado mundial de música, os Estados Unidos. Assim como a maioria das primeiras bandas punk, o Clash protestava contra a monarquia e a aristocracia no Reino Unido e ao redor do mundo. Mas ao contrário dessas primeiras bandas punks, o Clash rejeitou o sentimento dominante de niilismo e anarquismo. Ao invés disso, eles se solidariezaram com diversos movimentos de libertação da época. Sua visão política era expressada explicitamente em seus versos, como em “White Riot”, que encorajava jovens brancos a entrarem para organizações libertárias de negros.

Certa vez, em 1977, durante um show da ‘’Love Music Hate Racism’’ organizada pela Liga Anti-Nazismo, Joe Strummer vestiu uma polêmica camiseta com as palavras ‘’Brigate-Rosse’’ e o emblema da facção Baader-Meinhof estampadas no centro. Ele declarou posteriormente que usou a camiseta não para apoiar os terroristas, mas para chamar atenção à sua existência. Ainda assim, ele se arrependeu depois do show, o que o levou a compor a canção “Tommy Gun”, renunciando à violência como um meio de protesto. O The Clash também apoiava o IRA e o PLO, e, posteriormente, o Sandinista e outros movimentos marxistas da América Latina, além de estarem envolvidos diretamente com a polêmica Liga Anti-Nazismo e o Rock Against Racism. Eles são geralmente creditados por fundar as bases do punk rock no protesto liberal.

"Give Em Enough Rope" foi o primeiro álbum do Clash lançado nos E.U.A., e para divulgá-lo a banda organizou uma turnê norte-americana em 1979. Seu primeiro álbum só sairia ali em julho de 1979, então em versão drasticamente revisada e editada da lançada anteriormente. O sucesso de crítica e de vendas do Clash nos Estados Unidos veio com ‘’London Calling’’, um álbum duplo lançado em 1979 (pelo preço de um simples, por exigência da banda). Além do punk, apresentava uma gama variada de estilos, incluindo o rockabilly e reggae. A seguir veio Sandinista!, álbum triplo pelo preço de um duplo, lançado no final de 1980. A banda continuou seus experimentos com o reggae e o dub, se expandindo em direção a outras técnicas de produção e estilos musicais, que incluíam jazz e hip-hop. O resultado confundiu os novos fãs e as vendas caíram, embora tenham se saído melhor nos E.U.A. Depois do lançamento de Sandinista!, o Clash entrou em sua primeira turnê mundial, visitando países da Ásia e da Oceania.

Em 1982, a banda retornou com o mais vendido de seus álbuns, ‘’Combat Rock’’, apresentando os sucessos “Rock The Casbah” e “Should I Stay Or Should I Go?”. Embora os sintomas tenham aparentemente passado despercebidos com o sucesso de ‘’Combat Rock’’, mas depois deste álbum o Clash começou lentamente a se desintegrar. Topper Headon foi demitido devido à problemas com drogas, e o baterista original da banda, Terry Chimes, foi chamado de volta para a turnê seguinte. Depois da turnê ‘’Combat Rock’’ de 1982 ele saiu do Clash, convencido de que o grupo não duraria muito tempo com todas as brigas e desentendimentos. Em 1983, depois de uma longa busca por um novo baterista, Pete Howard foi recrutado e tocou com a formação original em alguns shows nos Estados Unidos.

Em setembro de 1983, Strummer e Simonon expulsaram Jones da banda, citando seu comportamento problemático e divergências musicais. Depois de uma série de testes, a banda contratou Nick Shepperd e Vince White, ambos com 23 anos, como seus novos guitarristas. Eles voltaram a se apresentar em janeiro de 1984, e no final do mesmo ano anunciaram que um novo disco estava a caminho. As sessões de gravação deste novo álbum foram decepcionantes, com o empresário Bernie Rhodes recusando o talento considerável de Howard em favor de uma bateria eletrônica, alterando drasticamente os arranjos das músicas e baseando o som da banda em sintetizadores. Desiludidos com o álbum, Strummer levou o Clash para viajar pela Inglaterra e Escócia, tocando de graça em esquinas e bares. O grupo apresentou seus últimos shows em 1985. Enquanto isso, ‘’Cut The Crap’’ era lançado, sendo bombardeado pelas críticas e sofrendo vendas pífias.

Joe Strummer atuou em alguns filmes, gravou trilhas sonoras e tocou com algumas bandas de sucesso limitado. No final dos anos 90, ele reuniu um grupo chamado The Mescaleros, assinando com o selo punk Hellcat Records e lançando um álbum chamado ‘’Rock Art and the X-Ray Style’’. A banda passou a fazer turnês pelos Estados Unidos e Inglaterra, tocando, além de suas músicas, sucessos do Clash e clássicos do reggae. Em dezembro de 2002, Strummer morreu subitamente, vítima de um ataque cardíaco. Ele tinha 50 anos. O álbum do Mescaleros em que ele estava trabalhando, ‘’Streetcore’’, foi lançado postumamente em 2003, sendo aclamado pela crítica.

Depois do fim do The Clash, Paul Simonon entrou para um grupo chamado Havana 3AM, que gravou somente um álbum no Japão e se separou. Posteriormente Simonon voltaria às suas raízes de artista visual, organizando várias galerias de arte. Sua relutância em voltar a tocar foi citado como a principal razão de o Clash ter sido uma das poucas bandas punks britânicas dos anos 70 que não se aproveitou da febre de nostalgia punk que assolou o final dos anos 90 para tentar relançar a carreira.

Depois de ser despedido do Clash, Topper Headon seguiu sem rumo com seu vício em heroína. Ele formou uma banda de jazz que durou pouco tempo. Até a gravação do documentário de Don Letts sobre o Clash, ‘’Westway To The World’’, Headon tinha sumido do mundo da música. Atualmente ele está limpo e continua a tocar. Foi em um de seus shows que ele ficou sabendo da morte de Joe, e em 2003 ele anunciou que tocaria em tributo a seu antigo companheiro de banda.

Mick Jones depois que deixou The Clash formou o grupo Big Audio Dynamite (BAD) em 1984 com Don Letts, diretor de vários vídeos do Clash e do documentário Westway To The World. O primeiro álbum da banda foi This Is Big Audio Dynamite. Em 2005 Mick e Tony James do Generation X formam o grupo Carbon Silicon.



1977 - The Clash: Download

1978 - Give 'Em Enough Rope:
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1979 - London Calling (Special Edition):
Download Parte 1 / Download Parte 2 / Download Parte 3 / Download Parte 4

1980 - Sandinista!:
Download Parte 1 / Download Parte 2 / Download Parte 3 / Download Parte 4

1982 - Combat Rock:
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1985 - Cut the Crap:
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Violeta de Outono

Álbuns hospedados por: Cacá
Texto, fotos e montagem: Johnny F

Johnny, conforme combinado, seguem os links dos 2 primeiros discos do Violeta de Outono, o "Violeta de Outono" e "Em Toda Parte". São discos e não os cd´s, porque eu tive que converter tais álbuns de vinil para wav, para depois ripar para mp3. Assim sendo, em algumas faixas destes discos é possível, ouvir alguns "arranhões" que existiam nos discos, mas não há prejuízo à continuidade das músicas. Converti estes discos em 1998, para wav e somente agora, ripei para mp3.

Num porão do bairro de Pinheiros - São Paulo, em março de 1984 foi formada por Fabio Golfetti, Claudio Souza (ex-membros da primeira formação da banda Zero) e Angelo Pastorello o Violeta de Outono. O som foi um resultado da integração do rock psicodélico/progressivo e elementos de arte contemporânea como a arquitetura e artes visuais. Em novembo de 1985 num pequeno gravador de dois canais é registrada a primeira demo-tape contendo ‘Outono’, ‘Dia Eterno’, Declínio De Maio’ e ‘Reflexos Da Noite’. No dia 12 dezembro deste mesmo ano acontece a primeira apresentação ao vivo do Violeta De Outono, banda convidada para abrir para a banda Sotaque (Dialect) no teatro Lira Paulistana, em São Paulo. Em 1986 a loja especializada Wop Bop cria seu próprio selo independente e convida Violeta De Outono para inaugurá-lo, gravando seu primeiro vinil.

Em julho de 86 começa às gravações com o selo Wop Bop no estúdio Country Produções e em setembro é o lançamento do EP ‘Violeta De Outono’, gravado em 8 canais; o disco surge como uma marca definitiva da sonoridade da banda. Para o lançamento de seu primeiro disco, a banda excursiona em São Paulo e Rio de Janeiro; também toca no show do Ira!, ‘Vivendo e não Aprendendo’, na Praça do Relógio, na USP, para aproximadamente 10.000 pessoas. Um novo selo está surgindo no mercado fonográfico neste ano e Violeta De Outono mais uma vez é convidado para fazer a estréia, dessa vez o selo Plug, da BMG-Ariola, dedicado exclusivamente ao rock alternativo. Enquanto isso, a banda viaja pelo estado de SP, se apresenta de novo no Rio de Janeiro e marca presença na cidade de São Paulo com uma série de shows no SESC Pompéia. Em 1987 o Violeta De Outono fica em segundo lugar, de acordo com a crítica e em primeiro, na votação dos leitores da revista Bizz, e é considerada a Banda Revelação de 1986 e recebe o prêmio num evento que lotou o Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro ao lado do The Cure, Titãs e IRA!.

Em março e maio de 1987 é o início das gravações nos estúdios da BMG-Ariola (RCA na época), em São Paulo e em julho o LP ‘Violeta De Outono’chega às lojas, registrando o repertório que estava sendo apresentado em muitas apresentações da banda desde o início, além da regravação de ‘Outono’ e da consagrada cover ‘Tomorrow Never Knows’, dos Beatles. No Observatório Nacional, no Rio de Janeiro, é gravado o videoclipe ‘Dia Eterno’. O novo álbum é lançado com shows em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Em 12 de dezembro, com a transmissão de uma apresentação ao vivo nos estúdios da 89 FM a banda comemora, junto com a rádio, 2 anos de existência e dá origem ao programa ‘Ensaio Geral’. Em 1988 tem nova nova eleição na Bizz e a capa do novo LP é considerada, pela crítica e pelo público, a segunda melhor capa de 1987. Uma antiga idéia da gravadora Wop-Bop e da banda – lançar um EP de covers – se torna realidade com a assinatura de um contrato.

Em maio começam as gravações do EP nos estúdios Softsynk. Com ‘The Early Years’, o Violeta De Outono se aproxima mais de outros músicos através do saxofone de Livio Tragtenberg e seus arranjos para um trio de cordas, além do registro definitivo das influências que marcaram a evolução da banda. Em agosto este trabalho é executado ao vivo no auditório do MASP (Museu de Arte de São Paulo), durante três dias. Em outubro de 87 começam as gravações do quarto álbum. Produzido por Fabio Golfetti e RH Jackson, o novo trabalho acrescentará novas tonalidades sonoras ao estilo do Violeta De Outono com a utilização de instrumentos étnicos sintetizados eletronicamente e de samplers. Tendo passado por um estúdio de produção eletrônica e depois finalizado nos estúdios da BMG-Ariola, começam as mixagens do LP ‘Em Toda Parte’. Mas, atrasos na prensagem impedem a chegada do LP às lojas no tempo esperado, mas o Violeta De Outono apresenta o novo disco, ainda nas fitas master – além de toda sua carreira musical – em um programa de 2 horas e meia na rádio Brasil 2000, em São Paulo.

O LP ‘Em Toda Parte’ chega às lojas e a Wop-Bop lança o trabalho de covers ‘The Early Years’ em cassete, em edição limitada de 500 cópias. Em outubro acontecem os shows de lançamento de ‘Em Toda Parte’ em São Paulo. Ao mesmo tempo a Wop-Bop lança o primeiro single da Ópera Invisível, trabalho solo de Fabio Golfetti ligado ao poeta-músico australiano Daevid Allen, do grupo psicodélico inglês Gong. O compacto, ‘Numa Pessoa Só’, foi incluído entre os melhores do ano na parada independente do programa 12 O’Clock Rock, da rádio californiana KPFK. Em novembro de 87 a banda se apresenta em Porto Alegre, no teatro OSPA e gravação especial para a TV Educativa. Em Janeiro1990, durante uma pausa nos ensaios e shows, o Violeta De Outono começa um intercâmbio com distribuidoras independentes dos EUA, entre elas a Wayside Music. Junho. E Claudio Souza deixa a banda por algum tempo. Ele é substituído em alguns shows por Claudio Fontes (Faces & Fases e a banda de Edgar Scandurra). No dia 28, a banda faz show no Circo Voador para 3.000 pessoas. Já em 1991 começam a gravar material para o primeiro disco da Ópera Invisível, que conta com Fabio Golfetti, May East e Renato Mello. No dia 1°. de Junho acontece a primeira materialização ao vivo da Ópera Invisível (Invisible Opera) no Projeto Atmosferas, no SESC Pompéia, SP. No dia 11 de julho de 91 acontece Show do Violeta De Outono no Aeroanta, com Claudio Fontes na bateria e Renato Mello no saxofone.


Violeta de Outono - 1987

Download de Violeta de Outono
1. Outono
2. Declínio De Maio
3. Faces
4. Luz
5. Retorno
6. Dia Eterno
7. Noturno Deserto
8. Sombras Flutuantes
9. Tomorrow Never Knows



Em Toda Parte - 1989

Download de Em Toda Parte
1. Rinoceronte na montanha de geléia
2. Em toda parte
3. Vênus
4. Aqui e agora
5. Outra manhã
6. Ilhas
7. Terra distante
8. Dança
9. Lunática

Clique no link abaixo para acessar o vídeo do Violeta de Outono


Valeu meu irmão Cacá.

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Bruce Dickinson

Boa noite galera. Ano novo e novidades na área. Estamos constantemente pensando em melhorar o nosso underground, ainda mais que já estamos beirando a casa dos 100.000 visitantes. Isto é muito louco. É muita gente que nos visita e temos que receber estes visitantes bem. Assim, começamos essas melhorias com a presença de um amigo de longas datas: meu irmão Fireball, que vai a partir de agora também postar comigo aqui no blog. Com isto, ganhamos mais agilidade. Eu não estava dando conta do material enviado para postar por Fernando, JH II, Rogério, Cacá, as meninas Sabrina, Carla, Nina e os vários links que a galera vem nos enviando. A postagem a seguir é do meu irmão Fireball. Seja bem vindo mano.


Hospedagem dos álbuns, fotos e montagem : Fireball

Paul Dickinson nasceu em 07 de agosto dee 1958 e não se sabe exatamente por qual motivo adotou o codinome Bruce. Mas o fato é que Bruce Dickinson, Bruce Bruce ou Bruce "Air Siren" como também é chamado é, sem dúvida, um dos maiores vocalistas de heavy metal que já surgiu neste planeta.
Bruce começou sua vida como vocalista cantando em bandas que só são conhecidas pelo fato "dele" ter participado de sua história. São elas: Xerox, Shots, Speed e Styx (não a banda americana com o mesmo nome) nos anos 70. Após isso, foi para o Samson, banda que o projetou como vocalista e na qual gravou dois álbuns. Saiu do Samson em 1982 para o estrelato ao ingressar o Iron Maiden no final de 1981, mas isso é um capítulo à parte.
Seu envolvimento com a carreira solo se deu em 1990 quando, antes do lançamento de No Prayer for the Dying (álbum do Iron Maiden), foi convidado para gravar uma música para o filme "A Hora do Pesadelo" de Freddy Krueger. Segundo o próprio Bruce, o material era tão bom que não compensou fazer apenas uma música. Fez-se o álbum "Tattoed Millionaire", que contava com Bruce Dickinson, Janick Gers (guitarra), Fabio Del Rio (Bateria) e Andy Car (baixo). Janick Gers (que compôs a maioria das músicas junto com Bruce ) já tinha trabalhado nas bandas White Spirit (Ian Gillan, ex-Deep Purple), Fish (antigo vocalista do Marillion) e de Paul Di’anno. Bruce declarou que "Tattoed Millionaire" era uma tentativa de resgatar o rock and roll dos anos 70 e na verdade, muitos fãs se enganaram quanto ao seu conteúdo, que não era heavy metal e nem semelhante ao Iron Maiden. Son of A Gun (uma de suas melhores músicas), a faixa-título, Born in 58 (feita em homenagem a seu avô), Dive!Dive!Dive! e All the Young Dudes (cover de David Bowie) foram os destaques. Seguiu-se uma turnê por alguns países onde foi feito um vídeo ao vivo chamado Dive!Dive!Dive! Também foi através de Bruce Dickinson que Janick Gers entrou no Iron Maiden após a saída de Adrian Smith.

Seu segundo álbum solo foi lançado depois que deixou o Iron Maiden. Em 1994 lança "Balls to Picasso", trazendo um heavy metal diferente e cheio de novos elementos. Seu pensamento até então era distanciar-se o máximo possível do estilo Iron Maiden e nada em "Balls to Picasso" lembrava sua antiga banda. A música carro-chefe do álbum foi Tears of the Dragon que até hoje é tocada em seus shows. A formação que tocou neste álbum foi composta pela banda Tribe of Gypsies, com Roy Z (guitarra), Eddie Cassilas (Baixo), Dave Ingraham (bateria) e Doug Van Booven (percussão). A maioria das músicas foram compostas por Bruce e Roy Z, originando uma parceria que se mantém até hoje. Neste mesmo ano de 1995, sai Alive in Studio A que foi um CD duplo. O primeiro CD é uma gravação ao vivo em estúdio. O segundo CD é ao vivo e com platéia -At The Marquee- e tem algumas músicas do primeiro trabalho solo Tattoed Millionaire, além das do Balls to Picasso. Também foi neste ano que Bruce se apresentou com sua banda solo no Brasil (sem sequer tocar uma música do Iron Maiden), esta por sua vez trazia outros músicos que gravariam o seu próximo passo solo, o Skunkworks. Skunkworks foi concebido em 1996 e seus músicos eram Alex Dickson (guitarra), Chris Dale (baixo) e Alessandro Elena (bateria). Este álbum talvez tenha sido o único momento realmente fraco pelo qual Bruce passou em sua carreira solo, debaixo de muitas críticas que o acusavam de ter feito um álbum grunge. Suas declarações na imprensa ajudaram ainda mais aos fãs criticarem duramente Skunkworks. Bruce defendia o grunge e colocava o heavy metal em baixa. Independente disso, algumas músicas se destacavam como Back From the Edge, Inertia, Solar Confinament e Inside the Machine (esta foi tocada ao vivo ainda na turnê de Balls to Picasso no Brasil em1995). Também foi na turnê de Skunkworks que Bruce decidiu tocar pela primeira vez em sua carreira solo uma música do Iron Maiden, The Prisioner, para finalizar os shows. Chegou a vir no Brasil para a divulgação do álbum mas não se apresentou com a banda para uma turnê nacional.

Devido a seu fracasso, a banda Skunkworks foi dissolvida e, em 1997, Bruce aparece com um novo trabalho chamado "Accident of Birth", acompanhado de ninguém menos do que Adrian Smith (guitarra e ex-Maiden). Era uma volta ao heavy metal clássico, e pela primeira vez, uma reaproximação do estilo Iron Maiden. O responsável pela capa e pelo mascote 'Eddison' foi Derek Riggs, o desenhista da maioria das capas do Maiden. Para muitos, inclusive esse que vos escreve, é apontado como o melhor trabalho solo de Bruce. Novamente traz a banda Tribe of Gypsies com Roy Z (guitarra e produtor), Eddie Cassilas (baixo) e Dave Ingraham (bateria), além do próprio Adrian Smith (guitarra). A maioria das músicas foi composta por Bruce e Roy Z, mas Road to Hell foi feita em parceria com Adrian Smith. Os maiores destaques ficam por conta de Freak, Dark side of Aquarius, faixa-título, Road to Hell e The Magician . Também foi no final de 1997 que Bruce se apresentou com esta banda no Skol Rock, tocando várias músicas do Iron Maiden. Flight of Icarus, Powerslave, Two Minutes to Midnight e Run to the Hills foram algumas delas. A maior surpresa mesmo foi a presença de Adrian Smith que desde 1985 (Rock in Rio) não vinha ao país. Ainda nesta turnê, Bruce e Adrian disseram que o próximo álbum viria ainda mais pesado mas sem fugir do estilo adotado em "Accident of Bith". Em 1998 sai o tão esperado "The Chemical Wedding", cumprindo a promessa de Bruce e Adrian, ou seja, mais pesado mas dentro do estilo de Accident of Birth. Seu tema principal é a alquimia e alguma coisas de Aleister Crowley e do pintor e poeta inglês William Blake. A banda era mais uma vez composta por Adrian Smith (guitarra), Roy Z (guitarra, produtor e maior compositor junto à Bruce), Eddie Cassilas (baixo) e Dave Ingraham (bateria). As principais músicas são Book of Thel, Trumphets of Jericho, a faixa-título e Jerusalem. Solos perfeitos, bateria pesada, bases pesadíssimas e vocal soberbo marcam "The Chemical Wedding". Em 1999 Bruce e Adrian voltam ao Iron Maiden, deixando em segundo plano a carreira solo do vocalista durante alguns anos .

Após o sucesso de sua volta ao Iron Maiden, tendo lançado 2 álbuns de estúdio, um ao vivo gravado no Rock In Rio e 2 DVDs (1 ao vivo no Rio e outro contando a história da banda), Bruce resolve retomar sua carreira solo após 7 anos, paralelamente ao Maiden. Novamente com a parceria de Roy Z, Bruce lança em 2005 o álbum "Tyranny Of Souls", aclamado pela crítica e, considerado por muitos, melhor que os últimos trabalhos do Iron Maiden. Em 2005 participou também como convidado no álbum "Execution" do brasileiro Renato Tribuzy e esteve novamente no Brasil em dezembro de 2005 para os shows do Tribuzy, onde, obviamente, foi a grande atração. No momento, Bruce está concentrado em preparar novo material para o Iron Maiden, que deve entrar em estúdio em 2006 para gravação de mais um álbum .



Download de Tyranny Of Souls

Queen IV

Hospedagem dos álbuns, texto e fotos: Mr Bad Guy
Montagem: Johnny F

Clique abaixo para acessar o que já publicamos sobre o Queen

Queen no Morumbi / Queen no Rock in Rio

O embrião do Queen foi a banda Smile, formada em 1968 por Brian May e Tim Staffell, estudantes do Imperial College em Londres. Através de um anúncio no mural da escola adquiriram o baterista Roger Taylor. Em 1969 embora apenas tendo se apresentado para platéias de amigos, conseguiram apoio da gravadora Mercury Records. No Ealing College of Art Tim Staffell apresentou a banda a Freddie Bulsara (vocalista de uma outra banda, Wreckage, que mais tarde mudaria seu nome para Freddie Mercury).

Em 1970 Stafelll abandonou o Smile. Brian e Roger se juntaram a Freddie e fundaram a banda Queen. Após experimentar alguns baixista a formação se estabilizou com John Deacon. Após ensaios exaustivos e dezenas de apresentações na escola gravaram as primeiras demos, que apesar da pouca repercussão lhes valeram o apoio da pequena gravadora Trident em 1972. A partir de um acordo entre Trident e EMI foi lançado o álbum Queen em 1973 e iniciaram sua primeira turnê abrindo para a banda Mott The Hoople (rapidamente se tornando mais importante no show que a banda principal). Depois do lançamento de Queen II em 1974 a banda seguiu sua primeira turnê como headliner. Em meio às primeiras apresentações fora da Inglaterra (nos Estados Unidos) tiveram que interromper temporariamente as atividades em virtude de uma crise de hepatite de Brian May (que não participaria do início das gravações do próximo álbum em virtude da doença).

Sheer Heart Atack foi lançado em 1974 e se tornou um sucesso mundial. A turnê mundial que se seguiu teve de ser extendida, chegando a banda a se apresentar em lugares diferentes em um mesmo dia. A pressão dos shows levou Freddie Mercury a contrair uma séria infecção na garganta em meio a turnê que desta vez não chegou a ser interrompida apesar de algumas datas canceladas. Bohemian Rhapsody foi lançada em 1975. Uma verdadeira ópera rock, no sentido mais literal das palavras. Taxada de experimentalista pela gravadora uma música como aquela dificilmente chegaria a ser um hit. Mais do que isso, porém, Bohemian Rhapsody se tornou no maior clássico da banda e seu primeiro single a chegar ao número 1. O álbum A Night At The Opera (o primeiro a ter o nome de um dos filmes dos irmãos Marx) de 1975 se tornou o seu primeiro álbum a vender mais de 1 milhão de cópias e alavancou as vendas dos álbuns anteriores. Desde os Beatles nenhuma banda inglesa havia conseguido colocar quatro álbuns entre os 20 mais vendidos de uma só vez. O próximo álbum, A Day At The Races, mesmo antes de sair às lojas já havia vendido antecipadamente meio milhão de cópias a mais que o previsto.

A sequência de álbuns e singles de sucesso prosseguiu incansável, News Of The World (1977, com os sucessos We Will Rock You e We Are The Champions), Jazz (1978), Live Killers (gravação ao vivo de 1979), The Game (1980, com a polêmica Another One Bites The Dust, acusada de ter mensagens subliminares de incentivo ao uso da maconha) e a trilha sonora para o filme Flash Gordon (1980). A banda entra na década de 80 com o acréscimo de instrumentos eletrônicos e um começo de flerte com a dance music. The Works (1984) lança os hits Radio Ga Ga e I Want To Break Free nas rádios e MTV, marcando a fase de maior repercussão da banda. Em 1986 foi lançado A Kind Of Magic, trilha sonora para o filme Highlander, e Live Magic, um novo registro ao vivo.

Os membros da banda gravaram ainda, durante os anos 80, vários álbuns solos. O destaque obviamente ficou para Freddie Mercury, com o hit I Was Born To Love You (tema de novela no Brasil) e um ábum de grande repercussão com a cantora clássica Montserrat Caballe (destacando as músicas Barcelona, tema das Olimpíadas e How Can I Go On). Roger por suas vez chegou a gravar três álbuns com seu projeto solo, The Cross. Tendo sido eleita melhor banda dos anos 80 em dezenas de pesquisas em todo o mundo a banda encerra a década de 80 com o album The Miracle, lançado em maio de 89. Em fevereiro de 91 lanca Innuendo (Insinuaçao), album que marca a despedida do vocalista e líder Freddie Mercury. Com menções depressivas e letras subjetivas, um Freddie Mercury fraco insinua um dificil adeus, com músicas como The Show Must Go On (O show Deve Continuar) e These Are The Days Of Our Lives (Esses São os Dias de Nossas Vidas).

Alguns meses após o lançamento de Innuendo, Fred assumiria oficialmente ser HIV positivo, vindo a falecer de broncopneumonia em sua casa, 24 horas depois. Em entrevista à imprensa britânica o guitarrista Brian May lamenta a morte do companheiro de banda, dizendo ter perdido um irmão. Ainda em 91 é lançado o album coletânea Greatest Hits II. Em junho de 92, a banda realiza com sucesso um tributo em homenagem a Fred. O show conta com participações de astros e bandas consagradas, tendo toda a sua renda revertida para o combate à AIDS. No mesmo ano lança o album ao vivo Live At Wembley '86. Só em novembro de 95 é lançado Made In Heaven, um album póstumo com faixas ineditas. Dois anos depois, os integrantes se reencontrariam para o lançamento de Queen Rocks, com a belíssima canção, No One But You homenageando Freddie Mercury. A última coletânea oficial da 2ª melhor banda do mundo (segundo a Channel4, HMV e Classic FM), foi lançado em novembro de 99. Greatest Hits III conta com a participação de George Michael, David Bowie, entre outros... A banda fez alguns shows especiais com o vocalista Jeff Scott Soto (Malmsteen, Talisman) e uma estátua em homenagem ao vocalista Freddy Mercury foi levantada em frente ao Dominion Theatre, em Londres, onde acontece o musical "We Will Rock You", dirigido por Ben Elton. Em 2004 uma das apresentações mais importantes do Queen foi transformadas em um CD duplo e um DVD. O show realizado em 1982 no Milton Keynes Bowl, em Londres recebeu o nome de “Queen on Fire: Live at The Bowl”. O material lançado pela Hollywood Records trará o show na integra, além de entrevistas, galeria de fotos e cenas de bastidores.

Recentemente o guitarrista Brian May declarou a vontade de fazer uma turnê inteira com o cantor Paul Rodgers, ex-integrante do Free e do Bad Company, nos vocais. O Queen saiu em turnê pela Europa em março de 2005, com Rodgers como vocalista.

Discografia do Queen


Download de Queen - 1973



Download de Queen II - 1974



Download de Sheer Heart Attack - 1974



Download de A Night At The Opera - 1975



Download de A Day At The Races - 1976



Download de News Of The World - 1977



Download de Jazz - 1978



Download de Live Killers - 1979



Download de The Best of Queen - 1980



Download de The Game - 1980



Download de Flash Gordon - 1980



Download de Greatest Hits - 1981



Download de Hot Space - 1982



Download de The Works - 1984



Download de A Kind Of Magic - 1986



Download de Live Magic - 1986



Download de The Miracle - 1989



Download de Innuendo - 1991



Download de Greatest Hits II - 1991



Download de Live At Wembley '86 - 1992 Parte 1
Download de Live At Wembley '86 - 1992 Parte 2



Download de Made In Heaven - 1995



Download de Queen Rocks - 1997



Download de Greatest Hits III - 1999



Download de Live At The Bowl - 2004 Parte 1
Download de Live At The Bowl - 2004 Parte 2



Download de Return Of The Champions - 2005 Parte 1
Download de Return Of The Champions - 2005 Parte 2



Download de Live in Budapest



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Schenker-Pattison Summit

Hospedagem do álbum, texto e foto: Fernando Martini
Montagem: Johnny F

Projeto do guitarrista Michael Schenker (ex-Scorpions e UFO) que se uniu ao vocalista Davey Pattison, ao baixista Tim Bogert e ao baterista Aynsley Dunbar para regravar clássicos dos anos 70.


01. Rock Steady - Rodgers - 5:12
02. While My Guitar Gently Weeps - Harrison - 6:49
03. Too Rolling Stoned - Trower - 6:44
04. Layla - Clapton, GordoJ. - 7:56
05. I'm Losing You - Grant, Holland, Whitfield - 5:42
06. The Hunter - Cropper, Dunn, Jackson, Jones - 5:29
07. Badge - Clapton, Harrison - 4:58
08. I Don't Need No Doctor - Ashford, Simpson - 4:59
09. Dear Mr. Fantasy - Capaldi, Winwood, Wood - 7:07
10. Wang Dang Doodle - Dixon - 6:07
11. I'd Love to Change the World - Barnes - 4:45

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Sábado, 14 de Janeiro de 2006

Bad Company

Hospedagem do álbum: Rogério Utrila
Texto, fotos e montagem: Johnny F

O supergrupo de hard rock britânico Bad Company, foi formado em 1973 por componentes de 3 grandes grupos. Do King Crimson veio o baixista Boz Burrell, do Mott the Hoople o guitarrista Mick Ralphs e do Free o vocalista Paul Rodgers e o baterista Simon Kirke.


01. Can't Get Enough - 4:14
02. Rock Steady - 3:45
03. Ready for Love - 4:58
04. Bad Company - 4:46
05. Movin' On [Single Mix] - 3:19
06. Seagull - 4:04
07. Superstar Woman [Original Unused Track] - 5:04
08. Little Miss Fortune [Single Mix] - 3:50
09. Good Lovin' Gone Bad - 3:37
10. Feel Like Makin' Love - 5:11
11. Shooting Star - 6:16
12. Deal With the Preacher - 5:01
13. Wild Fire Woman - 4:33
14. Easy on My Soul [Single Mix] - 4:12
15. Whiskey Bottle [Single Mix] - 3:44
16. Honey Child - 3:16
17. Run With the Pack - 5:21
18. Silver, Blue and Gold - 5:03
19. Do Right by Your Woman [Previously Unused Mix] - 2:51
20. Burnin' Sky - 5:03
21. Heartbeat - 2:35
22. Too Bad - 3:51
23. Smokin' 45 [Original Unused Track] - 3:33
24. Rock & Roll Fantasy - 3:18
25. Evil Wind - 4:20
26. Oh, Atlanta - 4:10
27. Rhythm Machine - 3:45
28. Untie the Knot - 4:08
29. Downhill Ryder - 4:13
30. Tracking Down a Runaway [New Song] - 3:41
31. Ain't It Good [New Song] - 3:08
32. Hammer of Love [New Song] - 5:23
33. Hey, Hey [New Song] - 2:49

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Iron Maiden

Hospedagem do Álbum, Texto e Fotos: Fireball
Montagem: Johnny F.

Show gravado em março de 1982 no lendário Hammersmith Odeon, no início da "Beast On The Road Tour", que marcava a estréia de Bruce Dickinson no Iron Maiden. Esse registro, uma das melhores apresentações ao vivo do Maiden, seria lançado como vídeo naquela época. Porém, a péssima iluminação prejudicou as imagens e Steve Harris "engavetou" o projeto. 20 anos mais tarde, ao rever a fita, Harris percebeu que, apesar do vídeo ruim, a qualidade do áudio era excelente e resolveu lançar o material em cd no box-set "Eddie's Arquive". A formação é Bruce, Steve Harris, Dave Murray, Adrian Smith e Clive Burr.

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Sexta-feira, 13 de Janeiro de 2006

Hatesphere

Link e foto enviado por: Aurélio Mr.Lunga ( Fudeu a Gaia )
Montagem: Johnny F

Posta aí Johnny F. Hatesphere é muito bom.

Download de Hatesphere

01. The Beginning and the End - 1:56
02. Deathtrip - 1:52
03. Vermin - 4:38
04. Downward to Nothing - 2:57
05. Only the Strongest. - 3:52
06. What I See I Despise - 5:11
07. Last Cut, Last Head - 4:18
08. Warhead - 3:55
09. Blankeyed - 2:31
10. 500 Dead People - 5:13
11. Bark at the Moon - 3:50
12. Caught in a Mosh - 5:13

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Toy Dolls II

Link enviado por: Micael Machado
Foto e montagem: Johnny F

Oi! Para colaborar com o (excelente) post do Toy Dolls vai:

Singles 83/84

Download de Singles ´83-´84

Pass: virtualtrash

01. Cheerio and Toodle Pip Algar, Warne 3:48
02. H.O.! 3:25
03. Alfie from the Bronx Algar 3:33
04. Hanky Panky Algar 2:55
05. We're Mad Algar 4:57
06. Rupert the Bear Beadle, Roker 1:46
07. Deirdre's a Slag Algar 3:


Espero que aproveite!

Micael

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The Church

Links enviados por: Cacá
Texto, fotos e montagem: Johnny F

A banda Australiana The Church, insperada na música dos The Byrds, produz uma melancocolia sonora que captada através de suas guitarras, nos revela frases psicodelicas ricas em textura e melodia. Formada em Sydney no ano de 1980 pelo Steve Kilbey vocalista, Peter Koppes guitarrista e Nick Ward baterista, o The Church ainda recrutou Marty Willson-Piper para a segunda guitarra.


Download de Starfish Parte 1

Download de Starfish Parte 2



Download de El Momento Descuidado Parte 1

Download de El Momento Descuidado Parte 1

Pass: AlienOnAcid

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Premiata Forneria Marconi II

Hospedagem dos álbuns: Ricardo Galina
Fotos e montagem: Johnny F

Clique aqui para acessar o que já publicamos sobre o PFM


Fala aí pessoal da Lágrima. Tô enviando mais dois links do Premiata. São os dois últimos disco que eu que tenho. Mais tarde irei mandar mais links. Abraços, Ricardo Galina.



Download de Photos of Ghosts - 1973

01. River of Life - 7:01
02. Celebration - 3:53
03. Photos of Ghosts - 5:23
04. Old Rain - 3:41
05. Il Banchetto - 8:36
06. Mr. 9'Till 5 - 4:11
07. Promenade the Puzzle - 7:29



01. L' Isola Di Niente
02. Is My Face on Straight Mussida
03. La Luna Nuova
04. Dolcissima Maria Mussida, Pagani, Premoli
05. Via Lumiere

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Nuno Mindelis

Hospedagem do álbum: JH II
Texto, Fotos e montagem: Johnny F

Nascido em 7 de agosto de 1957 em Cabinda, Angola, Nuno Mindelis se apaixonou pela guitarra já aos cinco anos de idade. Aos nove, já estava tocando instrumentos construídos por ele próprio. Nessa época, já ouvia Otis Redding e sua grande banda, Booker T & the MG's, composta por Steve Cropper, Donald "Duck" Dunn e Al Jackson. Nuno admira estes músicos até hoje, e reconhece-os como uma influência importante em seu estilo. Em 1975, já no Canadá, Nuno juntou-se a um primo mais velho para formar uma banda de blues, tocando em bares locais. Um ano depois, decidiu reunir-se novamente com sua família que havia escolhido um novo país para morar: o Brasil.

Em 1990 ocorre o primeiro evento importante em sua carreira, quando lança seu primeiro disco solo, "Blues & Derivados", que passa a ser tocado em rádios de São Paulo, além de receber amplos elogios da crítica. Em 1992, gravou seu segundo disco, "Long Distance Blues", pela gravadora Movieplay. Contou com a participação especial de Larry Mc Cray, guitarrista da banda de Gary Moore, e J.J. Milteau, gaitista francês. Este trabalho chamou a atenção da mídia nacional, colocando Nuno como um músico de porte que passou a integrar festivais de blues ao lado de nomes como Robert Cray, Otis Clay, Ronnie Earl, Lonnie Brooks e Bo Didley. Em 1994, veio o reconhecimento internacional pela revista "Guitar Player" americana, destacando Nuno numa reportagem sobre o disco "Long Distance Blues". Maior destaque ainda ocorre em maio de 1998, quando Mindelis é eleito o "Melhor Guitarrista de Blues" segundo o concurso mundial de aniversário de 30 anos da revista.

Em 1995, Nuno apresentou-se em Austin, Texas, na comemoração do Vigésimo Aniversário da Antone's, abrindo para nomes como Junior Wells e Guy Forsite. No mesmo evento, tocaram ainda Clarence Gatemouth Brown e Storyville, entre outros. As manchetes de jornais como "Austin Blues", alertavam: "A Fera (beast) da América do Sul está chegando!" Ao final de 1995, Nuno gravou "Teaxas Bound" (gravadora Eldorado), tendo a seu lado seus novos amigos, Chris Layton e Tommy Shannon, integrantes da Double Trouble, banda de Stevie Ray Vaughan. Com esse disco, Nuno ganha platéias do mundo todo: do Brasil, dos EUA, até a Europa, onde realizou uma série de turnês bem sucedidas, sendo seu disco distribuído pela Taxim Records na Europa. 1999/2000: Nuno lança "Blues On The Outside". Mais uma vez, amplamente elogiado pela mídia nacional e internacional. Nuno é considerado pela crítica e fãs como o pricipal guitarrista de blues do país. Seus discos são tocados nas rádios, bem como na televisão. Os fãs de Eric Clapton o descrevem de acordo com um muro pichado que dizia "Clapton is God". No Brasil, o muro diz: "Mindelis - Brazil's Guitar God!"


Download de Texas Bound

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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2006

Blind Faith

Montagem: Johnny F

O Supergrupo Blind Faith era formado por Eric Clapton na guitarra, Rick Grech no baixo, Ginger Baker na bateria e Steve Winwood nos teclados. Lançam um único disco em 1969.

01. "Had to Cry Today" (Steve Winwood) - 8:48
02. "Can't Find My Way Home" (Winwood) - 3:16
03. "Well...All Right" (Jerry Allison, Buddy Holly, Joe Mauldin, Norman Petty) - 4:27
04. "Presence of the Lord" (Eric Clapton) - 4:50
05. "Sea of Joy" (Winwood) - 5:22
06. "Do What You Like" (Ginger Baker) - 15:18
07. "Exchange and Mart" (Unreleased) - 4:18
08. "Spending All My Days" (Unreleased) - 3:02



Download de Hyde Seek

01. Change of Address
02. Sleeping in the Ground
03. Sea of Joy
04. Under My Thumb
05. Well Alright
06. Can't Find My Way Home
07. Sleeping in the Ground
08. Untitled
09. Hey Joe
10. Untitled
11. Untitled
12. Untitled
13. Exchange and Mart
14. Spending All My Days


Comments: Tracks 1, 6-12 recorded at Morgan Studios, London, February - June 1969. Tracks 2-5 recorded at Hyde Park, London, on June 7, 1969. Tracks 13-14 recorded at Morgan Studios, London, October 1969.

Password: florcitaycamilo.blogspot.com

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Leslie West

Hospedagem dos álguns e fotos: Fernando Martini
Texto e montagem: Johnny F

Leslie West, ganhou primeiramente o reconhecimento como guitarrista do grupo The Vagrants. Grupo formado 1960 e produzido por Felix Pappalardi, produtor também do Cream.

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Derek & The Dominos

Hospedagem do álbum, texto e fotos: Fernando Martini
Montagem: Johnny F

Show gravado no Fillmore East, New York, em 23/24 de outubro de 1970 com Eric Clapton inspiradíssimo. A formação foi a seguinte: Eric Clapton (guitarra e vocal), Bobby Whitlock (Teclados e vocal), Jim Gordon (bateria) e Carl Radle (baixo).



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Funcionamento do MP3

Autor: Gabriel Torres


Todo mundo já ouviu falar no formato MP3 (MPEG Layer 3), usado para armazenar músicas e que tem gerado uma enorme polêmica.

O MP3 utiliza um esquema de compressão de áudio usando um algoritmo baseado em perda de dados. Isto é, as informações armazenadas em um arquivo MP3 não são iguais às de sua fonte original. Por esse motivo, ao contrário do que muita gente pensa, a qualidade de áudio de um arquivo MP3 não é igual ao de um CD. Na prática, entretanto, para a maioria das pessoas, o áudio parece ter a mesma qualidade.

Para você entender melhor essa questão, podemos fazer uma analogia ao famoso padrão de arquivos JPG. Esse formato de arquivos gráficos também comprime os dados originais através de um algoritmo baseado em perdas de dados. Para um usuário comum, imagens JPG parecem ter uma excelente qualidade, muito embora existam pontos que estejam "faltando" na imagem. Profissionais que trabalham com imagens, entretanto, conseguem perceber com facilidade a diferença de qualidade entre a imagem original e a imagem comprimida JPG. O mesmo ocorre com o MP3.

Em um CD de áudio, onde os dados são armazenados de forma não comprimida (essa forma não comprimida é chamada PCM ou Pulse Code Modulation), os dados são transferidos a uma taxa de 1411,2 Kbps, ou seja, cada segundo de áudio ocupa 176,4 KB (basta dividir por oito, já que um byte equivale a oito bits). Cada minuto ocupa cerca de 10 MB. Você não precisa ser nenhum gênio para calcular que uma música de 4 minutos é, na verdade, um arquivo de cerca de 40 MB dentro de um CD.

O algoritmo usado pelo MP3 remove do som original dados redundantes e irrelevantes, que normalmente não são percebidos pelo ouvido humano. Com isso, os arquivos gerados ficam menores. A taxa de compressão de um arquivo MP3 normalmente varia entre 10:1 e 12:1 (128 Kbps a 112 Kbps). Quanto mais comprimido for o som, menor será essa taxa de transferência, mas, em compensação, pior será sua qualidade. Ou seja, quanto maior a taxa de transferência (expressa em Kbps), maior será o arquivo e melhor será a sua qualidade de áudio.

Outro fator que influi diretamente na qualidade de áudio de um arquivo MP3 é o equipamento usado para gerá-lo. Para criar um arquivo MP3, você precisa de uma placa de som e de um aparelho de som conectado ao micro (se você for criar o arquivo a partir de um CD, você pode usar o próprio CD-ROM do micro em vez de um aparelho de som externo). Aí é que está o problema.

A maioria das placas de som existente no mercado tem uma péssima relação sinal/ruído (SNR, Signal-to-Noise Ratio). Para obtermos uma boa qualidade de áudio, a placa de som deve ter uma relação sinal/ruído acima de 96 dB. Quanto maior esse valor, melhor. A maioria das placas tem uma relação de 90 dB ou menor. As placas de som mais baratas possuem normalmente uma relação de apenas 80 dB! A conseqüência direta disso é que a placa de som irá gerar um ruído (um famoso chiado de fundo) que será injetado dentro do arquivo MP3 que estiver sendo criado. Você pode ver essa característica de sua placa de som em seu manual ou no site do fabricante na Internet.

Além da placa de som, a fonte de som também influi. Se você usar um aparelho de CD com uma relação sinal/ruído menor que 96 dB ou cabos de baixa qualidade, acabará injetando ruído ao arquivo.

Com um arquivo com compressão de 10:1 (taxa de 128 Kbps), cada minuto de áudio ocupará 10 vezes menos do que ocuparia em um CD, ou seja, apenas 1 MB por minuto. Como os arquivos ficam audivelmente com uma boa qualidade e com tamanho reduzido, acabaram gerando polêmica em relação à distribuição de músicas protegidas por direitos autorais através da Internet. Mas essa já é uma outra história.

Obs.: Os álbuns hospedados por nós, são ripados com a taxa de 128 Kbps. Taxa que é a ideal, por ter boa qualidade e ótima compressão, ou seja, ocupa pouco espaco no HD. A grande maioria dos álbuns podem ser ripados em um único arquivo. Para concluir, os álbuns que baixo e que estão com taxas maiores, faço a conversão para 128 Kbps. Recomendo, para quem gosta de software e hardware o site do Prof. Gabriel Torres, o autor deste texto. ( http://www.clubedohardware.com.br/ )

Som Nosso de Cada Dia II

Hospedagem do álbum e foto: Rogério Utrila
Montagem: Johnny F

01. Pra Swingar
02. Levante a Cabeça
03. François
04. Pra Segurar
05. Estação da Luz
06. Vida de Artista
07. Bem do Fim
08. Montanhas
09. Neblina
10. Água Limpa
11. Rara Confluência

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Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2006

Manu Chao

Links retirados do blog do meu irmão Tin - Sana Compaña
Texto, fotos e montagem: Johnny F

Filho de espanhóis, Chao nasceu na França e na adolescência atravessava o canal para mergulhar na cena punk londrina. Como se pode ver, as múltiplas influências culturais moldaram o trabalho do artista desde cedo. A mistura no trabalho de Manu Chao resultou no trabalho do grupo Mano Negra (nome emprestado de uma organização anarquista espanhola), o qual o artista fundou com um primo. O sucesso do primeiro single do grupo, o independente "Mala Vida", rendeu imediatamente um contrato com a Virgin Records. Mas a anarquia professada pelo grupo, operando sem manager, aliada a ousada mistura em seu trabalho, não possibilitaram o sucesso internacional - eles tentaram (e não consguiram) ‘acontecer ’ nos Estados Unidos no início dos anos 90. Continuando uma trajetória incomum, em 92 o Mano Negra excursionou pela América Latina num barco, acompanhado por atores e artistas de circo. Em 95, Chao mudou a base de operações do grupo para a Espanha, onde também formou o Radio Bemba Sound System. Com integrantes do Mano Negra e de fora, o Radio acabou gerando atritos que resultaram no fim do primeiro grupo. Chao voltou para a América Latina então, compondo e cantando aqui e ali. O resultado deste período foi o álbum "Clandestino" (1998), que incluia uma regravação de "King of Bongo", do Mano Negra. A canção figurou na trilha sonora do filme "The Next Big Thing", com Madonna. Em 2001, Chao lançou "Proxima Estación: Esperanza", que está gerando sucessos até hoje. E a anarquia continua… Para maiores informações, visite o site oficial de Manu Chao


Proxima Estacion: Esperanza - 2001

01-merry_blues_192_lame_cbr.mp3
02-bixo_192_lame_cbr.mp3
03-eldorado_1997_192_lame_cbr.mp3
04-promiscuity_192_lame_cbr.mp3
05-la_primavera_192_lame_cbr.mp3
06-me_gustas_tu_192_lame_cbr.mp3
07-denia_192_lame_cbr.mp3
08-mi_vida_192_lame_cbr.mp3
09-trapped_by_love_192_lame_cbr.mp3
10-le_rendez_vous_192_lame_cbr.mp3
11-mr_bobby_192_lame_cbr.mp3
12-papito_192_lame_cbr.mp3
13-la_chinita_192_lame_cbr.mp3
14-la_marea_192_lame_cbr.mp3
15-homens_192_lame_cbr.mp3
16-la_vacaloca_192_lame_cbr.mp3
17-infinita_tristeza_192_lame_cbr.mp3



Radio Bemba Sound System - 2002

01-intro_192_lame_cbr.mp3
02-bienvenida_a_tijuana_192_lame_cbr.mp3
03-machine_gun_192_lame_cbr.mp3
04-por_donde_saldra_el_sol_192_lame_cbr.mp3
05-peligro_192_lame_cbr.mp3
06-welcome_to_tijuana_192_lame_cbr.mp3
07-el_viento_192_lame_cbr.mp3
08-casa_babylon_192_lame_cbr.mp3
09-por_el_suelo_192_lame_cbr.mp3
10-blood_and_fire_192_lame_cbr.mp3
11-ezln_para_tods_todo_192_lame_cbr.mp3
12-mr_bobby_192_lame_cbr.mp3
13-bongo_bong_192_lame_cbr.mp3
14-radio_bemba_192_lame_cbr.mp3
15-que_paso_que_paso_192_lame_cbr.mp3
16-pinocchio_(viaggio_in_groppa_al_tonno)_192_lame_cbr.mp3
17-cahi_en_la_trampa_192_lame_cbr.mp3
18-clandestino_192_lame_cbr.mp3
19-rumba_de_barcelona_192_lame_cbr.mp3
20-la_despedida_192_lame_cbr.mp3
21-mala_vida_192_lame_cbr.mp3
22-radio_bemba_192_lame_cbr.mp3
23-que_paso_que_paso_192_lame_cbr.mp3
24-pinocchio_(viaggio_in_groppa_al_tonno)_192_lame_cbr.mp3
25-la_primavera_192_lame_cbr.mp3
26-the_monkey_192_lame_cbr.mp3
27-king_kong_five_192_lame_cbr.mp3
28-minha_galera_192_lame_cbr.mp3
29-promiscuity_192_lame_cbr.mp3

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Angelfish

Link enviado por: Ricardo Galina
Fotos e montagem: Johnny F


E aí pessoal Mais um link, agora o Angelfish aniga banda da Sirley Manson do Garbage, para quem não conhece o som, posso dizer que é muito bom, vale conhecer.

Download de Angelfish

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Vídeo Deep Purple

Johnny, segue link do vídeo do Deep Purple com Steve Morse na guitarra: JH II
Montagem: Johnny F

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Vários Links III

Segue links irmão, que eu peguei na NET. JH II

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Public Image Limited - PiL II

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Terça-feira, 10 de Janeiro de 2006

Rita Lee II

Link enviado por: Rogério Utrila (retirado do blog www.aisporecords.zip.net)
Texto, foto e montagem: Johnny F


HOJE É O PRIMEIRO DIA DO RESTO DE SUA VIDA (Polydor - 1972)
Direção de Produção: Arnaldo Baptista.

Dois anos após “Build up”, Rita Lee lança seu segundo álbum solo. A situação já é bem diferente. Se antes, Rita ainda era uma efetiva mutante; agora, a opção do grupo pelo rock progressivo (leia-se: influência do grupo Yes), praticamente jogava a artista para fora do Planeta dos Bauretz. Seu segundo disco é uma despedida e, ao mesmo tempo, o álbum mais Mutantes de todos os trabalhos do grupo. Nenhum dos seis álbuns da primeira fase do grupo – 1968-1972 – foi composto exclusivamente pelos integrantes, todos tiveram colaborações externas. O “Hoje é...”, não. Todas as faixas foram compostas pelo núcleo Arnaldo-Rita & Sérgio + Liminha: “Vamos tratar da saúde”; “Beija-me, amor”; “Hoje é o primeiro dia do resto da sua vida”; “Teimosa”; “Frique comigo”; “Amor branco e preto”; “Tiroleite”; “Tapupukitipa”; “De novo aqui, meu bom José?” (resposta irônica a lírica “José (Joseph)”, do “Build up”); “Superfície do planeta”. A censura retalhou algumas letras que, de ácidas, se transformaram em líricas. Em “Beija-me, amor”, ouvimos: “Para que eu sinta o seu gosto / Mesclado com o gosto de amor / “Mastigado entre os dentes meus...”. Mas, na verdade, o texto original dizia: “Para que eu sinta a saliva / E o gosto de cuspe / Escorrendo entre os dentes meus...”, (cf.: Carlos Calado: “A Divina Comédia dos Mutantes”, pág.285).

O único furo (novidade) no bloqueio-Mutantes é a (estréia) participação da cantora, compositora e instrumentista Lucia Turnbull, nos vocais. Futura parceira de Rita no projeto pós-Mutantes Cilibrinas do Éden, em 1973. Dupla que serviria de base, no ano seguinte, para o grupo Tutti Frutti, com a entrada do guitarrista Luiz Sérgio e do contrabaixista Lee Marcucci. Álbum de estréia: “Atrás do porto tem uma cidade”. Embora contemporâneo do LP “Mutantes e seus cometas no País dos Bauretz”, “Hoje é...” é um volta e/ou um símile do primeiro disco do grupo – “Os Mutantes –, de 1968. Uma audição (e uma visão) atenta de ambos mostra a estranha e estrondosa semelhança. A começar pelas capas: o álbum de 1968 traz, na contracapa, um pequeno desenho do grupo feito por Rita; no álbum solo, a capa traz um auto-retrato de Rita, a simplicidade gráfica esconde para revelar um dos elementos básicos da estética do grupo: o humor. O que, infelizmente, a opção progressiva da época encobriu ou descartou. “Hoje é...” se traduz em uma catarse final solo/coletiva rumo a esse elemento. Se de um lado, no “Bauretz”, o humor – muito presente – está submerso; no álbum solo, ele está explícito, sobre uma textura sonora que, às vezes, soa também progressiva.

O disco tem dois capítulos distintos:

(1) biográfico, na trilha de “Vamos tratar da saúde” e “Hoje é o primeiro dia do resto da sua vida”.
(2) Humorístico, em “Amor em branco e preto” (um hino não oficial para o Corinthians), “Tapupukitipa” e “Tiroleite”. Talvez a única tentativa vitoriosa de se fazer bom-humor com os valores da geração hippie. Essa canção, embora não tenha se transformado em sucesso rádio-televisivo, é um dos grandes “hits” das rodinhas de violão. Em algumas, divide o pódio com “Andança”, “No woman, no cry (Não chores mais)”, “Maluco beleza”, “Sobradinho” e coisas e tais.

Se “Hoje é...” é uma volta ao início do grupo, é, também, um disco-projeto do que seria a carreira-solo de Rita. Isto é, um amálgama da fórmula antropofágica de Oswald de Andrade: do AMOR / HUMOR. Depois de 1972, nem Rita nem os Mutantes seriam os mesmos. Cada um seguiu seu caminho. Todos, porém, dentro de alguma trilha que já estava demarcada nas obras primeiras do grupo. A partir dessa compreensão, podemos entender que, na verdade, a primeira fase do grupo não possui apenas cinco álbuns, mas oito – os cinco do grupo mais o tardio “Technicolor”, gravado em 1970 e lançado em 1999, os dois solos de Rita. Fechou a discografia? Para mim, não. Na verdade, essa fase tem nove discos. Ainda incluo o primeiro álbum solo de Arnaldo – “Lóki?”, de 1974. Como? É só reler este texto. Tudo que foi falado para os dois álbuns solos de Rita serve, com maior ou menor grau, para o “Lóki?”. Isso, se não computarmos: o disco-manifesto “Tropicália – ou panis et circensis”; o LP “A banda tropicalista de Rogério Duprat”, de 1968; e o compacto duplo de Caetano Veloso com as faixas: “A voz do morto”; “Baby”; “Saudosismo” e Marcianita”, gravado ao vivo, todos de 1968.

Marcelo Dolabela - bhz jul/agosto 2005.


01-Vamos Tratar da Saúde
02-Beija-me Amor
03-Hoje é o Primeiro Dia do Resto da Sua Vida
04-Teimosia
05-Frique Comigo
06-Amor Branco e Preto
07-Toroleite
08-Tapupukitipa
09-De Novo Aqui Meu Bom José
10-Superfície do Planeta

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Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2006

Kiss III

Hospedagem do álbum: JH II
Foto e montagem: Johnny F

Clique aqui para acessar o que já publicamos sobre o Kiss


Download de Psycho Circus - 1998

01. Psycho Circus - Cuomo, Stanley - 5:30
02. Within - Simmons - 5:10
03. I Pledge Allegiance to the State of Rock & Roll - Cuomo, Knight, Stanley - 3:32
04. Into the Void - Cochran, Frehley - 4:22
05. We Are One - Simmons - 4:41
06. You Wanted the Best - Simmons - 4:15
07. Raise Your Glasses - Knight, Stanley - 4:14
08. I Finally Found My Way - Ezrin, Stanley - 3:40
09. Dreamin' - Kulick, Stanley - 4:12
10. Journey of 1,000 Years - Simmons - 4:49

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Koichi Hayakawa

Álbum hospedado por: JH II
Montagem: Johnny F

Koichi Hayakawa é um guitarrista que nasceu no japão.
Além de guitarrista, é professor e filósofo. JH II


Download de Koichi Hayakawa

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Premiata Formeria Marconi

Hospedagem dos álbuns: Ricardo Galina
Texto, fotos e montagem: Johnny F

Olá pessoal, estou enviando os links dos álbuns Storia di un Minuto e Chocolate King do Premiata Formeria Marconi, espero que gostem. Ricardo Galina

Considerado o maior nome no Rock Progressivo italiano, Premiata Forneria Marconi, ou apenas PFM, faz seu show de estréia em 1971, em Milão abrindo para o YES em sua turnê pela Itália, tocando apenas músicas covers de grupos como King Crimson. Em 1972 o grupo lança "Storia di un Minuto", um dos melhores discos da história do Rock Italiano. Após o extremo sucesso, o grupo lança, três meses depois, "Per un Amico". E um ano depois lança "Photo of Ghost" reunindo faixas dos dois discos cantadas em inglês (adaptadas por Peter Sinfield do King Crimsom), lançado pela Manticore gravadora de ELP. Em 1973 acontece a primeira troca no PFM, sai Piazza e entra Patrick Dijvas. No ano seguinte o PFM lança "L´Isola de Niente" (em inglês, novamnte, com letras de Sinfield) como "The World Becamethe World" e o ao vivo "Cook" ou "Live in USA". Em 1975 entra para banda o ex-vocalista do Acqua Frágile, Bernardo Lanzetti que lançaria"Chocolate Kings", disco que sofreu forte boicote por parte dos EUA pelo fato do grupo terparticipado de um show pela Libertação da Palestina (OLP), mas que não refletiu em outros paísescomo o Japão onde os shows sempre se encontravam lotados. Mauro Pagani sai do grupo em 1976 e quem entra é Gregory Bloch que é substituído após o frustrado disco "Jet Lag" em 78 por Fabri nos violinos. O PFM, já perde seu estilo progressivo em 77 com o disco "Jet Lag" e os próximos discos não revelariam grandes novidades. No início dos anos 80 o grupo passa por modificações, Lanzitti dá lugar a Franz Di Cioccio, WaterCalloni entra para o substituir na bateria e Flavo Premoli sai do grupo. O PFM adota uma música mais comercial e o disco interessante entre "Jet Lag" e "Bobo Club ´72 é justamente este último por ser um registro de um show gravado em 1972. Mas os fãs já saudosos com o seu "fim" se surpreendem com o lançamento de "Ulisses", disco que marca a volta do grupo aos shows. Em 2000 sai "Serendipity", disco em que o grupo tenta retomar a sonoridade dos tempos áureos e teve uma ótima aceitação do público marcado por grandes show em Milão e no Japão.


01 Introduzione - Mussida, Pagani - 1:10
02 Impressioni Di Settembre - Mogol, Mussida, Pagani - 5:44
03 E' Festa - Mussida, Pagani - 4:52
04 Dove...Quando... (Pt. 1) - Mussida, Pagani - 4:10
05 Dove...Quando..., Pt. 2 - Mussida, Pagani - 6:01
06 La Carrozza Di Hans - Mussida, Pagani - 6:46
07 Grazie Davvero - Mussida, Pagani - 5:53


Download de Chocolate King - 1976

01. From Under - Grazian, Marrow, Mussida - 7:34
02. Harlequin - Mussida, Pagani - 7:53
03. Chocolate Kings - Marrow, Mussida, Pagani - 4:44
04. Out on the Roundabout - Mussida, Pagani - 7:58
05. Paper Charms - Mussida, Pagani - 8:30

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Nouvelle Vague

Hospedagem do álbum: Cacá
Texto, fotos e montagem: Johnny F

Álbum do Nouvelle Vague traz cover de Cure, Joy Division e Clash. O mais novo destaque da cena musical francesa é o projeto Nouvelle Vague, de Olivier Libeaux e Marc Collins -produtor por trás do projeto Volga Select, da descolada Output Recordings. No álbum de estréia, "Nouvelle Vague", a dupla convida sete cantoras para regravar clássicos da cena gótica, punk e rock do final dos anos 70 e começo da década de 80. Tem Joy Division, Depeche Mode, The Clash, The Cure, Dead Kennedys e The Undertones, entre outros. São as músicas favoritas dos produtores, que recriam covers em atmosfera leve e totalmente bossa-nova. É uma trilha perfeita para o verão 2005. Supergostoso e brasileiro. Bom do começo ao fim.

A idéia era esquecer o background punk e new-wave de cada canção, manter os acordes principais das músicas e trabalhar com jovens cantoras que nunca tivessem escutado as versões originais, explica o material de divulgação do álbum. Com sambinhas e batucadas, "Nouvelle Vague" abre com "Just Can't Get Enough", do Depeche Mode. Depois vem "Love Will Tear US Apart", do Joy Division, em clima de tarde na praia, com direito a sons de onda do mar e até barulho de futebol. Nos vocais das faixas de abertura, a cantora Eloisia, brasileira radicada em Paris. Ainda entre os destaques, a poética "In A Manner Of Speaking", gravada em 85 pelo grupo Tuxedomoon; "This is Not a Love Song", do P.I.L. e "Marian", do The Sisters Of Mercy. Uma delícia. O cd somente foi lançado na França, Reino Unido, Alemanha e Japão. Não há previsão de ser lançado no Brasil. Visitem o site oficial da banda em: http://www.nouvellesvagues.com/ . Para conhecer as letras das musicas deste cd, clique no seguinte link: http://nouvelle-vague.letras.terra.com.br/ .

01. Love Will Tear Us Apart - Curtis, Hook, Morris, Sumner - 3:17
02. Just Can't Get Enough - Clarke - 3:07
03. In a Manner of Speaking - Tong - 3:58
04. Guns of Brixton - Simonon - 4:06
05. This Is Not a Love Song - Atkins, Levine, Lydon - 3:47
06. Too Drunk to F*** - Biafra - 2:16
07. Marian - Eldritch, Hussey - 3:53
08. Making Plans for Nigel - Moulding - 3:32
09. A Forest - Gallup, Hartley, Smith - 3:39
10. I Melt With You - Grey, Jones, McDowell, Walker - 4:00
11. Teenage Kicks - O'Neil - 2:13
12. Psyche - Coleman, Glover, Raven, Walker - 4:12
13. Friday Night Saturday Morning - Hall - 4:19
14. Sorry for Laughing - Haig, Ross - 3:09

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Som Nosso de Cada Dia

Hospedagem do álbum e texto: Rogério Utrila
Fotos, texto e montagem: Johnny F

Formado nos anos 70 em São Paulo, o grupo adotou o estilo rock progressivo, com elementos de psicodelismo. Com integrantes diversos (Manito, Pedrinho, Marcinha, Egídio, Dino Vicente, Rangel), atuou como trio na maior parte do tempo. Um deles, o virtuoso Manito, fazia parte nos anos 60 da banda Os Incríveis, uma das mais populares da Jovem Guarda. O primeiro dos dois discos lançados pela banda é o mais famoso. "Sneg", de 1974, é considerado um dos clássicos do rock brasileiro dos anos 70. O Som Nosso de Cada Dia inicialmente Cabala, era formado por: Pedrão (contrabaixo, viola e vocal), Pedrinho (bateria e vocal) e pelo virtuoso Manito (órgão Hammond, Mini Moog, piano, violino, flauta, e sax). Além dos músicos, a banda tinha como letrista o poeta Paulinho Mastrote Machado, que assinava suas colaborações com a banda sob o pseudônimo de "Capitão Fuguete", uma vez que na época trabalhava na Editora Abril, situação essa que impedia sua vinculação com bandas de rock. A banda pode ser considerada a primeira banda a fazer rock progressivo no Brasil, uma vez que esse novo estilo que começava a dominar o cenário externo ainda era uma novidade por aqui. Como o Brasil vivia sob um forte clima de repressão imposto pelo regime militar, a banda enfrentou sérios problemas com a censura, sofrendo patrulhamento ideológico, sendo freqüente a presença da polícia federal em seus ensaios e shows, uma vez que eram considerados um grupo de postura contestatória e subversiva. A barra começou a pesar cada vez mais. A primeira apresentação da banda aconteceu no show organizado pela TV Bandeirantes, seguindo-se a esse participações no "Kohoutek Festival" em 1973.

No mesmo ano, a banda grava em apenas sete dias o lendário álbum Snegs, considerado por muitos como sendo o melhor disco de rock progressivo já lançado por uma banda brasileira. Tudo isso se deve ao altíssimo nível técnico dos músicos, bem como pelas belíssimas e complexas composições, aliadas às letras ao mesmo tempo poéticas e densas, de conteúdo filosófico, existencialista e contestatório, convidando as pessoas a pensar e se rebelar contra a repressão política e a alienação mental impostas pelo governo e pela mídia. O disco contém verdadeiros hinos, como "Sinal da Paranóia", "Bicho do mato", "Snegs de Biufrais" e "Massavilha", soando de maneira geral como um encontro do Emerson Lake & Palmer com Clube da Esquina. Após o lançamento de Snegs em 1974, a banda é convidada a abrir os shows da primeira grande turnê internacional a passar pelo Brasil: Alice Cooper. Os shows da banda são tão impactantes que era comum ouvir gritos para que a banda voltasse ao palco durante todo o show de Alice Cooper! Apesar de todas essas coisas boas rolando, no ano seguinte o tecladista Manito resolve sair, indo substituir Arnaldo Batista nos Mutantes, mas acaba permanecendo pouco tempo com eles. A banda prossegue, sendo que, no ano de 1976 lançam o disco Sábado/Domingo, que tem o lado A voltado para black music, e no B sua sonoridade característica, devido a pressões da gravadora. Apesar dessa concessão, podemos ver que a banda mostra uma competência ímpar até mesmo quando é obrigada a tocar um estilo completamente diferente do progressivo que a consagrara. Logo após do lançamento de um compacto com as músicas "Black Rio" e "Identificação", a banda se separa em 1977. Após anos tocando com vários artistas brasileiros de renome, os músicos do SNCD voltam a se reunir em 1994 para uma série de shows comemorativos. Pouco tempo depois vem a falecer o baterista Pedrinho.


Snegs - 1974

Download de Snegs - 1974

01. Sinal da paranóia - (Cimara - Pedrão)
02. Bicho do mato - (Gastão Lamounier Neto)
03. O som nosso de cada dia - (Paulinho - Pedrão)
04. Snegs de Biufrais - (Paulinho - Pedrão)
05. Massavilha - (Paulinho - Pedrão)
06. Direccion de Aquarius - (Paulinho - Pedrão)
07. A outra face - (Pedrão - Pedrinho)
08. O Guarany (Bônus)

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Domingo, 8 de Janeiro de 2006

Iggy Pop

Link enviado por: Cacá
Montagem: Johnny F

Tô te enviando um link que tem a discografia completa do IGGY POP (+ ou - 800 mb)


Att. Cacá


Obs.: É melhor baixar logo pq quem espera não sabe....hehehehehe, e a taxa está muito boa 98,4 kb/s. Acho que também já é hora de pegar outro hd.....hehehehehe.


Seja bem vindo meu irmão Cacá!!!

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Replicantes II

Hospedagem dos álbuns: Rogério Utrila
Fotos e montagem: Johnny F


Histórias de Sexo & Violência - 1987

Download de Histórias de Sexo & Violência - 1987



Em teste - 2004

Download de Em teste - 2004



Go ahead - 2005

Download de Go ahead - 2005

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